Arquivo para janeiro \30\-02:00 2015

30
jan
15

The Offspring divulga nova música: ‘Coming For You’

The Offspring - Reprodução da capa do singleO Offspring liberou nesta sexta-feira, 30 de janeiro, uma nova música. “Coming For You” é single que a veterana banda norte-americana está lançando de maneira isolada, alimentando a ansiedade dos fãs sobre o lançamento de um novo álbum.

A capa do single pode ser vista ao lado. Em formato digital, a música pode ser adquirida na loja online do grupo.

“Coming For You” está à disposição em MP3, Lossless e FLAC. Também pode ser encontrada via iTunes, Amazon e Spotify.

O disco mais recente do Offspring foi “Days Go By”, lançado em junho de 2012.

Em 2014, a banda chegou a liberar um clipe feito para duas faixas do álbum: “Dividing By Zero” e “Slim Pickens Does The Right Thing And Rides The Bomb To Hell”.

No texto de divulgação do single “Coming For You”, o grupo destacou que continuará sua turnê mundial, agora de 2015, no começo de abril.

Escute abaixo a nova música do Offspring:

29
jan
15

Body Count libera clipe da música “Institutionalized”, clássico do Suicidal Tendencies

Body Count - Foto: DivulgaçãoO Body Count, ótimo grupo de metal do polêmico rapper Ice-T, liberou no YouTube o clipe da faixa “Institutionalized”, grande clássico do Suicidal Tendencies nos Anos 80.

A canção faz parte do mais recente álbum do Body Count, “Manslaughter”, que foi lançado em 2014.

A direção do clipe é de Frankie Nasso, que já havia sido o responsável pelo vídeo da faixa “Talk Shit, Get Shot”, também do disco novo.

“Manslaughter” é o quinto álbum de estúdio do Body Count e o primeiro desde 2006, quando o grupo lançou o disco “Murder 4 Hire”.

Depois de brilhar como um dos pioneiros do gangsta rap, Ice-T formou o Body Count em 1990. O disco de estreia, “Body Count”, de 1992, fez grande sucesso entre os fãs de heavy metal e está entre as melhores coisas lançadas na década de 90 no rock.

O som da banda foi bem recebido por crítica e público por trazer não somente elementos do metal, especialmente da vertente thrash e do crossover, mas também por beber na fonte do hardcore. Tudo isso com as sacadas de Ice-T em letras fortes e capazes de dar um tapa na cara da sociedade conservadora.

Fique abaixo com o novo clipe do Body Count:

28
jan
15

Mötley Crüe lança novo clipe e anuncia data de despedida dos palcos

Motley Crue - Foto: DivulgaçãoO Mötley Crüe lançou o clipe da música “All Bad Things”. O vídeo traz uma retrospectiva da carreira do grupo norte-americano, apresentando fotografias das antigas, além de trechos de shows e videoclipes de toda a história da banda.

Além do clipe novo, o Mötley Crüe anunciou a data final de despedida dos palcos: 31 de dezembro de 2015.

A apresentação acontecerá na cidade natal da banda, Los Angeles, no palco do Staples Center.

Em janeiro de 2014, o grupo já havia confirmado a aposentadoria e anunciado uma turnê de despedida. Na ocasião, os norte-americanos divulgaram que seriam feitos 72 shows na turnê e que seriam acompanhados por ninguém menos que Alice Cooper.

Em 2015, a turnê já está em sua segunda metade.

Com mais de 30 anos de história, o Mötley Crüe foi fundado em 1981.

A banda é composta por Vince Neil nos vocais, Tommy Lee na bateria, Mick Mars na guitarra e Nikki Sixx no baixo.

Veja abaixo o novo clipe do Mötley Crüe:

27
jan
15

ENTREVISTA: Novo guitarrista das Velhas Virgens fala sobre entrada na banda

CiriloO guitarrista Filipe Cirilo praticamente não conhecia nada de Velhas Virgens antes de mandar o vídeo que lhe assegurou um teste e permitiu sua entrada na banda paulistana. Vindo da zona leste de São Paulo, o músico de 25 anos toca ainda em grupos de classic rock e desenvolve um trabalho próprio com o irmão, mas não vivia de música.

