Arquivo para março \31\UTC 2012

31
mar
12

Set list e vídeos dos shows do Morrissey em Belo Horizonte, no Rio e em SP

Dentre os maiores acontecimentos do rock em solo nacional em março, a volta de Morrissey ao País foi, sem a menor dúvida, um dos grandes destaques. O ex-vocalista do grupo The Smiths fez shows animados para os emocionados públicos de Belo Horizonte, Rio de Janeiro e São Paulo. Na capital mineira, a apresentação foi realizada no Chevrolet Hall no dia 7, enquanto, nas capitais fluminense e paulista, aconteceram na Fundição Progresso (dia 9) e no criticado Espaço das Américas (dia 11), respectivamente.

Confirmando o que o Roque Reverso já havia adiantado na cobertura do show de Buenos Aires, Morrissey privilegiou sua carreira solo, cantando poucas músicas dos Smiths. Enquanto os portenhos foram presenteados com 5 canções do ex-grupo, os brasileiros tiveram uma a mais: “Still Ill”, que foi tocada no lugar de “Scandinavia”, da carreira solo do cantor.

No mais, um repertório praticamente idêntico, com apenas mudanças nas ordens das músicas, na comparação com o show na capital argentina. O público, pelo que o Roque Reverso apurou, foi um pouco mais animado em relação ao de Buenos Aires, a ponto de Morrissey soltar um “São Paulo I Love You” no show da capital paulista.

Enquanto o público mineiro e carioca mostrou satisfação com o show e com suas respectivas casas de espetáculos, o paulista reclamou, e muito, do Espaço das Américas. A insatisfação maior ficou com o som do local e especialmente com o calor, algo hoje lamentável, quando falamos de grandes apresentações na cidade mais importante economicamente da América Latina.

Até agora ninguém entendeu por que o Via Funchal, que havia sido a casa escolhida, não foi mantido. Pela própria história e importância de Morrissey, o cantor merecia algo melhor para seu show em São Paulo. Ele e, principalmente o público, que não pagou barato para assistir às apresentações.

Como o assunto maior do Roque Reverso é o rock, selecionamos alguns vídeos do YouTube que mostram a passagem de Morrissey pelo Brasil. Fique inicialmente com três músicas tocadas na abertura do show em São Paulo: “First Of The Gang To Die”, “You Have Killed Me” e “Black Cloud”. Depois, veja o cantor e sua banda executando “Everyday Is Like Sunday”, em Belo Horizonte, e a clássica “There Is A Light That Never Goes Out”, no Rio de Janeiro.

Set list dos shows em BH, Rio e SP

First Of The Gang To Die
You Have Killed Me
Black Cloud
When Last I Spoke To Carol
Alma Matters
Still Ill
Everyday Is Like Sunday
Speedway
You’re The One For Me, Fatty
I Will See You In Far-Off Places
Meat Is Murder
Ouija Board, Ouija Board
I Know It’s Over
Let Me Kiss You
There Is A Light That Never Goes Out
I’m Throwing My Arms Around Paris
Please, Please, Please Let Me Get What I Want
How Soon Is Now?

One Day Goodbye Will Be Farewel

29
mar
12

Festival comemora 30 anos do evento do punk “O Começo do Fim do Mundo”

2012 é um ano de comemoração de datas importantes para o rock. Especificamente para o cenário brasileiro e paulistano, o mês de novembro marcará os 30 anos do festival “O Começo do Fim do Mundo”, símbolo maior do movimento punk da época e que uniu bandas importantes do gênero no Sesc Pompeia, num momento em que a ditadura ainda predominava no País e que havia um preconceito bem maior que os dias de hoje em relação aos jovens de cabelo no estilo moicano.

Eles trajavam calças rasgadas e coturnos pesados para chocar a sociedade conservadora e, ao mesmo tempo, passar sua mensagem de indignação ao momento pelo qual o Brasil passava por meio da música. Agora, três décadas depois, no mesmo Sesc Pompeia, grupos representantes do punk, alguns deles presentes na edição de 82, foram reunidos para participar do festival O Fim do Mundo, Enfim.

Com curadoria do vocalista Clemente (Inocentes) e assessoria de Antônio Bivar (o mesmo que organizou o evento da década de 80), o festival começa na quinta (29) e vai até o sábado (31), na Choperia do Sesc Pompeia, tendo as 21h30 como horário previsto para o começo dos shows de bandas na nova e da velha guarda punk brasileira.

O festival pretendia trazer cinco importantes grupos das 20 bandas do evento original: Inocentes, Ratos de Porão, Lixomania, Cólera e Olho Seco. Tudo estava combinado e acertado, mas as três últimas tiveram suas apresentações canceladas por decisão da Polícia Militar.

