Archive for the 'Heavy Metal Melódico' Category



13
jul
12

Dia do Mundial Rock + Sexta-feira 13

O Dia Mundial do Rock caiu em 2012 em plena Sexta-feira 13!! Há quem diga que esta simples combinação pode ser transformada em rock pesado e dos bons, já que o heavy metal e suas vertentes estão aí para comprovar. Se um dia comum do rock já é uma data diferente, imagine se vier apimentado com esta data marcante do calendário dos superticiosos.  

Para quem não sabe, apesar de ter sido criado nos anos 50, o rock ganhou pra valer uma data de comemoração apenas em 1985, ano do primeiro Live Aid, concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia realizado exatamente no dia 13 de julho daquele ano em Londres e na Filadélfia. O evento foi organizado pelo músico Bob Geldof  (cantor da banda irlandesa Boomtown Rats) e teve a participação de vários astros de rock.

Quanto à Sexta-feira 13, no cristianismo, ela é relatada com um evento de má sorte em 13 de Outubro de 1307, sexta-feira, quando a Ordem dos Templários foi declarada ilegal pelo rei Filipe IV de França. Os seus membros foram presos simultaneamente em todo o país e alguns torturados e, mais tarde, executados por heresia.

Como o assunto aqui é rock e há este fator adicional para apimentar, o Roque Reverso descolou alguns sons que poderiam traduzir esta data. Fique com “Hells Bells”, do AC/DC; “Cemetery Gates”, do Pantera; “Go To Hell”, do Megadeth; e “Pet Sematary”, dos Ramones.

04
maio
12

Ingressos para 1º show da turnê histórica do Viper com Andre Matos já estão à venda

Já estão à venda os ingressos para o primeiro show da turnê histórica do Viper com o vocalista Andre Matos. A apresentação, que acontecerá no Via Marquês, em São Paulo, no dia 1º de julho, marcará o início da “To Live Again Tour”.

A turnê celebrará a volta da banda à cena metálica depois de um longo hiato; o retorno de Andre aos vocais do grupo após 22 anos de sua saída; e, principalmente, os 25 anos do lançamento do disco “Soldiers of Sunrise”, de 1987.

O valor das entradas é de R$ 50,00 para a Pista; R$ 100,00 para o Camarote; e R$ 170,00 para um Ingresso Especial, que dá direito a camarote central, assistir à passagem de som de duas música e encontrar com a banda. Todos estes preços são para o primeiro lote promocional.

Os ingressos podem ser comprados no site da Ticket Brasil (http://ticketbrasil.com.br/novos/), onde há cobrança de taxa de serviço. Podem ser obtidos sem a taxa no próprio Via Marquês e na lendária loja Baratos Afins, da Galeria do Rock. Outros pontos de venda sem a taxa de cobrança são a Metal CD’s Santo André (Rua Dona Elisa Fláquer, 184 – Centro – Santo André/SP); a Sick’n’Silly (Alameda Jaú, 1529 – Jardim Paulista – São Paulo); e a Chilli Beans (Rua Carlos Weber, 654 – Vila Leopoldina – São Paulo).

A promessa é de que pela, primeira vez, o grupo brasileiro tocará os dois primeiros álbuns, “Soldiers of Sunrise” e “Theater of Fate” (1989), na íntegra. Além do retorno histórico de Andre Matos, a banda contará com Pit Passarell (baixo), Felipe Machado (guitarra) e Guilherme Martin (bateria).

Hugo Mariutti assumirá a outra guitarra no lugar de Yves Passarell, que está atualmente no Capital Inicial e deve fazer apenas algumas participações na turnê, que ainda terá mais datas divulgadas em breve.

O retorno de Andre Matos aos vocais do Viper é algo para se comemorar. O talentoso músico sempre foi respeitado pelas suas grandes qualidades com a voz. E foi no Viper que ele apareceu, numa época em que o heavy metal nacional começava a despontar e que a banda chamava a atenção por aqui ao lado do Sepultura.

Depois da gravação do “Soldiers of Sunrise” e “Theater of Fate”, Andre saiu do Viper e montou o Angra. Depois, criou o Shaman e, mais recentemente, estava em carreira solo. 