Então o emprego de técnico de ar-condicionado que lhe garantiu o sustento nos últimos quatro anos virou fumaça em 2014. Até que, diante da complicada situação financeira, um amigo cantou a bola que a banda estava procurando um guitarrista e ele resolveu arriscar, mesmo sem conhecer bem o repertório.

Talvez, Filipe não pudesse ser considerado o candidato mais provável quando os testes começaram, mas a química rolou na prática e o fato é que, no dia 31, Filipe Cirilo fará seu show de estreia com as Velhas, ocupando o lugar de Roy Carlini, que deixou a banda no fim do ano passado.

Atendendo a um pedido do Roque Reverso, Filipe gentilmente respondeu a uma entrevista por e-mail.

Na troca de mensagens, o guitarrista declarou-se torcedor-padrão do tricolor do Jardim Leonor: “Torço para o São Paulo, mas não sou muito fanático por futebol. Meu esporte de coração é o…”.

Não, não é golfe nem tênis. Filipe é aficionado por skate. Começou a tocar guitarra ainda criança – “acho que desde os nove anos” -, depois de ver Kerry King (Slayer) em um clipe na MTV e declarou inspirar-se em um caldeirão de influências ecléticas, de David Gilmour a Dimebag Darrell, passando por Jimi Hendrix, Johnny Marr e Eddie Van Halen.

Confira a seguir os principais trechos da entrevista:

Roque Reverso Filipe, você já conhecia o pessoal da banda antes?

Filipe Cirilo Não conhecia os caras pessoalmente. Fui num show deles uma vez na Virada Cultural. Não lembro o ano, mas foi na época que eles estavam fazendo a turnê acústica. Não foi uma experiência muito boa pra mim, pois eu estava num lugar ruim pra assistir, carregando o isopor das brejas. Nem sabia que eles iam tocar e não prestei muita atenção.

<< – Você já tocava em alguma banda no circuito?

Cirilo – Desde os 15 anos vinha tentando tocar nas noites de São Paulo. De uns tempos pra cá comecei a ter espaço. Toco em bandas de classic rock e numa banda com meu irmão de composição própria.

RЯ << – Quem cantou a bola sobre o concurso na internet?

Cirilo – Este fim de ano pra mim foi roça porque me mandaram embora do trampo. Trabalhava como técnico de ar-condicionado fazia quatro anos, mas aí não sabia o que iria fazer. Estava tentando dar aulas de guitarra, mas pra arrumar algo no fim de ano tava difícil. Foi quando um camarada me mandou o link das Velhas procurando um novo guitarrista. Ele falou: “Manda, cara, você está desempregado. Quem sabe?”

RЯ << – Você esperava ser chamado pro teste?

Cirilo – Entrar na banda das Velhas nunca esteve nos planos. Nunca imaginei isso. Mandei o vídeo, mas nem esperava ser chamando. Tem tanto músico bom que eu mandei e desencanei. Até que depois de uma semana chegou um e-mail deles me chamando pra uma audição. O coração disparou. Pensa, é domingo depois do jogo da 17 horas na TV e você recebe uma notícia dessas? Aí foi foda. Fiquei sem dormir até o dia do teste.

RЯ << – Como foi o clima no teste?

Cirilo – Cheguei lá em danger, trocando os nomes dos caras, mas eu estava confiante. Quando acabou meu teste (eu fui o primeiro) saí do estúdio e pensei: ”esse trampo é meu”! No mesmo dia até sonhei com o (Fernando) Banas me ligando. Fiquei sem dormir por mais um dia só olhando o celular e nada de ninguém ligar, mas estava confiante ainda! Até que umas 11 horas da manhã, um dia após o teste, recebo um e-mail do Paulão me chamando pra banda e já ir viajar com eles dois dias depois pra conhecer o esquema. Cara, quase sofri um AVC, uma emoção muito grande.

