Posts Tagged ‘Deep Purple



03
jan
17

Primeira música do novo álbum do Deep Purple dá sinais de que trabalho virá com qualidade

Deep Purple - Reprodução da capa de "Infinite"A primeira amostra do novo álbum do Deep Purple dá sinais animadores de que o trabalho de estúdio da lendária banda britânica virá com qualidade. Na faixa “Time For Bedlam”, que chegou aos fãs na metade do mês de dezembro de 2016, o grupo vem com pitadas sombrias e com detalhes ligados ao rock que costumam agradar os amantes de algo mais denso.

Desde a letra pesada que faz um alerta aos rumos tomados pela humanidade até o vocal de Ian Gillan, com claros efeitos de voz que dão um tom sombrio à canção, tudo traz o grupo melhor do que em amostras de trabalhos anteriores.

“Infinite” é o nome do disco, já conhecido quando a banda deu sinais de que estará em breve embarcando numa turnê de despedida, a “The Long Goodbye Tour”.

O álbum, cuja bela capa pode ser vista acima, será lançado no dia 7 de abril pela earMUSIC. A produção é de Bob Ezrin, que já havia ficado responsável pelo disco anterior.

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03
dez
16

Deep Purple já tem nome do novo álbum e prepara provável turnê de despedida

Deep Purple - Cartaz de Divulgação de turnêO Deep Purple já tem nome para seu novo álbum e está preparando uma turnê de despedida. A informação sobre o disco foi divulgada na última semana de novembro e os primeiros detalhes da turnê foram anunciados bem no início deste mês de dezembro.

O disco novo vai se chamar “Infinite”. Sem uma data exata de lançamento, as únicas informações disponíveis são que ele deve chegar ao público perto de março de 2017, que tem produção de Bob Ezrin e que um single já será apresentado no dia 20 de janeiro.

O novo álbum vai suceder “Now What!?”, de 2013. Será nada menos que o 20º disco do grupo lendário grupo britânico.

Quanto à turnê, o nome já diz tudo: “The Long Goodbye Tour”.

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17
jun
16

Pequeno derrame do baterista Ian Paice faz o Deep Purple cancelar shows na Suécia

Ian Paice - Foto: Divulgação WikipédiaO Deep Purple cancelou dois shows na Suécia por um motivo mais sério que de costume. Tudo porque o baterista Ian Paice, de 67 anos, sofreu um pequeno derrame no dia 14 de junho.

Agora em um período de tratamento, o músico disse que está esperançoso e na expectativa de retomar a turnê da lendária banda britânica em julho.

Para tranquilizar os fãs, Paice chegou a divulgar um comunicado com vários detalhes sobre o que aconteceu. Segundo ele, foi a primeira vez desde que o grupo foi formado, em 1968, que ele perdeu uma apresentação.

“Na manhã do dia 14 de junho, acordei e senti que algo estava errado com o lado direito de meu corpo anestesiado e eu não conseguia controlar minha mão e dedos. Fui para o hospital onde foi constatado que eu sofri um “mini derrame”. A equipe do hospital em Estocolmo foi fantástica e iniciaram o tratamento imediatamente”, destacou Paice.

“Após os exames, foi constatado que não houve nenhum dano mais sério e muito menos de forma permanente. A única coisa que sinto agora é uma pequeno dormência do lado direito do rosto e na mão direita. Minhas habilidades na mão estão se restabelecendo rapidamente e espero estar pronto para a turnê no próximo mês”, acrescentou o baterista.

O Purple está terminando o processo de gravação de seu novo álbum, previsto para ser lançado até o fim do ano. O novo álbum vai suceder “Now What!?”, de 2013.

19
ago
15

Os 70 anos de Ian Gillan, a ‘voz de prata’

Ian Gillan - Foto: DivulgaçãoIan Gillan completa 70 anos neste dia 19 de agosto. Considerada uma das maiores vozes do rock e de toda a música, o vocalista do Deep Purple, apesar de alguns fãs duvidarem, é humano como qualquer um e já convive com a idade mais elevada que atingiu outros companheiros de época.