Havia a ideia inicial para as três últimas bandas tocarem em um espaço ao ar livre do Sesc (como em 1982) no dia 1º de abril. Mas uma possível superlotação, que poderia oferecer risco à segurança do público, obrigou os organizadores a remarcarem esta reunião para maio.

Para os dias que foram mantidos (29,30 e 31), além de Ratos e Inocentes, há outras grandes atrações, como o ótimo Garotos Podres, Devotos (antigo Devotos do Ódio) e a banda argentina Ataque 77. Os ingressos para os shows vão de R$ 4,00 a R$ 16,00.  Mais informações podem ser conferidas no site www.sescsp.org.com.br ou no telefone (11) 3871-7700.

Confira a lista de bandas do festival:

29/3
Inocentes
Devotos
Os Excluídos

30/3
Garotos Podres
Attaque 77
Flicts

31/3
Ratos de Porão
Invasores de Cérebro
Questions

1/4 (cancelado)
Cólera
Olho Seco
Agrotóxico
Restos de Nada
Condutores de Cadáver
Lixomania

27
mar
12

Livro com biografia do Metallica é lançado no Brasil

A Editora Globo lançou no Brasil o livro “Metallica – A Biografia”. Escrito pelo jornalista Mick Wall, que acompanha a banda norte-americana desde seu início, o livro promete trazer todas as fases do grupo que é considerado atualmente o maior do heavy metal de todos os tempos.

Do nascimento do thrash metal ao sucesso absoluto que rompeu as barreira do gênero – passando pela dolorosa perda do falecido baixista Cliff Burton, além da disputa do Napster, problemas com drogas e álcool, a gravação de discos menos pesados que desagradaram vários fãs e o renascimento com o disco “Death Magnetic” – a públicação tenta passar um pente fino na carreira do Metallica.

Britânico, Mick Wall é jornalista especializado em música. Ex-editor da revista Classic Rock, também colaborou para a Mojo, The Times e outras publicações ao redor do mundo. Apresentou programas na Sky TV, Radio 1 e Capital Radio, e apareceu em documentários sobre música na BBC.

Em mais de 30 anos de carreira, entrevistou as principais bandas e artistas do rock internacional. É autor, por exemplo, de “Led Zeppelin: Quando os Gigantes Caminhavam sobre a Terra”.

O livro tem 472 páginas e o preço sugerido é de R$ 49,00. Nas empresas que vendem produtos pela internet, é possível, no entanto, comprar a publicação por um preço menor.

25
mar
12

Paul McCartney volta ao Brasil em abril para shows em Recife e Florianópolis

Paul McCartney parece ter gostado definitivamente do Brasil. Na semana passada, foi confirmada a volta do ex-beatle ao País, desta vez em capitais fora dos grandes centros. Ele fará um show no dia 21 de abril em Recife, no Estádio do Arruda**, e outro, no dia 25, em Florianópolis, no Estádio da Ressacada.

Se anteriormente, Paul veio ao Brasil para shows eletrizantes em Porto Alegre e São Paulo (2010) e Rio de Janeiro (2011), pela turnê “Up and Coming”, agora, traz as apresentações da turnê “On The Run”.

Ela promove seu mais recente álbum de estúdio, “Kisses on the Bottom”, que foi lançado em fevereiro, trazendo dez regravações de standards do jazz norte-americano e duas músicas inéditas.

Para o show de Recife os ingressos já começaram a ser vendidos no dia 25 de março e tendem a acabar rapidamente, já que a vinda de Paul é um grande acontecimento para a capital pernambucana. Os valores cobrados são de R$ 600 (pista premium), R$ 260 (gramado e arquibancada inferior), R$ 340 (cadeiras), R$ 160 (arquibancada superior).

As vendas acontecem no site www.zetks.com.br e nas bilheterias do Chevrolet Hall (Av. Agamenon Magalhães s/n), que funcionam diariamente, das 9 horas às 16h30, até o término dos ingressos. Dúvidas sobre o sistema de compra podem ser tiradas pelos telefones: (11) 2626- 1061 e  (21) 3005-3025.

Para o show de Florianópolis, a pré-venda para clientes privilegiados (assinantes de jornais do Grupo RBS, sócios adimplentes do Avaí Futebol Clube e integrantes de fã-clubes credenciados pela produção de Paul McCartney) começa no dia 26 de março. O período de venda para o público geral será a partir do dia 28 de março. Os valores dos ingressos são de R$ 760 (gramado premium), R$ 350 (gramado), R$ 380 (cadeiras cobertas gold), R$ 280 (cadeiras descobertas).