RЯ << – Qual a expectativa para a estreia no palco?

Cirilo – Na real, ainda não caiu a ficha que hoje vou tocar com os caras, que é uma banda conceituada no Brasil e no cenário do rock, pois acho que todo cara que gosta de tocar de verdade sonha em viver de música. Sofremos altos perrengues gastando grana com equipamento, às vezes pagando pra tocar numas casas e muita gente acaba desistindo. Sabia que uma hora meu dia iria chegar e alguém fosse me dar pelo menos uma oportunidade de mostrar meu trabalho como músico. Só tenho a dizer: tô feliz pra porra, vou trampar com o que eu mais amo e vou tomar muita cerveja!

25
jan
15

Mesmo sem superar Rock in Rio e Lolla, Foo Fighters fez apresentação de gala em SP para 55 mil

Foo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiO Foo Fighters inaugurou a temporada de shows internacionais que passarão por São Paulo em 2015 com uma apresentação de gala e digna dos grandes nomes do rock n’ roll. Com um show de quase três horas de duração, a banda norte-americana liderada pelo incansável vocalista e guitarrista, Dave Grohl, não superou as históricas apresentações feitas no Rock in Rio de 2001 e no Lollapalooza de 2012, mas fez a festa das 55 mil pessoas presentes no Estádio do Morumbi na sexta-feira, dia 23 de janeiro.

Antes que arremessem pedras ao Roque Reverso, a constatação de que o evento no Morumbi não superou o Rock in Rio e o Lollapalooza tem a ver muito mais com o fato daquelas terem sido apresentações históricas e difíceis de serem batidas do que por alguma análise de que a apresentação na capital paulista tenha sido fraca ou ruim.

O show do Morumbi, que fez parte da primeira turnê própria da banda pelo Brasil, reuniu tudo aquilo que um bom espetáculo de rock precisa: um grupo com vontade de tocar, um público louco para cantar todas as músicas, momentos de catarse coletiva que jamais serão esquecidos por quem esteve lá e até fatos inusitados e marcantes, como o pedido de casamento de um fã feito a sua futura esposa em pleno palco.

Muitos vão dizer que o simples fato de o Foo Fighters ter um show só seu e tocar por quase 3 horas já seria um motivo para superar as apresentações citadas. Mas quem esteve no Rock in Rio com mais de 170 mil pessoas, quando a banda começava a despontar, e viu o grupo surpreender numa noite que tinha o R.E.M. como atração principal, com certeza discordará. O mesmo é válido para quem esteve no Lolla e viu a banda fazer um dos shows com mais energia dos palcos brasileiros.

O fato incontestável é que o Foo Fighters está entre os grupos mais importantes da atualidade. Não somente Dave Grohl é apontado como “o cara legal” do rock e faz tudo para manter o estilo vivo, como a banda já conta com características de grupos consagrados e tende a cada vez mais conquistar seu merecido espaço, num momento no qual o rock precisa de mais expoentes.

O show

Depois das aberturas realizadas pelo Raimundos e pela banda Kaiser Chiefs com chuva, São Pedro fez o que tem feito com o Cantareira e poupou o Foo Fighters da água. Às 21h20, com apenas 5 minutos de atraso em relação ao horário agendado, Dave Grohl & Cia subiram ao palco e iniciaram a catarse coletiva que se estenderia até a madrugada do dia seguinte.

Diferente das outras vezes, o grupo não chegou com tudo. Apareceu no palco discretamente e iniciou a apresentação com a música “Something from Nothing”, do novo e badalado disco “Sonic Highways”, de 2014. Como se a faixa já fosse um hit consagrado, o público cantou a música do início ao fim e nem se importou com um pequeno tombo que Grohl tomou durante a execução da música.

Na sequência, os hits antigos “The Pretender” e “Learn to Fly” foram tocados de uma vez só e mantiveram o público atento e participativo, com direito a uma chuva de papel picado vermelho que foi lançada logo na parte final de “The Pretender”.

