Posts Tagged ‘nu metal

09
abr
17

Filho de 12 anos do baixista do Metallica substituirá membro do Korn em turnê sul-americana

Tye Trujillo - Foto: Chloe TrujilloO Korn divulgou comunicado aos fãs com a informação de que o baixista Reginald “Fieldy” Arvizu, por causa de “circunstâncias imprevistas”, não poderá acompanhar o grupo na turnê sul-americana que será realizada neste mês de abril. Para o lugar de “Fieldy”, a banda norte-americana anunciou ninguém menos que Tye Trujillo, garoto de 12 anos que é filho de Robert Trujillo, baixista do Metallica.

Para muitos, a notícia poderia ser recebida como uma brincadeira, mas, para quem já viu o menino tocar, é bom preparar o queixo para ele não cair rápido demais. Praticamente uma miniatura do pai, Tye Trujillo é daqueles meninos-prodígio que parecem ter todo um futuro muito claro de sucesso.

O garoto já toca numa banda de meninos, a The Helmets. Em vídeos facilmente encontrados no YouTube, dá para conferir que a molecada enche de esperança que gosta do bom e velho rock n’ roll, em um momento no qual o estilo vem passando por uma período crítico de renovação e com poucas bandas novas capazes de criar algo marcante.

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26
out
16

Com disco recém-lançado, Korn anuncia volta ao Brasil para shows em abril de 2017

Reprodução da capa do disco "The Serenity Of Suffering", do KornO Korn lançou recentemente novo álbum e, nesta quarta-feira, 26 de outubro, confirmou que voltará ao Brasil em abril de 2017. Segundo a produtora Mercury Concerts, a banda norte-americana tocará em três cidades do País: São Paulo, Curitiba e Porto Alegre.

Na capital paulista, o grupo se apresentará no Espaço das Américas, no dia 19 de abril. Na capital paranaense, fará show no Live Curitiba, no dia 21 de abril. Na capital gaúcha, tocará no Pepsi on Stage, no dia 23 de abril.

A turnê faz parte da divulgação do álbum “The Serenity of Suffering”, cuja capa pode ser vista ao lado. É o décimo segundo álbum de estúdio do Korn.

O disco foi produzido por Nick Raskulinecz e lançado no dia 21 de outubro.

O trabalho conta com a participação especial de Corey Taylor (Slipknot) e marca o retorno do Korn à gravadora Roadrunner Records.

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05
abr
16

Limp Bizkit volta ao Brasil para show em SP no dia 26 de maio

Limp BizkitO Limp Bizkit voltará ao Brasil para show único em São Paulo. A banda norte-americana se apresentará no dia 26 de maio no Espaço das Américas.

O show na capital paulista faz parte de uma turnê que tem a intenção de contemplar os 20 anos de carreira do grupo, formado em 1994. Foi, portanto, projetado para atrair fãs de todas as fases da banda.

A apresentação promete atrair muitos fãs de São Paulo e de fora da cidade. Além de ser o único da turnê sul-americana a passar pelo Brasil, acontecerá no dia do feriado de Corpus Christi, ou seja, uma quinta-feira que é início de período de feriado prolongado.

No repertório, o grupo irá tocar vários hits conhecidos, como “My Way”, “Rollin”, “Nookie” e “Take a Look Around”.

Os ingressos para Pista Comum e Vip já estão no segundo lote. A entrada inteira para o primeiro local sai por R$ 220,00. Para a Pista Vip, custa R$ 400,00.

Há ainda a opção do Mezanino, ainda no primeiro lote, com o valor de R$ 400,00.

Na internet, os ingressos estão à venda no site da Ticket 360 e podem ser parcelados em 3 vezes sem juros. A bilheteria do Espaço das Américas é o local onde o fã pode comprar as entradas sem a taxa de conveniência.

A última apresentação da banda no Brasil foi Monsters of Rock, de 2013, também em São Paulo, na Arena Anhembi. Na ocasião, a banda fez um show que contagiou o público e também trouxe grandes hits.