O Viper, por sinal, ainda fez grande sucesso depois de gravar os álbuns “Evolution” (1992) e “Coma Rage (1994).  Mais tarde, lançou o álbum “Tem pra Todo Mundo” (1997), que desagradou os fãs do metal por trazer letras em português e músicas fora do estilo.

Para comemorar a reunião histórica do Viper, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Primeiro, uma raridade: a banda, com Andre Matos, tocando ao vivo no saudoso programa Matéria Prima, de Serginho Groisman, na TV Cultura. A qualidade não é das melhores porque vem de VHS, mas vale o registro dos bons tempos, com “To Live Again” e o hino “Living For The Nigth”. O outro vídeo é de “Rebel Maniac”, com o Viper sem Andre Matos (Pit Passarell assumiu os vocais), mas fazendo grande sucesso na MTV.

22
abr
12

Após caos do 2º dia, que contou com desistência do Anthrax, Metal Open Air é cancelado no Maranhão

O que era praticamente inevitável aconteceu neste domingo, dia 22 de abril, em São Luís, no Maranhão. Após o segundo dia (21) do festival ter sido ainda mais caótico do que o primeiro (20), com a apenas quatro bandas (!!!) se apresentando, o Metal Open Air foi pateticamente cancelado oficialmente pela organização do evento, realizada pela Lamparina Produções e pela Negri Concerts. Com este final lamentável e vergonhoso, aquilo que estava sendo prometido como o maior festival de heavy metal no Brasil em todos os tempos acabou se transformando no maior mico da história do estilo e, talvez, de toda a história dos festivais já realizados no País.

Em nota distribuída à imprensa presente no Maranhão, a Lamparina Produções lamentou “profundamente” o cancelamento do terceiro dia do festival, que ainda traria, entre outros nomes, o Annihilator e o Obituary. Outras bandas que também tocariam no último dia, já haviam cancelado suas respectivas participações: o Venom, por problemas de visto na véspera do início do MOA, e o Saxon, na companhia de diversas outros grupos, na sexta-feira.

Se o primeiro dia do Metal Open Air já havia sido um festival de notícias negativas, com  vários cancelamentos e informações de que o público estava sendo muito mal tratado, o segundo dia do evento foi ainda mais caótico, com mais bandas desistindo, como o grande Anthrax e o Blind Guardian; e um dos palcos principais sendo desmontado. O Roque Reverso, por meio do Twitter e do Facebook, tentou manter seus leitores informados sobre a maioria dos acontecimentos na medida do possível, já que as informações negativas pipocavam de minuto a minuto.

Os boatos de cancelamento do Metal Open Air já circulavam pela internet e pelos bastidores do festival no segundo dia, que quase não aconteceu. Tudo porque as notícias que chegavam a todos eram de que os organizadores não haviam pago as empresas responsáveis pelo som, iluminação e infraestrutura. Aos trancos e barrancos e com mais um atraso enorme, apenas quatro bandas tocaram no dia 21: o Ácido, o Dark Avenger, o Legion of the Damned e o Korzus.

Enquanto isso, na internet, pipocavam notas oficiais de desistência de vários outros grupos, como o Matanza e o Carro Bomba, que sequer saiu de São Paulo, alegando “falta de organização e desprezo” da produção do festival. Em contrapartida, nos sites, Twitter e Facebook do MOA, nada era abordado e nenhuma informação do caos instalado era divulgada para a imprensa que não conseguiu sequer uma credencial para o evento, como este Roque Reverso.

“Não tinha como continuar depois do clima de ontem”, disse Natanael Jr., dono da Lamparina Produções, neste domingo, em reportagem divulgada pelo portal UOL. Ele, por sinal, negou ter agredido o proprietário da Negri Concerts, Felipe Negri, que chegou a postar, e depois apagar, uma foto no Facebook com um galo na cabeça, em mais um momento vergonhoso do Metal Open Air.

Conforme reportagem do portal Terra, o Procon de São Luís já abriu um processo em parceria com o Ministério Público contra os organizadores do evento. “Ainda assim o Procon vai receber ações individuais, de pessoas que querem ser ressarcidas”, explicou Kléber José Moreira, gerente do órgão, ao portal noticioso.

