Posts Tagged ‘Corey Taylor

20
jul
17

Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, é encontrado morto nos EUA

Chester Bennington - Foto: Divulgação Linkin Park/FioreChester Bennington, vocalista do Linkin Park, foi encontrado morto nesta quinta-feira, 20 de julho, em sua casa em Palos Verdes Estates, na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele tinha 41 anos de idade, era casado e deixou seis filhos.

De acordo com o site TMZ, Chester Bennington cometeu suicídio por enforcamento.

Segundo a publicação norte-americana, estas informações estão amparadas em fontes policiais norte-americanas.

O vocalista do Linkin Park lutou por anos contra o vício das drogas e do álcool. O próprio Bennington chegou a dizer em uma entrevista em 2016 que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

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26
out
16

Com disco recém-lançado, Korn anuncia volta ao Brasil para shows em abril de 2017

Reprodução da capa do disco "The Serenity Of Suffering", do KornO Korn lançou recentemente novo álbum e, nesta quarta-feira, 26 de outubro, confirmou que voltará ao Brasil em abril de 2017. Segundo a produtora Mercury Concerts, a banda norte-americana tocará em três cidades do País: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Na capital paulista, o grupo se apresentará no Espaço das Américas, no dia 19 de abril. Na capital paranaense, fará show no Live Curitiba, no dia 21 de abril. Na capital gaúcha, tocará no Pepsi on Stage, no dia 23 de abril.

A turnê faz parte da divulgação do álbum “The Serenity of Suffering”, cuja capa pode ser vista ao lado. É o décimo segundo álbum de estúdio do Korn.

O disco foi produzido por Nick Raskulinecz e lançado no dia 21 de outubro.

O trabalho conta com a participação especial de Corey Taylor (Slipknot) e marca o retorno do Korn à gravadora Roadrunner Records.

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01
out
15

Slipknot repete em SP script do Rock in Rio, rasga elogios ao público e faz Pista Vip se ajoelhar

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsDois dias depois de se apresentar e honrar o posto de headliner do Rock in Rio, o Slipknot tocou em São Paulo no domingo, 27 de setembro, na Arena Anhembi. Para um público que deu show de participação e ganhou elogios do vocalista Corey Taylor, o grupo norte-americano seguiu rigorosamente o script do festival realizado na capital fluminense e proporcionou, mais uma vez, uma apresentação intensa e vibrante, a ponto de conseguir a proeza de fazer a plateia que ocupava a eternamente criticada Pista Vip se ajoelhar durante a execução da música “Spit It Out”, no momento maior do show.

Os mascarados de Iowa não tocavam em São Paulo desde o Monsters of Rock de 2013, quando também foram atração principal numa das noites e fizeram uma ótima apresentação. Em 2015, havia atrativos adicionais ao show do Slipknot. Tudo porque a banda veio à capital paulista no ano seguinte ao lançamento recente do novo álbum da banda.

O disco “.5: The Gray Chapter” é o primeiro desde a morte do baixista Paul Gray e da saída do baterista Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

A banda de abertura do show em São Paulo foi o Mastodon, que também havia tocado dias antes no Rock in Rio. O grupo não conseguiu, porém, tocar todo o repertório planejado, em virtude de um forte temporal que caiu sobre a região do Anhembi. Com a forte chuva, a apresentação da banda de abertura durou cerca de 30 minutos.

Após o temporal, para sorte dos fãs dos Slipknot, a chuva parou de repente e não caiu uma gota sequer durante toda a apresentação dos mascarados. Tal qual o cenário visto no Rock in Rio, o palco fazia referência ao novo álbum. O set list foi idêntico ao do festival carioca e a entrega dos integrantes foi a mesma de sempre: total.

A banda fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. As duas são do novo álbum e foram recebidas por muitos gritos e vibração da plateia.

Note que este jornalista mencionou a existência da Pista Vip no primeiro parágrafo do texto e destacou que até o povo de lá se rendeu às peripécias do Slipknot. Se, em qualquer show, este Roque Reverso costuma criticar a Pista Vip, imagine numa apresentação de um grupo que causa um imenso frenesi do público.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

No caso do Slipknot, é um verdadeiro pecado a existência da Pista Vip. O Roque Reverso acompanhou o show de lá de maneira tranquila e tem até elogios à estrutura da chamada “Bud Zone”, que contava com uma ampla oferta de lanchonetes e bom atendimento ao público. Mas Slipknot é sinônimo de agitação, roda de mosh, energia, apocalipse…

Com uma grade separando o público, as rodas próximas ao palco eram bem menos expressivas do que se viu em apresentações anteriores, como a do Rock in Rio de 2015 e a do Monsters de 2013. Comparar então com o antológico show dos mascarados no inesquecível Rock in Rio de 2011 é uma covardia.

