Posts Tagged ‘Jeff Hanneman

09
out
20

30 anos do clássico disco ‘Seasons in the Abyss’, uma aula de thrash metal do Slayer

O dia 9 de outubro de 2020 marca o aniversário de 30 anos do excelente disco “Seasons in the Abyss”, o quinto do Slayer. Pertencente à fase mais importante da lendária banda norte-americana, que compreende justamente o período dos cinco primeiros álbuns, o disco traz o Slayer em grande momento de qualidade musical e no auge da técnica, dando uma verdadeira aula de como se faz o bom e velho thrash metal.

“Seasons in the Abyss” vem após dois discos de grande qualidade, mas de sons um pouco distintos. Enquanto “Reign in Blood”, de 1986, é considerado, ao lado do disco “Master of Puppets”, como o maior álbum de thrash metal da história e um dos mais rápidos e brutais do heavy metal, “South of Heaven”, de 1988, manteve o grupo no topo das preferências dos
headbangers, mas com um som mais cadenciado
em boa parte do álbum.

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03
out
19

Slayer se despede de SP com show digno, pesado e direto para público que lotou Espaço das Américas

Se você é fã de thrash metal e não estava no show do Slayer na quarta-feira, 2 de outubro de 2019, em São Paulo, perdeu um dos momentos mais importantes da história do heavy metal na capital paulista. Para um público de pouco mais de 8 mil pessoas que lotou e esquentou o Espaço das Américas, o grupo norte-americano fez sua última apresentação na cidade, dando sequência à turnê de despedida que vem passando pelo mundo desde maio de 2018 e deve terminar em novembro deste ano.

Digno, pesado e direto. Estes são os adjetivos que melhor se encaixam ao show do Slayer em São Paulo.

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05
dez
18

Guitarrista Phil Demmel substitui Gary Holt em parte da turnê de despedida do Slayer

Phil Demmer - Foto: Reprodução InstagramO Slayer contou com mudanças de última hora na parte final europeia de sua turnê de despedida. O guitarrista Gary Holt precisou se ausentar porque seu pai está com uma doença terminal. Para substituir Holt, o escolhido foi Phil Demmel, ex-Machine Head.

A estreia de Demmel aconteceu na segunda-feira, 3 de dezembro, em apresentação realizada pelo Slayer em Copenhague, na Dinamarca.

Antes da estreia, o ex-Machine Head não conteve a empolgação nas redes sociais. “Estou substituindo uma lenda, que substituiu uma lenda em uma banda lendária em sua turnê de despedida”, disse, referindo-se ao fato de Holt ter substituído o saudoso Jeff Hanneman, morto em 2013.

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22
jan
18

Slayer surpreende e anuncia turnê mundial de despedida

Slayer - Foto: DivulgaçãoO Slayer surpreendeu o mundo do heavy metal nesta segunda-feira, 22 de janeiro, depois de divulgar nas redes sociais que fará uma turnê mundial de despedida. A veterana banda norte-americana de thrash metal liberou um vídeo no YouTube que trouxe várias imagens da própria carreira.

O breve vídeo veio também com a seguinte mensagem do grupo: “O Fim está Próximo… Slayer se despede com uma última tour mundial.”

No fim do dia, a banda trouxe um line-up com os grupos que farão parte da perna norte-americana da turnê: Lamb of God, Anthrax, Behemoth e Testament.

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07
out
16

30 anos do clássico álbum ‘Reign in Blood’, a indispensável tempestade sonora do Slayer

"Reign in Blood" - Reprodução da capaO dia 7 de outubro de 2016 marca o aniversário de 30 anos do disco “Reign in Blood”, o terceiro do Slayer e considerado como uma verdadeira obra-prima do thrash metal. Para quem deseja entender o que é a vertente rápida e agressiva do heavy metal, o álbum é indispensável.

“Reign in Blood” capta o Slayer em sua melhor forma. Traz o quarteto formado por Tom Araya (baixo e vocal), Jeff Hanneman (guitarra), Dave Lombardo (bateria) e Kerry King (guitarra) com um som brutal, intenso e incrivelmente rápido, além de manter a banda com sua tradição histórica de querer chocar tudo e todos.

