Posts Tagged ‘Alice in Chains

10
ago
18

Alice in Chains libera para audição a música ‘Never Fade’, que estará no novo álbum

Alice in Chains - Foto: DivulgaçãoO Alice in Chains liberou para audição nesta sexta-feira, 10 de agosto, a música “Never Fade”. O novo single, que pode ser conferido no YouTube, é mais uma amostra do disco de inéditas que o grupo norte-americano lançará oficialmente ainda neste mês.

“Rainier Fog” é o nome do álbum novo, que chegará oficialmente aos fãs no dia 24 de agosto.

Será o sexto disco da carreira do Alice in Chains e sucederá “The Devil Put Dinosaurs Here”, lançado em maio de 2013.

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27
jun
18

Alice in Chains lança a música ‘So Far Under’ e confirma álbum de inéditas para agosto

"Rainier Fog" - Reprodução da capaO Alice in Chains lançou oficialmente nesta quarta-feira, 27 de junho, mais uma música nova. De quebra, confirmou detalhes do disco de inéditas que chegará aos fãs em 2018.

“So Far Under” é o nome da ótima música, que está disponível para audição no YouTube e em outras plataformas.

É pesada e envolvente, resgatando elementos clássicos do Alice in Chains, como os vocais dobrados e as guitarras certeiras e pesadas.

“Rainier Fog” é o nome do álbum novo, que chegará oficialmente aos fãs no dia 24 de agosto.

Será o sexto da carreira e sucederá “The Devil Put Dinosaurs Here”, lançado em maio de 2013.

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21
jun
18

Belo Horizonte terá versão reduzida do festival Solid Rock, com Judas Priest e Black Star Riders

Solid Rock BH - Reprodução do CartazBelo Horizonte também terá sua versão do festival Solid Rock em novembro. O evento, que terá sua segunda edição no Brasil em 2018, com a versão ampla em Curitiba e São Paulo, terá uma banda a menos na capital mineira.

Segundo a produtora Time For Fun, enquanto na capital paranaense e na capital paulista o festival terá as presenças de Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders, em BH, o Alice in Chains não estará presente.

Depois de passar nos dias 8 e 10, respectivamente por Curitiba e São Paulo, o Solid Rock na capital mineira será realizado no Expominas no dia 14 de novembro.

O público em geral poderá adquirir os ingressos a partir da 00h01 do dia 26 de junho, pelo site da Tickets For Fun, e a partir do meio-dia na bilheteria oficial: a Km de Vantagens Hall em Belo Horizonte, onde não há a cobrança da famigerada taxa de conveniência.

Além da internet e da bilheterias oficiais, há outros pontos de venda espalhados pelo País. Eles podem ser conferidos aqui.

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19
jun
18

Segunda edição do Festival Solid Rock passará por Curitiba e SP e terá Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders

Solid Rock - Reprodução de banner obtido no Facebook da T4FA segunda edição do festival Solid Rock será realizada em novembro em Curitiba e São Paulo e contará com três bandas: Judas Priest, Alice in Chains e Black Star Riders. O anúncio foi feito nesta terça-feira, 19 de junho, pela produtora Time For Fun.

As duas sedes brasileiras serão as mesmas da primeira edição. Em Curitiba, o Solid Rock será realizado na Pedreira Paulo Leminski no dia 8 de novembro. Em São Paulo, o evento acontecerá no Allianz Parque, a Arena do Palmeiras, no dia 10.

Para o festival em Curitiba, a capacidade de público definida pelos organizadores é de 25 mil pessoas. Quanto ao evento na capital paulista, os produtores trabalham com um quantidade definida de 36.140 pessoas.

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05
maio
18

Alice in Chains libera clipe da nova música ‘The One You Know’

Alice in Chains - Foto: Divulgação FacebookO Alice in Chains lançou oficialmente na sexta-feira, 4 de maio, o clipe da música “The One You Know”. O single é o primeiro do próximo álbum do grupo norte-americano de Seatlle.

A banda, contudo, não deu maiores detalhes sobre o disco. Não há informações sobre nome, tampouco sobre a data de lançamento.

O último disco do Alice in Chains foi “The Devil Put Dinosaurs Here”, lançado em maio de 2013.

O novo disco do grupo de Seattle será o sexto da carreira.

