Posts Tagged ‘89FM

19
ago
17

Bad Religion será a atração principal de festival em SP que também comemorará aniversário de rádio

Rock Station - Cartaz de DivulgaçãoO Bad Religion voltará ao Brasil no último bimestre do ano como atração principal do festival Rock Station, que acontecerá em São Paulo. O evento será realizado no Espaço das Américas no dia 5 de novembro.

Além do grupo norte-americana, participarão do festival os grupos Pegboy, Samiam e Teenage Bottlerocket. O representante brasileiro do evento é a banda Dead Fish.

O Rock Station com o Bad Religion como atração principal também comemorará os 32 anos da 89FM, tradicional rádio paulistana especializada em rock n’ roll.

Os ingressos estão à venda desde o dia 18 de agosto no site da Ticket 360 e já entraram no segundo lote.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

05
mar
15

Jornalista do Roque Reverso lança biografia autorizada de Kid Vinil

"Kid Vinil – Um herói do Brasil (Biografia Autorizada)" - Reprodução da CapaMúsico, jornalista, radialista, executivo de gravadora, apresentador de TV e, acima de tudo, um amante do rock n’ roll, Kid Vinil virou o personagem central de uma biografia autorizada. Já em período de pré-venda e previsto para chegar às lojas entre o fim de março e o começo de abril, o livro “Kid Vinil – Um herói do Brasil” foi escrito pelo coeditor do Roque Reverso, o jornalista Ricardo Gozzi, em parceria com o músico Duca Belintani.

O livro tem 160 páginas e será lançado pela Edições Ideal. A biografia retrata a vida de Kid Vinil e explica o motivo de tanto respeito adquirido entre fãs, parceiros da música e boa parte da mídia especializada.

Para quem não sabe, Kid Vinil, cujo nome verdadeiro é Antonio Carlos Senefonte, começou a vida profissional na gravadora Continental e deu início à vida punk com a banda Verminose.

Tempos depois, passou para a gravadora Warner e estourou na cena musical com o grupo Magazine, dos hits históricos “Sou Boy” e “Tic-tic nervoso”.

Na TV, Kid teve passagens marcantes pela TV Cultura, onde apresentou os programas “Boca Livre” e “Som Pop”, este último uma verdadeira aula semanal de música nos Anos 80, com clipes e histórias de bandas nacionais e internacionais que ainda não tinham a MTV na época para a aparecer. Na sequência, na MTV, ele passou pelo grande programa “Lado B”, que trazia a cena alternativa do rock.

No rádio, Kid Vinil passou pelas emissoras Excelsior, Antena 1, 89FM, 97FM e Brasil 2000. Em todas elas, trouxe programas inovadores.

Nas diversas gravadoras que trabalhou, lançou no Brasil os catálogos de vários artistas, como Frank Zappa, Belle & Sebastian, Guided by Voices, Meat Puppets, Yo La Tengo e Cat Power, entre outros. Bandas nacionais, como o Ira! e o Ultraje a Rigor também foram reveladas nos programas apresentados pelo cara.

Ao Roque Reverso, Ricardo Gozzi disse que a ideia do livro foi de Duca Belintani. “Ele foi guitarrista do Kid durante um tempo e há alguns anos vinha tentando me convencer de que a história valia um livro”, disse o jornalista. “Falei pra ele marcar uma conversa com o Kid um dia.  O papo fluiu e a gente decidiu fazer”, acrescentou.

Perto de outras biografias, o processo de criação do livro foi até rápido. De acordo com Gozzi, foram dois meses de entrevistas e apuração e mais dois meses para escrever.

Para quem não sabe, não é a primeira vez que o editor do Roque Reverso elabora uma biografia sobre um representante do rock n’ roll. Em 2005, ele escreveu o livro “Velhas Virgens: 18 anos de Bar em Bar”.

A despeito de ter experiência em biografias, Gozzi disse que obstáculos não faltaram para a execução do livro. “A maior dificuldade foi justamente verificar as informações e versões das histórias, uma vez que sempre há divergências nos relatos de diferentes pessoas e na maior parte dos casos, ausência de registros sobre os fatos”, afirmou.

