Posts Tagged ‘Misfits

31
ago
18

30 anos do álbum de estreia do Danzig

Danzig - Reprodução da capa do disco "Danzig"Agosto de 2018 chega ao fim e tem como destaque entre seus últimos dias a data de aniversário de um importante disco dentro do heavy metal. “Danzig”, o primeiro da banda de mesmo nome liderada pelo vocalista Glenn Danzig, completou 30 anos no dia 30 de agosto, conforme o registro da Associação da Indústria de Gravação da América (RIAA, na sigla em inglês, para Recording Industry Association of America).

Com 10 músicas, que trazem a alta qualidade do rock pesado, somada a pitadas de blues e letras densas, o disco é o melhor registro da banda, que tinha entre grupos admiradores e parceiros nada menos que o Metallica. Tanto que o vocalista e guitarrista James Hetfield até participa dos backing vocals de duas das melhores canções.

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12
maio
16

Misfits reunirá formação clássica com Jerry Only e Glenn Danzig depois de 33 anos

A volta do Misfits - Cartaz de DivulgaçãoO que parecia improvável vai acontecer depois de 33 anos nos Estados Unidos. Nesta quinta-feira, 12 de maio, enquanto o Brasil fervia politicamente com a polêmica decisão do Senado de instalar o impeachment e o afastamento da presidente da República, Dilma Rousseff, o veterano grupo de horror punk Misfits anunciava a reunião de membros de sua formação clássica.

De acordo com comunicado divulgado pela banda, o baixista Jerry Only e o vocalista Glenn Danzig, fundadores do Misfits, voltarão a tocar juntos em setembro em dois festivais norte-americanos: o Riot Fest Denver (entre os dias 2 e 4) e Riot Fest Chicago (entre os dias 16 e 18).

Além dos dois, outro membro formador, o guitarrista Doyle Wolfgang von Frankenstein, estará presente no grande reencontro.

Com isso, três nomes importantes da formação que gravou os dois primeiros discos do Misfits estarão juntos novamente. Foram eles que estiveram nos álbuns “Walk Among Us”, de 1982, e “Earth A.D./Wolfs Blood”, de 1983.

Jerry Only e Glenn Danzig romperam em 1983.

Depois de muitas brigas e de uma disputa judicial para decidir quem poderia usar os direitos da banda, Only e seu irmão Doyle ganharam e deram continuidade ao Misfits sem a inconfundível voz de Danzig, que seguiu a carreira com a ótima banda batizada com seu próprio nome.

Sem Danzig, o Misfits segue até o momento, mas apenas com Only da formação original. Em julho de 2015, a banda anunciou mudanças na guitarra, com a saída de Dez Cadena para a entrada de Jerry Jr., filho de Only. Na bateria, a vaga continua com o figura Eric “Chupacabra” Arce.

Glenn, por sua vez, fez um sucesso imenso nos Anos 80 e 90 com o Danzig e a formação espetacular que trazia John Christ (guitarra), Eerie Von (baixo) e Chuck Biscuits (bateria). Do fim dos Anos 90 para cá, o Danzig não chegou a repetir o mesmo sucesso de antes, mas ainda seguiu na ativa, com direito ao ótimo guitarrista Tommy Victor, do Prong, na formação.

A notícia da união de Only e Danzig novamente provocou um alvoroço nas redes sociais, pois muitos, nem mesmos os dois músicos, acreditavam neste retorno. Por enquanto, não há informação de outros shows, mas fica a vontade de ver o grupo passando pelo Brasil.

21
dez
13

Misfits volta ao Brasil em abril de 2014; informações sobre show em SP já estão disponíveis

O Misfits voltará ao Brasil em 2014. A lendária banda norte-americana de horror punk virá ao País para shows em abril. De acordo com a produtora Top Link, tocará no dia 20, no Rio de Janeiro, no Circo Voador; no dia 21, em Belo Horizonte, no Music Hall; no dia 26, em Maringá, no Out Maringá; e, no dia 27, em São Paulo, no Espaço Victory.

