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08
mar
15

Ministry preencheu lacuna histórica com o Brasil e trouxe tempestade sonora a SP

Ministry em SP - Foto: Divulgação Free Pass EntretenimentoDemorou muito tempo, mas finalmente o Ministry se apresentou no Brasil. A banda liderada pelo insano e talentoso vocalista e multiinstrumentista Al Jourgensen preencheu uma lacuna histórica de mais de 25 anos que estourou entre os amantes da música pesada underground e trouxe uma verdadeira tempestade sonora para o Audio Club, em São Paulo, no dia 6 de fevereiro.

A ansiedade para ver o grupo pela primeira vez no País era grande. Houve até quem cogitasse que, por ter feito uma legião de fãs nas, hoje, distantes décadas de 80 e 90, o Ministry não traria um público relevante para a casa paulistana. O que se viu, no entanto, foi uma plateia considerável que quase lotou o Audio Club.

Diferente de outros shows que passaram por São Paulo recentemente, a idade predominante entre os fãs que foram à apresentação do Ministry era de pessoas em torno dos 30 anos ou mais. Com isso, a galera adolescente que costuma ir a apresentações de outros grupos mais populares era a minoria.

Não foram poucas as vezes que pessoas que passaram por casas paulistanas históricas, como o Cais, Armagedom, Morcegóvia (ou Madame Satã) e Der Temple, foram encontradas conversando antes do show.

Músicos de bandas brasileiras alternativas ou mais pesadas também foram vistos nos camarotes, assim como jornalistas e críticos musicais conhecidos espalhados pela pista. Entre eles, estavam, por exemplo, André Barcinski, André Forastieri e Régis Tadeu.

O show foi marcado para uma sexta-feira e, para atrapalhar, um chuva intensa e necessária para amenizar a crise hídrica vivida pelo Estado de São Paulo, provou que São Pedro realmente não é chegado num rock. Muitas das ruas e avenidas da região próxima ao Audio Club ficaram totalmente paradas e caminhos que demoram tradicionalmente 10 ou 15 minutos passaram a levar uma demora duas ou três vezes maior para serem percorridos.

O show

Justamente pelos transtornos causados pela chuva, os organizadores do show do Ministry optaram pelo atraso da apresentação e anunciaram isso ao público do Audio Club. Originalmente marcado para começar às 21h30, o show começou lá pelas 22h30.

O repertório escolhido pela banda veio em linha com o adotado na semana passada em show realizado em Brisbane, na Austrália. Marcado pela concentração de músicas de álbuns específicos em blocos, o grupo trouxe um show de qualidade.

“Hail to His Majesty” foi a primeira. Além dela, “Punch in the Face”, “PermaWar” e “Fairly Unbalanced” foram as escolhidas do mais recente álbum do Ministry, “From Beer to Eternity”, de 2012. As três primeiras do show foram tocadas exatamente na ordem do disco.

Logo de cara, o que chamou a atenção foi o entrosamento da banda para tocar músicas de estúdio que não são exatamente fáceis. Sin Quirin (guitarra), Aaron Rossi (bateria), Monte Pittman, John Bechdel (teclado) e Tony Campos (baixo) davam o suporte perfeito para a voz de Al Jourgensen.

Tony Campos já é um velho conhecido do público brasileiro, pois já veio várias vezes ao País, por exemplo, com o Cavalera Conspiracy. Aaron Rossi impressionou pela velocidade e pelo peso dados à bateria em músicas que foram gravadas em estúdio com o instrumento na versão eletrônica.

Depois das músicas do “From Beer to Eternity”, o Ministry trouxe três de uma vez do disco “Rio Grande Blood”: a faixa-título, “Señor Peligro” e “LiesLiesLies”, esta última com o refrão cantando a plenos pulmões pela plateia.

Além do peso das músicas, a banda fazia o público ficar vidrado com os efeitos visuais de um telão que trazia também trechos de clipes e imagens malucas no estilo Ministry. Com o seu pedestal de microfone em forma de esqueleto, Al Jourgensen era o próprio mestre de cerimônias do caos.

Depois da trinca de “Rio Grande Blood”, foi a vez de uma dobradinha do álbum “Houses of the Molé”, de 2004, e de mais duas, desta vez, do disco “The Last Sucker”, de 2007. A primeira do trabalho de 2004 foi “Waiting” e a segunda foi “Worthless”. “Watch Yourself” e “Life Is Good” foram do álbum de 2007.

Ministry em SP - Foto: DivulgaçãoMinistry em SP - Foto: DivulgaçãoMinistry em SP - Foto: DivulgaçãoMinistry em SP - Foto: Divulgação

 

A cereja do bolo estava reservada para a parte final do show, justamente com hits que fizeram o Ministry estourar além da cena underground. “N.W.O.” e “Just One Fix”, do grande disco “Psalm 69”, de 1992, levaram o público ao delírio e geraram algumas rodas de mosh em alguns pontos da pista, além de um bate-cabeça obrigatório nas proximidades da grade, onde este jornalista se encontrava.

