Posts Tagged ‘Neil Young

26
nov
17

Neil Young libera audição na íntegra de álbum novo que chega aos fãs em dezembro

Neil Young - Reprodução da capa do disco "The Visitor"Neil Young vai lançar oficialmente novo álbum no dia 1º de dezembro, mas já presenteou os fãs com a liberação da audição na íntegra do disco. “The Visitor”, cuja capa pode ser conferida ao lado, pode ser ouvido desde o dia 23 de novembro em link do site da rádio norte-americana NPR.

No disco, Neil Young é acompanhado pela banda Promise of the Real.

“The Visitor” é nada menos que o 39º disco de estúdio do lendário cantor canadense.

Em 2017, Neil Young já havia lançado outro disco, “Hitchhiker”, que tem gravações de 1976 e que traz versões acústicas de canções do músico.

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16
nov
15

Um dia após terror em Paris, Pearl Jam toca ‘Imagine’ para 65 mil em SP em show que merecia DVD

Pearl Jam em SP - Eddie Vedder - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiQuis o destino que o Pearl Jam tivesse uma apresentação na cidade de São Paulo exatamente um dia após os sangrentos ataques terroristas em Paris. Quis o destino que o grupo norte-americano de Seattle fizesse no sábado, 14 de novembro, um show memorável para os paulistanos, englobando de uma só vez suas músicas e letras capazes de emocionar 65 mil presentes no Estádio do Morumbi, sem deixar de passar uma mensagem importantíssima de paz e resistência ao terror.

Com direito a uma mais do que oportuna execução da música “Imagine”, do lendário John Lennon, a banda fez uma apresentação de pouco mais de 3 horas, digna de registro em DVD.

A passagem do Pearl Jam por São Paulo parecia ter sido escolhida por um dedo divino após o massacre em Paris. Na triste Sexta-feira 13 da capital francesa, um dia antes, cerca de 130 pessoas foram mortas em ataques de terroristas que tiveram como local com número maior de assassinados (cerca de 100) a casa de shows Bataclan, justamente quando uma outra banda de rock, o Eagles of Death Metal, iniciava uma apresentação para pessoas que simplesmente queriam se divertir e curtir música.

Após o massacre de Paris, não será novidade se shows de rock, partidas importantes de futebol ou tênis e outros grandes eventos começarem a sofrer restrições em determinados locais na Europa ou passarem a contar com um nível de segurança acima do normal. Shows como o da capital paulista, com 65 mil pessoas, serão palco perfeito para exigências maiores.

Justamente pelo que aconteceu ou pelo que está por vir, um evento lotado em São Paulo funcionou como um foco de resistência vindo também de uma banda de rock, igual ao são e salvo Eagles of Death Metal, que conseguiu escapar do Bataclan antes do massacre. Fazer os povos se intimidarem com o terrorismo é exatamente o objetivo destes grupos radicais. Seguir com a vida normalmente é uma das formas de enfrentá-los.

Bastante conhecido e respeitado pelo forte engajamento em causas nobres, o Pearl Jam era o grupo que estava no sábado no Morumbi. O vocalista Eddie Vedder, um dos símbolos maiores do rock atual, sintetizava o sentimento geral da banda e já expôs ao público o que sentia logo na terceira música do show.

A apresentação começou com cerca de 20 minutos de atraso com as músicas “Long Road” e “Of the Girl”. O palco do Pearl Jam tinha temas simples, mas interessantes, como um arranjo que ficava sobre o grupo no teto e luminárias penduradas em volta que mudavam de cor no decorrer do show. Os telões também eram simples e bem menores, por exemplo, do que os trazidos pelo Metallica ao mesmo Morumbi no ano passado.

Pouco antes de “Love Boat Captain”, Eddie Vedder decidiu fazer um dos seus vários discursos da noite à plateia. Por meio da leitura de um texto inicial de três páginas em português, o vocalista passou uma mensagem emocionada sobre o momento pós-Paris.

“Sentimos que precisamos estar com pessoas. E estamos felizes por estarmos com vocês em São Paulo. Nosso amor vai para todos em Paris”, disse Vedder, com certa dificuldade em razão da emoção, enquanto o telão mostrava a imagem da bateria de Matt Cameron com um desenho da Torre Eiffel. “Temos ainda muito a superar juntos”, acrescentou, tendo uma recepção positiva enorme do público.

Após “Love Boat Captain”, foi a vez de “Do The Evolution”, cuja letra, infelizmente, nunca fica datada e que também se encaixa ao momento atual. “I can kill ‘cause in God I trust, yeah” (“Eu posso matar porque em Deus eu confio, yeah”). Algo familiar?