Por enquanto, só há informações completas sobre a apresentação na capital paulista. Segundo Agência Sob Controle, produtora responsável pela vinda de grandes nomes internacionais à América do Sul, desde o sábado, dia 21 de dezembro, as entradas estão disponíveis pela internet no site Ticket Brasil.

Nos pontos físicos, os ingressos para o show em São Paulo começam a ser vendidos no dia 5 de janeiro. Os fãs poderão comprar as entradas na Loja 255 da Galeria do Rock (Fone: 3361-6951) ou na loja Metal CDs, de Santo André (Fone: 4994-7565).

O valor inteiro dos ingressos é de R$ 140,00. Mas há um primeiro lote promocional e para estudantes que sai por R$ 70,00. O segundo lote promocional e para estudantes sai por R$ 90,00.

O Misfits foi formado em 1977. Precursor do horror punk, que traz letras com temas de terror, o grupo teve Glenn Danzig como principal membro até 1983 e influenciou diversos nomes importantes do rock, como o Metallica.

Atualmente, com o baixista e membro fundador Jerry Only no comando, a banda continua promovendo o álbum “Misfits The Devil’s Rain”, de 2011. Em 2012, a banda abriu para o Anthrax em São Paulo e empolgou os fãs.

Para comemorar a volta do Misfits, o Roque Reverso descolou dois vídeos no YouTube. Fique com o clipe oficial de “Scream”, do álbum “Famous Monsters”, de 1999, e com um vídeo ao vivo de 1997 da clássica “Last Caress”.

08
maio
12

Anthrax faz show ensurdecedor em SP e empolga fãs do bom e velho thrash metal

Abril ficou para trás, mas, para os headbangers paulistanos, já ficou marcado, por enquanto, como o mês do thrash metal em 2012. Tudo porque a capital paulista recebeu vários ícones do estilo, como o Annihilator e o Exodus, e fechou o período com chave de ouro, presenteada com um grande show do Anthrax, banda clássica do Big Four do thrash, que é formado também pelo Metallica, Slayer e o Megadeth.

Para um HSBC Brasil lotado, o já veterano grupo norte-americano fez uma apresentação simplesmente ensurdecedora e bastante vibrante, empolgando os fãs que compareceram à casa de shows no dia 27 de abril.

A noite contava com vários atrativos para quem gosta da banda e do thrash metal com um todo. Para começar, o Anthrax voltava à cidade depois de longos 7 anos. Além disso, o show marcava a primeira vez do clássico vocalista Joey Belladonna com o grupo em São Paulo, já que, nas duas vezes anteriores, em 1993 e 2005, quem estava nos vocais era o ótimo John Bush. Para completar, o público teria a oportunidade de assistir a um show da turnê de divulgação do álbum “Worship Music”, lançado em 2011 com grande aceitação dos fãs e da mídia.

Como era uma sexta-feira e véspera de feriado prolongado, temia-se uma grande dificuldade para o público chegar ao HSBC. Durante a manhã, a capital paulista já havia ficado praticamente parada com o enorme trânsito. O que se viu, no entanto, foi bem menos problemas do que se imaginava para os fãs chegarem no período da noite.

Além do Anthrax, o HSBC recebeu o grupo brasileiro Torture Squad e o lendário Misfits, grupo norte-americano de horror punk que já havia se apresentado em São Paulo no ano passado na Virada Cultural. Chamou a atenção na casa de shows o grande número de adolescentes com camisa da banda dos EUA, o que mostra que esta nova geração não está tão perdida como se imagina, num tempo em que coloridos e emos ainda aparecem na mídia com maior destaque que grupos com postura mais condizente com o rock.

Com o HSBC repleto de gente, o Anthrax subiu ao palco. E, aproveitando o lançamento do “Worship Music”, já começou a apresentação com duas faixas do novo álbum: “Earth on Hell” e “Fight ´Em Till You Can´t”.