Na sequência, “Thieves” e “So What”, do álbum “The Mind Is a Terrible Thing to Taste”, de 1989, também causaram mais caos no Audio Club.

“So What” foi bastante comemorada e cantada por grande parte do público, mas “Thieves” merece um destaque à parte. Talvez, a melhor do show, a música foi executada de maneira perfeita pelo Ministry e fez a casa quase ir ao chão, com a plateia agitando sem parar a cada riff e a cada batida à velocidade da luz de Aaron Rossi.

Para muitos fãs das antigas, aquele foi um momento histórico. Ver o Ministry tocando “Thieves” finalmente ao vivo gerou sensação semelhante de ter visto pela primeira vez o Metallica tocando “Master of Puppets” ou “One”; de ver o Slayer tocando “Raining Blood” ou “Seasons in the Abyss”; o Megadeth tocando “Holy Wars”; o Anthrax com “Indians”…

Depois do grande momento, o grupo saiu do palco para um respiro. Na volta, ainda tocaram “Khyber Pass”, do “Rio Grande Blood”, e terminaram a apresentação.

Após o final do show, Al Jourgensen desceu do palco e cumprimentou uma a uma das pessoas que estavam na grade. A cada um, ele agradecia humildemente à presença, numa imagem que poderia ser passada para muitos músicos que nem começaram a carreira e se acham a última bolacha do pacote.

Para muitos dos críticos e até companheiros da cena musical, o Ministry não fez sucesso ainda maior por conta dos excessos de Al Jourgensen com as drogas. Depois de tantos anos, é um privilégio ele estar vivo e em carne e osso para a plateia paulistana. Não é toda hora que os fãs de rock e da música como um todo tem a possibilidade de assistir a um show de um cara tão criativo.

A despeito de não ter conseguido o credenciamento de imprensa, o Roque Reverso assistiu à apresentação do Ministry a convite do Audio Club.

Para relembrar o show histórico do Ministry no Audio Club, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a execução de “N.W.O.”. Depois, veja as filmagens de “Just One Fix” e de “Thieves”. Para fechar, fique com o vídeo de “So What” feito por nós.

Set list

Hail to His Majesty
Punch in the Face
PermaWar
Fairly Unbalanced
Rio Grande Blood
Señor Peligro
LiesLiesLies
Waiting
Worthless
Watch Yourself
Life Is Good
N.W.O.
Just One Fix
Thieves
So What

Khyber Pass

 

 

30
nov
12

Cavalera Conspiracy supera percalços e faz show para casa cheia e vibrante em SP

O Cavalera Conspiracy passou por São Paulo em novembro e saciou a vontade dos fãs do thrash metal que esperavam por um show dos irmãos Max e Igor num local fechado. Após uma série de imprevistos, que chegaram a provocar o cancelamento da apresentação agendada para o dia 17 no Via Marquês, o grupo conseguiu remarcar o show para o dia 18 no pequeno e interessante Cine Jóia, com capacidade para 1.500 pessoas.

Com a casa cheia, a banda teve uma performance digna dos bons tempos dos irmãos fudadores do importantíssimo Sepultura.

O show no Cine Jóia era uma boa oportunidade para o Cavalera mostrar como se comportava sendo a atração principal. Nas duas outras oportunidades que esteve no Estado de São Paulo, a banda não era o nome mais importante dos eventos que participou e, com isso, fez apresentações bem mais curtas do que o público desejava.

Em 2010, no SWU Festival, o show do grupo foi colocado num horário que impediu quem trabalhou no dia de ver a banda pela primeira vez no Brasil. Era uma segunda-feira, véspera de feriado, e o horário agendado ficou para antes das 19 horas, algo impensável para quem trabalhava em São Paulo e precisava pegar a Marginal Tietê para chegar a Itu. Em 2011, a banda foi grata surpresa na abertura da apresentação do Iron Maiden no Morumbi. O show foi ótimo, mas o fã de thrash foi obrigado a chegar muito cedo ao Estádio e viu, com certeza, bem menos músicas do que assistiria, se apresentação principal fosse só do Cavalera.

A despeito de toda a confusão que quase evitou que o púbico tivesse a oportunidade de ver o grupo em 2012 na capital paulista, a movimentação na porta do Cine Jóia antes do show indicava que a procura por ingressos era grande. Filas nas bilheterias davam sinais que a casa poderia ter um bom número de pessoas, como de fato aconteceu a seguir.

