Posts Tagged ‘Corey Taylor

19
ago
20

Corey Taylor, vocalista do Slipknot, lança clipe de música de seu primeiro álbum solo

O vocalista do Slipknot, Corey Taylor, lançou nesta quarta-feira, 19 de agosto, o clipe da música “Black Eyes Blue”. É uma amostra do primeiro álbum solo que chegará aos fãs no último trimestre de 2020.

“CMFT”, que é uma abreviação de “Corey Mother Fucking Taylor”, é o nome do disco, que será  lançado mundialmente em 2 de outubro pela Roadrunner Records.

Taylor, que também é vocalista do Stone Sour, finalmente se arriscou com um trabalho solo, sem deixar as bandas de longa data de lado.

O clipe de “Black Eyes Blue” contou com direção de DJay Brawner.

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20
jul
17

Chester Bennington, vocalista do Linkin Park, é encontrado morto nos EUA

Chester Bennington - Foto: Divulgação Linkin Park/FioreChester Bennington, vocalista do Linkin Park, foi encontrado morto nesta quinta-feira, 20 de julho, em sua casa em Palos Verdes Estates, na Califórnia, nos Estados Unidos. Ele tinha 41 anos de idade, era casado e deixou seis filhos.

De acordo com o site TMZ, Chester Bennington cometeu suicídio por enforcamento.

Segundo a publicação norte-americana, estas informações estão amparadas em fontes policiais norte-americanas.

O vocalista do Linkin Park lutou por anos contra o vício das drogas e do álcool. O próprio Bennington chegou a dizer em uma entrevista em 2016 que já havia pensado em suicídio porque foi abusado quando criança, por um homem mais velho.

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26
out
16

Com disco recém-lançado, Korn anuncia volta ao Brasil para shows em abril de 2017

Reprodução da capa do disco "The Serenity Of Suffering", do KornO Korn lançou recentemente novo álbum e, nesta quarta-feira, 26 de outubro, confirmou que voltará ao Brasil em abril de 2017. Segundo a produtora Mercury Concerts, a banda norte-americana tocará em três cidades do País: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Na capital paulista, o grupo se apresentará no Espaço das Américas, no dia 19 de abril. Na capital paranaense, fará show no Live Curitiba, no dia 21 de abril. Na capital gaúcha, tocará no Pepsi on Stage, no dia 23 de abril.

A turnê faz parte da divulgação do álbum “The Serenity of Suffering”, cuja capa pode ser vista ao lado. É o décimo segundo álbum de estúdio do Korn.

O disco foi produzido por Nick Raskulinecz e lançado no dia 21 de outubro.

O trabalho conta com a participação especial de Corey Taylor (Slipknot) e marca o retorno do Korn à gravadora Roadrunner Records.

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01
out
15

Slipknot repete em SP script do Rock in Rio, rasga elogios ao público e faz Pista Vip se ajoelhar

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsDois dias depois de se apresentar e honrar o posto de headliner do Rock in Rio, o Slipknot tocou em São Paulo no domingo, 27 de setembro, na Arena Anhembi. Para um público que deu show de participação e ganhou elogios do vocalista Corey Taylor, o grupo norte-americano seguiu rigorosamente o script do festival realizado na capital fluminense e proporcionou, mais uma vez, uma apresentação intensa e vibrante, a ponto de conseguir a proeza de fazer a plateia que ocupava a eternamente criticada Pista Vip se ajoelhar durante a execução da música “Spit It Out”, no momento maior do show.

Os mascarados de Iowa não tocavam em São Paulo desde o Monsters of Rock de 2013, quando também foram atração principal numa das noites e fizeram uma ótima apresentação. Em 2015, havia atrativos adicionais ao show do Slipknot. Tudo porque a banda veio à capital paulista no ano seguinte ao lançamento recente do novo álbum da banda.