O disco disputa com outro clássico, “Master of Puppets”, do Metallica, lançado no mesmo ano de 1986, o posto de maior disco da história do thrash metal.

Para qualquer pessoa que tenha acesso a “Reign in Blood” pela primeira vez, a percepção inicial é de algo impactante. Não há como passar pela experiência de audição sem algum tipo de reação importante.

O álbum mostra o Slayer migrando aos poucos da postura com várias letras satanistas dos dois primeiros discos para um conteúdo que aborda desde a morte até críticas à religião, passando por citações à violência, desgraças humanas e vários outros elementos que afligem a humanidade.

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24
abr
14

Slayer troca de gravadora, promete novo álbum e lança música inédita, a primeira em 5 anos

SlayerDepois de todos os percalços enfrentados em 2013, o Slayer dá sinais em 2014 de que continua vivo. A banda norte-americana de thrash metal anunciou neste dia 24 de abril que trocou de gravadora e, de quebra, lançou uma música inédita, a primeira em 5 anos.

“Implode” é o nome do novo petardo. Foi gravada no começo do mês no Henson Studios, em Los Angeles, produzida por Terry Date e co-produzida por Greg Fidelman.

Os fãs foram presenteados pela banda, já que podem baixar a nova música no site oficial do grupo.

Desde o álbum “World Painted Blood”, de 2009, que o grupo não gravava algo novo. A faixa também marca o primeiro som da banda desde a morte do saudoso guitarrista Jeff Hanneman e desde a saída do grande baterista Dave Lombardo, que foi substituído pelo competente Paul Bostaph.

Depois de 28 anos na American Recordings, do renomado produtor Rick Rubin, o grupo firmou contrato com a gravadora Nuclear Blast, por onde deverá lançar um novo álbum em 2015.

No site da própria Nuclear Blast, a informação disponível é de que o disco novo começará a ser gravado no fim de 2014. O novo trabalho sairá por meio de um selo do grupo que ainda não tem nome definido e será distribuído pela Nuclear Blast no mundo inteiro.

“Rick ocupou um grande papel em nossas carreiras. Nós fizemos grandes álbuns juntos”, disse, no comunicado veiculado na página da Nuclear Blast, o vocalista e baixista Tom Araya. “Mas hoje é um novo dia, as gravadoras não ocupam mais o papel que ocupavam antes e nós realmente gostamos da ideia de continuarmos sozinhos, conectando diretamente com nossos fãs, e a Nuclear Blast está animada em aceitar este desafio conosco”, destacou.

Para quem temia que o grupo não sobreviveria depois da morte de Hanneman, o lançamento de “Implode”, a notícia do novo álbum e o contrato com a Nuclear Blast geram a sensação de que os músicos ainda querem continuar a levar a bandeira do thrash metal adiante.

Quem escuta a nova música pode até sentir a falta de Lombardo na bateria, mas percebe um Paul Bostaph com a seriedade de sempre. Também sempre vai sentir saudade da levada de Jeff Hanneman, mas sabe que Gary Holt, que já vinha substituindo o guitarrista, é o cara certo para honrar o lugar do músico morto.

Ouça abaixo o novo petardo do Slayer e tire suas próprias conclusões:

 

 

 

07
out
13

Em grande show no Rock in Rio, Slayer traz ‘rolo compressor’ ao festival

Redação RЯ 

O Slayer finalmente participou de um Rock in Rio. Depois de os organizadores corrigirem, em 2011, a aberração de nunca ter convidado o Metallica e o Motörhead, foi a vez de, em 2013, chamarem a banda de thrash metal de Tom Araya & Cia.

O grupo norte-americano participou do dia 22 de setembro, o último do festival realizado na capital fluminense e o segundo do evento dedicado ao heavy metal.

Se o Bon Jovi, com baixas de última hora, demonstrou grande força de superação no festival, o Slayer, completamente destroçado e se recuperando do baque recente relacionado à morte do guitarrista Jeff Hanneman, mostrou a todos que ainda tem forças para continuar sua longa história no thrash metal.