A turnê do Pearl Jam pelo Brasil em 2015 ainda divulga o bom álbum “Lightning Bolt”, de 2013. Obviamente, além das várias canções criadas pela banda desde 1990, algumas músicas do disco mais recente também foram apresentadas em São Paulo.

“Getaway” e a rápida “Mind Your Manners” foram bons exemplos do “Lightning Bolt”, que teria a faixa-título também executada. Antes dela, porém, o público chegou a pular bastante no hit “Corduroy”, do disco “Vitalogy”, de 1994.

Já disseram por aí que São Pedro não gosta muito de show de rock, principalmente em algumas grandes apresentações recentes na cidade que se chama São Paulo. Rivalidade? O certo é que, desde a encharcada apresentação do Metallica no começo de 2014 até o protótipo de dilúvio do show de Paul McCartney no Allianz Parque no fim do ano passado, foram vários os exemplos na capital paulista de chuvas intensas que molharam diversas plateias.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossiPearl Jam em SP - Foto: Divulgação Time For Fun/MRossi

No show do Pearl Jam não foi diferente. Inicialmente, o tempo parecia que contribuiria. O dia foi bastante quente em São Paulo, mas o céu não estava fechado no começo da apresentação. Com as sequências das músicas, porém, uma ventania forte começou a atingir o Morumbi e não deu outra: o tempo fechou.

Para o leitor ter uma ideia do problema, os arranjos de palco, as luminárias e até os telões começaram a balançar além do normal. Se a Sexta-feira 13 já havia sido inesquecível do ponto de vista negativo, o sábado não poderia continuar com algum acidente gerado pelo vento ou chuva.

Extramente responsável e aconselhado pela equipe técnica, o grupo já antecipou ao público que, assim que começasse a chover, pararia a apresentação por cerca de 10 minutos para que ajustes pudessem ser feitos no palco e nos equipamentos.

A banda deixou o palco, mas, enquanto os técnicos começavam a olhar os equipamentos, Vedder pegou o violão e emendou nada menos que “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town” sozinho. Foi um grande momento de emoção dos vários daquela noite, com o público cantando a bela canção do início ao fim. Vale dizer que a canção nem estava no set list original e que acabou sendo o primeiro dos presentes não programados.

Os 10 minutos de paralisação não chegaram a acontecer inicialmente, já que os técnicos deram um “ok”. Com isso, a banda emendou uma sequência de clássicos. Um dos maiores deles, “Even Flow” inflamou a plateia e fez o guitarrista Mike McCready tocar no meio da galera.

Antes do começo de “Come Back”, Eddie Vedder fez nova referência ao tempo, explicando que o vento observado no Morumbi justificava os cuidados que o grupo estava tendo. Ainda assim, o Pearl Jam tocou “Swallowed Whole”, “Given to Fly” (que contou no telão com imagens aéreas gravadas da região do Morumbi antes do show) e a contagiante “Jeremy”, que teve um coro mais do que especial do público.

Pearl Jam em SP - Foto: Divulgação Pearl JamDurante a execução de “Better Man” não teve jeito: a chuva começou a despencar. A banda ainda tocou a ótima “Rearviewmirror” e fez a tal pausa de 10 minutos prometida, enquanto a tempestade caía sobre o Morumbi e todos buscavam uma capa de chuva.

Na volta para o bis, a água continuava forte, mas o Pearl Jam veio num esquema estilo acústico, com os músicos sentados na cadeira. A primeira música desta parte foi “Footsteps”, que contou com Eddie Vedder e sua gaita bem tocada.

Na sequência, veio o grande e icônico momento do show, com “Imagine”, de John Lennon. Antes, mais uma vez, Vedder pegou suas folhas de papel para ler mais um texto com referência a Paris em português: “Quando crianças, somos incentivados a seguir e lutar por nossos sonhos. Eu esperaria com todo o meu coração que esses sonhos não significassem machucar ou tirar a vida de outro ser humano. Este é um planeta incrível e a vida é frágil e pode ser linda, desde que algumas pessoas possam mudar seus sonhos.”

O vocalista continuou lendo, mas dessa vez fez uma introdução da música, dizendo que começaram a tocá-la há um mês em homenagem a Lennon, que faria 75 anos em 2015, se estivesse vivo. Vedder chegou a fazer uma pequena confusão de datas, dizendo que o eterno Beatle completaria os 75 anos no dia 5 de dezembro, quando, na verdade, a data de aniversário é o dia 9 de outubro e, em dezembro, no dia 8, serão lembrados os 35 anos da morte do ícone musical. “Vamos tocar sua música porque as palavras deles precisam ser ouvidas”, destacou, pedindo que a plateia ajudasse, cantando alto “para o mundo” e com os celulares iluminando o estádio.