O disco “.5: The Gray Chapter” é o primeiro desde a morte do baixista Paul Gray e da saída do baterista Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

A banda de abertura do show em São Paulo foi o Mastodon, que também havia tocado dias antes no Rock in Rio. O grupo não conseguiu, porém, tocar todo o repertório planejado, em virtude de um forte temporal que caiu sobre a região do Anhembi. Com a forte chuva, a apresentação da banda de abertura durou cerca de 30 minutos.

Após o temporal, para sorte dos fãs dos Slipknot, a chuva parou de repente e não caiu uma gota sequer durante toda a apresentação dos mascarados. Tal qual o cenário visto no Rock in Rio, o palco fazia referência ao novo álbum. O set list foi idêntico ao do festival carioca e a entrega dos integrantes foi a mesma de sempre: total.

A banda fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. As duas são do novo álbum e foram recebidas por muitos gritos e vibração da plateia.

Note que este jornalista mencionou a existência da Pista Vip no primeiro parágrafo do texto e destacou que até o povo de lá se rendeu às peripécias do Slipknot. Se, em qualquer show, este Roque Reverso costuma criticar a Pista Vip, imagine numa apresentação de um grupo que causa um imenso frenesi do público.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

No caso do Slipknot, é um verdadeiro pecado a existência da Pista Vip. O Roque Reverso acompanhou o show de lá de maneira tranquila e tem até elogios à estrutura da chamada “Bud Zone”, que contava com uma ampla oferta de lanchonetes e bom atendimento ao público. Mas Slipknot é sinônimo de agitação, roda de mosh, energia, apocalipse…

Com uma grade separando o público, as rodas próximas ao palco eram bem menos expressivas do que se viu em apresentações anteriores, como a do Rock in Rio de 2015 e a do Monsters de 2013. Comparar então com o antológico show dos mascarados no inesquecível Rock in Rio de 2011 é uma covardia.

Seguindo o script do show de dias antes na capital fluminense, o Slipknot trouxe ao público as músicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Depois disso, mesclou canções do disco novo, com destaque novamente para a boa “The Devil in I”, com outros clássicos.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

Interessante notar que o vocalista Corey Taylor se surpreendeu com a reação positiva da plateia paulistana. Em dado momento do show, ele disse que o show do Anhembi (apesar de não contar nem com a metade dos 85 mil presentes do Rock in Rio 2015) tinha um público muito mais barulhento.

A declaração de Taylor levou os fãs à loucura e fez com que o público soltasse um “Chupa, Rock in Rio! Chupa, Rock in Rio”. Taylor disse que não fazia a “mínima ideia” do que aquilo significava, mas que concordava.

Com o público na mão, Corey e o Slipknot continuaram o desfile apocalíptico no Anhembi. Os hits “Before I Forget” e “Duality” foram, como sempre, momentos altíssimos do show e foram cantados do começo ao fim pela plateia emocionada.

Com a Pista Vip, a imensa roda que se costuma formar em “Duality” não se repetiu com a mesma magnitude nas proximidades do palco. Havia uma galera que até tentou algo mais expressivo, mas havia um povo que estava mais preocupado em curtir, pular e vibrar, sem um cenário de caos. Muitas meninas presentes também chamaram a atenção pela quantidade, o que também foi bastante bacana, pois show com muito marmanjo feio (pleonasmo) é um porre.

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“Spit It Out” foi sem dúvida o maior momento da apresentação no Anhembi. Como sempre faz na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado (ou de joelhos, como já dissemos), para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

Foi simplesmente impressionante novamente ver o poder que a banda possui quando todos os presentes ficaram agachados. Mesmo os fãs mais velhos, mais gordos ou mais tímidos entraram na brincadeira e, quando o sinal de “jumpdafuckup” foi dado, aí sim, praticamente o Anhembi inteiro pulou.

No bis, as mesmas faixas matadoras do Rock in Rio 2015. Primeiro, a aterrorizante introdução de “742617000027”. Na sequência, o Slipknot mandou ver com “(sic)”, “People = Shit” e “Surfacing”.