Gillan entra para o clube dos grandes nomes da música que conseguiram completar os 70 anos, como Paul McCartney, Roger Waters, Mick Jagger, Keith Richards, Eric Clapton e seu eterno desafeto, o ex-companheiro de Purple, o guitarrista Ritche Blackmore.

Nascido em Londres, em 1945, Gillan é neto de um cantor de ópera e, como sua história confirmou, seguiu uma tradição familiar para se transformar no chamado “Silver Voice”, apelido que ganhou pelo poder vocal inacreditável que o consagrou.

Convidado pelo tecladista Jon Lord e por Blackmore para entrar no lugar do então vocalista do Deep Purple, Rod Evans, no fim dos Anos 60, Gillan participou do primeiro álbum do grupo somente em 1970 com o álbum “In Rock”.

O disco também foi o primeiro com a participação do baixista Roger Glover.

Ao lado de Lord, Blackmore, Glover e do baterista Ian Paice, o vocalista pertenceu à fase clássica do Deep Purple com a formação de maior sucesso que jamais será esquecida por quem gosta do grupo. Com eles, gravou discos sensacionais, como “Fireball”, de 1971, e “Machine Head”, de 1972.

Depois do álbum “Who Do We Think We Are”, de 1973, desentendimentos com o guitarrista Blackmore fizeram Gillan deixar o Purple. Na década de 80, ele chegou a participar do Black Sabbath e gravou com a banda o disco “Born Again”, de 1983.

Em 1984, numa reunião histórica do Purple, Gillan gravou o ótimo disco “Perfect Strangers”. Mas, em 1989, voltou a brigar com Blackmore e saiu do grupo novamente.

Um novo retorno aconteceu em 1992 e a gravação do álbum “The Battle Rages On…”, de 1993, marcou o último trabalho com o desafeto Blackmore, que deixou o grupo no mesmo ano.

Desde então, Gillan e o Purple lançaram diversos discos, como o ótimo “Purpendicular”, de 1996. Nas diversas vindas do grupo ao Brasil, foi possível admirar o talento do vocalista, que não era mais o “Silver Voice” dos Anos 70, mas que mantinha uma técnica incrível, mesmo na terceira idade.

Para homenagear os 70 anos de Ian Gillan, o Roque Reverso descolou 3 vídeos no YouTube. Fique inicialmente com o clássico “Highway Star”. Depois veja “Child in Time” num show gravado na Dinamarca em 1972. Para fechar, o clipe de “Trashed”, do Black Sabbath.

24
jun
15

Deep Purple lançará 2 álbuns ao vivo em agosto filmados em Tóquio e no Wacken Open Air

Deep Purple - Reprodução das capas dos novos álbuns ao vivoO Deep Purple lançará dois álbuns ao vivo no dia 28 de agosto via EarMusic. “From The Setting Sun… (In Wacken)” e “…To The Rising Sun (In Tokyo)” serão dois registros que a lendária banda britânica realizou em apresentações distintas.

A primeira foi feita no tradicional Wacken Open Air da Alemanha, em 2013. A segunda foi filmada no não menos tradicional Nippon Budokan de Tóquio, no Japão, em abril de 2014.

Os dois trabalhos ao vivo estarão disponíveis em diversos formatos, como o de um CD duplo que virá também com DVD. Também virá em DVD simples e num LP triplo em embalagem Gatefold, que é aquela no qual a capa pode ser aberta com a extensão do desenho na frente e no verso.

O show de Tóquio está disponível em Blu-ray. O da Alemanha virá em Blu-ray 3D.

A mixagem das apresentações gravadas ao vivo foi feita em Hamburgo, na Alemanha, por Eike Freese e Alex Dietz. Eles tiveram a supervisão de ninguém menos que o baixista do Purple, Roger Glover.

De acordo com a banda, o show do Wacken Open Air foi filmado por nove câmeras de alta definição. A apresentação do Japão, por sua vez, foi captada com 12 câmeras HD.

06
maio
15

Whitesnake lança clipe de nova versão da clássica ‘Soldier Of Fortune’, presente no álbum que fará tributo ao Deep Purple

Whitesnake - Foto: DivulgaçãoO Whitesnake lançou no dia 5 de maio mais um clipe de uma música que estará presente no novo disco da banda britânica. O vídeo da vez é da clássica canção “Soldier Of Fortune”, originalmente gravada pelo Deep Purple nos Anos 70.