Vale destacar que o som da banda estava mais baixo que o desejável para quem estava, por exemplo, na divisa da Pista Vip com a Comum. Aos poucos, com a sequência da apresentação, ele foi melhorando, em sintonia com a própria performance do grupo, que foi crescendo a cada música.

A ótima e já clássica “Breakout” fez pela primeira vez Dave Grohl cruzar a passarela que dividia a Pista Vip e que seguia até metade da Pista Comum. Empolgado, o público tentou se aproximar ao máximo do ídolo, enquanto a execução da música ficou aquém de outras apresentações pelo Brasil, como a histórica do Rock in Rio.

Em “Alandria”, o líder do Foo Fighters chegou a dizer para o público poupar as vozes porque muitas músicas seriam tocadas naquela noite. Entre os hits “My Hero” e “Walk”, que levantam até defunto, a banda trouxe “Congregation”, também do novo disco.

Grohl, por sinal, prometeu canções dos 8 álbuns e cumpriu a meta ao longo do show, cantando até mesmo o primeiro hit “I’ll Stick Around”, que passava na MTV quando a banda ainda era uma promessa depois que o Nirvana acabou e que Dave trocou a bateria pelo posto principal no Foo Fighters.

Antes de “I’ll Stick Around”, a banda veio com “Cold Day in the Sun”, com o ótimo baterista Taylor Hawkins tocando o instrumento e cantando. Houve tempo até para a banda brincar com trechos de clássicos do rock, como “War Pigs”, do Black Sabbath, e “Tom Sawyer”, do Rush, tudo durante o momento que Dave Grohl apresentou os demais integrantes ao público.

Foo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo RossiFoo Fighters em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/Marcelo Rossi

Diversão

Importante destacar que a banda se divertiu muito durante o show, ora com a extensão e inclusão de acordes diferentes em algumas faixas, ora com as conversas animadas de Grohl com a plateia, ora com essa inclusão de coisas além do Foo Fighters. Houve fã que chegou a reclamar que queria mais música e menos conversa, mas não se pode agradar a todos.

Em “Monkey Wrench”, por exemplo, a duração da música foi estendida e o palco chegou a ficar menos iluminado, enquanto a banda tocava. Foi a deixa para o público proporcionar um lindo show de luzes por meio dos celulares por todos os cantos do Morumbi.

O Roque Reverso até testemunhou um “guerreiro” tentando acender um isolado isqueiro, numa pura demonstração de resistência no estilo “old school” dos shows de rock, mas não há dúvidas que o estádio inteiro iluminado ficou na mente dos que estiveram por ali. O próprio Dave Grohl chegou a ficar meio que “paralisado” e reconheceu que aquilo era “lindo pra caralho”.

Na sequência, o vocalista se dirigiu a um dos pontos da passarela mais próximos à Pista Comum para tocar “Skin and Bones”, com a presença do tecladista Rami Jaffee, no acordeão. Depois, da música, Grohl recebeu uma bandeira do Brasil de um fã e a enrolou no pescoço, elogiando o símbolo nacional, o futebol e as mulheres do País.

Foi quando viu um cartaz na plateia com um pedido inusitado e atendeu um fã maluco que queria pedir a futura esposa em casamento. O fã, de nome Vinícius, ajoelhado, pediu a mão de Mônica em pleno palco e levou o público ao loucura com tal feito, sendo atendido pela moça, para alegria geral.

“Então, lembre-se: se você quiser pedir sua namorada em casamento, venha a um show do Foo Fighters”, brincou nada menos que o astro principal da noite, Dave Grohl, em mais uma das suas intervenções.

O vocalista continuou na ponta da passarela para a execução solitária da balada “Wheels”, enquanto o restante da banda dava uma descansada e a plateia acompanhava com palmas.

O auge do show estaria por vir e foi em “Times Like These” que a noite no Morumbi atingiu seu momento mais interessante musicalmente, levando o público ao delírio.