Do mesmo jeito que dissemos na resenha do show do Rock in Rio, chamou a atenção a performance do novo baterista Jay Weinberg. Não houve a bateria giratória dos tempos de Joey Jordison, mas ele mostrou a todos que tem competência para assumir o importante posto no Slipknot.

Durante o show, não bastasse Corey Taylor dizer que a apresentação de São Paulo tinha sido a mais barulhenta que a do festival carioca, o sujeito afirmou que o evento em terras paulistas estava no Top 3 do Slipknot na turnê. O público, claro, pirou.

O saldo final da apresentação foi extremamente positivo. Mais uma vez, o grupo provou que continua no momento entre os principais expoentes do heavy metal mundial e que tem ainda muito a proporcionar para os fãs.

Para relembrar o show do Slipknot na Arena Anhembi, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com “Duality”. Depois, veja um trecho de “Spit It Out” com a galera ficando agachada e entrando na brincadeira da banda. Na sequência, assista um vídeo com “(sic)”. Para fechar uma gravação especial feita pelo baterista do Worst, Fernando Schaefer, que traz nada menos que exclusivamente o baterista Jay Weinberg, detonando nas músicas “People=Shit” e “Surfacing” bem na hora do bis!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

26
set
15

Agora headliner, Slipknot fez o show mais intenso, vibrante e insano do Rock in Rio 2015

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Redação RЯ 

Depois de entrar para a história do Rock in Rio em 2011, quando fez um show antológico, o Slipknot voltou em 2015 merecidamente como headliner e honrou a condição de atração principal do dia 25 de setembro na capital fluminense. Com uma apresentação que também não será esquecida pelos fãs, o grupo norte-americano de Iowa fez o show mais intenso, vibrante e insano do evento.

Desde já, o Roque Reverso avisa que não há comparação com aquela noite de 2011.

Naquela apresentação, o público era maior (100 mil pessoas contra 85 mil de 2015), a banda voltava a um evento imenso um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray e contava com o baterista Joey Jordison, um dos melhores do heavy metal.

Além disso, todo o frenesi que tomou conta da Cidade do Rock superou os limites do mundo metálico e virou assunto no dia seguinte até entre os que não gostam de música pesada. Ajudou para a discussão o fato de a famigerada Rede Globo (que compra os direitos dos eventos e não dá a cobertura correta) transmitir o show na íntegra para todo o Brasil em TV aberta. Desta vez, passou a maioria do show em VT porque estava transmitindo final de novela e restou aos fãs o canal fechado Multishow ou a internet.

Em 2015, o grande atrativo adicional ao show do Slipknot no Rock in Rio foi o lançamento recente do novo álbum da banda. O disco “.5: The Gray Chapter”, de 2014, é o primeiro desde a morte de Paul Gray e da saída de Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

O Roque Reverso, infelizmente, não esteve presente em carne e osso na Cidade do Rock (estará na Arena Anhembi em SP no dia 27 de setembro), mas acompanhou todos os detalhes do grande show dos mascarados pelos diversos meios possíveis.

Mudanças interessantes em relação a 2011 foram vistas: além das máscaras diferentes e dos novos membros (Alessandro Venturella no baixo e Jay Weinberg na bateria), o palco bem elaborado e com uma série de efeitos também chamou demais a atenção.

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Fernando SchlaepfeSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Depois de grande ansiedade da plateia, o Slipknot fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. Ambas são do novo álbum e, automaticamente, geraram na Pista do Rock in Rio aquele tradicional efeito de abertura de rodas e mais rodas de mosh.

Para manter o delírio do público, a banda trouxe as já clássicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Daí em diante, mesclou faixas do novo álbum, como a boa “The Devil in I”, com outros sucessos mais conhecidos.

Em diversos momentos da apresentação, o ótimo vocalista Corey Taylor conversou com a plateia. Chamou o público de “família” e tratou todos com o devido respeito que um grande frontman deve fazer. Antes de cantar o hit “Before I Forget”, por exemplo, ele discursou sobre o preconceito idiota que a sociedade historicamente possui em relação ao heavy metal.