Depois da abertura da banda Worst, o Cavalera Conspiracy finalmente subiu ao palco, às 22h20, para delírio dos fãs. Além de Max Cavalera nos vocais e guitarras e Igor Cavalera na bateria, o grupo veio composto pelo talentoso norte-americano Marc Rizzo na guitarra principal e por Tony Campos no baixo, para surpresa de quem havia visto o show no Morumbi no ano passado com Johny Chow no instrumento.

As duas primeiras músicas executadas foram “Warlord” e “Torture”, exatamente as mesmas que iniciam o mais recente álbum do grupo,  “Blunt Force Trauma”, que foi lançado em 2011. Com o som alto, especialmente da bateria de Igor, o Cavalera preparou o público para o que viria a seguir.

Na pista do Cine Jóia, rodas já se abriam, mostrando que aquele era o caminho certo. “Abre a roda aê”, ordenava Max, que logo emendou a ótima “Inflikted”, do disco de estreia, de nome idêntico, lançado em 2008. “Inflikted!  Show no mercy! Muthafuckin’ wicked”, repetia a galera, no refrão potente da música.

O ambiente do Cine Jóia remetia aos tempos anteriores ao lançamento do álbum “Arise”, quando o Sepultura ainda conquistava território no mundo do thrash. Era como se estivéssemos num show no saudoso Aeroanta, com a banda a poucos metros do público. Este jornalista teve, por sinal, o prazer de assistir ao show do Cavalera na primeira fila e viu o trabalho que os seguranças tiveram em alguns momentos da apresentação para segurar os fãs um pouco mais exaltados.

Falando em Sepultura, foi com “Refuse/Resist” que o Cavalera Conspiracy atingiu o primeiro grande momento do show. Com esta música, o público vibrou demais e cantou cada sílaba deste grande clássico do heavy metal. Em mais um dos inúmeros pedidos feitos por Max para a abertura da roda, rolou mosh para todo o lado e os menos acostumados até se assustaram com a energia da galera.

Sem deixar que o público respirasse, o grupo emendou mais duas da fase do Cavalera: “Sanctuary” e “Terrorize”, do álbum de estreia. Ambas as músicas, com um som apocalíptico, mantiveram a platéia ligada e agitada, respondendo cada vez mais aos incentivos de Max, ainda um dos maiores frontmen da história do rock pesado.

O grupo mesclava bem os sucessos do Sepultura com as boas músicas atuais do Cavalera. O hino “Territory”, lançado no longínquo ano de 1993, mais uma vez empolgou os fãs e mostrou que, apesar de completar 20 anos, continua extremamente atual, dado o cenário de novos conflitos no Oriente Médio.

Cavalera Conspiracy em SP - Tony Campos - Foto: Reprodução YouTubeCavalera Conspiracy em SP - Max Cavalera - Foto: Reprodução YouTubeCavalera Conspiracy em SP - Foto: Reprodução YouTubeCavalera Conspiracy em SP - Marc Rizzo - Foto: Reprodução YouTube

Depois de “Territory”, os músicos vieram com mais três da fase Cavalera: “Killing Inside” e “Blunt Force Trauma”, do mais recente disco, e “Black Ark”, do álbum de estreia. Na primeira, Max até largou a guitarra de lado para pegar o microfone na mão e conduzir mais uma vez o público, como se fosse uma espécie de líder espiritual. Aliás, a cena dele jogando água na plateia, como se fosse um padre com água benta, foi uma das mais engraçadas da noite.

Em “Black Ark”, o show contou com um momento histórico e bem interessante, já que os filhos de Max ajudaram o pai nos vocais, com gritos animalescos. É interessante notar que a família tem o talento natural para a música pesada. Os dois garotos não fizeram feio e deram a impressão que, se seguirem os passos do pai e do tio, terão sucesso também.

Na sequência, o público voltou mais uma vez no tempo com a dobradinha matadora dos tempos do Sepultura. Nada menos que “Arise”, com um trecho de “Dead Embryonic Cells”, deixou todos no Cine Jóia alucinados e boquiabertos com a maneira como Igor Cavalera massacrou a bateria, como nos bons grandes momentos daquela banda que um dia peitou Slayer e Metallica na cena internacional do thrash metal.

Mais presentes estavam por vir, já que “Wasting Away”, do projeto paralelo Nailbomb, que Max criou na década de 90, também foi executada, deixando a galera completamente alucinada. O caos já reinava na pista e o Cavalera Conspiracy ainda trouxe mais Sepultura com a dobradinha de “Desperate Cry” e “Propaganda”, que parecia que iria derrubar o Cine Jóia. Max, por sinal, trocou o tradicional bordão “Vamos detonar essa porra” por “Vamos destruir essa porra”, deixando os fãs ainda mais doidos.