Grohl continuou na ponta do palco nos primeiros acordes, cantando sozinho a faixa de uma maneira mais lenta, mas, de repente, o restante da banda apareceu no palco secundário, quase que surpreendendo a todos, bem no momento em que a música ganhou em velocidade e peso. Foi daqueles momentos em que há uma interação sensacional entre artista e plateia e que marcam grandes shows de rock. Destaque ainda para a performance de Taylor Hawkins, simplesmente detonando sua bateria com técnica invejável.

As surpresas não pararam por aí, pois a banda continuou no palco improvisado, que também era giratório, bem no centro da passarela. Foi aí que emendaram uma série de covers, como “Detroit Rock City”, do KISS, “Stay With Me”, do Faces, e duas do Queen:”Tie Your Mother Down”, que contou com Grohl na bateria e Taylor Hawkins como vocalista, e “Under Pressure”, que contou com os dois dividindo os vocais.

Após o show diferente no palco improvisado, o Foo Fighters inteiro voltou para o palco principal e emendou o petardo “All My Life”, que foi seguido por “These Days” e “Outside”, esta também do disco novo.

A penúltima da noite rivalizou com “Times Like These” entre os grandes momentos musicais do show. “Best of You” deixou a plateia hipnotizada e cantando o trecho tradicional  “ôôô” até depois da canção terminar, surpreendendo Dave Grohl, que chegou a falar brincando para o público que a música já tinha acabado.

Para fechar a grande apresentação de quase 3 horas, o sucesso “Everlong” foi tocado já com os primeiros pingos de chuva, que, depois do encerramento, viria forte, como se quisesse lavar a alma da extasiada plateia. O líder do Foo Fighters prometeu retornar ao Brasil e recebeu palmas.

Fim de show, público satisfeito e a constatação de que o Foo Fighters está entre as principais bandas do planeta, queiram ou não os chatos de plantão. O rock n’ roll agradece e precisa de grupos assim e de caras que levantem a bandeira como Dave Grohl.

Para relembrar o grande show do Foo Fighters no Estádio do Morumbi, o Roque Reverso descolou vídeos amadores de qualidade descolados no YouTube. Fique inicialmente com um que traz o início do show e as três primeiras músicas. Depois, veja “Walk” e um vídeo que traz “Times Like These” com “Detroit Rock City”. Para fechar, fique com “Best of You”.

Set list

Something from Nothing
The Pretender
Learn to Fly
Breakout
Arlandria
My Hero
Congregation
Walk
Cold Day in the Sun (com trechos de War Pigs e Tom Sawyer)
I’ll Stick Around
Monkey Wrench
PALCO ADICIONAL
Skin and Bones
Wheels
Times Like These
Detroit Rock City (KISS)
Stay With Me (Faces)
Tie Your Mother Down (Queen)
Under Pressure (Queen)
VOLTA AO PALCO PRINCIPAL
All My Life
These Days
Outside
Best of You
Everlong

24
jan
15

Nuclear Assault inclui Curitiba, SP e Manaus em turnê de despedida

Nuclear Assault - Cartaz de Divulgação da Turnê de 2015O veterano grupo de thrash metal Nuclear Assault incluiu três cidades brasileiras na turnê de despedida que realizará em 2015. Curitiba, São Paulo e Manaus são, por enquanto, as únicas capitais escolhidas para receber a banda norte-americana em agosto.

Não há ainda definição dos locais onde os shows serão realizados, apenas as datas. Na capital paranaense, o Nuclear Assault tocará no dia 21 de agosto. No dia seguinte (22), o grupo se apresentará em São Paulo. Por fim, no dia 23, é a vez de Manaus.

Como informou o Roque Reverso em outubro de 2014, o Nuclear Assault aproveitou o fato de comemorar 30 anos de carreira no ano passado para preparar a despedida em 2015,  ano no qual também deverá ser lançado um último álbum.