Inicialmente, o público parecia querer avaliar como a banda executava ao vivo aquelas duas boas músicas do excelente novo disco. As rodas de mosh ainda estavam em um número aquém do esperado e já havia um consenso no HSBC: o som estava absurdamente alto, às vezes até um pouco embolado, trazendo a impressão que os técnicos haviam exagerado um pouco na dose.

Não foi difícil lembrar do show que o Manowar fez no saudoso Olympia em 1996, quando o volume era tão elevado que parecia que os tímpanos explodiriam durante a apresentação.

A partir da terceira música, o show do Anthrax começou a esquentar pra valer. Tudo porque a banda executou o primeiro clássico do metal da noite: “Caught in a Mosh”, da obra-prima “Among the Living”, de 1987. Foi quando a primeira roda de mosh relevante se abriu no HSBC. Era simplesmente impossível ficar quieto naquele momento do show e a cabeça automaticamente era balançada até pelos mais comportados.

O clima foi mantido em “Antisocial”, a mais famosa do disco “State of Euphoria”, de 1988, e que é cover do Trust. Se você esteve lá no HSBC, fatalmente ficou com o coro do público (puxado por Belladonna antes do início da música) no ouvido. A interação do vocalista com a plateia foi, por sinal, um dos fatos marcantes do show. E jogou por terra a tese dos que diziam que Joey estava velho e sem o pique necessário para uma apresentação do Anthrax.

“I’m Alive”, do disco novo, é considerada por muitos com uma das melhores do “Worship Music”. Foi tocada de maneira impecável pela banda e abriu caminho para um dos maiores momentos da noite: nada menos que “Indians”, do “Among de Living”.

Belladonna gritava: “Cry for!” E a galera respondia: “Indians!” Charlie Benante fazia o HSBC tremer com os bumbos. Frank Bello, ausente em 2005 por aqui, tinha, para variar, grande presença de palco e detonava no baixo. E Rob Caggiano e o mestre Scott Ian iniciavam na guitarra os acordes deste grande clássico do heavy metal, levando todos ao delírio!

Rodas de mosh pipocavam por todos os lados da casa de shows, mas Scott Ian queria organizar uma verdadeira “Wardance”, como ele mesmo definiu! Ele interrompeu a música, foi aos microfones e pediu para que todos se envolvessem como nunca com aquele momento, batendo cabeça, pulando, levantando os punhos cerrados ou se movendo como loucos na pista!

Quando ele retomou o riff, uma imensa roda se formou no meio do HSBC e realmente não havia como não entrar nela, pois aquilo era necessário para qualquer fã de thrash metal. Este jornalista, com quase 40 anos completados, voltou 20 anos no tempo no meio daquela roda. O mais incrível foi encontrar outros caras das antigas também lá no meio, ao lado da molecada mais nova que talvez nem era nascida quando o Anthrax começou. Que grande momento, meus amigos! E tudo sem violência, numa super boa, com todos se respeitando e curtindo, como deve ser…

Aquele foi precocemente o momento máximo do show, tanto que a galera levou um certo tempo para voltar a proporcionar uma agitação semelhante. O Anthrax, por sua vez, continuava tocando e detonando no palco. “In the End”, do novo álbum, e as antigonas “Got the Time”, “Deathrider”, “Medusa” (esta bastante aguardada), e “Among the Living” mantiveram o público vidrado, empolgado e cantando junto.

Depois de mandar ver em “Be All, End All”  e puxar novo coro da plateia, Joey Belladonna arriscou cantar, no início da clássica música “Madhouse”, um trecho de “The Ripper”, do Judas Priest. Ficou só no quase, mas deu um molho interessante a uma canção que está entre as preferidas dos fãs do Anthrax. “Metal Thrashing Mad” seria a próxima e também levaria os fãs mais antigos ao delírio.

O bis final viria na sequência com mais três petardos do thrash: dois do Anthrax e um do Sepultura, numa clara homenagem a Andreas Kisser, que substituiu Scott Ian no ano passado em alguns shows dos norte-americanos. A primeira foi “I’m The Man”, que relembrou a mistura de rap com heavy metal que alguns já chegaram a torcer o nariz algum dia.

