Arquivo para novembro \30\UTC 2011

30
nov
11

Ingressos para cada dia do Lollapalooza custarão R$ 300

Depois da conturbada pré-venda de ingressos para internautas cadastrados no site oficial do evento, a venda para o público em geral da versão brasileira para o Lollapalloza começará no dia 5 de dezembro. De maneira diferente da pré-venda, quando os fãs tiveram que gastar R$ 500 com um passaporte válido para os dois dias do evento, o público em geral poderá comprar as entradas de maneira separada, para cada um dos dias de shows, por meio de um valor pouco menos salgado, de R$ 300. A versão brazuca do Lollapalooza acontecerá em São Paulo, nos dias 7 e 8 de abril de 2012, no Jockey Club. A expectativa é de 70 mil pessoas para cada dia do festival, que, para felicidade geral da nação, não terá Pista Vip.

Só para fazer uma comparação com o Rock in Rio 2011 e com o SWU deste ano, o valor das entradas para o festival da cidade fluminense era de R$ 190. Já os ingressos para o SWU custavam R$ 210 no primeiro lote e chegaram, no máximo a R$ 290, na última fase de venda. Ou seja, as entradas para o Lollapalooza estão muito mais caras.

O início das vendas para o evento no Jockey Club paulistano será feito no horário de 00h01 do dia 5 de dezembro no site oficial do evento. Às 10 horas, o público poderá fazer as compras nos lugares físicos.

A bilheteria oficial do evento (a única que não cobra taxa de conveniência) está localizada na sede do próprio Jockey Club (Av. Lineu de Paula Machado, 1263). Há outros pontos também espalhados em todo o Brasil: em São Paulo, os pontos são o Estádio do Morumbi (Bilheteria 3) e o Estádio Palestra Itália (Bilheteria Turiaçu); no Rio de Janeiro, a venda acontece em General Severiano (Av. Venceslau Bras, 72) e no Estádio do Engenhão (Bilheteria Norte); em Florianópolis, os ingressos serão vendidos no Orlando Scarpelli (Bilheteria C); e, em Recife, no Estádio da Ilha do Retiro (Bilheteria dos Sócios).

O Foo Fighters é o grande nome do Lollapalooza. Além do grupo norte-americano, os destaques internacionais do rock do festival no Brasil são o Arctic Monkeys, o Jane’s Addiction e Joan Jett & The Blackhearts! Outros nomes anunciados são TV On The Radio, MGMT, Peaches, Foster the People, Skrillex, Friendly Fires, Tinnie Tempah, Calvin Harris, Thievery Corporation, Gogol Bordello, Band of Horses, Pretty Lights, Rhythm Monks, The Crystal Method e Cage The Elefant.

Quanto às atrações brasileiras, a organização do Lollapalooza anunciou os nomes de O Rappa, Plebe Rude, Wander Wildner, Marcelo Nova,  Racionais MC’s, Cascadura, Pavilhão 9, Balls, Bluebell, Veiga & Salazar, Tipo Uísque, Sucava, Velhas Virgens e o Garage Fuzz. As atrações serão distribuída em cinco palcos (Butatã, Cidade Jardim, Kidzapalooza, Perry’s Stage e Palco Alternativo).

Veja aqui as atrações divididas em cada um dos dias.

28
nov
11

Mesmo com show curto, Megadeth fez a festa do thrash no SWU

O Megadeth foi o legítimo representante do thrash metal no SWU Music & Arts de 2011. Mesmo com o curto espaço de tempo disponível, o grupo norte-americano liderado por Dave Mustaine fez a festa dos fãs do estilo que estiveram em grande número para prestigiar um dos ícones do Big Four na terceira e última noite do festival, no dia 14 de novembro.

Sem dúvida, foi um dos shows mais curtos que o Megadeth fez dentre suas várias passagens pelo Brasil. Para os fãs que haviam visto no ano passado o grupo passar pelo País para a turnê que mesclou a comemoração de aniversário de 20 anos do álbum “Rust in Peace” com a divulgação do disco “Endgame”, assistir à banda tocar apenas 11 músicas em cerca de uma hora e deixar vários clássicos de fora foi um pouco decepcionante.