As vendas para a apresentação da capital catarinense também acontecem no site www.zetks.com.br e no Estádio da Ressacada. Os telefones para as informações são os mesmos citados acima para as vendas de Recife. Mais detalhes sobre as apresentações também podem ser conferidos no site http://www.paulinbrazil.com.br/

**Nota do Roque Reverso -> Com o esgotamento dos ingressos para o dia 21 de abril em Recife, uma apresentação extra foi confirmada para o dia 22 de abril na capital pernambucana. Os ingressos têm os mesmos valores.

24
mar
12

30 anos do álbum “The Number of the Beast”

No dia 22 de março, o mundo do bom e velho rock n’ roll comemorou os 30 anos do álbum “The Number of the Beast, do Iron Maiden. Terceiro trabalho da mais do que clássica banda britânica, o disco é um dos grandes símbolos do heavy metal, gênero no qual o Iron é um dos reis ou, para muitos, o rei único e absoluto.

“The Number of the Beast” é um álbum que traz mudanças profundas na carreira do Iron Maiden. Se os dois primeiros álbuns (“Iron Maiden” e “Killers”) já haviam mostrado que o grupo não era uma banda qualquer e que teria vida longa no rock pesado, o terceiro disco marcou a estreia na banda de um dos maiores vocalistas da história da música: nada menos que Bruce Dickinson.

Não que o vocalista anterior, o grande Paul Di’ Anno, não tivesse qualidades, mas a personalidade de Bruce, sua notória capacidade intelectual e sobretudo sua ótima técnica para cantar fariam com que o Iron Maiden nunca mais fosse o mesmo, e para melhor.

“The Number of the Beast” chamou a atenção logo de cara pela capa, que trazia o mascote Eddie manipulando, nada menos que o demônio, como se fosse uma marionete. Numa época em que o mundo não era tão liberal como em outras épocas anteriores, dá para imaginar o choque que algumas pessoas tiveram.

Só para lembrar, tínhamos Margaret Thatcher como primeira-ministra do Reino Unido, o republicano Ronald Reagan como presidente dos Estados Unidos, a Guerra Fria em curso e vários países da América ainda sob um longo período de regime militar, entre eles o Brasil e a Argentina. Não havia dúvidas, portanto, que o mundo passava por um período conservador.

Além da capa desafiadora para aquele período, o álbum reuniu três grandes clássicos da carreira do Iron Maiden:  “The Number of the Beast”, “Run to the Hills” e “Hallowed Be Thy Name”, até hoje músicas carimbadas nos shows da banda.

A música “The Number of the Beast” já trazia uma introdução para lá de impactante, com os versos iniciais tirados do Apocalipse, da Bíblia: “Woe to you, Oh Earth and Sea, for the Devil sends the beast with wrath, because he knows the time is short…Let him who hath understanding reckon the number of the beast for it is a human number, it’s number is Six hundred and sixty six” (“Ai de vós que habitais a Terra e o Mar, pois o Demônio envia a besta com ódio. Porque ele sabe que o tempo é curto…Deixe aquele que compreende reconhecer o número da besta porque é um número humano Seu número é seiscentos e sessenta e seis”)

“Run to the Hills” traz um dos acordes iniciais mais famosos do heavy metal, foi simplesmente o primeiro single do álbum e atingiu enorme sucesso nas paradas. “Hallowed Be Thy Name” é simplesmente uma das maiores músicas da história da banda e do heavy metal e sua letra fala sobre um homem condenado que espera na cela a poucos minutos de ser enforcado. A junção das guitarras de Adrian Smith e Dave Murray com o baixo do mestre Steve Harris é uma das mais perfeitas combinações da música pesada!

Depois do álbum “The Number of The Beast”, o Iron Maiden faria álbuns até melhores, como “Piece of Mind” e “Powerslave”, mas o disco ficou para sempre marcado na história da música mundial.

Para homenagear os 30 anos desta pérola do heavy metal, o Roque Reverso descolou três vídeos clássicos no YouTube. “The Number of the Beast”, “Run to the Hills” e “Hallowed Be Thy Name”, esta última com clipe ao vivo da turnê do álbum “Powerslave”, que rendeu o sensacional álbum “Live After Death”. Up the Irons!

20
mar
12

Novo álbum de Neil Young com Crazy Horse sairá em junho; veja a capa e a lista de faixas

Neil Young confirmou que seu mais novo disco será lançado no dia 5 de junho. O material novo naturalmente já mereceria destaque por se tratar de um álbum de um ícone do rock, mas ganha ainda mais em importância por trazer junto com Young nada menos que o seu clássico grupo Crazy Horse. “Americana” é o primeiro disco de estúdio que a banda faz junto com o cantor canadense desde “Greendale”, de 2003, e o primeiro trabalho com o grupo Crazy Horse completo desde “Broken Arrow”, de 1996. Ou seja, com Billy Talbot (baixo e vocais), Ralph Molina (bateria e vocais) e Frank “Poncho” Sampedro (guitarra e vocais).