Na música “The One You Know”, chama a atenção logo de cara uma das principais qualidades do Alice in Chains e toda sua história: os vocais dobrados e melodiosos.

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27
dez
16

Em meio à perplexidade e à degradação, biografia do Alice in Chains revela doçura do sonho

"Alice in Chains - A história não revelada" - Reprodução da CapaPor Caio de Mello Martins*

A trajetória do Alice In Chains é indissociável da tragédia pessoal de Layne Staley. Nascida das cinzas de um projeto metal farofa iniciado por Staley com amigos de adolescência, aos poucos a banda foi se despindo dos grooves e da jovialidade de suas influências hard rock (Aerosmith, Guns, Van Halen) para se tornar naquilo que ouvimos claramente nos dois últimos álbuns gravados com Staley nos vocais (“Dirt” e “Alice In Chains”, o disco do cão perneta) — um poço de negatividade, lentamente se rastejando ao som das assombrosas melodias de Staley, do lamento de tempero sulista de Jerry Cantrell e das sempre punitivas e graves marcações de Sean Kinney.

A escalada de drogas, tensão interna e aversão ao estrelato reverberaria na produção criativa da banda. Também seria decisiva na gradual paralisação das atividades do Alice In Chains como banda.

Após terem alcançado por duas vezes o topo da Billboard com o EP “Jar Of Flies” e o álbum homônimo, o grupo aos poucos ganhava ares de dinossauros do rock. Gravaram o inevitável acústico para a MTV em 1996, enquanto pelos próximos seis anos o nome da banda só apareceria no noticiário por conta de coletâneas, ou pior ainda, por tabela, com esparsos projetos paralelos e rumores sobre o estado de saúde do vocalista. O fim parecia apenas questão de tempo.

O mesmo pode ser dito sobre a vida de Layne Staley. Um homem que escolheu a morte. É o que se pode dizer de alguém que consumiu heroína e crack continuamente por dez anos.

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06
out
13

Mais extenso, show do Alice in Chains em SP foi impecável e superou o do Rock in Rio

O Alice in Chains fez grande show em São Paulo no dia 26 de setembro no Espaço das Américas. Para um público que não lotou, mas tomou boa parte da casa em plena noite de quinta-feira, a banda norte-americana de Seattle fez uma apresentação impecável, superando a que havia realizado na semana anterior no Rock in Rio.

O fato de o grupo ter um palco só para ele, sem as imposições e limitações de horários de um festival, foi decisivo para que o show de São Paulo fosse melhor e bem mais longo do que o do Rio. Enquanto, na capital fluminense, o Alice in Chains tocou durante cerca de 1 hora, na capital paulista, a apresentação teve meia hora a mais.

Destaque, além da tradicional qualidade da banda, para o excelente som que podia ser ouvido no Espaço das Américas. Se, no passado, a casa sofria uma série de críticas por ser um galpão que se transformou num espaço para shows, agora, o local tem uma disposição de palco bem interessante e o som pode ser escutado nitidamente em praticamente todos os locais da casa.

O público paulistano torcia há tempos para um retorno da banda à cidade, fato que não acontecia desde o Hollywood Rock de 1993, quando o então vocalista Layne Staley ainda estava vivo. O grupo até chegou a tocar no Estado de São Paulo, em 2011, em Paulinia, no SWU Festival, mas não era a mesma coisa de estar na capital, local recheado de fãs do Alice in Chains.

Pontualmente às 21h30, a banda subiu ao palco para delírio dos presentes e até surpresa de alguns, como este jornalista, que estava na fila da cerveja. Correria à parte para ver a entrada do grupo, o show começou com a dobradinha tradicional nas apresentações recentes do Alice in Chains: “Them Bones” e “Dam That River”, ambas pertencentes ao álbum “Dirt”, de 1992, e tocadas tanto na abertura dos shows do SWU como do Rock in Rio.

As seis primeiras músicas em São Paulo, por sinal, seguiram sequência idêntica à verificada no festival carioca. “Hollow”, do álbum novo  “The Devil Put Dinosaurs Here”, lançado no fim de maio deste ano, mostrou que o público estava antenado com o lançamento, já que várias pessoas cantaram com se já conhecessem a faixa há um bom tempo.

O mesmo pôde ser visto em “Check My Brain”, do álbum “Black Gives Way to Blue”, de 2009, quando o vocalista atual William DuVall, estreou na volta da banda após o período de ostracismo. Com todos esses anos de estrada, não resta mais dúvida que ele possui as qualidades necessárias para assumir o posto do finado Layne Staley.