O que compensou esta falta de bom senso da organização do SWU foi o grande profissionalismo dos músicos. Mustaine pode ser acusado de chato e polêmico, mas, pelo menos nas vezes que veio ao Brasil, sempre fez shows dignos com seu grupo. Não foi diferente desta vez, já que o fãs foram presenteados com uma das melhores apresentações do festival realizado em Paulínia.

Havia alguma expectativa de que a banda começasse com uma porrada sonora e provocasse a abertura imediata de imensas rodas de mosh na pista. As primeiras batidas da música “Trust”, do bom álbum “Cryptic Writings”, mostraram, entretanto, um início um pouco mais cadenciado. Nem por isso, tivemos algo menos empolgante do Megadeth, já que o público todo da pista pulou junto durante a execução deste sucesso.

Se não começaram o show com um petardo, Mustaine & Cia deixaram a porrada para a música seguinte: nada menos que a clássica “Wake Up Dead”, na qual é impossível deixar a cabeça sem movimentação, dado o riff poderoso típico do thrash metal que ela possui.

Logo de cara neste começo de show, chamava a atenção a belíssima guitarra de Mustaine, com o desenho que representava o álbum “Rust in Peace”. E foi justamente com “Hangar 18”, deste mesmo disco, que o Megadeth deu sequência à apresentação.

Interessante notar que o líder do grupo mostrou, em algumas oportunidades, uma voz um pouco detonada em relação a outros shows que fez por aqui. Em contrapartida, seu fiel escudeiro David Ellefson (baixo), o guitarrista Chris Broderick e o baterista Shawn Drover mandaram muito bem durante o show. Mustaine, por sinal, compensou qualquer tipo de problema com a voz dando mais uma aula de guitarra, como de costume…

Depois do final espetacular de “Hangar 18”, o público aproveitou para homenagear o líder da banda. “Olê, olê, olê, olê; Mustaine, Mustaine”, gritou a galera, enquanto o vocalista agradecia, fazendo gestos de que estava curtindo aquele momento. “Boa noite! É muito bom estar de volta, São Paulo”, disse ele, para delírio da plateia.

Chris Broderick iniciou os primeiros acordes de “A Tout le Monde”, do “Youthanasia”, e, para variar, o público ficou hipnotizado com a belíssima música, apesar de Mustaine mostrar clara dificuldade para alcançar o tom de voz nas notas mais difíceis. A despeito deste detalhe, a dobradinha de guitarras do final deste sucesso é algo que vale cada centavo pago para ver o show.

Na sequência, espaço para canções mais recentes da banda. “Whose Life (Is It Anyways?)”, do álbum novo “TH1RT3EN” e “Head Crusher”, do “Endgame” e “Public Enemy No. 1”, também do disco lançado no começo deste mês.

Depois, a volta para os hits, com uma dobradinha do ótimo álbum “Countdown to Extinction”. Primeiro, “Sweating Bullets”, que contou com o público cantando palavra por palavra da música. Em seguida, foi a vez do grande hit “Symphony Of Destruction”, que fez a galera pular a cada riff e, como sempre, gritar “Megadeth” a cada toque de guitarra.

O show se encaminhava para o final e foi “David Ellefson” que se encarregou de levantar a galera para executar o clássico “Peace Sells”, do álbum “Peace Sells… but Who’s Buying?”, que teve performance perfeita da banda. O público foi novamente ao delírio e, na parte final e mais rápida, várias rodinhas se abriram e, no palco, foi vista a entrada do mascote Vic Rattlehead, pela primeira vez no Brasil!

Após uma curta pausa, que contou com o público gritando o nome da banda e de seu vocalista, o Megadeth voltou para seu minúsculo bis, que só poderia vir com “Holy Wars…” Antes, porém, Mustaine brincou com o público, dizendo que o lado esquerdo, onde ficou o Roque Reverso, estava definitivamente gritando muito mais alto do que o direito.

Com o início de “Holy Wars…”, é claro que inúmeras rodas se abriram e a galera cantou a plenos pulmões este grande sucesso do Megadeth, que encerrou a apresentação. Ao final, os músicos agradeceram ao público e jogaram palhetas para as pessoas mais próximas do palco. Mustaine ainda disse que esperava ver todos novamente, o que alimenta esperanças de novo retorno da banda por aqui.