O nome do álbum novo é “The Purple Album”. Está previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

Tal qual a música “Stormbringer”, cujo clipe foi veiculado no fim de fevereiro pelo grupo no YouTube, e a canção “Burn”, que também foi vista aqui no Roque Reverso,  “Soldier Of Fortune” traz o Whitesnake dando uma repaginada em mais uma música das mais badaladas do Deep Purple.

Por este detalhe, não será todo fã que aprovará a nova versão. De maneira idêntica às outras músicas já conhecidas, um fator que chama muito a atenção é a voz diferente de David Coverdale. Para muitos, mostra claramente que a idade já está fazendo diferença na performance daquele que já foi considerado uma das maiores vozes do rock.

“The Purple Album” será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

As releituras são para músicas da fase que Coverdale, esteve no Deep Purple, entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

14
abr
15

Maior mala sem alça do rock, Ritchie Blackmore faz 70 anos

Ritchie Blackmore - Foto: DivulgaçãoRitchie Blackmore é um mala. Completa 70 anos neste dia 14 de abril de 2015 dedicando-se a alguma coisa próxima de música medieval com sua banda Blackmore’s Night. Dizem os desafetos que o ego do guitarrista é tão grande que ele e ele mesmo são incapazes de ocupar o mesmo ambiente por muito tempo. Não fosse por sua importância como pedra fundamental do heavy metal, pouca gente se importaria com ele. De verdade. E o problema (ou seria solução?) está justamente aí.

Ao longo das décadas em que dedicou-se ao Deep Purple, Blackmore criou alguns dos riffs mais marcantes da história do rock, a começar pelas eternas “Smoke on the Water” e “Highway Star”, em parceria com o tecladista Jon Lord. O que dizer então de “Burn”?

E não foi apenas à frente do Deep Purple que Ritchie Blackmore criou riffs inesquecíveis. Ele deixou a banda de 1974 para 1975 e fundou o Ritchie Blackmore’s Rainbow. Ao lado de Ronnie James Dio durante quase uma década, emplacou clássicos como “Man on the Silver Mountain” e “Long Live Rock’n’roll”.

Blackmore voltaria ao Deep Purple em 1984. E esse retorno resultou em nada mais nada menos que “Perfect Strangers”. Mas, se no estúdio e nos palcos Blackmore e Ian Gillan entrosavam-se perfeitamente, uma convivência civilizada entre ambos era algo praticamente impossível.

O guitarrista deixou o Deep Purple para nunca mais em 1994, mas não sem antes deixar para a posteridade “Anya” e “The Battle Rages On”.

É provável que o Deep Purple muito tenha ganhado em ambiente e boa convivência depois da saída definitiva de Blackmore, mas o fato coincidiu com uma seca criativa que hoje obriga os remanescentes da banda a fazerem shows caçaníqueis mundo a fora.

Os riffs de Blackmore hoje são milimétrica e magistralmente reproduzidos por Steve Morse, um brilhante virtuose da guitarra, mas que, no Deep Purple, acabou assombrado pelo fantasma de seu antecessor.

Só pra não passar batido o aniversário desse mala sem alça e sem rodinha, o Roque Reverso traz vídeos descolados no YouTube de “Burn”, “Woman From Tokyo” e “Mistreated”, com o Deep Purple, e “Long Live Rock’n’roll”, com o Rainbow.

25
mar
15

Whitesnake libera faixa ‘Burn’, presente no álbum novo que fará tributo ao Deep Purple

Whitesnake - Foto: DivulgaçãoO Whitesnake liberou no YouTube a faixa “Burn”, que estará presente no novo disco da banda “The Purple Album”, previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

Tal qual a música “Stormbringer”, cujo clipe foi veiculado no fim de fevereiro pelo grupo no YouTube, “Burn” traz o Whitesnake dando uma repaginada no clássico do Deep Purple e tende a fazer muita gente torcer o nariz, justamente porque mexe com algumas daquelas gravações sagradas do rock.

De imediato, dá para notar um tom mais grave das guitarras do que na tradicional faixa do Purple.