Somada à morte de Hanneman, a saída de Dave Lombardo do grupo, depois de desentendimentos com o guitarrista Kerry King, deixou muito fã do Slayer profundamente chateado e descrente com o futuro da banda.

Contudo, o que se viu no Rock in Rio, foi o rolo compressor tradicional do grupo. Com um set list matador executado numa tacada só, o Slayer deixou os fãs de carteirinha eufóricos e quem não conhecia a banda de boca aberta.

Na bateria, Paul Bostaph voltou ao grupo e mostrou que, se não tem a mesma qualidade do inigualável Lombardo, consegue segurar o show ao vivo dignamente. No lugar de Hanneman, que foi homenageado durante o show, Gary Holt, que já havia passado pelo Brasil com o Slayer em 2011, mostrou mais uma vez que é o cara certo para o posto.

Araya e King são o que sobrou da formação original. Enquanto o vocalista continua mandando muito bem, o guitarrista, apesar de ser uma pessoas difícil, também traz toda a energia característica do Slayer para o palco.

Entre as músicas executadas, clássicos de sempre, como “Mandatory Suicide”, “Seasons in the Abyss”, “South of Heaven”, “Raining Blood” e “Angel of Death”. Uma boa surpresa foi a execução de “At Dawn They Sleep”, que pouco foi tocada em turnês recentes do grupo.

Para relembrar o show do Slayer do Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Mandatory Suicide”. Depois, veja uma dobradinha com “South of Heaven” e “Raining Blood”, além de “Angel of Death”. Se quiser assistir à apresentação na íntegra, clique aqui, enquanto não retiraram do ar.

Set list

World Painted Blood
Disciple
War Ensemble
At Dawn They Sleep
Mandatory Suicide
Hallowed Point
Die by the Sword
Dead Skin Mask
Hate Worldwide
Seasons in the Abyss
South of Heaven
Raining Blood
Angel of Death

31
maio
13

Show do Anthrax em SP ao lado do Testament trouxe verdadeira celebração do thrash metal

Felizardo foi o sujeito que esteve presente na noite que reuniu no mesmo lugar o Anthrax e o Testament em São Paulo no dia 15 de maio. O HSBC Brasil pode não ter lotado completamente, mas recebeu um excelente público em plena quarta-feira, quando foi vista uma verdadeira celebração do thrash metal, num daqueles momentos que o fã do estilo simplesmente não pode perder.

Já criticamos na resenha do show do Testament o fato de os produtores colocarem dois grupos internacionais de tal calibre para tocar num dia de meio de semana. A despeito de a capital paulista pertencer ao seleto grupo de cidades do globo no qual a noite é movimentada e agitada de domingo a domingo, há momentos que o mais sensato é descolar uma data de fim de semana; um sábado seria perfeito.

Tal medida facilitaria a vida não somente do público, que não perderia as primeiras músicas do show do Testament, mas também das bandas, já que as apresentações de cada uma delas poderiam até ser mais longas e com mais músicas. Talvez justamente por causa do show mais curto de 2013, a performance do Anthrax pode, para alguns, não ter superado a de 2012 no mesmo HSBC.

Para outros fãs, porém, o set list de 2013 pode ter sido menor, mas teve maior qualidade. Um outro grupo pode dizer ainda que uma apresentação completou a outra, trazendo algumas músicas que haviam faltado no ano passado e até com covers incríveis de grandes bandas. O fato é que, mais uma vez, o Anthrax não decepcionou e cumpriu seu papel de grande expoente do thrash metal.

O show

Terminada a competente apresentação do Testament, a equipe de roadies fez um trabalho relativamente rápido e deixou o palco completamente pronto para o Anthrax iniciar sua festa. Já com o HSBC claramente mais cheio que no show anterior, o grupo iniciou sua celebração do thrash metal com três petardos sonoros históricos do gênero.

Retiradas do lendário álbum “Among de Living”, de 1987, a faixa-título, “Caught In A Mosh” e “Efilnikufesin (N.F.L.)” incendiaram o público. Se, na famigerada Pista Vip, quem estava presente tinha o privilégio de assistir ao grupo bem de perto, na Pista Comum é que o show era apreciado da maneira mais tradicional do thrash: rodas de mosh empolgadas.