Prontamente atendido, Eddie & banda viram o Morumbi se transformar em algo lindíssimo. O estádio já havia vivido momento parecido em janeiro, no momento que o Foo Fighters tocou a música “Monkey Wrench” também num grande show.

A diferença é que a música de Lennon, eternamente poderosa, foi tocada num dos momentos mais importantes desde que foi criada, após um massacre histórico. Qualquer um canta “Imagine” em qualquer apresentação de churrascaria, mas, no sábado, dia 14 de novembro de 2015, o grande Pearl Jam era a banda mais indicada para tocá-la, com um mar de celulares em volta.

Com mais de 25 anos de shows nas costas, este jornalista poucas vezes sentiu o baque daquele momento. Não era apenas a interpretação de uma canção, era todo um contexto vivido pelo planeta, de regressão, que precisa ser, no mínimo, discutido. Terroristas, nazistas, fascistas e golpistas têm todos uma forma parecida de pensar, o que muda é a graduação da loucura, do egoísmo e da falta de respeito pelo próximo.

Só por aquele momento, o show já merecia um capítulo à parte na história das grandes apresentações internacionais pelo Brasil. Na íntegra, o mais indicado seria a gravação de um DVD, para mostrar para o mundo que o rock também é capaz de resistir, apesar de um tanto em baixa em matéria de criatividade atualmente.

Passado o momento grandioso, haveria outros até o fim do show de mais de 3 horas no Morumbi. Após “Imagine”, o Pearl Jam emendou a belíssima “Sirens”, do disco mais recente. Depois, ainda viriam “Whipping”, “I Am Mine”, “Blood” e “Porch”.

Mais uma pausa e o retorno do grupo ao palco trouxe “Comatose” e “State of Love and Trust”. Depois delas, mais momentos emocionantes num maior nível no Morumbi: “Black” e “Alive” foram as obrigatória do primeiro álbum que fez a imensa felicidade dos fãs.

E tinha mais, pois o Pearl Jam tocou ainda “Rockin’ in the Free World”, de Neil Young, e a sempre bela “Yellow Ledbetter”, que deveria fechar a apresentação. O grupo agradeceu ao público, chegou a se despedir e saiu do palco, mas, de repente, mais uma surpresa: a execução de nada menos que “All Along the Watchtower”.

A música de Bob Dylan, imortalizada na gravação de Jimi Hendrix, ganhou uma roupagem mais acelerada e até demorou a ser reconhecida por alguns, mas fechou com chave de ouro o grande evento em São Paulo. Na saída do estádio, os comentários gerais eram de que aquele havia sido um grande show, mas, na verdade, com já dissemos, foi muito mais do que isso.

Para relembrar o show do Pearl Jam em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town”. Depois, veja a banda tocando “Imagine”, “Sirens”, “Black” e “Alive”.

 

Set list

Long Road
Of the Girl
Love Boat Captain
Do the Evolution
Hail Hail
Why Go
Getaway
Mind Your Manners
Deep
Corduroy
Lightning Bolt
Elderly Woman Behind the Counter in a Small Town
Even Flow
Come Back
Swallowed Whole
Given to Fly
Jeremy
Better Man
Rearviewmirror

Footsteps
Imagine
Sirens
Whipping
I Am Mine
Blood
Porch

Comatose
State of Love and Trust
Black
Alive
Rockin’ in the Free World
Yellow Ledbetter

All Along the Watchtower

13
jul
15

Rock and roll can never die! Feliz Dia Mundial do Rock!!!

Led Zeppelin em apresentação nos Anos 70 - Foto: DivulgaçãoChega até ser piegas o oportunismo de alguns veículos que nunca dão a importância merecida ao estilo musical no Dia Mundial do Rock. Quando menos se espera, é possível ver emissoras de TV ou sites com a “maior atitude”, contrastando com o que é visto no restante do ano, quando o gênero perde espaço para os funks, pagodes e axés da vida. Para nós do Roque Reverso, o rock n’ roll, é a razão de existir e, por isso, a lembrança da data é simplesmente uma obrigação.

Como sempre lembramos, respiramos o rock nos 365 dias de cada ano e sempre lutamos para que ele tenha seu merecido espaço respeitado via notícias de última hora, curiosidades, resenhas de shows e visibilidade para novas bandas brasileiras que procuram um lugar ao sol.