O novo trabalho traz versões para clássicos do cancioneiro folk norte-americano, como “This Land Is Your Land”, “Gallows Pole”, “Tom Dooley”, “Clementine” e “Oh Susannah”. O disco foi gravado no estúdio Audio Casa Blanca e produzido por Neil Young, John Hanlon e Mark Humphreys.

Recentemente, Neil Young disse à imprensa internacional que as músicas do álbum, embora possam representar os Estados Unidos que, talvez, não existam mais, trazem emoções e cenários por trás delas que ainda refletem o que está acontecendo no país hoje com impacto igual ou até maior cerca de 200 anos depois.

Neil Young & Crazy Horse fizeram sua primeira aparição ao vivo desde 2004 no mês passado, no evento “MusicCares” em tributo a Paul McCartney, em Los Angeles. Juntos, eles tocaram “I Saw Her Standing There”, que, para muitos, foi o melhor momento do evento.

A união do cantor e o Crazy Horses, por enquanto, não traz promessa de turnês. Infelizmente, pois, para quem não se lembra, Young ficou de voltar ao próximo festival SWU, desta vez cantando. Quem não se lembra da apresentação sensacional que eles fizeram no Rock in Rio de 2001?

Não custa nada sonhar com o cantor e o grupo aqui no Brasil em 2012. Para relembrar um grande momento de Neil Young & Crazy Horse no Rock in Rio, descolamos um vídeo de “Hey Hey, My My (Into the Black)”. Fique também abaixo com a lista de faixas do novo álbum.

1 – Oh Susannah
2 – Clementine
3 – Tom Dooley
4 – Gallows Pole
5 – Get a Job
6 – Travel On
7 – High Flyin’ Bird
8 – She’ll Be Comin ’Round the Mountain
9 – This Land Is Your Land
10 – Wayfarin’ Stranger
11 – God Save the Queen

19
mar
12

30 anos sem Randy Rhoads

Há 30 anos, o rock perdia um dos seus maiores guitarristas de todos os tempos. No dia 19 de março de 1982, Randall William Rhoads, ou simplesmente Randy Rhoads, morreu, aos 25 anos, em um acidente de avião estúpido, deixando uma grande saudade nos admiradores do instrumento de seis cordas.

Rhoads teve passagem pelo grupo Quiet Riot, mas chegou a um nível de estrelato de grandes proporções depois de pertencer à banda do grande Ozzy Osbourne. Ele foi fundamental na criação de clássicos da carreira solo do então ex-vocalista do Black Sabbath nos álbuns “Blizzard of Ozz” e “Diary of a Madman”.

No dia anterior ao da data de morte de Rhoads, a banda de Ozzy tocou no Civic Coliseum em Knoxville, Tennessee (EUA). Dali, a equipe seguiu para Orlando (Florida) tocar no “Rock Super Bowl XIV” com as bandas Foreigner, Bryan Adams e UFO.

A caminho de Orlando passaram pela casa do motorista do ônibus, Andrew Aycock, em Leesbur (Florida). No local, estavam estacionados algumas pequenas aeronaves e helicópteros.

O tal motorista tinha habilitação para pilotar e resolveu “dar umas voltas” em uma das aeronaves. Inicialmente, sob efeito de cocaína, ele chamou o tecladista da banda, Don Airey, para um passeio que foi realizado sem maiores problemas. Na sequência, convidou Randy Rhoads e Rachel Youngblood (que cuidava das maquiagens da banda) para dar mais voltas de avião.

Uma das histórias mais divulgadas pela imprensa é a de que o avião voava baixo e passava zunindo perto do estacionamento onde estava o ônibus, talvez para brincar com o pessoal da banda, que estava repousando.

Nas duas primeiras vezes, o piloto conseguiu sobrevoar sem problemas, mas, na terceira, a asa do avião bateu no teto do ônibus. Com isso, o piloto perdeu o controle  e o avião caiu, causando a morte instantânea dos três, que só puderam ter seus corpos identificados pelas arcadas dentárias.

Para homenagear Randy Rhoads, o Roque Reverso descolou dois vídeos no YouTube. Para começar, um com vários trechos da performance do guitarrista em vários sucessos de Ozzy. Para fechar, uma montagem com a música “Mr. Crowley”, cujo solo final ainda faz muito marmanjo chorar nos shows de Ozzy. RIP Randy!




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