Se você pensa que o público já estava cansado depois de tanto barulho e energia, está completamente enganado. Tirando forças extras, a plateia seguia na maratona de thrash do Cavalera Conspiracy, que havia prometido tocar um set list mais longo para compensar toda a confusão com a organização do show. Após “I Speak Hate”, a banda emendou mais duas do Sepultura: “Attitude” e a ultraclássica “Troops of Doom”, que transformou a pista do show numa roda única de mosh!!

Quem conseguiu sobreviver a estes dois momentos sensacionais ainda ganhou de brinde mais uma participação especial da noite. Max chamou nada menos que Brann Dailor, baterista do grupo norte-americano Mastodon para assumir temporariamente as baquetas no lugar de Igor. Não bastasse a presença mais do que ilustre, a plateia teve o prazer de assistir a execução de “Six Pack”, música da banda de hardcore punk Black Flag.

Na sequência, a preferida do Sepultura deste jornalista: “Inner Self”, já com Igor de volta. Ela foi tocada depois de muitos pedidos do público, que aí já dava sinais de cansaço com cerca de uma hora e meia de show nas costas. Em pleno domingão, realmente, não havia preparo físico que suportasse tamanho gasto de energia…

Depois de uma breve pausa, o bis ficou por conta do hit “Roots Bloody Roots”, que ainda conseguiu arrancar uma pitada de força da plateia para pular quase até o teto, gritando a plenos pulmões o clássico refrão do Sepultura. A banda agradeceu a todos ainda no palco, com a presença de várias crianças da família Cavalera. Quem estava no Cine Jóia, tinha a certeza que havia visto uma grande apresentação, com o Cavalera Conspiracy fazendo antes de tudo um show digno e de qualidade para seus fãs.

Para quem foi ao Cine Jóia reviver os grandes momentos e para quem não foi ter uma noção do que aconteceu, o Roque Reverso selecionou vídeos no YouTube. Fique com a abertura da banda com “Warlord”. Depois, assista o Cavalera executando “Sanctuary”, “Arise” com “Dead Embryonic Cells” e “Inner Self”.

Set list

Warlord
Torture
Inflikted
Refuse-Resist (Sepultura)
Sanctuary
Terrorize
Territory (Sepultura)
Killing Inside
Blunt Force Trauma
Black Ark
Arise/Dead Embryonic Cells (Sepultura)
Wasting Away (Nailbomb)
Desperate Cry/Propaganda (Sepultura)
I Speak Hate
Attitude(Sepultura)
Troops of Doom (Sepultura)
Six Pack (Black Flag)
Inner Self (Sepultura)

Roots Bloody Roots (Sepultura)

28
abr
12

Após hiato de 5 anos, Prong lança novo álbum

Boa banda de thrash metal criada no final da década de 80, o Prong rompeu um hiato de 5 anos e lançou no dia 24 de abril seu mais novo álbum, via Long Branch Records/SPV. “Carved Into Stone” tem 11 músicas e foi produzido por Steve Evetts, que já trabalhou com o Sepultura e o Symphony X, entre outros grupos do rock pesado. A arte da capa foi elaborada por Vance Kelly, que já fez trabalhos para o Down.

Quem se lembra do Prong, sabe muito bem que o álbum “Beg to Differ”, de 1990, é item obrigatório para qualquer fã que aprecia um thrash metal feito com grande técnica e qualidade. Responsável por firmar o nome da banda no cenário do metal, o disco citado traz uma das melhores sequências de músicas pesadas do thrash em um único álbum.

Agora, com “Carved Into Stone”, a avaliação da imprensa roqueira internacional foi de que o novo disco do Prong é um grande candidato a entrar na lista dos melhores do heavy metal na década. De fato, só de escutar a primeira faixa, “Eternal Heat“, a sensação é de algo de grande qualidade e peso que lembra os bons tempos do grupo norte-americano.

A formação da banda atualmente não é a mesma clássica dos anos 80, mas o guitarrista e vocalista Tommy Victor, que sempre foi o líder do grupo, está lá, mantendo a grande qualidade que fez com que ele integrasse grandes nomes do metal, como o Danzig e o Ministry. Completam o trio, o baterista Alexei Rodriguez e o baixista Tony Campos.

O primeiro vídeo do novo álbum é da música “Revenge … Best Served Cold”, a quarta da lista. Veja abaixo a relação de faixas do novo álbum e o novo clipe do Prong.

1 – Eternal Heat
2 – Keep On Living In Pain
3 – Ammunition
4 – Revenge … Best Served Cold
5 – State of Rebellion
6 – Put Myself to Sleep
7 – List of Grievances
8 – Carved Into Stone
9 – Subtract
10 – Path of Least Resistance
11 – Reinvestigate




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