Se as duas primeiras haviam sido executadas em 2012 no mesmo HSBC, “N.F.L.” tinha sido a grande ausência do ano passado. E, se você já entrou numa roda de mosh nesta música, sabe o quanto isso faz bem para a vida! Para os mais velhos, como este jornalista, que viveram o estilo nas décadas de 80 e 90, é como se fosse a entrada na fonte da juventude!

Num link entre passado e presente, o Anthrax trouxe uma música do mais recente álbum da banda, o ótimo “Worship Music”, lançado em 2011. “Fight ‘Em ‘Til You Can’t”, talvez uma das melhores do disco, manteve a vibração do show e confirmou a banda em boa fase.

Vale lembrar que uma diferença marcante entre a apresentação de 2012 e de 2013 foi a presença de Jon Donais em uma das guitarras, no lugar de Rob Caggiano, que deixou o grupo em janeiro. Caggiano é um bom músico, mas Donais mostrou ter mais presença de palco, agitando muito mais do que o antigo guitarrista, que era sujeito um pouco parado nos shows para os padrões do thrash.

Quanto ao restante dos músicos, os pertencentes à formação clássica do Anthrax estavam todos lá: Charlie Benante triturando a bateria, Frank Bello impondo sua energia incrível e tradicional no baixo, Joey Belladonna com seu vocal inconfundível e o mago da guitarra base Scott Ian, que continua dando verdadeiras aulas no instrumento.

Se o evento de 2012 trazia a turnê de divulgação do “Worship Music”, o de 2013 permitiu a troca de algumas músicas do novo álbum por faixas diferentes. E foi com um presente das antigas que o grupo trouxe nada menos que “March Of The S.O.D.” para surpresa de muitos no HSBC. A faixa instrumental do famoso projeto paralelo S.O.D., de Scott Ian e Charlie Benante, serviu para Belladonna dar uma descansada e se preparar para o restante da apresentação.

O vocalista, por sinal, estava bem mais agitado que em 2012. Corria pelo palco como um alucinado e chegou a pedir várias vezes para o público alguns “cigarrinhos”. Não teve retorno neste caso, mas provocou diversos risos da plateia, que viu Belladonna várias vezes empunhando uma câmera que transmitia a apresentação para os telões.

Depois de a banda tocar “March Of The S.O.D.”, foi a vez de duas lindas homenagens a duas grandes figuras do heavy metal já falecidas. Ao som da faixa “In The End”, também do “Worship Music”, o Anthrax lembrou o vocalista Ronnie James Dio e o guitarrista Dimebag Darrell (ex-Pantera) por meio de duas grandes bandeiras estendidas em cada lado do palco.

As homenagens não pararam ali e, logo na sequência, foi a vez de o Anthrax tocar “T.N.T.”, do AC/DC, que faz parte do bom EP de covers “Anthems” , que a banda de thrash metal lançou em 2013. Scott Ian anunciou a música como a “da melhor banda do mundo” e o público curtiu bastante aquele momento histórico em palcos brasileiros.

A apresentação empolgava bastante e atingiria o tradicional ápice na clássica “Indians”, também do “Among the Living”. Hora de entrar em mais rodas de mosh! E, desta vez, houve, na verdade, a junção de várias delas numa única, que se transformou em um negócio gigante que quase engoliu a Pista Comum do HSBC.

Depois de gastar todas as energias na “wardance” de “Indians”, o público teve a oportunidade de se recuperar em “Medusa”, do álbum “Spreading the Disease”, de 1985. Logo em seguida, emendou a clássica “Got The Time”, cover de Joe Jackson, que faz parte do disco “Persistence of Time”, de 1990.

Para fechar a empolgante primeira parte do show, o Anthrax trouxe a não menos clássica “I Am The Law”, também do “Among the Living”. O saldo até aquele momento era mais do que positivo, mas o público queria mais e seria presenteado com mais grandes momentos na sequência.