O estrago causado pelo Metal Open Air é fenomenal. Inicialmente, claro, para os heróis que se dirigiram ao Maranhão, acreditando nos organizadores. Depois, para a própria São Luís, já que, mesmo com a cidade não tendo nada a ver com a falta de competência das empresas envolvidas, dificilmente grupos estrangeiros vão querer voltar para lá, tamanha a repercussão negativa que já se alastrou pela internet.

Outra imagem que foi arranhada é a do Heavy Metal, pelo menos na cabeça daqueles que sempre torceram o nariz para o estilo neste Brasil. Depois de anos de conquista gradativa do respeito e de enfrentar várias tentativas de ridicularização, o estilo musical foi notícia negativa até no Jornal Nacional da Rede Globo, aquela que inventou o termo “metaleiro” e que raramente fala de maneira positiva desta vertente do rock n’ roll.

Os culpados pela vergonha nós já conhecemos. Torcemos muito, portanto, para que a justiça seja feita e que as pessoas prejudicadas sejam tratadas com o respeito que não tiveram lá no Maranhão. Infelizmente, não é exagero dizer que o dia 22 de abril de 2012 pode ser considerado como o mais triste da história do Heavy Metal no Brasil!

21
abr
12

Rock N Roll All Stars, Saxon, R.D.P. e mais bandas nacionais cancelam participação no Metal Open Air

Se, na véspera do Metal Open Air, o cancelamento do show do Venom, por problemas de visto, já havia trazido uma grande decepção aos fãs brasileiros, no primeiro dia do festival de heavy metal, o estrago seria muito maior. Tudo porque, no dia 20 de abril, foi vista uma verdadeira enxurrada de notíciais de mais desistências de bandas internacionais e nacionais, todas alegando o descaso dos organizadores do evento, seja pela falta de pagamento de cachê ou até de passagens para a chegada a São Luís, no Maranhão, onde o festival acontece. Entre os grupos internacionais, o Rock N Roll All Stars e o Saxon se juntaram ao Venom. Entre os nacionais, o Ratos de Porão é, por enquanto, o maior nome do Brasil a anunciar seu cancelamento.

Ao lado da banda de João Gordo, nada menos que mais 8 grupos brasileiros também desistiram de participar do festival, que prometia ser o maior da história do heavy metal no País: Attomica, Headhunter DC, Stress, André Matos, Ânsia de Vômito, Obskure, Uneartlhy e Expose Your Hate. Eles se juntaram ao Hangar e ao Terra Prima, que foram as bandas daqui que na véspera também haviam alegado descaso dos organizadores.

Se não bastasse toda esta onda de cancelamentos, o primeiro dia do Metal Open Air também contou com uma série de reclamações do público com o caos instalado no Parque da Independência, onde o festival acontece nos dias 20, 21 e 22 de abril. Falta de informação para chegar ao local; falta de banheiros suficientes; camping armado em uma antiga área que era um estábulo; área de alimentação precária e ainda passando por reparos finais; e um atraso de mais de 4 horas para o início do evento estão na extensa lista de problemas enfrentados por quem se deslocou até o festival.

Segundo o relato de outros sites de rock que estão fazendo a cobertura do evento, até o Anthrax, um dos principais nomes do festival, foi vítima do descaso dos produtores.  O grupo norte-americano de thrash metal chegou ao Aeroporto de Guarulhos às 11 horas e não encontrou ninguém da produção para recebê-los  e providenciar a baldeação para outra aeronave em direção a São Luís. Por conta própria, os músicos e técnicos da banda conseguiram um voo para o Maranhão.

Na outra ponta, a Negri Concerts e a Lamparina Produções, responsáveis pelo Metal Open Air, limitaram-se a lamentar o ocorrido em entrevistas a alguns veículos de comunicação, como o UOL e o G1. No site, no Facebook ou no Twitter do festival, nada sobre os cancelamentos! Nenhuma informação para quem precisa ficar atualizado sobre o evento (E tem gente que ainda reclamava do Rock in Rio!).