Com o livro pronto e prestes a chegar às lojas, Gozzi destacou que pretende fazer algo que tende a agradar os leitores deste veículo informativo aqui. “Meu próximo projeto é dedicar mais tempo ao Roque Reverso“, prometeu.

16
jan
15

Festival celebrará 461 anos de SP e terá Ira!, tributo ao Legião Urbana e várias bandas novas

Rock na Cidade - Cartaz de DivulgaçãoA cidade de São Paulo completará 461 anos no próximo dia 25 de janeiro e a comemoração será movida a rock n’ roll. Para manter a eterna fama de local mais identificado com o estilo musical no Brasil, o festival Rock na Cidade contará com entrada gratuita e terá como atração principal nada menos que o Ira!, uma das bandas que mais tem a cara de SP.

Além do Ira!, o evento contará com o Urbana Legion, grupo que tem integrantes do Charlie Brown Jr e Tihuana e fará um tributo ao Legião Urbana.

Ao todo, serão 40 bandas distribuídas em 5 palcos espalhados pelos 28 mil metros quadrados da Cidade Matarazzo, espaço onde funcionou o histórico Hospital Matarazzo e que promove mais uma iniciativa de democratização cultural.

A maioria esmagadora destas 40 bandas foi selecionada entre mais de 1.600 inscrições feitas por meio do programa “Temos Vagas”, da 89FM, que abre espaço para artistas em início de carreira.

A eterna “Rádio Rock”, por sinal, é a responsável pela produção do festival e conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo. Obviamente, por ter entrada gratuita, o evento está sujeito à lotação.

O festival está agendado para acontecer das 10 horas às 20 horas do dia 25 de janeiro, que, neste ano, cai num domingo.

Além do rock, o evento terá uma “Alameda Gastronomica” de food trucks, uma feira de adoção de animais e o “Palco Selfie”, onde toca quem quiser se aventurar.

Haverá ainda o “Beco Sonoro”, onde DJ’s tocarão clássicos do rock, sucessos atuais e música para dançar. Entre os escalados estão Ramilson Maia, DJ Foka e DJ’s da 89, como Luka, Thiago DJ e Cadu Previero. Estes também serão responsáveis pela apresentação das bandas, promoções e distribuição de brindes.

A Cidade Matarazzo está localizado na Alameda Rio Claro, 190, próximo ao Metrô Trianon-MASP e da Avenida Paulista.

Os organizadores recomendam, por sinal, que o público vá de bicicleta, pois há um estacionamento exclusivo para elas na Alameda Rio Claro. Mais detalhes do festival podem ser conferidos aqui, na página do evento no Facebook.

 

21
dez
12

Rock ganha de volta uma de suas rádios mais tradicionais em SP

O rock n´roll está mais forte na cidade de São Paulo. Depois de um longo período convivendo apenas com uma única rádio no dial voltada ao estilo, a sempre boa Kiss FM, os fãs receberam com euforia a volta da 89FM, a saudosa “Rádio Rock”. Após uma bela sacada comercial que envolveu o portal UOL, o ouvinte paulistano pode agora ter mais uma opção para fugir de coisas intragáveis, como o sertanejo universitário, o axé music, o pagode de corno e, se tudo der certo, os emocoloridos.

Exatamente a zero hora do dia 21 de dezembro de 2012 (aquele que vinha sendo chamado de o “Dia do Fim do Mundo), a UOL 89 FM A Rádio Rock, entrou definitivamente no ar. Ao som de nada menos que “For Those About to Rock (We Salute You)”, do AC/DC, o locutor Tatola Godas fez a alegria de fãs que voltaram automaticamente aos seus bons tempos de adolescência nos anos 80 e 90.

Quem curtiu o rock nessas duas décadas lembra muito bem dos grandes programas que a 89FM produzia. Apesar de ser mais voltada ao rock comercial da época, a rádio não ficava restrita a isso, contemplando desde o blues e o reggae até o heavy metal, com o lendário programa Comando Metal, que ensinou muita gente a apreciar as diversas vertentes da parte mais pesada do rock sob o comando do grande Walcir Chalas. Arquivo do Rock, Caixa Preta, Oitentaenoise e Do Balacobaco são só alguns outros nomes que ficaram na memória de toda uma geração roqueira.