Com estilo próprio e grande personalidade DuVall é tudo aquilo que o Alice in Chains precisava para se reerguer e continuar na ativa por muito tempo. O guitarrista Jerry Cantrell continua sendo o coração e a mente da banda e, relembrando os bons tempos com Staley, faz a dupla de vocais com DuVall com extrema maestria, uma marca do grupo que continua intacta, para alegria dos fãs de carteirinha.

Após a execução de “Check My Brain”, o vocalista saudou o público, comemorou o fato de estar em São Paulo e emendou dois grandes sucessos do Alice in Chains: “Again”,  do álbum “Alice in Chains”, de 1995, e o megaclássico “Man in the Box”, do primeiro álbum “Facelift”, de 1990.

Nesta última especialmente, é claro que o show teve seu maior momento de êxtase, com o Espaço das Américas tremendo e o público pulando e cantando a plenos pulmões. Na bateria, Sean Kinney prestava sua homenagem não apenas a Staley como também ao antigo baixista Mike Starr, que morreu em 2011. Nos bumbos, as iniciais LSMS lembravam esses dois ex-componentes do grupo.

Na sequência, mais duas músicas do “Black Gives Way to Blue”: “Your Decision” e “Last of My Kind”, que mantiveram o público vidrado. “Stone”, do novo álbum, e “No Excuses”,  do EP “Jar of Flies”, de 1994, vieram na sequência, mostrando que o set list seria bem mais extenso do que o do Rock in Rio e alimentando esperanças de que mais coisas boas estavam por vir.

A sensação foi confirmada quando o Alice in Chains trouxe nada menos que “It Ain’t Like That”, uma das faixas mais pesadas do grupo e que também não havia sido executada no Rock in Rio. Quem é fã das antigas da banda, sabe a importância desta canção do primeiro disco e vibrou muito com mais aquele momento espetacular do grande show, que teria ainda outro clássico (“We Die Young”) para manter a nostalgia em alta.

Para surpresa de muitos, duas músicas que não haviam sido tocadas tanto no SWU como no Rock in Rio levaram os fãs mais dedicados ao êxtase: “Sludge Factory” e “Grind”, do disco “Alice in Chains”, mostraram o quanto quem estava no Espaço das Américas era um privilegiado.

A última música da primeira parte do set list foi simplesmente “Nutshell”, do EP “Jar of Flies”. Foi, mantendo já uma tradição, a música de homenagem a Layne Staley e Mike Starr, com a banda colocando camisas da Seleção Brasileira, com o nome dos dois nas costas, penduradas nos cantos do palco.

Ovacionado, o grupo deixou o palco e fez com que o público gritasse seu nome até que o retorno fosse confirmado. Em mais um momento de grande simpatia, o Alice in Chains voltou trajando a camisa canarinho. Com exceção do baixista Mike Inez, todos os outros três integrantes vestiram o símbolo nacional e foram bastante aplaudidos pelo gesto.

Na sequência, o bis continuou com duas grandes músicas do álbum “Dirt”: “Would?” e “Rooster”, em linha com o que aconteceu no Rock in Rio. Acabava assim um dos maiores shows de 2013 em São Paulo.

Os músicos saudaram o público, distribuíram uma penca de palhetas para quem estava na Pista Vip e mostraram que estavam satisfeitos com a receptividade paulistana.

Os fãs ainda tentaram pedir mais uma, mas, sem sucesso, foram embora cientes que haviam visto uma grande apresentação. Com uma postura extremamente profissional e esbanjando competência, o Alice in Chains finalmente voltou a São Paulo para mostrar que ainda tem anos de estrada a oferecer, sem parecer uma banda caça-níquel.

Para relembrar o excelente show do Alice in Chains no Espaço das Américas, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Them Bones” e “Check my Brain”. Depois, assista aos vídeos de “Man in the Box” e “It Ain’t Like That”. Para fechar, no mesmo vídeo, “Would?” e “Rooster”.

Set list

Them Bones
Dam That River
Hollow
Check My Brain
Again
Man in the Box
Your Decision
Last of My Kind
Stone
No Excuses
It Ain’t Like That
We Die Young
Sludge Factory
Grind
Nutshell

Would?
Rooster




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