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Após “Sulfur”, Taylor pediu para o público cantar um “Parabéns a Você” para o percussionista (que usa a máscara de palhaço) Shawn Crahan, que fez aniversário recentemente. No clássico “Duality”, o Slipknot fez o estardalhaço de sempre e até soltou papel picado sobre o público, mas, diferente de 2011, quando deu nada menos que dois stage divings matadores, o DJ Sid Wilson ficou um pouco mais comportado.

Mantendo a tradição, o Slipknot tocou “Spit It Out”, e, na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado, para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

No Bis, três faixas matadoras. Depois da introdução de “742617000027”, a banda tocou “(sic)”. No fim, o público se esgoelou com “People = Shit” e “Surfacing”, que, diferente de 2011, não teve a bateria giratória.

Vale destacar que, a despeito de toda a qualidade e importância do ex-baterista Joey Jordison, o novo ocupante do posto, Jay Weinberg, foi um dos pontos altos do show. Impressionou pela pegada e não ficou devendo em nenhuma oportunidade durante a apresentação.

Para relembrar os grandes momentos do ótimo show do Slipknot no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Psychosocial”. Depois, veja “Before I Forget”, “Duality” e “(sic)”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

24
ago
14

Slipknot libera mais uma música do novo álbum

Slipknot - Foto: DivulgaçãoO Slipknot liberou mais uma música de seu novo álbum, que ainda não tem nome tampouco data de lançamento. “The Devil In I” traz o grupo norte-americano de Iowa de uma maneira um pouco menos pesada que “The Negative One”, a primeira música liberada do disco.

No início, a faixa nova traz uma levada que empolga bastante e ameaça ser algo arrebatador. Na sequência, porém, os vocais de Corey Taylor são mais limpos do que a maioria das faixas do Slipknot.

Muitos dos fãs mais exigentes acabaram lembrando, com a sequência da música, o outro grupo do vocalista, o Stone Sour, que tem uma proposta menos pesada.

Quem já havia escutado “The Negative One”, uma verdadeira paulada na cabeça, imaginava que o disco novo do Slipknot seria assim do começo ao fim, mas, agora, dá para perceber que nem tudo será ultrapesado.

“The Negative One” e “The Devil In I” são os primeiros sons oficiais do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Escute abaixo mais uma música do Slipknot:

05
ago
14

Slipknot lança clipe da música ‘The Negative One’

Poucos dias depois de causar um verdadeiro frenesi entre os fãs com o lançamento da faixa “The Negative One”, o Slipknot voltou a atacar. Desta vez, a banda norte-americana de Iowa liberou no YouTube o clipe oficial da mesma faixa, que é a primeira do grupo em seis anos.

A direção do vídeo é de Shawn Crahan. A edição ficou por conta de Dan O’Sullivan. A direção de fotografia é de Sing Howe Yam.

Para quem não gosta de algumas cenas bizarras ou chocantes, é melhor nem assistir.

Vale lembrar que, se o Slipknot quisesse ser uma banda comum e sem expressão, não faria o uso das famosas marcas e adotaria um som bem menos pesado.

Quem já havia escutado “The Negative One” percebeu que a música é bastante rápida e pesada, uma verdadeira paulada na cabeça.

É o primeiro som oficial do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

Também é uma bela amostra do que os fãs podem esperar no novo disco do grupo, ainda sem nome e data de lançamento.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Há expectativa também do anúncio do novo baterista do Slipknot, de novas máscaras e de novas roupas dos integrantes do grupo.

Veja abaixo o novo clipe do Slipknot:

01
ago
14

Slipknot libera a primeira música em 6 anos e dá pistas sobre novo álbum

Depois de muito suspense, finalmente o Slipknot liberou uma nova música para os fãs. “The Negative One” é a primeira faixa da banda mascarada norte-americana de Iowa em seis anos.