Seguindo o script do show de dias antes na capital fluminense, o Slipknot trouxe ao público as músicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Depois disso, mesclou canções do disco novo, com destaque novamente para a boa “The Devil in I”, com outros clássicos.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

Interessante notar que o vocalista Corey Taylor se surpreendeu com a reação positiva da plateia paulistana. Em dado momento do show, ele disse que o show do Anhembi (apesar de não contar nem com a metade dos 85 mil presentes do Rock in Rio 2015) tinha um público muito mais barulhento.

A declaração de Taylor levou os fãs à loucura e fez com que o público soltasse um “Chupa, Rock in Rio! Chupa, Rock in Rio”. Taylor disse que não fazia a “mínima ideia” do que aquilo significava, mas que concordava.

Com o público na mão, Corey e o Slipknot continuaram o desfile apocalíptico no Anhembi. Os hits “Before I Forget” e “Duality” foram, como sempre, momentos altíssimos do show e foram cantados do começo ao fim pela plateia emocionada.

Com a Pista Vip, a imensa roda que se costuma formar em “Duality” não se repetiu com a mesma magnitude nas proximidades do palco. Havia uma galera que até tentou algo mais expressivo, mas havia um povo que estava mais preocupado em curtir, pular e vibrar, sem um cenário de caos. Muitas meninas presentes também chamaram a atenção pela quantidade, o que também foi bastante bacana, pois show com muito marmanjo feio (pleonasmo) é um porre.

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“Spit It Out” foi sem dúvida o maior momento da apresentação no Anhembi. Como sempre faz na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado (ou de joelhos, como já dissemos), para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

Foi simplesmente impressionante novamente ver o poder que a banda possui quando todos os presentes ficaram agachados. Mesmo os fãs mais velhos, mais gordos ou mais tímidos entraram na brincadeira e, quando o sinal de “jumpdafuckup” foi dado, aí sim, praticamente o Anhembi inteiro pulou.

No bis, as mesmas faixas matadoras do Rock in Rio 2015. Primeiro, a aterrorizante introdução de “742617000027”. Na sequência, o Slipknot mandou ver com “(sic)”, “People = Shit” e “Surfacing”.

Do mesmo jeito que dissemos na resenha do show do Rock in Rio, chamou a atenção a performance do novo baterista Jay Weinberg. Não houve a bateria giratória dos tempos de Joey Jordison, mas ele mostrou a todos que tem competência para assumir o importante posto no Slipknot.

Durante o show, não bastasse Corey Taylor dizer que a apresentação de São Paulo tinha sido a mais barulhenta que a do festival carioca, o sujeito afirmou que o evento em terras paulistas estava no Top 3 do Slipknot na turnê. O público, claro, pirou.

O saldo final da apresentação foi extremamente positivo. Mais uma vez, o grupo provou que continua no momento entre os principais expoentes do heavy metal mundial e que tem ainda muito a proporcionar para os fãs.

Para relembrar o show do Slipknot na Arena Anhembi, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com “Duality”. Depois, veja um trecho de “Spit It Out” com a galera ficando agachada e entrando na brincadeira da banda. Na sequência, assista um vídeo com “(sic)”. Para fechar uma gravação especial feita pelo baterista do Worst, Fernando Schaefer, que traz nada menos que exclusivamente o baterista Jay Weinberg, detonando nas músicas “People=Shit” e “Surfacing” bem na hora do bis!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

26
set
15

Agora headliner, Slipknot fez o show mais intenso, vibrante e insano do Rock in Rio 2015

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Redação RЯ 

Depois de entrar para a história do Rock in Rio em 2011, quando fez um show antológico, o Slipknot voltou em 2015 merecidamente como headliner e honrou a condição de atração principal do dia 25 de setembro na capital fluminense. Com uma apresentação que também não será esquecida pelos fãs, o grupo norte-americano de Iowa fez o show mais intenso, vibrante e insano do evento.

Desde já, o Roque Reverso avisa que não há comparação com aquela noite de 2011.

Naquela apresentação, o público era maior (100 mil pessoas contra 85 mil de 2015), a banda voltava a um evento imenso um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray e contava com o baterista Joey Jordison, um dos melhores do heavy metal.