Em “Refuse/Resist” a homenagem foi muito legal, já que mostra o respeito de um grupo clássico do thrash a outra banda que é orgulho brasileiro e que seria facilmente o quinto membro do Big Four, se ele se chamasse Big Five. Depois de dividir os vocais com Frank Bello em “I’m The Man”, Scott Ian mandou muito bem cantando o clássico do Sepultura sozinho.

Para fechar, “I am the Law”, do “Among the Living”, trazendo mais uma vez Belladonna e todos os componentes da banda bastante estrosados. Chegava ao fim mais um grande show em São Paulo e outro candidato para ficar entre os melhores de 2012 na capital paulista.

O saldo final era um público realizado por ver o vocalista clássico do Anthrax pela primeira vez com a banda por aqui em uma turnê que divulgava um ótimo disco. Dor no pescoço, rouquidão e principalmente um zunido no ouvido foram as marcas que ficaram no corpo no dia seguinte daqueles que se divertiram demais naquela véspera de feriado prolongado.

Para relembrar grandes momentos do show, o Roque Reverso descolou vídeos postados no YouTube. Para começar, fique com “Antisocial”. Depois, veja a grande roda formada em “Indians”. Para fechar, mais dois vídeos: o primeiro traz “Be All, End All” e “Madhouse”. O segundo traz o bis final inteiro, com “I´m the Man”, “Refuse/Resist” e “I am the Law”.

Set list

Earth on Hell
Fight ´Em Till You Can´t

Caught in a Mosh
Antisocial
I´m Alive
Indians
In the End
Got the Time
Deathrider
Medusa
Among the Living
 
Be All, End All
Madhouse
Metal Thrashing Mad

I´m the Man
Refuse/Resist
I am the Law

01
jan
12

2012 começou e a expectativa é das melhores para os shows de rock no Brasil

Já estamos em 2012. E, quando o assunto é show de rock, as previsões continuam sendo das mais favoráveis para o Brasil, mantendo um cenário que foi visto em 2010 e ampliado em 2011. A despeito da cena roqueira nacional continuar fraca em revelações de qualidade, resta ao fã do gênero musical se deliciar com a imensa quantidade de atrações que passam pelo País desde que ele foi descoberto tardiamente como destino lucrativo pelas bandas, astros de rock e organizadores de festivais.

2011 foi, sem a menor dúvida, o ano em que mais atrações internacionais se apresentaram no Brasil. De Paul McCartney a Eric Clapton. De U2 a Ozzy Osbourne. De Slash a Slayer, além de festivais com grandes nomes, como o Rock in Rio e o SWU, tudo ajudou os fãs a se esbaldarem com momentos que dificilmente serão esquecidos.

Para 2012 já existem nomes confirmados, além de festivais de peso, como os inéditos Lollapalooza e Metal Open Air e o já tradicional SWU. De Roger Waters a Anthrax. De Misfits a Exodus. Tudo caminha para a manutenção do que se viu nos anos anteriores.

Também não custa sonhar com apresentações históricas do Black Sabbath, dos Beach Boys e do Van Halen por aqui. No passado, a vinda destes grupos ao Brasil poderia ser algo impensável, mas, com a crise na Europa e com a economia dos EUA patinando, a palavra “impossível” está descartada.

Resta pedir aos organizadores de shows no Brasil para eles maneirarem nos preços dos ingressos. Os primeiros anúncios de 2012 já trazem valores mais salgados que muitos dos praticados em 2011.

Outra boa ideia seria abolir, de vez, a odiada Pista Vip. O Rock in Rio, o SWU e o show do Pearl Jam foram grandes exemplos de que grandes eventos podem ser feitos sem este local que só serve para esfriar o público e privilegiar os mais abastados.

O Roque Reverso deseja a todos um excelente 2012 com muito rock and roll!!!