Pesada e bastante rápida, a música é uma amostra do que os fãs podem esperar no novo álbum do grupo, ainda sem nome e data de lançamento.

“The Negative One” é o primeiro som oficial do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2013.

O provável novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Nos últimos meses, o vocalista da banda, Corey Taylor, vem dando pistas sobre o lançamento do disco. Em julho, chegou a afirmar à imprensa que o álbum já estava “98% pronto” e que os fãs ganhariam algo realmente marcante.

Há expectativa também do anúncio do novo baterista do Slipknot, de novas máscaras e de novas roupas dos integrantes do grupo.

Depois da informação de Taylor, o site da banda passou a veicular teasers durante vários dias com detalhes e muito suspense sobre algo novo. No primeiro dia de agosto, veio a confirmação da faixa nova.

Você pode ouvi-la abaixo ou, se preferir, no próprio site do Slipknot.

28
mar
14

Divulgada a gravação de Corey Taylor, do Slipknot, da música ‘Rainbow In The Dark’

Corey TaylorComeçaram a ser divulgadas as músicas do álbum “This Is Your Life”, que terá grandes nomes do rock pesado tocando clássicos do grande Ronnie James Dio. Uma das primeiras foi a faixa “Rainbow In The Dark”, gravada pelo vocalista Corey Taylor, do Slipknot e do Stone Sour.

Na música, que deverá agradar a maioria dos fãs de Dio, Taylor está acompanhado do guitarrista Christian Martucci e do baterista Roy Mayorga, ambos do Stone Sour, além do guitarrista Satchel (do Steel Panther) e do baixista Jason Christopher.

Conforme mostrou o Roque Reverso no início de fevereiro, o álbum terá 13 músicas.

Estará disponível ao público no dia 1º de abril pela gravadora Rhino. Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford e Glenn Hughes são outros nomes de peso que participarão do tributo ao vocalista morto em 2010.

“This Is Your Life” conta com a produção da esposa Wendy Dio e ainda arrecadará fundos para o Ronnie James Dio Stand Up And Shout Cancer Fund, que ajuda pessoas com a mesma doença que matou o vocalista.

Escute abaixo a faixa “Rainbow In The Dark”, com Corey Taylor:

 

07
fev
14

Tributo a Dio reúne Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford & Cia


Ronnie James Dio é um nome que jamais será esquecido no heavy metal e, justamente, por isso, não há surpresa com os diversos tributos que tendem a ser feitos ao vocalista morto em 2010. No mais novo deles, uma verdadeira seleção de grandes nomes do lado mais pesado do rock estará presente.

Metallica, Motörhead, Anthrax, Scorpions, Rob Halford e Glenn Hughes são só alguns deles. E geram toda uma expectativa de que algo de qualidade foi feito.

Denominado “This Is Your Life”, o álbum terá 13 músicas. Estará disponível no dia 1º de abril pela gravadora Rhino. Uma versão digital também será disponibilizada ao público.

O disco, que conta com a produção da esposa Wendy Dio ainda arrecadará fundos para o Ronnie James Dio Stand Up And Shout Cancer Fund, que ajuda pessoas com a mesma doença que matou o vocalista.

As músicas do disco cobrem as diversas fases da carreira de Dio, como as passagens pelo Black Sabbath, pelo Rainbow e pela própria banda Dio. Rob Halford, por exemplo, juntou-se a parceiros frequentes de Dio, como Vinny Appice, para participar em “Man On The Silver Mountain”.

Há coisas megaespeciais também, como a música “Ronnie Rising Medley”, que tem 9 minutos de Metallica destacando a fase Rainbow, com a combinação das músicas “A Light In The Black”, “Tarot Woman”, “Stargazer” e “Kill The King”.

O Scorpions fez também uma versão de “Temple Of The King”. O Motörhead, por sua vez, juntou-se ao vocalista Biff Byford do Saxon em “Starstruck”.

O Anthrax vem com a fase de Dio no Black Sabbath, com uma versão de “Neon Knights”. O próprio Dio encerra o tributo com “This Is Your Life”, originalmente lançada no álbum “Angry Machines” (1996), da banda Dio.