Após a pausa para o descanso, o bis trouxe Frank Bello e Scott Ian mandando ver nos vocais em “I’m The Man”. A eterna mistura inusitada entre rap e thrash foi complementada por mais uma grande homenagem da noite, desta vez ao falecido Jeff Hanneman, do Slayer. Com um trecho do petardo “Raining Blood”, o eterno guitarrista foi lembrado de maneira digna no HSBC pelos companheiros de Big Four.

O show se aproximava do fim, mas outros dois clássicos seriam reservados para o final. Já com Joey Belladonna de volta aos vocais, o grupo emendou “Madhouse”, do “Spreading the Disease”, e “Antisocial”, cover do Trust, presente no disco “State of Euphoria”, de 1988.

O público queria mais, mas a banda terminou a apresentação, deixando o gosto de “quero mais”. Em mais uma noite memorável em solo paulistano, o Anthrax honrou a história do thrash metal, justificando com sobras o motivo de o gênero ser tão querido pelo público brasileiro.

Para relembrar grandes momentos do show do Anthrax no HSBC, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com o começo arrasador de “Among the Living”. Depois, veja os vídeos de “N.F.L.”, “Indians” e “Antisocial”. Confira também o set list e as fotos, cedidas gentilmente pelo excelente fotógrafo profissional Renan Facciolo ao nosso veículo informativo.

Set list

Among The Living
Caught In A Mosh
Efilnikufesin (N.F.L.)
Fight ‘Em ‘Til You Can’t
March Of The S.O.D.
In The End
T.N.T.
Indians
Medusa
Got The Time
I Am The Law

I’m The Man/Raining Blood
Madhouse
Antisocial

30
maio
13

Slayer anuncia retorno de Paul Bostaph ao posto de baterista da banda

O Slayer anunciou nesta quinta-feira, dia 30 de maio, que o baterista Paul Bostaph está de volta ao grupo. Em comunicado oficial, a banda norte-americana de thrash metal informou que o retorno acontecerá, em tempo integral, a partir do dia 4 de junho, quando o Slayer começa uma etapa de sua turnê internacional de 2013 em Varsóvia, na Polônia.

Com a informação da volta de Bostaph, está confirmada, portanto, a saída definitiva do excelente Dave Lombardo, que é membro original da banda e um dos maiores bateristas do heavy metal.

Lombardo havia deixado o conjunto em fevereiro, depois de discordar da maneira como os negócios do grupo eram geridos. Desde então, os bumbos do Slayer foram comandados temporariamente por Jon Dette.

Os fãs ainda tinham alguma esperança pela volta de Lombardo, mas o desentendimento dele com o polêmico guitarrista e atual líder do grupo, Kerry King, já havia sido praticamente uma carta de demissão.

O anúncio da volta de Paul Bostaph é a primeira notícia positiva do Slayer depois de algum tempo e pode dar alguma sobrevida à banda, extremamente abalada pela morte recente do outro guitarrista e membro fundador, Jeff Hanneman, no dia 2 de maio, em virtude de cirrose hepática, em fato que chocou o mundo do heavy metal.

Dá também esperança para os fãs brasileiros, pois o grupo vem ao País em setembro para tocar no Rock in Rio e passar ainda por São Paulo e Curitiba. No comunicado, a permanência de Gary Holt, do Exodus, na outra guitarra também foi confirmada.

“Paul é um grande baterista e um bom amigo. E estamos muito felizes que ele decidiu se juntar à banda”, disse Tom Araya, no comunicado. “Ainda estamos muito atordoados da perda de Jeff, mas nós não queremos decepcionar nossos fãs europeus, e nós precisamos começar a avançar…Com Paul de volta na banda, fica muito mais fácil.”

“Estou muito animado para retornar ao Slayer”, afirmou Bostaph. “Passamos dez anos muito intensos de nossas vidas juntos, tinha um monte de diversão e fizemos um monte de boa música. Então, para mim, isso é como voltar para casa”, acrescentou.

Não é a primeira vez que Paul Bostaph entra como substituto definitivo de Dave Lombardo. Entre 1992 e 2001, ele superou diversas críticas pelo peso de ocupar o posto de um dos maiores bateristas de todos os tempos e ganhou o respeito dos fãs. Participou de três álbuns do Slayer: “Divine Intervention” (1994), “Diabolus in Musica” (1998) e “God Hates Us All” (2001). Também esteve no  EP de covers “Undisputed Attitude”, de 1996.