01
out
15

Slipknot repete em SP script do Rock in Rio, rasga elogios ao público e faz Pista Vip se ajoelhar

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsDois dias depois de se apresentar e honrar o posto de headliner do Rock in Rio, o Slipknot tocou em São Paulo no domingo, 27 de setembro, na Arena Anhembi. Para um público que deu show de participação e ganhou elogios do vocalista Corey Taylor, o grupo norte-americano seguiu rigorosamente o script do festival realizado na capital fluminense e proporcionou, mais uma vez, uma apresentação intensa e vibrante, a ponto de conseguir a proeza de fazer a plateia que ocupava a eternamente criticada Pista Vip se ajoelhar durante a execução da música “Spit It Out”, no momento maior do show.

Os mascarados de Iowa não tocavam em São Paulo desde o Monsters of Rock de 2013, quando também foram atração principal numa das noites e fizeram uma ótima apresentação. Em 2015, havia atrativos adicionais ao show do Slipknot. Tudo porque a banda veio à capital paulista no ano seguinte ao lançamento recente do novo álbum da banda.

O disco “.5: The Gray Chapter” é o primeiro desde a morte do baixista Paul Gray e da saída do baterista Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

A banda de abertura do show em São Paulo foi o Mastodon, que também havia tocado dias antes no Rock in Rio. O grupo não conseguiu, porém, tocar todo o repertório planejado, em virtude de um forte temporal que caiu sobre a região do Anhembi. Com a forte chuva, a apresentação da banda de abertura durou cerca de 30 minutos.

Após o temporal, para sorte dos fãs dos Slipknot, a chuva parou de repente e não caiu uma gota sequer durante toda a apresentação dos mascarados. Tal qual o cenário visto no Rock in Rio, o palco fazia referência ao novo álbum. O set list foi idêntico ao do festival carioca e a entrega dos integrantes foi a mesma de sempre: total.

A banda fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. As duas são do novo álbum e foram recebidas por muitos gritos e vibração da plateia.

Note que este jornalista mencionou a existência da Pista Vip no primeiro parágrafo do texto e destacou que até o povo de lá se rendeu às peripécias do Slipknot. Se, em qualquer show, este Roque Reverso costuma criticar a Pista Vip, imagine numa apresentação de um grupo que causa um imenso frenesi do público.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

No caso do Slipknot, é um verdadeiro pecado a existência da Pista Vip. O Roque Reverso acompanhou o show de lá de maneira tranquila e tem até elogios à estrutura da chamada “Bud Zone”, que contava com uma ampla oferta de lanchonetes e bom atendimento ao público. Mas Slipknot é sinônimo de agitação, roda de mosh, energia, apocalipse…

Com uma grade separando o público, as rodas próximas ao palco eram bem menos expressivas do que se viu em apresentações anteriores, como a do Rock in Rio de 2015 e a do Monsters de 2013. Comparar então com o antológico show dos mascarados no inesquecível Rock in Rio de 2011 é uma covardia.

Seguindo o script do show de dias antes na capital fluminense, o Slipknot trouxe ao público as músicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Depois disso, mesclou canções do disco novo, com destaque novamente para a boa “The Devil in I”, com outros clássicos.

Slipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move ConcertsSlipknot em SP - Foto: Divulgação Midiorama/Stephan Solon/Move Concerts

Interessante notar que o vocalista Corey Taylor se surpreendeu com a reação positiva da plateia paulistana. Em dado momento do show, ele disse que o show do Anhembi (apesar de não contar nem com a metade dos 85 mil presentes do Rock in Rio 2015) tinha um público muito mais barulhento.

A declaração de Taylor levou os fãs à loucura e fez com que o público soltasse um “Chupa, Rock in Rio! Chupa, Rock in Rio”. Taylor disse que não fazia a “mínima ideia” do que aquilo significava, mas que concordava.