Outro detalhe é que o vocal de Coverdale, tal qual já foi observado em “Stormbringer” está diferente e, para muitos, mostra claramente que a idade já está fazendo diferença na performance daquele que já foi considerado uma das maiores vozes do rock.

“The Purple Album” será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

As releituras são para músicas da fase que Coverdale, esteve no Deep Purple, entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

Escute abaixo o Whistesnake tocando “Burn”:

21
mar
15

Clipe de ‘Stormbringer’ é o primeiro ligado a novo álbum do Whitesnake que faz tributo ao Deep Purple

"The Purple Album" - Reprodução da CapaO Whitesnake lançou recentemente o clipe da música “Stormbringer”. É o primeiro ligado ao novo disco “The Purple Album”, previsto para ser lançado no dia 15 de maio na Europa e no dia 19 do mesmo mês nos Estados Unidos.

No vídeo, postado no YouTube no fim de fevereiro, os fãs do Whitesnake já podem ver a participação do novo guitarrista Joel Hoekstra, anunciado em agosto de 2014 como substituto de Doug Aldrich, que deixou o grupo em maio.

“The Purple Album”, cuja capa pode ser vista ao lado, será o décimo segundo disco de estúdio do Whitesnake. Como o próprio título indica, é um trabalho que pretende trazer reeleituras feitas pelo Whitesnake de canções do lendário Deep Purple.

O detalhe é que as releituras são para músicas da fase que o vocalista do Whitesnake, David Coverdale, esteve no Deep Purple. Isso chegou a gerar críticas dos mais exigentes, que gostariam de algo diferente do óbvio e que chegaram a classificar a atitude de Coverdale & Cia como “caça-níquel”.

O vocalista esteve no Deep Purple entre 1973 e 1976. No grupo, ele cantou nos discos “Burn” (1974), “Stormbringer” (1974) e “Come Taste the Band” (1975).

“É um tributo. Uma homenagem”, disse Coverdale. “É um grande muito obrigado meu para o Deep Purple pela oportunidade que ganhei 40 nos atrás”, destacou.

No disco novo que faz o tributo ao Purple, o Whitesnake traz clássicos como a própria “Stormbringer”, “Burn”, “Soldier of Fortune”, “Might Just Take Your Life” e “Mistreated”, entre outras.

A versão em CD simples traz 13 músicas, mas uma edição de luxo que traz duas faixas bônus: “Lady Luck” e “Comin’ Home”. Os fãs ainda terão junto com o álbum um DVD com vídeos com os clipes de “Lady Double Dealer”, “Sail Away”, “Stormbringer” e “Soldier Of Fortune”, além de cenas por trás das gravações.

Veja abaixo o clipe do Whistesnake e a lista de faixas do disco novo:

Tracklist

1. Burn
2. You Fool No One
3. Love Child
4. Sail Away
5. The Gypsy
6. Lady Double Dealer
7. Mistreated
8. Holy Man
9. Might Just Take Your Life
10. You Keep On Moving
11. Soldier Of Fortune
12. Lay Down Stay Down
13. Stormbringer
14. Lady Luck (Bônus)
15. Comin Home (Bônus)

20
set
14

Deep Purple retornará ao Brasil em novembro para shows em 5 capitais

Deep Purple - Cartaz de Divulgação da Turnê SulAmericanaO Deep Purple voltará ao Brasil em novembro para tocar em cinco capitais do País. A lendária banda britânica fará shows em Brasília, Curitiba, São Paulo, Florianópolis e Porto Alegre.

O grupo está na turnê de divulgação do novo álbum “Now What?!”, que foi lançado em 2013 e sucedeu “Rapture of the Deep”, de 2005.

Com realização da produtora Mercury Concerts, passagem do Deep Purple pelo País começa em Brasília, no dia 7 de novembro, com uma apresentação no Net Live. No dia 9, a banda tocará no Master Hall, em Curitiba.

Em São Paulo, haverá duas apresentações no Espaço das Américas, nos dias 11 e 12, sendo que a da primeira data contará com a casa numa configuração de teatro e os ingressos serão limitados.

A quarta etapa da turnê será Florianópolis, no dia 14, no Devassa On Stage. O último show será feito no dia 15, em Porto Alegre, com uma apresentação no Auditório Araújo Viana.