Agora, fica a torcida para que a provável rivalidade entre a UOL 89FM e a Kiss FM ajude a trazer novamente o rock para o lugar de destaque que sempre mereceu ter. Com uma rádio a mais no dial, não só uma nova opção de música de qualidade está aberta, mas toda uma porta de oportunidades do mundo do rock n’ roll está escancarada.

Alguém aí ainda tem dúvida que os amantes de rock n’ roll são consumidores de grande potencial? Não é por acaso que bandas gringas descobrirarm o Brasil e inundaram o País com uma sequência recente de turnês nunca vista em toda a história, num momento de crise na Europa.

Vale lembrar que é importante também ter aprendido com os erros do passado. A própria 89FM, já nos anos 2000, foi abandonada pela nação roqueira após migrar para uma programação que prestigiava mais o humor e programas mais voltados para o estilo pop do que o rock n’ roll.

Se a UOL 89FM vier apenas para aproveitar a onda recente de shows e inventar uma programação artificial e pouco comprometida com o melhor do rock, também corre sérios riscos de não engrenar. Mas, pelo que foi visto nas primeiras horas deste novo retorno, a intenção é das melhores e os profissionais envolvidos estão bastante empenhanos neste novo projeto.

Para o ouvinte avaliar o retorno da “Rádio Rock” basta sintonizar a frequência 89,1 MHz em São Paulo. Para os fãs do bom e velho rock do restante do Brasil, há a opção salvadora da internet, no site http://musica.uol.com.br/uol89fm/.

O Roque Reverso torce pelo sucesso da UOL 89FM e pela continuidade do bom trabalho da Kiss FM. Para homenagear a atitude dos profissionais envolvidos e o estilo que mais amamos, fique com o vídeo ao vivo de “For Those About to Rock (We Salute You)”, do AC/DC, retirado do DVD “Live at River Plate”, de 2011.

03
jan
12

Queensrÿche retornará ao Brasil para show em SP no dia 14 de abril

O Queensrÿche retornará ao Brasil em 2012 para uma apresentação única que será realizada no dia 14 de abril (sábado), no HSBC, em São Paulo. A informação foi inicialmente divulgada pela organizadora do show, a Free Pass Entretenimento, e, mais tarde, confirmada no site oficial da banda norte-americana de Seattle.

Grande expoente do heavy metal progressivo e com mais de trinta anos de carreira, o Queensrÿche é formado atualmente por Geoff Tate (vocal), Michael Wilton e Parker Lundgren (guitarras), Eddie Jackson (baixo) e Scott Rockenfield (bateria), já vendeu mais de vinte milhões de cópias de seus álbuns.

Será a quarta passagem do grupo pelo Brasil. A primeira delas foi vista simplesmente no segundo Rock in Rio, em 1991, quando a banda fazia a turnê de divulgação do ótimo álbum “Empire”, de 1990.

A segunda, bem menos badalada e até criticada, foi realizada em 1997, quando o Queensrÿche se apresentou no Estádio do Palmeiras no aniversário de 12 anos da extinta “rádio rock” 89FM, ao lado do Whitesnake e do Megadeth, que roubou a cena com uma apresentação perfeita.

A terceira foi em 2008, quando grupo tocou em algumas capitais brasileiras e fez um show com qualidade de som impressionante em São Paulo, no Credicard Hall.

Por enquanto, somente a data do show foi divulgada plea Free Pass Entretenimento. A produtora promete anunciar em breve mais detalhes e as informações sobre os preços dos ingressos.

Para comemorar o retorno do Queensrÿche ao Brasil, o Roque Reverso descolou três vídeos no YouTube. Começamos com “Eyes of a Stranger”, do álbum “Operation: Mindcrime”, de 1988. Depois, fique com “Best I Can” e “Empire”, ambas do álbum “Empire”, de 1990.

14
ago
11

20 anos do ‘Black Album’ do Metallica

Na sexta-feira, dia 12, foram completados 20 anos do álbum “Metallica”. Conhecido no mundo todo como “Black Album”, por conta da capa preta que traz apenas o logo do Metallica e a cobra que faz referência à  bandeira de Gadsden, o disco levou a banda norte-americana de thrash metal e o próprio heavy metal para um patamar até então nunca visto na música pop, com mais de 15 milhões de cópias vendidas nos Estados Unidos e mais de 22 milhões em todo o planeta.