02
maio
13

Heavy metal de luto: Jeff Hanneman, do Slayer, morre aos 49 anos nos EUA

Os headbangers de todo o planeta foram pegos de surpresa neste dia 2 de maio, depois que o Slayer, em sua página oficial no Facebook, anunciou a morte de seu guitarrista fundador Jeff Hanneman, aos 49 anos de idade. De acordo com o comunicado da lendária banda de thrash metal, o músico faleceu no período da manhã, nos Estados Unidos, de  insuficiência hepática*.

Pela idade de Hanneman e pela sua grande importância para o thrash metal e o heavy metal como um todo, imaginou-se inicialmente que a página do grupo até havia sido hackeada e que aquilo era um trote. Mas, aos poucos, as notícias começaram a pipocar nas redes sociais e o nome de Jeff Hanneman logo bombou como um dos mais citados no twitter.

“O Slayer está devastado em informar que o seu companheiro de banda e irmão Jeff Hanneman morreu por volta das 11 horas desta manhã, perto da sua casa, no sul da Califórnia. Jeff estava em um hospital quando sofreu de insuficiência hepática”, escreveu a banda no comunicado do Facebook.

Vale lembrar que Hanneman estava afastado do grupo desde o começo de 2011, quando, depois de uma picada tosca de aranha no braço, precisou fazer uma delicada cirurgia e quase foi obrigado a amputar o membro.

Desde então, o guitarrista do Exodus, Gary Holt, vinha dando uma enorme força para o Slayer nas turnês e até passou pelo Brasil na turnê que a banda fez no País em 2011. Mesmo com o desfalque importantíssimo de Hanneman, os músicos fizeram no saudoso Via Funchal uma das apresentações mais pesadas que São Paulo já viu em junho daquele ano.

Alguns veículos de comunicação dos Estados Unidos chegaram a afirmar que o alcoolismo foi a verdadeira razão da morte de Hanneman. Segundo algumas publicações, o guitarrista, depois de um longo tratamento, largou tudo e começou a beber sem parar, do café da manhã até o fim da noite diariamente. Para alguns, os remédios do intenso tratamento também foram importantes para deixar o fígado do músico debilitado.

A morte de Hanneman até pode passar despercebida para quem é de fora do heavy metal, mas deixa uma lacuna irreparável para quem algum dia gostou de alguma música do estilo. O guitarrista era simplesmente um dos fundadores de uma das bandas precursoras do thrash metal e tem seu nome gravado na maioria das composições que fizeram o Slayer entrar para a história.

Quem viveu o auge do thrash metal, entre os anos 80 e começo dos 90, com toda certeza, está triste demais e sabe que nunca mais será possível ver o Slayer com sua formação matadora e clássica.

Recentemente, o baterista Dave Lombardo já havia deixado a banda depois de discordar da maneira como os negócios do grupo eram geridos. Se a saída de Lombardo já havia deixado a banda bastante desfalcada, a morte de Hanneman, sem sombra de dúvida, ratificará o risco que já era grande de o grupo não sobreviver.

Com todos os percalços, o Slayer tem agendado uma infinidade de shows por todo o planeta. No Brasil, tocará em setembro pela primeira vez no Rock in Rio e ainda abrirá as apresentações do Iron Maiden em São Paulo e Curitiba. Resta saber agora se a banda terá forças para manter a agenda após a grande perda de Hanneman.

Para homenagear Jeff Hanneman, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com um que traz as matadoras “Chemical Warfare” e “Raining Blood” no AOL Sessions em 2010. Depois veja o videoclipe oficial de “War Ensemble”. Para fechar, a obra-prima “Seasons in the Abyss”, que traz o guitarrista num de seus maiores solos. R.I.P. Jeff!!!