Está será a décima primeira vinda do Deep Purple ao Brasil. O grupo já passou por aqui em 1991, 1997, 1999, 2000, 2003, 2005, 2006, 2008, 2009 e 2011. Da formação clássica do grupo, restam o lendário vocalista Ian Gillan, o baixista Roger Glover e o baterista Ian Paice. Há ainda o gênio Steve Morse, que assumiu o lugar de Ritchie Blackmore na guitarra em 1994, e o tecladista Don Airey, que assumiu o lugar do saudoso Jon Lord (que morreu em 2012) definitivamente em 2002.

Quanto aos ingressos, apenas os dos shows de São Paulo começaram a ser vendidos no site www.ingressorapido.com.br. Para as demais cidades, as datas de venda serão divulgadas em breve, mas as informações podem ser acompanhadas na página do Facebook da Mercury Concerts.

Os valores, no entanto, já são conhecidos para todos os locais. Em relação ao show de Brasília, o primeiro lote de ingressos inteiros para a Pista custa R$ 200,00. Para a Pista Premium e para o Camarote, saem por R$ 360,00 e R$ 700,00, respectivamente.

Para a apresentação em Curitiba, as entradas inteiras de primeiro lote para a Pista saem por R$ 200,00. Para a Pista Vip, elas custam R$ 300,oo. Para a Frente de Palco, o valor é de R$ 320,00.

Quanto aos shows de São Paulo, há os ingressos limitados para a configuração de teatro para a primeira data e os com o público tradicionalmente em pé para o segundo dia.

Para o show do dia 11 de novembro, a entrada de primeiro lote inteira para o Mezanino sai por R$ 380,00. Para os Setores K e L, o ingresso custa R$ 250,00. Quanto aos Setores H, I e J, o valor é de R$ 300,00. Para os Setores E, F e G, o fã pagará R$ 350,00. Em relação aos Setores A, B, C, D e Lateral, as entradas saem por R$ 400,00. Para o Setor Azul/Premium, o ingresso custa R$ 500,00. Para o Setor Azul/Super Premium, custa R$ 600,00.

Em relação à apresentação do dia 12 de novembro na capital paulista, a entrada inteira de primeiro lote para a Pista custa R$ 200,00. Para a Pista VIP e para o Mezanino, sai por R$ 400,00 e R$ 380,00, respectivamente.

Com relação ao show de Florianópolis, o ingresso inteiro em primeiro lote custa R$ 120,00 para a Pista. O valor para a Pista VIP é de R$ 170,00 e, para o Camarote é de R$ 230,00.

Finalmente, para a apresentação de Porto Alegre, o primeiro lote de entrada tem os seguintes valores para os seguintes setores: Plateia Gold (R$ 280,00), Plateia Baixa Central (R$ 250,00), Plateia Baixa Lateral (R$ 210,00), Plateia Alta Central (R$ 190,00) e Plateia Alta Lateral (R$ 160,00).

Para comemorar mais um retorno do Deep Purple ao Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a versão de “Hush” com Ian Gillan nos vocais. Depois, veja um vídeo ao vivo da banda tocando “Into the Fire”. Para fechar, um outro ao vivo, mas de “Fireball”.

17
set
14

30 anos do disco ‘Perfect Strangers’, do Deep Purple

"Perfect Strangers", reprodução da capaO início da segunda quinzena de setembro de 2014 compreende mais uma data de aniversário importante para o rock. Tudo porque o dia 16 de setembro marca os 30 anos do álbum “Perfect Strangers”, do lendário Deep Purple.

O disco é considerado um clássico muito mais pelo que representa do que pelas músicas gravadas, já que marcou o reencontro da formação clássica do Purple num álbum depois de 11 anos. Também foi o primeiro disco do grupo desde “Come Taste the Band”, de 1975.

A formação clássica em questão trazia simplesmente Ian Gillan nos vocais, Ritchie Blackmore  na guitarra, Jon Lord nos teclados, Roger Glover no baixo e Ian Paice na bateria.