É claro que o Megadeth já fez shows melhores pelo Brasil. A própria turnê do ano passado já foi muito melhor e os shows que o grupo fez por aqui com a formação clássica (com Nick Menza e Marty Friedman)  foram inesquecíveis para quem teve o privilégio de assistir…Mas, mesmo com a apresentação curta no SWU, foi muito legal acompanhar a banda em mais uma jornada.

Para relembrar o show do Megadeth no festival, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Fique com “Trust”, “Wake Up Dead”, “Peace Sells” e “Holy Wars…”. Se quiser ver o show inteiro, vá para o último vídeo.

Set list

Trust
Wake Up Dead
Hangar 18
A Tout Le Monde
Whose Life (Is It Anyways?)
Head Crusher
Public Enemy No. 1
Sweating Bullets
Symphony Of Destruction
Peace Sells
Holy Wars…The Punishment Due

24
nov
11

2 anos de Roque Reverso!!!!!

O Roque Reverso faz 2 anos de existência nesta quinta-feira!!! Se, quando comemoramos o primeiro aniversário, o total de mais de 26 mil acessos já foi uma grande alegria, o que dizer dos mais de 83 mil alcançados atualmente???!!!!

“Long live rock’n’roll”, cantaria o saudoso Ronnie James Dio, que nos deixou no ano passado para ficar ao lado de Jimi Hendrix, Jim Morrison e Janis Joplin em outras paradas.

A cada acesso computado e a cada busca no Google que acaba caindo neste blog, é imensa a nossa satisfação de poder estar levando informação e divertimento aos tantos fãs deste estilo tão maltratado atualmente, especialmente no Brasil, onde os grandes meios de comunicação são obrigados a recorrer ao passado para ter algo interessante do estilo para tocar.

Vocês, queridos leitores, não imaginam o quanto é gratificante ver, por exemplo, um fã escrever que nossas resenhas reproduziram com fidelidade o show que ele participou. Ou como é legal saber que o blog já é um local de procura de set lists das várias apresentações que estão sendo vistas no Brasil nesta verdadeira explosão de shows internacionais. Com tudo isso, a nossa responsabilidade em manter a qualidade e trazer informações diferenciadas aumenta a cada dia.

Mais uma vez, agradecemos aos amigos que sempre nos incentivaram; aos outros novos amigos que conhecemos em shows de rock e arriscaram entrar no blog para conhecer nossos textos; e ao grupo de amigos online que nunca vimos pessoalmente, mas que participam das nossas discussões deste espaço ativamente.

Para comemorar o segundo aniversário do Roque Reverso, decidimos escolher vídeos de alguns dos grandes momentos que marcaram o rock aqui no Brasil neste período. Para começar, fique com dois grandes acontecimentos do Rock in Rio 2011: momentos apoteóticos do Slipknot com “Duality”, num dos shows que entraram para a história do festival, e, claro, o Metallica na sequência, com o encerramento da apresentação histórica com “Seek & Destroy”.

Na sequência, fique com dois grandes momentos do rock vistos especialmente em São Paulo: o U2 no Estádio do Morumbi com a dobradinha  “All I Want Is You/Where The Streets Have No Name”, no último dos 3 dias de shows na cidade pela incrível “360° Tour”; e o Pearl Jam, com a última música da apresentação do segundo dia no mesmo estádio: “Yellow Ledbetter”. “Long live rock’n’roll!”

23
nov
11

Sonic Youth representou com fidelidade o lado alternativo do rock no SWU

O Sonic Youth foi o grupo que melhor representou o lado alternativo do SWU Music & Arts Festival 2011. Em pouco mais de 1 hora de apresentação, a banda norte-americana desfilou uma mistura de guitarras barulhentas, som bastante distorcido, experimentalismo e tudo aquilo que marcou sua extensa história iniciada em 1981. De maneira diferente do que poderia se imaginar para um festival, o grupo não se prendeu a um repertório de hits consagrados, contrariando a expectativa de muitos que julgavam que aquele poderia ser o último show da banda.