* No dia 10 de maio, o Slayer soltou nota oficial, informando que a razão da morte de Hanneman foi uma cirrose hepática

21
fev
13

Dave Lombardo discorda de valores pagos e será substituído por Jon Dette na bateria do Slayer

Dave Lombardo - Foto: DivulgaçãoUma verdadeira bomba abalou o mundo do heavy metal neste dia 21 de fevereiro, depois que o baterista Dave Lombardo, do Slayer, publicou um comentário no Facebook, dizendo que não participará da turnê que a banda norte-americana de thrash metal fará na Austrália a partir do dia 23 de fevereiro. Segundo Lombardo, ele recebeu um comunicado de dispensa do grupo depois de questionar a maneira como os negócios do Slayer são geridos.

Após consultar os dados financeiros da banda, o baterista constatou que apenas 10% de todo o valor que o Slayer arrecadou durante as turnês que realizou em 2012 chegaram aos bolsos dos músicos. De acordo com Lombardo, ao propor um novo modelo mais justo, encontrou resistência do guitarrista Kerry King, que deixou claro ao baterista que, se quissesse discutir o assunto, encontraria outra pessoa no comando dos bumbos da banda.

“Para que todos saibam a verdade, a partir do final do contrato que temos entre nós, que venceu em 14 de fevereiro, fui informado de que não seria o baterista para a turnê na Austrália. Estou triste, e para ser honesto, chocado com a situação”, escreveu Dave Lombardo.

Mais tarde, em nota à imprensa, o grupo rebateu o texto de Lombardo e anunciou Jon Dette, que passou pela banda na década de 90, para a bateria na turnê australiana. “Sobre o que foi citado no post de Dave Lombardo no Facebook, o  Slayer não concorda com o que  foi dito pelo Sr. Lombardo ou com a sequência dos eventos  apresentada por ele, exceto com o fato de que o Sr. Lombardo, menos de uma  semana antes da partida já marcada para a Austrália, apresentou um novo conjunto  de exigências, que eram contrárias ao que havia sido previamente acertado”, destacaram os músicos.

No texto que postou no Facebook, Lombardo ainda deixou em aberto alguma possibilidade de retorno à banda, mas, conhecendo o temperamento de Kerry King, são pequenas as chances de uma volta amigável. “Eu continuo esperançoso de que possamos resolver nossas diferenças. Mas, mais  uma vez, peço desculpar sinceras a nossos fãs na Austrália que gastaram seu  dinheiro esperando ver os 3 membros originais do Slayer. Espero vê-los no futuro”, afirmou.

Quem conhece um pouquinho de heavy metal ou thrash metal sabe o tamanho da perda gerada pela saída de Dave Lombardo ao Slayer. Considerado um dos maiores bateristas do gênero, poucos apresentaram tamanha técnica e rapidez no instrumento como este cubano.

Não é a primeira vez que Lombardo deixa as baquetas do Slayer. Ele já havia abandonado o grupo em 1986 e retornado em 1987 numa primeira oportunidade e repetido a dose em 1992, quando ficou dez anos longe do grupo, retornando somente ao posto em 2002.

O público brasileiro tende a ser um dos prejudicados neste novo embate interno do Slayer. Tudo porque o grupo vem tocar pela primeira vez no Rock in Rio, em setembro, na capital fluminense. Os fãs já estavam se acostumando a ver a banda sem o grande Jeff Hanneman na guitarra, por causa de uma picada tosca de aranha no braço. Agora, com mais esta turbulência, resta a dúvida se o Slayer conseguirá resistir como o grande grupo que é durante muito tempo. A ver…

14
jun
11

Slayer faz um dos shows mais pesados vistos em SP, mesmo desfalcado de Jeff Hanneman

Slayer em SP - Foto: Divulgação/MidioramaUm dos shows mais pesados de todos os tempos na cidade de São Paulo. É o mínimo que podemos dizer da apresentação feita pelo Slayer na quinta-feira, dia 9 de junho, no Via Funchal, lotado por mais de 5 mil pessoas. Mesmo com o importante desfalque do guitarrista fundador Jeff Hanneman (substituído brilhantemente neste show pelo ótimo Gary Holt, do Exodus) e com todos os problemas de saúde passados recentemente pelo vocalista Tom Araya, a banda norte-americana de thrash metal provou, mais uma vez, que é um dos maiores nomes do metal em toda a história.

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