O fã de heavy metal, portanto, tem tudo para se deliciar com tal tributo. Veja abaixo a lista de faixas e todos os participantes do álbum:

1- “Neon Knights” –  Anthrax *
2- “The Last In Line” – Tenacious D*
3- “The Mob Rules” – Adrenaline Mob
4- “Rainbow In The Dark” – Corey Taylor, Roy Mayorga, Satchel, Christian Martucci, Jason Christopher*
5- “Straight Through The Heart” – Halestorm*
6- “Starstruck” – Motörhead com Biff Byfford*
7- “Temple Of The King” – Scorpions*
8- “Egypt (The Chains Are On)” – Doro
9- “Holy Diver” – Killswitch Engage
10- “Catch The Rainbow” – Glenn Hughes, Simon Wright, Craig Goldy, Rudy Sarzo, Scott Warren*
11- “I” – Oni Logan, Jimmy Bain, Rowan Robertson, Brian Tichy*
12- “Man On The Silver Mountain” – Rob Halford, Vinny Appice, Doug Aldrich, Jeff Pilson, Scott Warren*
13- “Ronnie Rising Medley” (com “A Light In The Black”, “Tarot Woman”, “Stargazer”, “Kill The King”) – Metallica*
14- “This Is Your Life” – Dio

* Faixa nunca lançada antes

31
out
13

Slipknot trouxe show viciante e de impacto ao Monsters of Rock e prometeu voltar a SP

Quem já conseguiu ver algum show do Slipknot na vida, provavelmente, concordará que passou por uma situação intrigante: ficou viciado na apresentação do grupo. Foi por causa deste detalhe que o Roque Reverso, depois de ter assistido à performance brutal dos famosos mascarados no Rock in Rio de 2011, acompanhou a banda no Monsters of Rock de 2013. Headliner do dia 19 de outubro do festival paulistano, o grupo despertou grande interesse e levou uma legião de fãs à Arena Anhembi. O saldo final foi mais um show de impacto e a promessa de uma volta à capital paulista, segundo as palavras do ótimo vocalista Corey Taylor.

Após as boas apresentações do Limp Bizkit e do Korn, a preparação do palco do Slipknot deixou o público ainda mais ansioso. Para a curiosidade aumentar, um enorme pano foi colocado para esconder os detalhes. E este pano caindo ao chão marcou o início de mais uma avassaladora performance dos mascarados no Brasil.

Um fator interessante para quem já tinha visto o grupo no Rock in Rio é que a apresentação no Monsters não era uma mera cópia da verificada na capital fluminense em 2011. A começar pelas roupas dos integrantes: brancas, em vez do uniforme vermelho. Outro detalhe foi a própria música que abriu o show: “Disasterpiace”, do álbum “Iowa”, de 2001, em vez de “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. Para completar, uma quantidade bem maior de músicas em São Paulo, já que a banda era a atração principal do dia.

Se, no Rock in Rio, a impressão das 100 mil pessoas presentes foi a de que o mundo acabaria naquele momento, no Monsters, a sensação foi a de que o Slipknot estava guiando uma locomotiva sem freio sobre os 30 mil da Arena Anhembi. Outra comparação interessante é que, enquanto no Rio, as pessoas se comportavam como se aquele show fosse o último de suas vidas e geravam ondas de empurra-empurra que exigiam cuidado redobrado para evitar uma queda, em São Paulo, esse cenário até existia, mas era possível descolar locais onde a plateia parecia estar hipnotizada e um pouco menos agitada, acompanhando todos os detalhes da apresentação.

Depois de executar, a música “Liberate”, do primeiro álbum “Slipknot”, o grupo emendou uma série de pancadas sonoras que levou o público ao delírio, com a abertura de várias rodas de mosh espalhadas pelo Anhembi. “Wait and Bleed”, “Get This”, “Before I Forget”, “Eyeless” e “The Blister Exists” trouxeram tudo aquilo que faz o show do Slipknot ser considerado um dos maiores da atualidade.