Em todo dia 13 de julho, também gostamos de fazer um balanço do estilo, que há alguns anos vem passando por crises criativas internacionalmente e, principalmente, no Brasil, onde os grandes nomes continuam sendo os mesmos de 30 anos atrás.

Por meio da nossa seção Drops Rock Brazuca, continuamos dando espaço a novas bandas ou a grupos que não costumam ter muita visibilidade nos grandes veículos. E é por lá que notamos que ainda há esperança do surgimento de um grande nome para dar visibilidade ao rock.

Quanto ao balanço do rock ao vivo em 2015, já tivemos importantes shows pelo Brasil e festivais que já deixaram saudades. Entre os shows, o que dizer, por exemplo, da histórica apresentação do Ministry em São Paulo, assim como a passagem do Foo Fighters pelo Brasil e, mais recentemente, o grande show que o Sepultura fez na capital paulista para comemorar os 30 anos de carreira.

Entre os festivais, o Lollapalooza 2015 ficou menos rock e mais dance, mas ainda foi possível achar coisas boas do estilo que adoramos, como as apresentações de Robert Plant e do Smashing Pumpkins.

No Monsters of Rock de 2015, o público do heavy metal mostrou, pela enésima vez, que é o mais fiel quando presenciou dinossauros da vertente mais pesada do rock, como Ozzy Osbourne, KISS, Judas Priest e Accept, só para citar os que mais chamaram atenção no festival que aconteceu em São Paulo.

Agora para o segundo semestre, o Rock in Rio deve escrever mais uma vez um capítulo na história de 30 anos de sucesso que se completam em 2015. É tão certo como é tão tradicional que não haverá somente rock no evento da capital fluminense, mas também é bem totalmente possível (e esperado) que alguns dos grandes nomes presentes no festival, como o Metallica, o Faith No More, o Slipknot, Rod Stewart, o Queens of The Stone Age e o System of a Down, venham com apresentações que serão lembradas daqui a vários anos.

Mesmo com seu atual estado de pouco prestígio no mainstream, o rock n’ roll ainda tem garantida a manutenção de um espaço justamente pela resistência de fãs que continuam consumindo música, via internet, volta do vinil ou pelo comparecimento aos caros shows que acontecem no País. E, nós, do Roque Reverso, sempre estaremos contando esta história para nossos queridos leitores.

Se alguém ainda não sabe, apesar de ter sido criado nos anos 50, o rock ganhou pra valer uma data de comemoração apenas em 1985, ano do primeiro Live Aid, concerto beneficente em prol das vítimas da fome na Etiópia realizado exatamente no dia 13 de julho daquele ano em Londres e na Filadélfia. O evento foi organizado pelo músico Bob Geldof (cantor da banda irlandesa Boomtown Rats) e teve a participação de vários astros de rock.

Para celebrar mais um Dia Mundial do Rock, o Roque Reverso descolou alguns shows que marcaram o Rock in Rio em 30 anos de história. Para começar, fique com o show do Whitesnake na primeira edição, de 1985. Depois, veja o do Faith No More, na segunda, de 1991. Na sequência, assista ao grande show de Neil Young com o Crazy Horses, de 2001; o show do Metallica em 2011 e a apresentação de Bruce Springsteen em 2013.

Rock and roll can never die! Feliz Dia Mundial do Rock!!

27
abr
14

Neil Young lança clipe de música de álbum previsto para maio

Neil Young lançou recentemente o clipe da música “Needle of Death”, que estará presente no novo álbum do músico, “A Letter Home”, previsto para o dia 27 de maio. O vídeo foi gravado na cabine analógica do estúdio de Jack White (ex-White Stripes), que participa do disco.

“A Letter Home” sucederá o álbum “Psychedelic Pill”, de 2012. O novo trabalho traz somente releituras de músicas que o canadense escolheu.

Entre as canções previstas, estão, por exemplo, “Girl From The North Country”, de Bob Dylan, “Crazy”, de Willie Nelson, e “My Hometown”, de Bruce Springsteen.

“Needle of Death” originalmente foi gravada em 1965 por Bert Jansch e serviu de inspiração para a carreira de Neil Young.

Veja abaixo o clipe da música:

30
maio
12

Veja vídeo de música que estará no novo disco de Neil Young

Quem acompanha o Roque Reverso já está sabendo que o novo disco do grande Neil Young vai ser lançado oficialmente no dia 5 de junho. Conforme adiantamos no dia 20 de março, o nome do álbum é “Americana” e terá o clássico grupo Crazy Horse novamente completo ao lado do músico, coisa que não acontecia desde o disco “Broken Arrow”, de 1996. Enquanto “Americana” não sai, já está disponível no YouTube e nas emissoras de TV que cobrem música o vídeo da canção “Oh Susannah”, a primeira do novo trabalho.