Com o público na mão, Corey e o Slipknot continuaram o desfile apocalíptico no Anhembi. Os hits “Before I Forget” e “Duality” foram, como sempre, momentos altíssimos do show e foram cantados do começo ao fim pela plateia emocionada.

Com a Pista Vip, a imensa roda que se costuma formar em “Duality” não se repetiu com a mesma magnitude nas proximidades do palco. Havia uma galera que até tentou algo mais expressivo, mas havia um povo que estava mais preocupado em curtir, pular e vibrar, sem um cenário de caos. Muitas meninas presentes também chamaram a atenção pela quantidade, o que também foi bastante bacana, pois show com muito marmanjo feio (pleonasmo) é um porre.

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“Spit It Out” foi sem dúvida o maior momento da apresentação no Anhembi. Como sempre faz na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado (ou de joelhos, como já dissemos), para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

Foi simplesmente impressionante novamente ver o poder que a banda possui quando todos os presentes ficaram agachados. Mesmo os fãs mais velhos, mais gordos ou mais tímidos entraram na brincadeira e, quando o sinal de “jumpdafuckup” foi dado, aí sim, praticamente o Anhembi inteiro pulou.

No bis, as mesmas faixas matadoras do Rock in Rio 2015. Primeiro, a aterrorizante introdução de “742617000027”. Na sequência, o Slipknot mandou ver com “(sic)”, “People = Shit” e “Surfacing”.

Do mesmo jeito que dissemos na resenha do show do Rock in Rio, chamou a atenção a performance do novo baterista Jay Weinberg. Não houve a bateria giratória dos tempos de Joey Jordison, mas ele mostrou a todos que tem competência para assumir o importante posto no Slipknot.

Durante o show, não bastasse Corey Taylor dizer que a apresentação de São Paulo tinha sido a mais barulhenta que a do festival carioca, o sujeito afirmou que o evento em terras paulistas estava no Top 3 do Slipknot na turnê. O público, claro, pirou.

O saldo final da apresentação foi extremamente positivo. Mais uma vez, o grupo provou que continua no momento entre os principais expoentes do heavy metal mundial e que tem ainda muito a proporcionar para os fãs.

Para relembrar o show do Slipknot na Arena Anhembi, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com “Duality”. Depois, veja um trecho de “Spit It Out” com a galera ficando agachada e entrando na brincadeira da banda. Na sequência, assista um vídeo com “(sic)”. Para fechar uma gravação especial feita pelo baterista do Worst, Fernando Schaefer, que traz nada menos que exclusivamente o baterista Jay Weinberg, detonando nas músicas “People=Shit” e “Surfacing” bem na hora do bis!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

26
set
15

Agora headliner, Slipknot fez o show mais intenso, vibrante e insano do Rock in Rio 2015

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Redação RЯ 

Depois de entrar para a história do Rock in Rio em 2011, quando fez um show antológico, o Slipknot voltou em 2015 merecidamente como headliner e honrou a condição de atração principal do dia 25 de setembro na capital fluminense. Com uma apresentação que também não será esquecida pelos fãs, o grupo norte-americano de Iowa fez o show mais intenso, vibrante e insano do evento.

Desde já, o Roque Reverso avisa que não há comparação com aquela noite de 2011.

Naquela apresentação, o público era maior (100 mil pessoas contra 85 mil de 2015), a banda voltava a um evento imenso um ano e meio depois da morte do baixista Paul Gray e contava com o baterista Joey Jordison, um dos melhores do heavy metal.

Além disso, todo o frenesi que tomou conta da Cidade do Rock superou os limites do mundo metálico e virou assunto no dia seguinte até entre os que não gostam de música pesada. Ajudou para a discussão o fato de a famigerada Rede Globo (que compra os direitos dos eventos e não dá a cobertura correta) transmitir o show na íntegra para todo o Brasil em TV aberta. Desta vez, passou a maioria do show em VT porque estava transmitindo final de novela e restou aos fãs o canal fechado Multishow ou a internet.