16
dez
11

Iniciada a pré-venda para o show do Anthrax com abertura do Misfits em SP no dia 27 de abril

Depois da confirmação da apresentação do Anthrax no Metal Open Air no Maranhão, era questão de tempo alguma informação de que o grupo norte-americano passaria também por São Paulo. Mas o que os fãs não esperavam era que a banda viria junto com o Misfits para a capital paulista!!! O site oficial de ambos os grupos ainda não confirmou as apresentações, mas o HSBC Brasil já iniciou hoje a pré-venda dos ingressos para um show agendado no dia 27 de abril de 2012, uma sexta-feira, no local.

O site da casa traz a informação de que este período inicial de pré-venda, somente para clientes do banco, vai até o dia 18 de dezembro. Depois, começa  a venda para o público em geral.

De acordo com o HSBC Brasil, a configuração dos setores e os preços dos ingressos são os seguintes: Camarote  (R$ 350), Frisas (R$ 300), Cadeira Alta (R$ 250),  Pista Vip – 1º Lote  (R$ 360), Pista Vip – 2º Lote  (R$ 380), Pista Vip – 3º Lote  (R$ 400), Pista – 1º Lote (R$ 130) e Pista – 2º Lote: R$160,00. Clientes HSBC tem 25% de desconto e há meia entrada para estudantes com carteirinha.

O Anthrax, que passou pelo País pela última vez em 2005 e tocará antes no Metal Open Air (em uma das datas entre 20 e 22 de abril), trará grandes novidades aos fãs paulistanos.

O grupo lançou recentemente um dos melhores álbuns de 2010, que marca a volta do vocalista da formação clássica, Joey Belladonna, ao grupo.

O Misfits, por sua vez, passou pelo Brasil há pouco tempo. A banda de horror punk, que já teve em suas fileiras o grande Glenn Danzig, fez um concorrido show na Virada Cultural, em abril de 2011, na capital paulista.

No post do anúncio do Anthrax para o Metal Open Air, já havíamos colocado alguns vídeos para comemorar o retorno do grupo ao Brasil. Para festejar o show em São Paulo, fique com os clássicos do thrash “Antisocial” e  “Caught in a Mosh”. Para também comemorar o retorno do Misfits, fique com um vídeo ao vivo de “Last Caress”, de 1988.

29
jun
11

Cancelados os shows que o Danzig faria em SP e Curitiba

A produtora Top Link informou nesta quarta-feira que os shows que o Danzig faria no Brasil em julho foram cancelados. De acordo com a produtora, “por motivo de força maior”, não mais acontecerão as apresentações que a banda realizaria em São Paulo, no dia 16, no HSBC Brasil, e em Curitiba, no dia 17, no Master Hall.

Os shows faziam parte da turnê de divulgação do álbum “Deth Red Sabaoth”, lançado em junho do ano passado. Marcariam também a volta do grupo ao País depois de 16 anos.

Segundo a Top Link, o dinheiro dos ingressos adquiridos será devolvido nos pontos de venda oficiais dos eventos. Na capital paulista, os clientes deverão comparecer ao local onde foi efetuada a compra, seja na bilheteria do HSBC Brasil ou no respectivo ponto de venda da Ingresso Rápido. Quem adquiriu ingressos pelo call center e site da Ingresso Rápido deve entrar em contato pelo telefone 4003-1212. O site para obter informações sobre os pontos de venda é www.ingressorapido.com.br

Em Curitiba, a devolução do dinheiro dos ingresso começará no dia 5 de julho, na bilheteria do Master Hall. O telefone de contato para mais informações é o (41) 3248-1001.

23
maio
11

Danzig volta ao Brasil em julho para shows em SP e Curitiba

O Danzig, uma das bandas de maior qualidade do rock pesado dos anos 80 e 90, voltará ao Brasil em julho. Liderado pelo vocalista e compositor Glenn Danzig, o grupo retorna ao País depois de 16 anos para shows em São Paulo, no dia 16, no HSBC Brasil, e no dia 17, no Master Hall, em Curitiba. As apresentações fazem parte da turnê de divulgação do álbum “Deth Red Sabaoth”, lançado em junho do ano passado.