Enquanto os guitarristas Mick Thomson e James Root usam o instrumento como se fosse uma serra elétrica sonora intermitente, o excelente baterista Joey Jordison traz batidas demolidoras, sem perder a técnica impressionante que possui no domínios dos bumbos. Para completar, o vocalista Corey Taylor tem o domínio completo da plateia, enquanto os demais membros, como o percussionista Shawn Crahan, com sua tradicional máscara de palhaço, dá o tom dos backing vocals e ainda faz malabarismos com seus tambores voadores e giratórios.

Taylor, por sinal, estava menos falante que no show do Rock in Rio, mas deixou bem clara a sua satisfação de estar no Monsters of Rock e de volta a São Paulo. Disse que era uma “honra e uma privilégio” tocar no evento e, claro, foi bastante aplaudido pelo público.

O show continuou com duas do álbum “All Hope is Gone”, de 2008: “Dead Memories” e “Sulfur”. Depois, o Slipknot trouxe mais quatro do disco “Iowa” (“Left Behind”, “Gently”, “Everything Ends” e “The Heretic Anthem”), que tiveram entre elas a música “Pulse of the Maggots”, do “Vol. 3: (The Subliminal Verses)”, de 2004. Tudo num massacre sonoro com entrosamento impecável.

As canções eram executadas numa tacada só e a apresentação esquentava a cada novo petardo. Após o grupo tocar a ótima “Psychosocial”, trouxe ao público o seu maior hit: nada menos que “Duality”, que, para variar, fez a Arena Anhembi inteira cantar a plenos pulmões.

Vale destacar que, a partir de “Duality”, o pano de fundo do palco ficou com um enorme número “2” estampado. Uma homenagem ao eterno baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010. Depois de a plateia gritar o nome de Gray, o vocalista Corey Taylor prometeu que o Slipknot voltaria a São Paulo, levando todos os presentes ao delírio.

O jogo já estava ganho há muito tempo, mas os mascarados norte-americanos tinham ainda várias cartas na manga para seduzir o público na Arena Anhembi. E foi com a sempre envolvente “Spit It Out”, que o Slipknot provou mais uma vez que consegue fazer o que quiser com seus fãs.

Na metade da música, Corey Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Após o sinal de Taylor, o mar de pessoas criou uma verdadeira onda na pista, infelizmente não retratada com perfeição pelas câmeras de TV.

Após um breve descanso, a banda voltou ao palco para iniciar o bis com a música que havia começado a apresentação do Rock in Rio: “(sic)”, que manteve o plateia alucinada e preparada para a execução da não menos ótima “People = Shit”.

Para fechar o show com chave de ouro, o Slipknot trouxe a apoteótica “Surfacing”. Mantendo a tradição, a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar, deixando, mais um a vez, quem estava no festival paulistano de boca aberta e olho arregalado, em mais um momento daqueles que não saem da cabeça tão cedo dos fãs.

Fim da apresentação e a constatação de que ver um show do Slipknot é perigoso não por causa do volume alto ou da agitação da pista, mas porque a adrenalina gerada e a performance inquietante do grupo é viciante. Com isso, o resultado são os momentos irem e voltarem à mente das pessoas presentes durante semanas e os reflexos seguintes são o desejo de ver novos shows deste grande grupo.

Para lembrar mais uma grande apresentação do Slipknot no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e a locomotiva “Disasterpiece”. Depois, veja as execuções de “Duality”, de “Spit It Out” e de “Surfacing”. Se preferir, vá até o último vídeo, que tem o show na íntegra e com as músicas separadas por minuto!