Para os fãs mais radicais do Metallica, a velha banda de thrash oitentista acabou neste álbum. Para os menos radicais e amantes da boa música e do bom rock and roll, não há dúvida que o “Black Album” está entre os maiores álbuns da história, independentemente de ser ou não um disco mais comercial.

Para quem acompanhava desde os anos 80 o Metallica nos quatro álbuns anteriores (“Kill ‘Em All”, “Ride the Lightning”, “Master of Puppets” e “…And Justice For All”) , a mudança no som da banda é bastante clara, já que ficou um pouco menos pesado, um pouco mais lento, os vocais de James Hetfield ficaram um pouco mais limpos e bem menos gritados,  as músicas tiveram o tempo de duração reduzido e o grupo trouxe sua primeira balada romântica (“Nothing Else Matters”), algo inimaginável para uma banda thrash naquela época. O grande responsável por esta mudança, além do próprio grupo, foi o produtor Bob Rock, que já tinha uma carreira respeitada na música, com trabalhos importantes do Aerosmith, The Cult, Bon Jovi, e Mötley Crüe.

Você pode até questionar as mudanças, para um som mais comercial, que Bob Rock trouxe ao Metallica, mas jamais poderá negar que a produção do álbum é espetacular. Pergunte a qualquer técnico de som sobre o que ele acha do “Black Album” e a maioria dos especialistas no assunto responderá que a qualidade do disco está entre as maiores da história da música. Não por acaso, banda e produtor ficaram trancados durante meses no estúdio até chegarem ao resultado final de sucesso.

O fato é que, apesar das mudanças, desde os primeiros acordes de “Enter Sandman” até o final do disco com “The Struggle Within”, você escuta, sem a menor sombra de dúvida, um ótimo disco de rock pesado, com uma banda totalmente focada para atingir o sucesso.

O Metallica, por sinal, sempre foi um grupo de grande personalidade, já que nunca teve medo de peitar gravadora ou fãs naquilo que desejava tocar. Se o “Black Album” fez os fãs mais radicais torcerem o nariz, os álbuns seguintes “Load” e “Reload” surpreenderam o mundo com um som quase beirando ao rock pop e a banda cortando os cabelos. Na sequência, crítica e público desceram a lenha no disco “St. Anger”, que traria uma produção mega simples e músicas com ausência de solos de Kirk Hammett. Mais recentemente, a banda não teve receio de voltar às origens e gravou “Death Magnetic”, considerado um dos bons álbuns do metal no novo milênio.

Buscapé

O “Black Album” foi o grande passo do Metallica ao sucesso. Este blogueiro se lembra da ansiedade em relação ao lançamento, em 1991, já que a banda não gravava um álbum desde o seu preferido “…And Justice For All”. No dia que o single de “Enter Sandman” rolou nas rádios de rock da época, as finadas 89FM e 97FM, o sentimento era dos melhores em relação ao novo álbum. “Sad But True”, “Wherever I May Roam”, “The Unforgiven” e “Nothing Else Matters” foram outros hits de sucesso do disco, que ainda tinha outras músicas que mereciam maior exposição, como “My Friend of Misery” , “Through the Never” e “Of Wolf and Man”.

O “Black Album” popularizou o heavy metal no início dos anos 90. Quem frequentava  a Galeria do Rock na época, lembra-se bem que o disco trouxe diversos novos fãs para aquele espaço em busca dos discos mais antigos do Metallica e também de outras bandas de thrash metal. Sepultura, Slayer, Megadeth, Anthrax e outras bandas do gênero foram só algumas que ganharam mais fãs depois do disco preto.

Nos Estados Unidos, talvez o grande momento da banda naquela época tenha sido a apresentação no MTV Video Music Awards, ainda em 1991, quando o “Black Album” estava na primeira colocação dos álbuns mais vendidos. Até então, Guns N’ Roses e Faith No More eram as bandas mais pesadas que haviam se apresentado na tradicional premiação da MTV.