Antes de passar pelo Brasil, o grupo tocará em outras cidades da América do Sul. Por enquanto, apenas Lima (Peru), no dia 18 de agosto, e Santiago (Chile), no dia 20, estão confirmadas.

Um detalhe importante é que a banda de abertura escolhida para excursionar com o Nuclear Assault pela América do Sul é o Exciter, outro veterano grupo.

A última passagem da banda pelo Brasil foi em 2011, quando o grupo esteve em São Paulo para um show que ficou marcado pela truculência dos seguranças do Carioca Club.

Da formação clássica, apenas o guitarrista Anthony Bramante, que saiu da banda em 2002, continua ausente. Ele vem sendo substituído por Erik Burke. John Connelly (vocal/guitarra), Dan Lilker (baixo) e Glenn Evans (bateria) continuam no grupo.

Com postura bastante crítica, o Nuclear Assault sempre foi respeitado pelo som agressivo e pelas letras bastante fortes contra a hipocrisia da sociedade. No clássico vídeo da música “Critical Mass”, do excelente álbum “Handle with Care”, a banda já chamava a atenção para a destruição do planeta, ainda no final da década de 80, quando quem falava de preservação da natureza e desenvolvimento sustentável ainda era ridicularizado.

23
jan
15

O fim do Black Crowes

The Black Crowes - Foto: DivulgaçãoA última grande banda de rock’n’roll chegou ao fim. Ou pelo menos a última por ordem cronológica de surgimento. O guitarrista Rich Robinson anunciou na semana passada à revista norte-americana Rolling Stone o fim do Black Crowes.

Rich é irmão do vocalista Chris Robinson e os desentendimentos entre eles são notórios e históricos. Trabalhar em família não deve ser fácil. Por mais de uma, vez o Black Crowes chegou a dar um tempo por causa das desavenças entre os os dois.

Segundo Rich, o desentendimento derradeiro foi provocado por Chris achar que deveria ganhar mais que os outros e o baterista Steve Gorman – sempre sobra para o baterista – deveria perder o status de membro da banda e tornar-se músico contratado.

Ainda não há uma versão de Chris Robinson para confrontar com a de Rich nem um anúncio oficial do rompimento, mas Black Crowes sem Rich Robinson pode ser qualquer coisa, menos Black Crowes.

Chris Robinson possui uma das melhores vozes da história do rock, mas a criatividade de Rich para compor riffs, ao mesmo tempo enérgicos e repletos de swing, pode ser comparada somente à de outros gigantes da guitarra. Protagonizou prolíferas parceiras nas seis cordas com Jeff Cease, Marc Ford e Audley Freed. A banda, porém, sempre foi um projeto dos irmãos Robinson.

O Black Crowes lançou seu primeiro disco em 1990. “Shake Your Money Maker” é um dos melhores discos de estreia de uma banda de rock que já tive o prazer de ouvir, equivalente nesse sentido a “Appetite for Destruction”, do Guns N’ Roses, ainda que muito menos badalado.

Dois anos depois veio “The Southern Harmony and Musical Companion”, tão bom quanto ou melhor que o primeiro, mas muito mais bem sucedido em termos comerciais. Foi o auge.

A banda continuou se aprimorando ao longo dos anos, ainda que sem alcançar o mesmo sucesso de antes.

“By Your Side” (1999) e “Lions” (2001) são dois discaços. Entre um e outro, o Black Crowes lançou o sensacional “Live at the Greek”, derivado de uma apresentação ao vivo com “um tal de” Jimmy Page. Imperdível tanto para quem gosta de Black Crowes quanto para os fãs do Led Zeppelin.

O Black Crowes sai de cena, mas dificilmente cairá no esquecimento.

Para relembrar grandes momentos da banda norte-americana, o Roque Reverso descolou 4 vídeos no YouTube. Fique, para começar, com o clássico “Remedy”, que tocava tanto no rádio e na MTV que quase encheu o saco.

Na sequência, veja os clipes de “She Talks To Angels”, “Hard To Handle” e “Twice As Hard”.




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