Set list

Disasterpiece
Liberate
Wait and Bleed
Get This
Before I Forget
Eyeless
The Blister Exists
Dead Memories
Sulfur
Left Behind
Gently
Pulse of the Maggots
Everything Ends
The Heretic Anthem
Psychosocial
Duality
Spit It Out

(sic)
People = Shit
Surfacing

24
set
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‘Velhinhos’ fazem os melhores shows do Rock in Rio e reforçam tese de falta de renovação do estilo


Os representantes mais “velhinhos” do rock nadaram de braçada, colocaram a molecada no bolso e fizeram os melhores shows do Rock in Rio 2013. Pergunte para a maioria das pessoas que assistiram aos shows do festival e boa parte das respostas girará em torno de três nomes: Bruce Springsteen, Iron Maiden e Metallica. Mais do que constatar o óbvio, o fato de as melhores performances do evento que aconteceu na capital fluminense terem componentes com idade acima de 50 anos, chegando em alguns casos a superar a casa dos 60 anos, apenas reforça a tese de que está faltando uma renovação mais expressiva no rock n’ roll.

O leitor até poderá dizer que o empresário Roberto Medina preferiu trazer nomes consagrados para não arriscar e garantir o jogo ganho, mas é importante recordar que essa tem sido a estratégia dos produtores na maioria dos festivais que estão acontecendo no Brasil. No Lollapalooza 2013, o Pearl Jam, com Eddie Vedder e seus 48 anos de idade, foi o nome mais badalado. Só encontrou no Queens of The Stone Age, de Josh Homme, que tem 40 anos, um rival de show com qualidade parecida.

Ainda em 2013, o Monsters of Rock terá como um dos headliners o Aerosmith, que conta com Steven Tyler e seus 65 anos de idade, sem sinais cansaço. Mesmo o outro headliner, o Slipknot, que traz um dos shows mais intensos da atualidade, conta com o vocalista Corey Taylor prestes a completar, em dezembro, 40 anos de idade.

Fora do rock mais pesado, o grupo britânico Blur, que é a atração principal do Planeta Terra Festival 2013, tem o vocalista Damon Albarn já com 45 anos. Fora dos festivais, é importante lembrar que a atração mais esperada do ano no Brasil é a vinda do Black Sabbath, que tem Ozzy Osbourne com 64 anos e o guitarrista Tony Iommi com 65 anos e se recuperando de um câncer.

O leitor do Roque Reverso pode até lembrar que o Muse fez uma excelente apresentação no Rock in Rio e poderia representar algum alivio em relação à tese de falta de renovação do rock, mas o grupo, que já tem quase 20 anos, não conseguiu bater as performances de Springsteen, Iron Maiden e Metallica.

Springsteen, com seus 63 anos, não só fez um dos melhores shows do festival (para alguns, o melhor disparado), como colocou sua apresentação entre as mais espetaculares da história de todas as edições do Rock in Rio. O Iron Maiden, que tem Bruce Dickinson com 55 anos pulando loucamente e cantando demais no palco e que conta com o baterista Nicko McBrain com 61 anos, mostrou o motivo de ser a maior banda de heavy metal da história e que tem muito ainda a ensinar. O Metallica, que tem James Hetfield com 50 anos, mostrou com rapidez e energia impressionante porque é a maior banda pesada da atualidade.

Se compararmos com edições anteriores do próprio Rock in Rio, lembraremos que a primeira edição, a de 1985, teve inúmeros destaques, entre eles o próprio Iron Maiden, em seu maior momento, com Dickinson com 27 anos. A edição de 1991 teve o Guns N’ Roses estourando, com Axl Rose tendo, na época, 29 anos.

A falta de um grande nome jovem no rock n’ roll atual e a persistência dos mais velhos no topo trazem algum receio de que o gênero perca cada vez mais espaço para os já dominantes rap, pop e r&b. É claro que, enquanto existir um adolescente com vontade de mudar o mundo e a rebeldia explodindo, sempre haverá a esperança do surgimento de algo bombástico, mas o que será do rock quando um Lemmy Kilmister morrer? Quem assumirá o posto de um Angus Young? A ver…

***A montagem acima foi feita pelo talentoso designer Marcos Tavares Costa, o MTC***



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