Em 2015, o grande atrativo adicional ao show do Slipknot no Rock in Rio foi o lançamento recente do novo álbum da banda. O disco “.5: The Gray Chapter”, de 2014, é o primeiro desde a morte de Paul Gray e da saída de Joey Jordison. Também é o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008.

O Roque Reverso, infelizmente, não esteve presente em carne e osso na Cidade do Rock (estará na Arena Anhembi em SP no dia 27 de setembro), mas acompanhou todos os detalhes do grande show dos mascarados pelos diversos meios possíveis.

Mudanças interessantes em relação a 2011 foram vistas: além das máscaras diferentes e dos novos membros (Alessandro Venturella no baixo e Jay Weinberg na bateria), o palco bem elaborado e com uma série de efeitos também chamou demais a atenção.

Slipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Fernando SchlaepfeSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel MartiniSlipknot no Rock in Rio - Foto: Divulgação Rock in Rio/I Hate Flash/Ariel Martini

Depois de grande ansiedade da plateia, o Slipknot fez a preparação para a entrada ao som da música “XIX” e começou tocando com “Sarcastrophe”. Ambas são do novo álbum e, automaticamente, geraram na Pista do Rock in Rio aquele tradicional efeito de abertura de rodas e mais rodas de mosh.

Para manter o delírio do público, a banda trouxe as já clássicas “The Heretic Anthem” e “Psychosocial”. Daí em diante, mesclou faixas do novo álbum, como a boa “The Devil in I”, com outros sucessos mais conhecidos.

Em diversos momentos da apresentação, o ótimo vocalista Corey Taylor conversou com a plateia. Chamou o público de “família” e tratou todos com o devido respeito que um grande frontman deve fazer. Antes de cantar o hit “Before I Forget”, por exemplo, ele discursou sobre o preconceito idiota que a sociedade historicamente possui em relação ao heavy metal.

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Após “Sulfur”, Taylor pediu para o público cantar um “Parabéns a Você” para o percussionista (que usa a máscara de palhaço) Shawn Crahan, que fez aniversário recentemente. No clássico “Duality”, o Slipknot fez o estardalhaço de sempre e até soltou papel picado sobre o público, mas, diferente de 2011, quando deu nada menos que dois stage divings matadores, o DJ Sid Wilson ficou um pouco mais comportado.

Mantendo a tradição, o Slipknot tocou “Spit It Out”, e, na metade da música, Corey Taylor comandou o momento em que faz com que todo o público fique agachado, para, depois, pular junto quando é dito a palavra “jumpdafuckup”.

No Bis, três faixas matadoras. Depois da introdução de “742617000027”, a banda tocou “(sic)”. No fim, o público se esgoelou com “People = Shit” e “Surfacing”, que, diferente de 2011, não teve a bateria giratória.

Vale destacar que, a despeito de toda a qualidade e importância do ex-baterista Joey Jordison, o novo ocupante do posto, Jay Weinberg, foi um dos pontos altos do show. Impressionou pela pegada e não ficou devendo em nenhuma oportunidade durante a apresentação.

Para relembrar os grandes momentos do ótimo show do Slipknot no Rock in Rio, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Para começar, fique com “Psychosocial”. Depois, veja “Before I Forget”, “Duality” e “(sic)”. Se quiser ver o show na íntegra, há este link imperdível ou vá no último vídeo deste post!!!

Set list

XIX/Sarcastrophe
The Heretic Anthem
Psychosocial
The Devil in I
AOV
Vermilion
Wait and Bleed
Killpop
Before I Forget
Sulfur
Duality
Disasterpiece
Spit It Out
Custer

742617000027/(sic)
People = Shit
Surfacing

12
dez
13

Slipknot anuncia saída do baterista Joey Jordison

Bomba no heavy metal! O excelente baterista Joey Jordison não faz mais parte do Slipknot. A informação foi divulgada no site oficial do grupo norte-americano na noite de quinta-feira, dia 12 de novembro.