Antes de “Perfect Strangers”, o último disco com esta formação havia sido “Who Do We Think We Are”, de 1973. Depois do álbum da década de 70, muita aconteceu com o Purple, como, por exemplo, a saída de Gillan para a entrada de David Coverdale nos vocais.

“Perfect Strangers” pode não conter uma penca de hits como outros álbuns do Purple, mas conseguiu armazenar simplesmente duas músicas indispensáveis da carreira da banda: a faixa título e “Knocking at Your Backdoor”.

É justamente “Knocking at Your Backdoor” que vem com tudo no início do disco, com uma introdução matadora de Jon Lord e uma melodia muito bem construída para os vocais de Ian Gillan.

Em “Under The Gun”, os teclados de Jon Lord que já apareciam brilhantemente na faixa anterior tomam conta de uma parte maior da música e dão uma roupagem até mais pop, com direito até a um trecho rápido de “Pomp and Circustance” (clássica marcha composta para orquestra por Edward Elgar) , mas sem perder a pegada.

O teclado de Lord vem novamente em “Nobody’s Home”, mas a guitarra de Blackmore aparece forte no riff e no solo, com uma perfeita sintonia em relação às batidas de Paice.

Em “Mean Streak”, as batidas de Paice ficam mais cadenciadas e o mais desavisado poderá confundir o jeitão da música com “School’s Out”, de Alice Cooper.

A quinta faixa é simplesmente “Perfect Strangers” e aí qualquer ser humano com um mínimo de bom gosto será obrigado a reconhecer que está diante de um clássico do rock.

Com uma introdução matadora e contagiante, além de um riff que gruda na cabeça, a música tem uma levada que simplesmente justifica o retorno do Deep Purple com sua formação clássica. Não por acaso, esta faixa ainda hoje é uma das mais comemoradas pelo publico quando é tocada ao vivo.

Depois de “Perfect Strangers”, fica difícil do grupo se superar nas faixas restantes do álbum. Em “A Gypsy’s Kiss”, até vale ouvir os solos intermináveis de Blackmore e Lord e a boa sintonia entre os dois nestes momentos. “Wasted Sunsets” e “Hungry Daze” estão longe da classificação ruim, mas ficam claramente abaixo das demais do disco.

A versão em CD e fita cassete do álbum continha a faixa extra “Not Responsible” . O álbum foi remasterizado e relançado no dia 22 de junho de 1999 com a faixa bônus instrumental “Son Of Alerik”. Ela havia sido anteriormente disponível como um B-side no single de “Perfect Strangers” em 1984.

Para comemorar os 30 anos do álbum, o Roque Reverso, é claro, descolou clipes no YouTube. Fique inicialmente com o megaclássico “Perfect Strangers”. Na sequência, fique com os vídeos de “Knocking at Your Backdoor” e “Nobody’s Home”.

05
set
14

DVD ao vivo do Deep Purple gravado com orquestra em Roma será lançado em outubro

Deep Purple - "Live in Verona" - Reprodução da CapaOs fãs do Deep Purple terão mais um item de colecionador para adquirir muito em breve. Tudo porque a gravadora e produtora Eagle Rock Entertainment lançará o DVD “Live in Verona” no dia 20 de outubro.

Também com previsão de lançamento em Blu-ray, o show da lendária banda de hard rock foi gravado em 2011 no anfiteatro Arena di Verona, localizado em Roma, na Itália.

Não bastasse a presença do Purple, a banda tem na apresentação a companhia da German Neue Philarmonic Orchestra.

O DVD tem duração de 115 minutos e conta com vários clássicos do grupo, como “Highway Star”, “Strange Kind Of Woman”, “Woman From Tokyo”, “When A Blind Man Cries”, “Knocking At Your Back Door”, “Lazy”, “Perfect Strangers”, “Space Truckin’” e “Smoke On The Water”.

No dia 4 de setembro, a Eagle Rock Entertainment liberou o clipe de “Space Truckin’” só para dar uma amostra do que virá no DVD ao vivo.

Rumores da internet apontam, por sinal, que o Deep Purple pode voltar a tocar no Brasil ainda este ano. No site oficial do grupo, não há, no entanto, confirmação deste retorno tão esperado pelos eternos fãs.

Veja abaixo o Deep Purple tocando tocando “Space Truckin’” em Roma:




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