Especificamente sobre o cancelamento do supergrupo Rock N Roll All Stars, os produtores divulgaram nota, dizendo que o grupo quebrou contrato com a organização do MOA. Segundo Natanael Júnior, da Lamparina, a dois dias do evento os organizadores foram informados que o ator Charlie Sheen não viria mais. Ele seria o apresentador e uma das atrações principais deste sábado, que teria o Rock N Roll All Stars como banda de fechamento. Pelo contrato, a produção local teria direito a substituir o artista ou reduzir o valor contratual, o que não aceito pelo supergrupo. De acordo com Natanael, o Rock N Roll All Stars ainda fez exigências que não estavam previstas em contrato, que envolviam quantidade de hospedagens, por exemplo.

Nas redes sociais da internet e nos fóruns de discussões de fãs de heavy metal, o sentimento é de vergonha e revolta com os organizadores do MOA. A revolta aumentou ainda mais depois que o Felipe Negri, da Negri Concerts, postou no Twitter, logo após o início do festival, a seguinte mensagem: “Para quem falou que não ia rolar, VÃO TODOS SE FODER!!!” 

O Roque Reverso lamenta demais o que vem acontecendo no festival. Qualquer pessoa que gosta de heavy metal estava torcendo, E MUITO, pelo sucesso do Metal Open Air. O que ficou parecendo, entretanto, é que os organizadores sonharam com algo muito maior do que poderiam produzir; como se quisessem comprar uma Ferrari com um dinheiro para um Fusquinha. 

É, sem dúvida, louvável a ideia de trazer várias bandas internacionais para o Brasil e incrementar o festival com vários grupos brasileiros. Mas não seria melhor um número menor de atrações na primeira edição? Sendo este o primeiro grande megaevento roqueiro do Nordeste em toda a história, não seria melhor ter pensado em algo nos moldes do saudoso e bem avaliado Monsters of Rock, que contou com 4 edições na cidade de São Paulo, na década de 90, todas elas em um único dia e com menos bandas? 

Não estamos aqui para instalar uma Inquisição ou para jogar os produtores na fogueira. Mas a imagem do Brasil será fatalmente arranhada fora do País entre os grupos de rock pesado. Justamente numa época em que os shows estavam crescendo em níveis incríveis por aqui. Aguardamos, portanto, um posicionamento mais claro dos organizadores para uma conclusão final do que foi este Metal Open Air. 

O festival, aos trancos e barrancos, começou na sexta-feira (20) e o Megadeth, banda principal do dia, conseguiu se apresentar. Resta agora saber como serão os dois últimos dias, justamente sem as bandas que fechariam: o Rock N Roll All Stars, no dia 21, e o Venom, no dia 22.

Para quem ainda vai ao MOA, existem informações ainda importantes no no site oficial do evento: www.metalopenair.com. Algumas dúvidas específicas sobre o festival, podem ser esclarecida também nesta área específica do site.

19
abr
12

Venom cancela participação no Metal Open Air na véspera do início do festival

Na véspera do início daquele que promete ser o maior festival brasileiro de heavy metal de todos os tempos, o grupo Venom anunciou o cancelamento de sua participação no Metal Open Air. Em nota divulgada no site oficial da banda britânica, os músicos disseram que problemas com o visto para viajar para a América do Sul são os motivos, já que, por engano, ele foi emitido para uma viagem à África!?!?

Detalhe: o Venom era apenas o grupo que iria fechar o Metal Open Air, no dia 22 de abril.

O evento começa dia 20 de abril em São Luís do Maranhão, no Parque da Independência, e promete reunir no fim de semana grandes nomes do metal internacional e nacional, como o Megadeth, o Anthrax, Exodus, Saxon, Ratos de Porão e Korzus, entre outros, como o supergrupo Rock N Roll All Stars, que reunirá grandes nomes do rock pesado: Gene Simmons (KISS); Joe Elliott (Def Leppard); Matt Sorum, Duff McKagan e Gilby Clarke (todos ex-Guns N’ Roses); Glenn Hughes (Deep Purple); Ed Roland (Collective Soul); Sebastian Bach (a voz original do Skid Row); Steve Stevens (Billy Idol); Mike Inez (Alice in Chains); e Billy Duffy (The Cult).