De acordo com a banda, a saída de Jordison aconteceu por razões pessoais. Por enquanto, não foi anunciado substituto para a vaga do baterista.

“Todos nós desejamos a Joey o melhor em tudo que o futuro lhe reserva”, escreveram os membros do Slipknot no texto divulgado. “Nós entendemos que muitos de vocês vão querer saber como e por que isto aconteceu, e nós faremos o nosso melhor para responder a essas perguntas em um futuro próximo”, acrescentaram.

Segundo informações do respeitado site norte-americano Blabbermouth, Joey Jordison estava, além do Slipknot, com um novo projeto, a banda Scar the Martyr. Em recente entrevista à imprensa australiana, ele disse que tinha muito material musical criado e que gostava de ficar o tempo todo ocupado.

O Slipknot, que tocou em 2013 em São Paulo no Monsters of Rock como headliner do primeiro dia, não grava um álbum novo desde 2008. O Scar the Martyr, por sua vez, lançou seu primeiro disco em outubro deste ano com o nome de “Scar the Martyr”.

31
out
13

Slipknot trouxe show viciante e de impacto ao Monsters of Rock e prometeu voltar a SP

Quem já conseguiu ver algum show do Slipknot na vida, provavelmente, concordará que passou por uma situação intrigante: ficou viciado na apresentação do grupo. Foi por causa deste detalhe que o Roque Reverso, depois de ter assistido à performance brutal dos famosos mascarados no Rock in Rio de 2011, acompanhou a banda no Monsters of Rock de 2013. Headliner do dia 19 de outubro do festival paulistano, o grupo despertou grande interesse e levou uma legião de fãs à Arena Anhembi. O saldo final foi mais um show de impacto e a promessa de uma volta à capital paulista, segundo as palavras do ótimo vocalista Corey Taylor.

Após as boas apresentações do Limp Bizkit e do Korn, a preparação do palco do Slipknot deixou o público ainda mais ansioso. Para a curiosidade aumentar, um enorme pano foi colocado para esconder os detalhes. E este pano caindo ao chão marcou o início de mais uma avassaladora performance dos mascarados no Brasil.

Um fator interessante para quem já tinha visto o grupo no Rock in Rio é que a apresentação no Monsters não era uma mera cópia da verificada na capital fluminense em 2011. A começar pelas roupas dos integrantes: brancas, em vez do uniforme vermelho. Outro detalhe foi a própria música que abriu o show: “Disasterpiace”, do álbum “Iowa”, de 2001, em vez de “(sic)”, do álbum “Slipknot”, de 1999. Para completar, uma quantidade bem maior de músicas em São Paulo, já que a banda era a atração principal do dia.

Se, no Rock in Rio, a impressão das 100 mil pessoas presentes foi a de que o mundo acabaria naquele momento, no Monsters, a sensação foi a de que o Slipknot estava guiando uma locomotiva sem freio sobre os 30 mil da Arena Anhembi. Outra comparação interessante é que, enquanto no Rio, as pessoas se comportavam como se aquele show fosse o último de suas vidas e geravam ondas de empurra-empurra que exigiam cuidado redobrado para evitar uma queda, em São Paulo, esse cenário até existia, mas era possível descolar locais onde a plateia parecia estar hipnotizada e um pouco menos agitada, acompanhando todos os detalhes da apresentação.

Depois de executar, a música “Liberate”, do primeiro álbum “Slipknot”, o grupo emendou uma série de pancadas sonoras que levou o público ao delírio, com a abertura de várias rodas de mosh espalhadas pelo Anhembi. “Wait and Bleed”, “Get This”, “Before I Forget”, “Eyeless” e “The Blister Exists” trouxeram tudo aquilo que faz o show do Slipknot ser considerado um dos maiores da atualidade.