Da formação original, restou apenas Glenn Danzig. Dono de um gênio difícil, mas extremamente criativo, o vocalista foi fundador do célebre grupo punk Misfits no final dos ano 70. Depois da saída do Misfits e de formar o grupo Samhain, Danzig fundou em 1987  a banda com o próprio nome e trouxe para sua companhia músicos talentosos, como John Christ (guitarra), Eerie Von (baixo) e Chuck Biscuits (bateria).

Com o apoio do Metallica, que sempre foi fã das músicas de Glenn Danzig desde os tempos da banda punk, o grupo de rock sombrio conseguiu um bom número de seguidores. Os álbuns “Danzig”, de 1988, “Danzig II: Lucifuge”, de 1990; e “Danzig III: How the Gods Kill”, de 1992, são itens obrigatórios para quem gosta das clássicas guitarras perturbadoras de John Christ, do baixo contundente de Eerie Von, da pegada forte de bateria de Chuck Biscuits e, claro, da voz marcante do líder da banda.

O disco “Danzig 4p” foi o último da formação clássica e já não trouxe a banda no mesmo nível dos álbuns anteriores, mas foi na turnê para a divulgação deste trabalho que os fãs brasileiros tiveram a oportunidade de conhecer os músicos ao vivo. O grupo tocou em 1995 no saudoso Olympia, em São Paulo. Com o baterista Joey Castillo (hoje do Queens Of The Stone Age) já no lugar de Biscuits, o show foi visto por poucas pessoas. Este jornalista viu a banda muito de perto e considera aquela apresentação uma das melhores que já viu em um lugar fechado na capital paulista.

Problemas internos da banda fizeram Christ e Eerie Von também deixarem a banda na sequência. O que se viu foi o Danzig perder o espaço conquistado com os sucessos dos álbuns seguintes. Nem mesmo a entrada do guitarrista Tommy Victor, fundador do Prong, reanimou a banda, que lançou álbuns pouco comentados pela público do metal.

Depois de flertar com sons diferentes das características originais, o Danzig lançou em 2010 seu mais recente álbum, numa tentativa de resgatar o som do começo de carreira. Atualmente, o grupo prepara um trabalho de releituras com músicas de outros artistas, entre os quais provavelmente estarão Black Sabbath e Elvis Presley.

Para os shows de julho no Brasil, o grupo deve contar com Glenn Danzig, Tommy Victor, Johnny Kelly (ex-Type O Negative) e Steve Zing (Samhain) no baixo. Não foi divulgado, por enquanto, se haverá uma banda de abertura para as apresentações.

Na capital paulista os ingressos custam entre R$ 120 (pista – primeiro lote) e R$ 280,00 (camarote e Pista Vip) e já estão disponíveis através do site www.ingressorapido.com.br e na bilheteria da casa de shows HSBC Brasil (www.hsbcbrasil.com.br). Em Curitiba, os ingressos podem ser comprados de maneira promocional a R$ 74, mas vale a pena se informar no www.diskingressos.com.br.

Para comemorar a vinda do Danzig ao Brasil, o Roque Reverso descolou três vídeos da banda. Para começar, claro que selecionaríamos a clássica “Mother”, numa versão ao vivo gravada em 1993. Depois, do mesmo álbum, temos “Twist of Cain”. Para fechar o vídeo picante de “Ju Ju Bone”, música do novo álbum, bem ao estilo tradicional do grupo.

Nota do Blog: No dia 29 de junho, a produtora Top Link anunciou que as apresentações do Danzig foram canceladas.