Vale lembrar que o casal Thurston Moore e Kim Gordon, um dos mais representativos do rock, anunciou recentemente o divórcio. Com isso, boa parte do público imaginou que grandes sucessos, como os que frequentaram as rádios e a MTV, estariam presentes em massa. Nada disso…

Após começar a apresentação de uma maneira bastante morna, com a música  “Brave Men Run (In My Family)”, o Sonic Youth emendou uma barulheira imensa com “Death Valley 69”, com os integrantes mostrando que, apesar de estarem na casa dos 50 anos de idade (Kim Gordon já tem 58!), continuam com a energia marcante que consagrou a banda.

CONTINUE LENDO AQUI!!!

22
nov
11

Set list do show do Stone Temple Pilots no SWU

O Stone Temple Pilots foi uma das atrações do terceiro e último dia do SWU Music & Arts Festival. Depois de passar pelo Brasil em dezembro de 2010 e fazer grandes show em São Paulo e no Rio de Janeiro, o grupo voltou para se apresentar em pouco mais de 50 minutos no festival realizado em Paulínia, no interior paulista, na noite de 14 de novembro.

Antes do Stone Temple Pilots subir ao palco, o público já havia visto, entre as atrações principais do dia, bons shows, como os do Down, do Sonic Youth, do Primus e do Megadeth.

Depois do peso destas apresentações anteriores, a vinda da banda do vocalista Scott Weiland serviu para o descanso de muita gente, mas, ao mesmo tempo, para ver que os norte-americanos continuam em forma.

A banda trouxe ao público os grande hits que marcaram sua carreira desde os anos 90. Não ficaram de fora músicas, como “Vasoline”, “Plush e “Sex Type Thing”. A novidade foi a inclusão do hit “Big Bang Baby”, com guitarras bem mais pesadas.

O Roque Reverso presenciou o show do STP, sob chuva, pelos telões do SWU, já que havia todo um planejamento para o blog cobrir determinados shows, como o do Alice in Chains, que viria logo a seguir no palco em frente.  Descolamos, no entanto, para relembrar a apresentação, alguns vídeos que mostram a boa passagem da banda pelo festival. Fique abaixo com “Vasoline”, “Plush” e “Big Bang Baby”.

Set list

Crackerman
Wicked Garden
Vasoline
Heaven & Hotrods
Between The Lines
Hickory
Still Remains
Big Empty
Silvergun Superman
Plush
Interstate Love Song
Big Bang Baby
Down
Sex Type Thing
Dead & Bloated
Trippin’ in hole in a paper heart

21
nov
11

Lollapalooza anuncia line-up da edição do Brasil em 2012; Foo Fighters é o destaque

A organização do Lollapalooza anunciou nesta segunda-feira o line-up da primeira edição brasileira do festival na história. Entre os nomes divulgados, o grande destaque é o Foo Fighters, que tocou no País no Rock in Rio de 2001. A versão brazuca do Lollapalooza acontecerá em São Paulo, nos dias 7 e 8 de abril de 2012, no Jockey Club. A expectativa é de 70 mil pessoas para cada dia do festival, que, para felicidade geral da nação, não terá Pista Vip.

Além do ótimo Foo Fighters, de Dave Grohl, os destaques internacionais do rock do festival no Brasil são o Arctic Monkeys, o Jane’s Addiction e Joan Jett & The Blackhearts! Outros nomes anunciados são TV On The Radio, MGMT, Peaches, Foster the People, Skrillex, Friendly Fires, Tinnie Tempah, Calvin Harris, Thievery Corporation, Gogol Bordello, Band of Horses, Pretty Lights, Rhythm Monks, The Crystal Method e Cage The Elefant.

Quanto às atrações brasileiras, a organização do Lollapalooza anunciou os nomes de O Rappa, Plebe Rude, Wander Wildner, Marcelo Nova, Cascadura, Pavilhão 9, Balls, Bluebell, Veiga & Salazar, Tipo Uísque, Sucava, Velhas Virgens e o Garage Fuzz. As atrações serão distribuída em cinco palcos (Butatã, Cidade Jardim, Kidzapalooza, Perry’s Stage e Palco Alternativo).