Quem tem interesse em mais detalhes sobre a produção do disco pode assistir ao DVD “Metallica – Classic Álbuns”, da ST2, que traz a banda, anos depois, comentando todo o processo de criação e gravação do álbum. Outra dica é assitir ao DVD  “A Year and a Half in the Life of Metallica”, que é dividido em duas partes e traz o grupo desde a produção do “Black Album” até a extensa turnê de divulgação, que passou pelo Brasil, em 1993, no Estádio do Palmeiras, em dois shows inesquecíveis.

Para matar a saudade daquela época, o Roque Reverso traz três vídeos para seus leitores. Para começar, veja a apresentação histórica da banda no MTV Video Music Awards de 1991, com “Enter Sandman”. Note a alegria de James Hetfield no final da apresentação, numa clara demonstração de que o grupo chegava a um grau de sucesso que perseguia há tempos. Depois, encontramos no YouTube um vídeo do show feito no Estádio do Palmeiras em 1993, da clássica música “Creeping Death”. Para fechar, uma não menos histórica apresentação de “Enter Sandman”, em Moscou, em 1991, quando mais de 1 milhão de pessoas viram o grupo no Monsters of Rock, que também contava com AC/DC, Pantera e The Black Crowes.




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

Siga o Roque Reverso no Instagram!!!

Curtas do Roque Reverso -> Para você que está pensando em ir ao aguardado show que o Greta Van Fleet realizará em São Paulo na Audio, uma notícia nada boa: os ingressos estão já no terceiro lote e saltaram do valor inicial de R$ 220,00 (https://roquereverso.com/2019/02/04/greta-van-fleet-snow-patrol-e-outras-bandas-tocarao-nas-lolla-parties-em-sp/) para inacreditáveis R$ 320,00 (inteira). Integrantes da equipe do Roque Reverso se deslocaram por volta das 13h30 (horário de Brasília) deste sábado, 9 de fevereiro, ao longínquo Credicard Hall, na zona sul da capital paulista, e tiveram esta nada agradável "surpresa", ao tentar fugir das famigeradas taxas de conveniência e entrega. Obviamente, como não temos carteirinha de estudante (e não adotamos mecanismos fora dos meios legais para adqui-la), como não existe facilidade alguma (como parcelamento ou coisa parecida) e como tivemos a sensação de "assalto", decidimos não comprar. Tudo porque há uma linha divisória clara entre ser fã de uma banda e ser trouxa. Sabemos que o Greta Van Fleet é uma ótima banda, que é uma promessa cada vez mais clara de algo bom e duradouro para o rock n' roll e que, muito provavelmente, vai ganhar um ou mais prêmios Grammy na cerimônia do domingo, nos Estados Unidos. Mas os organizadores de shows brasileiros vêm abusando demais em relação aos preços de ingressos de quem só pode pagar entrada inteira.Resta a cada fã se sujeitar ou não a estes abusos. Com este caso relatado e com as últimas negativas de credenciais de imprensa que o Roque Reverso vem recebendo da assessoria de imprensa da Time For Fun (suspeitamos de retaliação por fazermos nossas habituais criticas jornalísticas nas resenhas de shows), é muito provável que este veículo de imprensa fique fora das coberturas dos shows do Greta Van Fleet, tanto do Lollapalooza Brasil, como do show na Audio pelas Lolla Parties. É muito triste especialmente para nós, que fomos um dos primeiros veículos brasileiros a falar da banda e o primeiro do País a publicar uma entrevista exclusiva com os integrantes. Não desistiremos tão fácil de ir, mas avisamos nossos queridos leitores do ocorrido. #roquereverso #gretavanfleet

Preencha abaixo para receber atualizações do nosso site em primeira mão e gratuitamente pelo seu e-mail! Não se esqueça de confirmar o recebimento do e-mail depois.

Junte-se a 100 outros seguidores

fevereiro 2019
D S T Q Q S S
« jan    
 12
3456789
10111213141516
17181920212223
2425262728  

Arquivos

Roque Reverso no Twitter

Bandas, estilos, festivais, etc

O Roque Reverso está no ar!!!

Seja bem-vindo ao blog do rock and roll! Clique para acessar o post de abertura do blog!

Post inicial

SOBRE VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

SOBRE OS VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

Categorias