Além do Venom, que também cancelou shows que faria no Chile e no Equador, três bandas brasileiras não vão mais participar do Metal Open Air: Shadowside, Hangar e Terra Prima. A primeira alegou, no dia 12 de abril, problemas de logística para chegar ao festival. As outras duas soltaram notas distintas neste dia 19, alegando descaso da organização do festival com as bandas nacionais.

O baterista Aquiles Priester, do Hangar, soltou comunicado no Facebook, dizendo que a banda não recebeu o cachê combinado e que o valor que chegou ao grupo não era suficiente para pagar as despesas da viagem ao Maranhão. Pelo mesmo Facebook, o Terra Prima salientou que nem mesmo detalhes de hospedagem ou translado aéreo do grupo foram informados.

Do lado dos organizadores, até o fechamento deste post, apenas silêncio. Tanto a Negri Concerts quanto a Lamparina Produções não divulgaram notas sobre os cancelamentos em seus sites oficiais, Facebook, Twitter ou página oficial do festival. Numa das notas mais recentes da Lamparina no Facebook, a informação era de que a empresa estava enfrentando alguns problemas de logística com algumas bandas nacionais, mas que todos eles estavam sendo solucionados.

Sempre houve grande torcida entre os fãs para o sucesso pleno do Metal Open Air. Desde o início, os organizadores do festival sempre garantiram que o evento possuirá uma ampla estrutura para atender fãs do País inteiro: estacionamento externo à área do festival, camping indoor e outdoor (com banheiros e chuveiros), praça de alimentação, mais de 40 geradores de energia, dois palcos (lado a lado), camarote com área de Meet & Greet com as bandas do festival, área de convivência para os artistas, bilheterias para quem quiser adquirir ingressos na hora, entre outras facilidades. Prometem também que toda a estrutura do festival estará amparada por um grande esquema de segurança.

Todas as informações sobre bandas, valor dos ingressos, camping e merchandising oficial do Metal Open Air estão disponível no no site oficial do evento: www.metalopenair.com. Qualquer dúvida sobre o festival, poderá ser esclarecida também nesta área específica do site. O evento ainda tem tudo para ser o maior festival de rock pesado da história do Brasil e fica aqui a torcida para que novas baixas não sejam anunciadas.

Veja abaixo a programação original do festival:

Dia 20/4
Palco Ronnie James Dio
10h30 – Headhunter DC
12h00 – Hangar
14h15 – Almah
16h45 – Shaman
19h15 – Destruction
22h00 – Symphony X

Palco Cliff Burton
11h15 – Dark Avenger
13h00 – Exciter
15h30 – Orphaned Land
18h00 – Anvil
20h30 – Exodus
23h45 – Megadeth

Palco El Diablo
10h30 – Terra Prima
11h15 – Ânsia de Vômito
12h00 – Drowned
Após Megadeth: Fetish Dolls e Fúria Louca

Dia 21/4
Palco Ronnie James Dio
11h15 – Obskure
13h00 – Legion of the Damned
15h30 – Glenn H.
18h00 – Udo
20h30 – Blind Guardian
23h45 – Rock N Roll Allstars

Palco Cliff Burton
12h00 – Stress
14h15 – Korzus
16h45 – André Matos
19h15 – Grave Digger
22h00 – Anthrax

Palco El Diablo
11h15 – Expose Your Hate
12h00 – Ácido
Após Rock N Roll Allstars: Fetish Dolls e Carro Bomba

Dia 22/4
Palco Cliff Burton
10h30 – Attomica
12h00 – Matanza
14h15 – Torture Squad
16h45 – Ratos de Porão
19h15 – Fear Factory
22h00 – Saxon

Palco Ronnie James Dio
11h15 – Motorocker
13h00 – Otep
15h30 – Obituary
18h00 – Dio Disciples
20h30 – Annihilator
23h45 – Venom

Palco El Diablo
10h30 – Megaheartz
11h15– Uneartlhy
12h00 – Semblant
Após Venom: Fetish Dolls e Baranga

18
abr
12

Jim Marshall: o homem que amplificou o rock

Por Marcelo Galli*

A ida para a Inglaterra fez bem para Jimi Hendrix em dois sentidos: reconheceram sua genialidade e ele pôde ter contato com as engenhocas de Jim Marshall, também conhecido como o Pai do Barulho, morto no dia 5 de abril, aos 88 anos.