O passaporte do festival, denominado “Lollapass”, custará R$ 500 e dará acesso aos dois dias do evento. Estará disponível apenas para pré-cadastrados online a partir de amanhã, dia 22, às 0h01, no site www.lollapaloozabr.com Bilhetes à venda para o público em geral estarão disponíveis a partir de 5 de dezembro pelo mesmo local e em diversos pontos de venda que serão divulgados brevemente pela organização.

O Lollapalooza começou há duas décadas, quando Perry Farrell, vocalista da lendária banda de rock alternativo, Jane´s Addiction, começou a planejar uma turnê de despedida do grupo. A ideia se transformou em um roadshow musical que trazia música e cultura aos fãs norte-americanos, antes do festival se tornar fixo em Chicago, no histórico Grant Park, em 2005.

Em 2011, o Lollapalooza ganhou sua primeira versão latina. O evento aconteceu em Santiago, no Chile, em abril, com shows de Kanye West, The Killers, Flaming Lips e Jane’s Addiction. Em 2012, será a vez do Brasil!

20
nov
11

Primus deu show de virtuosismo no SWU e conquistou novos fãs

O Primus se apresentou na terceira e última noite do SWU Music & Arts de 2011. Num dia recheado de atrações bastante conhecidas do rock pesado e de grupos que estouraram nos anos 90, coube à banda liderada pelo excelente baixista Les Claypool o papel de representante do rock virtuose e diferente do que foi visto nos palcos principais do festival realizado em Paulínia.

Com técnica incrível, especialmente de seu líder, que também é o vocalista, o grupo conseguiu conquistar novos fãs na sua primeira passagem pelo Brasil, depois de mais de 25 anos de espera do público mais antigo conhecedor do trabalho da banda desde seu início, em 1984.

Tal qual o observado nos shows de outros nomes fortes do dia, como o Down e o Megadeth, o Primus foi obrigado a fazer uma apresentação bastante curta, de cerca de 1 hora. O grupo norte-americano tocou músicas de vários períodos da carreira, mas, justamente por causa do tempo escasso, alguns sucessos que o público estava ansioso para ver ficaram de fora.

A ausência mais sentida da noite foi “Tommy the Cat”, do álbum “Sailing The Seas of Cheese”, de 1991. Grande hit dos bons tempos da MTV, infelizmente vai ficar para uma outra oportunidade, que poderia ser aproveitada pelas empresas produtoras, já que a banda tem um público específico capaz de encher uma casa média de shows de São Paulo, por exemplo.

Se “Tommy the Cat” não foi executada, foi com uma música do mesmo álbum que o Primus iniciou sua apresentação: “Those Damned Blue-Collar Tweekers”. Les Claypool nunca foi um grande vocalista, mas seu talento no baixo é a marca principal da banda e vale cada centavo gasto em seus discos e shows.

Ao lado de seu fiel e eterno escudeiro, o guitarrista Larry LaLonde, Claypool consegue tirar sons pouco convencionais, mas longe de ser considerado algo “chato”. Completa a banda atualmente o baterista Jay Lane, que não é da formação original, mas que mostrou qualidade nas baquetas.

Na sequência do show, o Primus desfilou várias de suas músicas complexas: “Pudding Time”, “Prelude to a Crawl”, “Eyes of the Squirrel”, “Wynona’s Big Brown Beaver”, “Jilly’s on Smack”, “Over The Falls” e “Lee Van Cleef”.

Na parte final da apresentação, espaço reservado para três grandes sucessos, que bombaram nos programas alternativos da MTV da década de 90 para cá. Primeiro, o maior hit da banda: “Jerry Was A Race Car Driver”, que colocou a galera para pular. Depois, “My Name Is Mud” e para fechar, “John the Fisherman”, que trouxe mais uma aula de baixo de Claypool.

O Roque Reverso descolou no YouTube um vídeos que traz “Jerry Was A Race Car Driver” e “My Name is Mud” e outro que traz “John the Fisherman”. Se preferir, vá ao último vídeo, que traz simplesmente a apresentação do SWU na íntegra.

Set list

Those Damned Blue-Collar Tweekers
Pudding Time
Prelude to a Crawl
Eyes of the Squirrel
Wynona’s Big Brown Beaver
Jilly’s on Smack
Over The Falls
Lee Van Cleef
Jerry Was A Race Car Driver
My Name Is Mud
John the Fisherman



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