Enquanto os guitarristas Mick Thomson e James Root usam o instrumento como se fosse uma serra elétrica sonora intermitente, o excelente baterista Joey Jordison traz batidas demolidoras, sem perder a técnica impressionante que possui no domínios dos bumbos. Para completar, o vocalista Corey Taylor tem o domínio completo da plateia, enquanto os demais membros, como o percussionista Shawn Crahan, com sua tradicional máscara de palhaço, dá o tom dos backing vocals e ainda faz malabarismos com seus tambores voadores e giratórios.

Taylor, por sinal, estava menos falante que no show do Rock in Rio, mas deixou bem clara a sua satisfação de estar no Monsters of Rock e de volta a São Paulo. Disse que era uma “honra e uma privilégio” tocar no evento e, claro, foi bastante aplaudido pelo público.

O show continuou com duas do álbum “All Hope is Gone”, de 2008: “Dead Memories” e “Sulfur”. Depois, o Slipknot trouxe mais quatro do disco “Iowa” (“Left Behind”, “Gently”, “Everything Ends” e “The Heretic Anthem”), que tiveram entre elas a música “Pulse of the Maggots”, do “Vol. 3: (The Subliminal Verses)”, de 2004. Tudo num massacre sonoro com entrosamento impecável.

As canções eram executadas numa tacada só e a apresentação esquentava a cada novo petardo. Após o grupo tocar a ótima “Psychosocial”, trouxe ao público o seu maior hit: nada menos que “Duality”, que, para variar, fez a Arena Anhembi inteira cantar a plenos pulmões.

Vale destacar que, a partir de “Duality”, o pano de fundo do palco ficou com um enorme número “2” estampado. Uma homenagem ao eterno baixista da banda, Paul Gray, morto em 2010. Depois de a plateia gritar o nome de Gray, o vocalista Corey Taylor prometeu que o Slipknot voltaria a São Paulo, levando todos os presentes ao delírio.

O jogo já estava ganho há muito tempo, mas os mascarados norte-americanos tinham ainda várias cartas na manga para seduzir o público na Arena Anhembi. E foi com a sempre envolvente “Spit It Out”, que o Slipknot provou mais uma vez que consegue fazer o que quiser com seus fãs.

Na metade da música, Corey Taylor deu inicio ao tradicional momento em que faz com que todos os presentes se agachem, para depois pularem juntos quando é dito a palavra “jumpdafuckup”. Após o sinal de Taylor, o mar de pessoas criou uma verdadeira onda na pista, infelizmente não retratada com perfeição pelas câmeras de TV.

Após um breve descanso, a banda voltou ao palco para iniciar o bis com a música que havia começado a apresentação do Rock in Rio: “(sic)”, que manteve o plateia alucinada e preparada para a execução da não menos ótima “People = Shit”.

Para fechar o show com chave de ouro, o Slipknot trouxe a apoteótica “Surfacing”. Mantendo a tradição, a bateria de Joey Jordison começou a subir e girar, deixando, mais um a vez, quem estava no festival paulistano de boca aberta e olho arregalado, em mais um momento daqueles que não saem da cabeça tão cedo dos fãs.

Fim da apresentação e a constatação de que ver um show do Slipknot é perigoso não por causa do volume alto ou da agitação da pista, mas porque a adrenalina gerada e a performance inquietante do grupo é viciante. Com isso, o resultado são os momentos irem e voltarem à mente das pessoas presentes durante semanas e os reflexos seguintes são o desejo de ver novos shows deste grande grupo.

Para lembrar mais uma grande apresentação do Slipknot no Brasil, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a abertura e a locomotiva “Disasterpiece”. Depois, veja as execuções de “Duality”, de “Spit It Out” e de “Surfacing”. Se preferir, vá até o último vídeo, que tem o show na íntegra e com as músicas separadas por minuto!

Set list

Disasterpiece
Liberate
Wait and Bleed
Get This
Before I Forget
Eyeless
The Blister Exists
Dead Memories
Sulfur
Left Behind
Gently
Pulse of the Maggots
Everything Ends
The Heretic Anthem
Psychosocial
Duality
Spit It Out

(sic)
People = Shit
Surfacing




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