Além disso, todo o frenesi que tomou conta da Cidade do Rock superou os limites do mundo metálico e virou assunto no dia seguinte até entre os que não gostam de música pesada. Ajudou para a discussão o fato de a famigerada Rede Globo (que compra os direitos dos eventos e não dá a cobertura correta) transmitir o show na íntegra para todo o Brasil em TV aberta. Desta vez, passou a maioria do show em VT porque estava transmitindo final de novela e restou aos fãs o canal fechado Multishow ou a internet.

Em 2015, o grande atrativo adicional ao show do Slipknot no Rock in Rio foi o lançamento recente do novo álbum da banda. O disco “.5: The Gray Chapter”, de 2014, é o primeiro desde a morte de Paul Gray e da saída de Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

O Roque Reverso, infelizmente, não esteve presente em carne e osso na Cidade do Rock (estará na Arena Anhembi em SP no dia 27 de setembro), mas acompanhou todos os detalhes do grande show dos mascarados pelos diversos meios possíveis.

Mudanças interessantes em relação a 2011 foram vistas: além das máscaras diferentes e dos novos membros (Alessandro Venturella no baixo e Jay Weinberg na bateria), o palco bem elaborado e com uma série de efeitos também chamou demais a atenção.

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Fernando SchlaepfeSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Depois de grande ansiedade da plateia, o Slipknot fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. Ambas são do novo álbum e, automaticamente, geraram na Pista do Rock in Rio aquele tradicional efeito de abertura de rodas e mais rodas de mosh.

Para manter o delírio do público, a banda trouxe as já clássicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Daí em diante, mesclou faixas do novo álbum, como a boa “The Devil in I”, com outros sucessos mais conhecidos.

Em diversos momentos da apresentação, o ótimo vocalista Corey Taylor conversou com a plateia. Chamou o público de “família” e tratou todos com o devido respeito que um grande frontman deve fazer. Antes de cantar o hit “Before I Forget”, por exemplo, ele discursou sobre o preconceito idiota que a sociedade historicamente possui em relação ao heavy metal.

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Após “Sulfur”, Taylor pediu para o público cantar um “Parabéns a Você” para o percussionista (que usa a máscara de palhaço) Shawn Crahan, que fez aniversário recentemente. No clássico “Duality”, o Slipknot fez o estardalhaço de sempre e até soltou papel picado sobre o público, mas, diferente de 2011, quando deu nada menos que dois stage divings matadores, o DJ Sid Wilson ficou um pouco mais comportado.

Mantendo a tradição, o Slipknot tocou “Spit It Out”, e, na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado, para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

No Bis, três faixas matadoras. Depois da introdução de “742617000027”, a banda tocou “(sic)”. No fim, o público se esgoelou com “People = Shit” e “Surfacing”, que, diferente de 2011, não teve a bateria giratória.

Vale destacar que, a despeito de toda a qualidade e importância do ex-baterista Joey Jordison, o novo ocupante do posto, Jay Weinberg, foi um dos pontos altos do show. Impressionou pela pegada e não ficou devendo em nenhuma oportunidade durante a apresentação.

Para relembrar os grandes momentos do ótimo show do Slipknot no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Psychosocial”. Depois, veja “Before I Forget”, “Duality” e “(sic)”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

24
ago
14

Slipknot libera mais uma música do novo álbum

Slipknot - Foto: DivulgaçãoO Slipknot liberou mais uma música de seu novo álbum, que ainda não tem nome tampouco data de lançamento. “The Devil In I” traz o grupo norte-americano de Iowa de uma maneira um pouco menos pesada que “The Negative One”, a primeira música liberada do disco.

No início, a faixa nova traz uma levada que empolga bastante e ameaça ser algo arrebatador. Na sequência, porém, os vocais de Corey Taylor são mais limpos do que a maioria das faixas do Slipknot.

Muitos dos fãs mais exigentes acabaram lembrando, com a sequência da música, o outro grupo do vocalista, o Stone Sour, que tem uma proposta menos pesada.

Quem já havia escutado “The Negative One”, uma verdadeira paulada na cabeça, imaginava que o disco novo do Slipknot seria assim do começo ao fim, mas, agora, dá para perceber que nem tudo será ultrapesado.