16
abr
11

Virada Cultural começa hoje em SP; Rita Lee, Sepultura, Misfits e Beatles 4Ever estão entre os destaques do rock

A cidade São Paulo se prepara mais uma vez para ser o palco da Virada Cultural. O evento de 2011 reunirá entre hoje e amanhã uma série de atrações ligadas à música, teatro, dança, cinema, entre outras manifestações artísticas. Serão 24 horas ininterruptas de atividades culturais em várias regiões da capital paulista. A maratona terá mais de mil atrações gratuitas distribuídas em 13 palcos, sete pistas, além de diversos locais para apresentações itinerantes, com a participação de artistas de rua e locais. Do lado do rock, os destaques ficam por conta das apresentações de Rita Lee, do Sepultura, do Misfits e de uma banda cover, a Beatles 4Ever, que promete tocar a discografia completa do quarteto de Liverpool.

Também merecem destaque os shows do RPM, Plebe Rude, Blitz, Frejat e Tihuana, todos no Palco da Praça Júlio Prestes, o mais badalado da Virada.

O Sepultura tocará no Palco Estação da Luz no horário da meia-noite do sábado. A banda terá uma experiência diferente, já que a apresentação será feita junto com a Orquestra Experimental de Repertório. A banda Beatles 4Ever se apresentará no Palco Bulevar São João desde as 18 horas do sábado. Rita Lee tocará neste mesmo horário no palco da Júlio Prestes, onde o Misfits, banda punk norte-americana, fará show às 2 da manhã do domingo.  

Fora do rock, também chamam a atenção as apresentações do Skatalites (banda tida fundadora do ska); Yusa (cantora e compositora cubana); Fred Wesley and the New JBs (banda do trombonista de mesmo nome que tocou com James Brown, nos anos 60 e 70); Steel Pulse (banda criada em 1975 por jovens descendentes de jamaicanos moradores da Inglaterra); e Edgar Winter (legendário bluesman).

A Companhia de Engenharia de Tráfego (CET) prepara operação especial para monitorar o trânsito na região central da cidade para a realização da Virada Cultural 2011. Para garantir a segurança e a fluidez do tráfego, bem como o acesso do público ao evento, a CET contará com 290 operadores de tráfego e utilizará 750 cavaletes, 55 faixas e 20 banners de orientação. Hoje, a partir das 18 horas, serão feitos os bloqueios para os shows do evento. Serão cinco bloqueios, todos na região central, que permanecerão fechados até as 20 horas do domingo.

A CET recomenda que as pessoas utilizem o tão criticado transporte público paulistano para chegar ao evento. Tanto o ônibus, aquele meio de transporte que custa exorbitantes R$ 3 e que teve neste ano a passagem reajustada pelo prefeito Gilberto Kassab acima da inflação acumulada, como o metrô estarão funcionando em horários especiais.

Para facilitar o acesso das pessoas aos eventos, a SPTrans informou que o horário de funcionamento do Bilhete Amigão será antecipado para as 14 horas do sábado. O bilhete permite aos usuários do Bilhete Único Comum realizar até quatro viagens em um período de oito horas, aos domingos. Para ter direito ao benefício, a última recarga feita no Bilhete Único deve ter sido de, no mínimo, quatro tarifas, ou R$ 12,00.

Também com o intuito de facilitar a locomoção do público da Virada Cultural entre suas diferentes atrações e palcos, será criada uma linha circular durante o fim de semana, que atenderá aos quatro terminais do Centro da Cidade: Amaral Gurgel, Bandeira, Parque D. Pedro II e Princesa Isabel.

Linhas que circulam durante a madrugada terão sua frota reforçada, diminuindo o intervalo entre os ônibus. Além disso, algumas linhas que fazem integração com o sistema metroviário terão seu horário de operação estendido para atender ao público dos eventos durante a madrugada. 

A programação do Palco Júlio Prestes, que é o do rock and roll e do blues, está abaixo. Para saber a programação completa, clique neste link.

18h • Rita Lee
20h • Edgar Winter (EUA)
22h • Irmandade do Blues e Larry McCray (EUA)
00h • Slim Jim Phantom
2h • The Misfits (EUA)
4h • Voodoo Zombies (Chile)
6h • Texas Hippie Coalition (EUA)
8h • P.O.D. (EUA)
10h • Tihuana
12h • Plebe Rude
14h • Frejat
16h • Blitz
18h • RPM




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