O rock sem os amplificadores Marshall é imaginar que Hendrix poderia soar como um músico medieval tocando num convento durante o inverno europeu (com direito a aparecer em algum romance do Umberto Eco). É exagero, mas mentira não é. Nenhum amplificador disponível no mercado em 1967 proporcionaria o estrago sonoro que é “Foxy Lady”, a primeira música de “Are You Experienced”. Ou ainda “Spanish Castle Magic”, do “Axis: Bold as Love”, lançado em 1º de dezembro daquele mesmo ano.

A tradicional caixa preta e o nome em letras estilizadas em cor branca provocam fascínio inexplicável em roqueiros do mundo todo. Outro dia folheando meu caderno do primeiro colegial me deparei com alguns desenhos de amplificadores da marca e guitarras Gibson.

Na época gostava, de Guns N’ Roses. Ora, esse era o set básico do Slash, combinação também adotada por Jimmy Page. Ritchie Blackmore, Tony Iommi, Eric Clapton e Pete Townshend usaram equipamentos fabricados pelo empreendedor inglês; praticamente toda a cena heavy metal dos anos 1980 foi amplificada por Marshalls (os leitores do Roque Reverso que curtem metal devem lembrar da parede de amplificadores nos shows do Slayer).

Em resumo, o rock não seria rock sem os amplificadores Marshall – na certa a empresa nunca usou um slogan como esse, mas está liberada para usá-lo– quero meu pagamento de direito autoral em forma de mais barulho.

*Marcelo Galli é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock n’ roll

24
nov
11

2 anos de Roque Reverso!!!!!

O Roque Reverso faz 2 anos de existência nesta quinta-feira!!! Se, quando comemoramos o primeiro aniversário, o total de mais de 26 mil acessos já foi uma grande alegria, o que dizer dos mais de 83 mil alcançados atualmente???!!!!

“Long live rock’n’roll”, cantaria o saudoso Ronnie James Dio, que nos deixou no ano passado para ficar ao lado de Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin em outras paradas.

A cada acesso computado e a cada busca no Google que acaba caindo neste blog, é imensa a nossa satisfação de poder estar levando informação e divertimento aos tantos fãs deste estilo tão maltratado atualmente, especialmente no Brasil, onde os grandes meios de comunicação são obrigados a recorrer ao passado para ter algo interessante do estilo para tocar.

Vocês, queridos leitores, não imaginam o quanto é gratificante ver, por exemplo, um fã escrever que nossas resenhas reproduziram com fidelidade o show que ele participou. Ou como é legal saber que o blog já é um local de procura de set lists das várias apresentações que estão sendo vistas no Brasil nesta verdadeira explosão de shows internacionais. Com tudo isso, a nossa responsabilidade em manter a qualidade e trazer informações diferenciadas aumenta a cada dia.

Mais uma vez, agradecemos aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar no blog para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participam das nossas discussões deste espaço ativamente.

Para comemorar o segundo aniversário do Roque Reverso, decidimos escolher vídeos de alguns dos grandes momentos que marcaram o rock aqui no Brasil neste período. Para começar, fique com dois grandes acontecimentos do Rock in Rio 2011: momentos apoteóticos do Slipknot com “Duality”, num dos shows que entraram para a história do festival, e, claro, o Metallica na sequência, com o encerramento da apresentação histórica com “Seek & Destroy”.

Na sequência, fique com dois grandes momentos do rock vistos especialmente em São Paulo: o U2 no Estádio do Morumbi com a dobradinha  “All I Want Is You/Where The Streets Have No Name”, no último dos 3 dias de shows na cidade pela incrível “360° Tour”; e o Pearl Jam, com a última música da apresentação do segundo dia no mesmo estádio: “Yellow Ledbetter”. “Long live rock’n’roll!”




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