Se você que ainda não ouviu clicar no vídeo abaixo, corre o risco de ficar com o backing vocal de “Oh Susannah” por alguns dias na cabeça. Sim, a música é aquela tradicional que já conhecemos e aprendemos na infância, mas numa roupagem diferente e bem legal.

Vale lembrar que o novo trabalho de Neil Young traz versões para clássicos do cancioneiro folk norte-americano. Além de “Oh Susannah” , há, por exemplo, “This Land Is Your Land”, “Gallows Pole”, “Tom Dooley” e “Clementine”.

O disco foi gravado no estúdio Audio Casa Blanca e produzido por Neil Young, John Hanlon e Mark Humphreys. O Crazy Horse vem com Billy Talbot (baixo e vocais), Ralph Molina (bateria e vocais) e Frank “Poncho” Sampedro (guitarra e vocais).

Veja o clipe de “Oh Susannah”:  

20
mar
12

Novo álbum de Neil Young com Crazy Horse sairá em junho; veja a capa e a lista de faixas

Neil Young confirmou que seu mais novo disco será lançado no dia 5 de junho. O material novo naturalmente já mereceria destaque por se tratar de um álbum de um ícone do rock, mas ganha ainda mais em importância por trazer junto com Young nada menos que o seu clássico grupo Crazy Horse. “Americana” é o primeiro disco de estúdio que a banda faz junto com o cantor canadense desde “Greendale”, de 2003, e o primeiro trabalho com o grupo Crazy Horse completo desde “Broken Arrow”, de 1996. Ou seja, com Billy Talbot (baixo e vocais), Ralph Molina (bateria e vocais) e Frank “Poncho” Sampedro (guitarra e vocais).

O novo trabalho traz versões para clássicos do cancioneiro folk norte-americano, como “This Land Is Your Land”, “Gallows Pole”, “Tom Dooley”, “Clementine” e “Oh Susannah”. O disco foi gravado no estúdio Audio Casa Blanca e produzido por Neil Young, John Hanlon e Mark Humphreys.

Recentemente, Neil Young disse à imprensa internacional que as músicas do álbum, embora possam representar os Estados Unidos que, talvez, não existam mais, trazem emoções e cenários por trás delas que ainda refletem o que está acontecendo no país hoje com impacto igual ou até maior cerca de 200 anos depois.

Neil Young & Crazy Horse fizeram sua primeira aparição ao vivo desde 2004 no mês passado, no evento “MusicCares” em tributo a Paul McCartney, em Los Angeles. Juntos, eles tocaram “I Saw Her Standing There”, que, para muitos, foi o melhor momento do evento.

A união do cantor e o Crazy Horses, por enquanto, não traz promessa de turnês. Infelizmente, pois, para quem não se lembra, Young ficou de voltar ao próximo festival SWU, desta vez cantando. Quem não se lembra da apresentação sensacional que eles fizeram no Rock in Rio de 2001?

Não custa nada sonhar com o cantor e o grupo aqui no Brasil em 2012. Para relembrar um grande momento de Neil Young & Crazy Horse no Rock in Rio, descolamos um vídeo de “Hey Hey, My My (Into the Black)”. Fique também abaixo com a lista de faixas do novo álbum.

1 – Oh Susannah
2 – Clementine
3 – Tom Dooley
4 – Gallows Pole
5 – Get a Job
6 – Travel On
7 – High Flyin’ Bird
8 – She’ll Be Comin ’Round the Mountain
9 – This Land Is Your Land
10 – Wayfarin’ Stranger
11 – God Save the Queen

28
jun
11

Megadeth e Peter Gabriel são as primeiras atrações do rock confirmadas para o SWU; Neil Young será palestrante

Depois de algum mistério, a organização do SWU confirmou hoje as primeiras atrações do festival de 2011, que será realizado nos dias 12, 13 e 14 de novembro na cidade paulista de Paulínia. Cinco foram os nomes anunciados, sendo que apenas dois pertencem ao rock and roll: o ótimo Megadeth e o cantor Peter Gabriel, que já tocou no Genesis e que, atualmente, vem fazendo shows musicais pelo mundo sem guitarras e baterias. Também fazem parte da primeira lista a banda pop The Black Eyed Peas, o cantor de rap Snoop Dogg e Damian Marley, que pelo sobrenome você já imagina a qual estilo pertence.

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