“The Negative One” e “The Devil In I” são os primeiros sons oficiais do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Escute abaixo mais uma música do Slipknot:

05
ago
14

Slipknot lança clipe da música ‘The Negative One’

Poucos dias depois de causar um verdadeiro frenesi entre os fãs com o lançamento da faixa “The Negative One”, o Slipknot voltou a atacar. Desta vez, a banda norte-americana de Iowa liberou no YouTube o clipe oficial da mesma faixa, que é a primeira do grupo em seis anos.

A direção do vídeo é de Shawn Crahan. A edição ficou por conta de Dan O’Sullivan. A direção de fotografia é de Sing Howe Yam.

Para quem não gosta de algumas cenas bizarras ou chocantes, é melhor nem assistir.

Vale lembrar que, se o Slipknot quisesse ser uma banda comum e sem expressão, não faria o uso das famosas marcas e adotaria um som bem menos pesado.

Quem já havia escutado “The Negative One” percebeu que a música é bastante rápida e pesada, uma verdadeira paulada na cabeça.

É o primeiro som oficial do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

Também é uma bela amostra do que os fãs podem esperar no novo disco do grupo, ainda sem nome e data de lançamento.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Há expectativa também do anúncio do novo baterista do Slipknot, de novas máscaras e de novas roupas dos integrantes do grupo.

Veja abaixo o novo clipe do Slipknot:

01
ago
14

Slipknot libera a primeira música em 6 anos e dá pistas sobre novo álbum

Depois de muito suspense, finalmente o Slipknot liberou uma nova música para os fãs. “The Negative One” é a primeira faixa da banda mascarada norte-americana de Iowa em seis anos.

Pesada e bastante rápida, a música é uma amostra do que os fãs podem esperar no novo álbum do grupo, ainda sem nome e data de lançamento.

“The Negative One” é o primeiro som oficial do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Há expectativa também do anúncio do novo baterista do Slipknot, de novas máscaras e de novas roupas dos integrantes do grupo.

Depois da informação de Taylor, o site da banda passou a veicular teasers durante vários dias com detalhes e muito suspense sobre algo novo. No primeiro dia de agosto, veio a confirmação da faixa nova.

Você pode ouvi-la abaixo ou, se preferir, no próprio site do Slipknot.




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

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Curtas do Roque Reverso -> Para você que está pensando em ir ao aguardado show que o Greta Van Fleet realizará em São Paulo na Audio, uma notícia nada boa: os ingressos estão já no terceiro lote e saltaram do valor inicial de R$ 220,00 (https://roquereverso.com/2019/02/04/greta-van-fleet-snow-patrol-e-outras-bandas-tocarao-nas-lolla-parties-em-sp/) para inacreditáveis R$ 320,00 (inteira). Integrantes da equipe do Roque Reverso se deslocaram por volta das 13h30 (horário de Brasília) deste sábado, 9 de fevereiro, ao longínquo Credicard Hall, na zona sul da capital paulista, e tiveram esta nada agradável "surpresa", ao tentar fugir das famigeradas taxas de conveniência e entrega. Obviamente, como não temos carteirinha de estudante (e não adotamos mecanismos fora dos meios legais para adqui-la), como não existe facilidade alguma (como parcelamento ou coisa parecida) e como tivemos a sensação de "assalto", decidimos não comprar. Tudo porque há uma linha divisória clara entre ser fã de uma banda e ser trouxa. Sabemos que o Greta Van Fleet é uma ótima banda, que é uma promessa cada vez mais clara de algo bom e duradouro para o rock n' roll e que, muito provavelmente, vai ganhar um ou mais prêmios Grammy na cerimônia do domingo, nos Estados Unidos. Mas os organizadores de shows brasileiros vêm abusando demais em relação aos preços de ingressos de quem só pode pagar entrada inteira.Resta a cada fã se sujeitar ou não a estes abusos. Com este caso relatado e com as últimas negativas de credenciais de imprensa que o Roque Reverso vem recebendo da assessoria de imprensa da Time For Fun (suspeitamos de retaliação por fazermos nossas habituais criticas jornalísticas nas resenhas de shows), é muito provável que este veículo de imprensa fique fora das coberturas dos shows do Greta Van Fleet, tanto do Lollapalooza Brasil, como do show na Audio pelas Lolla Parties. É muito triste especialmente para nós, que fomos um dos primeiros veículos brasileiros a falar da banda e o primeiro do País a publicar uma entrevista exclusiva com os integrantes. Não desistiremos tão fácil de ir, mas avisamos nossos queridos leitores do ocorrido. #roquereverso #gretavanfleet

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