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04
fev
19

Greta Van Fleet, Snow Patrol e outras bandas tocarão nas Lolla Parties em SP

Lolla Parties em SP - Foto: DivulgaçãoO Lollapalooza divulgou nesta segunda-feira, 4 de fevereiro, as tradicionais Lolla Parties em São Paulo. Após a revelação por dia do line-up do festival que acontecerá em abril no Autódromo de Interlagos, o público ficou sabendo que sete atrações internacionais irão se apresentar na capital paulista, com performances exclusivas.

Greta Van Fleet, Snow Patrol, The Fever 333, Bring Me The Horizon, St. Vincent, Troye Sivan e Lany são as atrações escolhidas.

De todas as bandas escaladas para as Lolla Parties, os meninos do Greta Van Fleet são os mais aguardados.

Revelação badalada do rock na atualidade, o grupo teve o Roque Reverso como um dos primeiros veículos brasileiros de imprensa como divulgador.

O Greta Van Fleet tocará em São Paulo no dia 8 de abril, a segunda-feira após o Lollapalooza Brasil, no ingrato horário das 23 horas, na Audio. Será a banda que fechará a lista de atrações das Lolla Parties.

No dia 4 de abril, quem se apresenta na Audio é o Snow Patrol para um show acústico. Quem abre a noite é o trio de indie pop Lany.

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18
mar
16

Alabama Shakes foi destaque do Lollapalooza e entregou aos fãs show ainda melhor no Audio Club

Alabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubO Alabama Shakes foi um dos grandes destaques do Lollapalooza 2016 em São Paulo. Não bastasse ter feito um dos melhores shows no festival realizado no Autódromo de Interlagos, o grupo norte-americano liderado pela sensacional vocalista e guitarrista Brittany Howard entregou aos fãs uma apresentação ainda melhor no Audio Club, pequena casa de shows da capital paulista, que ficou com a lotação completamente esgotada de 3 mil pessoas.

Premiadíssima pelo ótimo álbum “Sound & Color”, de 2015, com direito à conquista de 4 prêmios Grammy na cerimônia realizada em fevereiro de 2016, o Alabama gerou uma oportunidade rara ao público paulistano: de assistir a um show num local amplo e aberto para um público gigante e de ver uma apresentação intimista e com um repertório bem maior num local pequeno e fechado.

O detalhe é que isso aconteceu em um intervalo de dois dias, já que o grupo se apresentou no Lollapalooza, no dia 13 de março, um domingo à tarde, e no Audio, na segunda-feira, dia 14, à noite, quando o show fez parte da série Lolla Parties.

Dadas as circunstâncias naturais de um festival, o grupo tocou menos músicas no Lolla, um total de 13 faixas, contra nada menos que 20 no Audio Club. O tempo de duração também foi menor, com 1 hora em Interlagos e pouco mais de 1h30 no Audio Club.

No Lollapalooza, o Alabama era uma das atrações mais esperadas do festival. Escalada para tocar no Palco Onix, a banda começou o show às 16h45, dentro do previsto. O próprio relevo do local montado para o palco, uma espécie de vale, favoreceu uma aglomeração bem distribuída do grande público. Havia aqueles que preferiram ficar no fundo e no topo, com uma boa visão do grupo tocando no vale. Havia o público tentando se aproximar do palco também, mas tudo numa situação bem tranquila, com direito até a pais que levaram filhos pequenos para acompanhar a apresentação.

A performance do Alabama começou com uma fina garoa e com vento, mas, aos poucos, o céu foi limpando e até um sol apareceu durante o show. Aliás, as viradas do tempo foram uma marca no Lollapalooza, com diversas situações climáticas durante várias apresentações do festival. Pelo menos a chuva forte que chegou a ser imaginada com nuvens bastante carregadas acima do autódromo não chegou a ser confirmada em nenhum momento do evento durante os dois dias.

Falando em tempestade, a vocalista e guitarrista Brittany Howard é um verdadeiro furacão sonoro. Com um poder vocal de dar inveja, ela não parece ser deste planeta, propiciando momentos que fazem qualquer fã ficar de boca aberta com sua capacidade.

Tudo isso contando com uma apoio fenomenal dos demais músicos do Alabama. Heath Fogg (guitarra), Zac Cockrell (baixo), Steve Johnson (bateria), Ben Tanner (teclados) e Paul Horton (teclados), além dos cantores de apoio, são excepcionais.

Dentre as 13 músicas tocadas, alguns dos destaques da apresentação no Lollapalooza foram os hits “Hold On” e “Don’t Wanna Fight”, esta a vencedora de melhor música de rock da premiação realizada neste ano pelo Grammy nos Estados Unidos.

O show no Lolla foi relativamente curto para a importância atual do Alabama, mas, além de colocar a banda entre os destaques da edição de 2016, ratificou a admiração de jornalistas e fãs que já haviam considerado o grupo com a revelação do mesmo festival em 2013, quando a edição foi realizada no Jockey Club de São Paulo.

Alabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate FlashAlabama Shakes no Lollapalooza - Foto: Divulgação Lollapalooza/I Hate Flash

O memorável show no Audio Club

Quem havia achado o show do Alabama bom no Lollapalooza multiplique, por favor, por 10, para ter uma noção do que foi a apresentação no Audio Club.

Casa completamente lotada e uma apresentação que, se levada em conta a qualidade técnica musical, está entre as melhores (se não for a melhor) vista por este jornalista em 26 anos de histórico de shows acompanhados ao vivo.

A apresentação do Alabama estava sendo aguardada para as 23h30, logo depois do show do grupo Cold War Kids, outra atração gringa que tocou no festival e que subiu ao palco do Audio uma hora antes com uma performance competente, mas que ficou pequena perto da atração principal.

Desde a abertura da pequena casa de shows, era possível notar certa ansiedade do público para ver o Alabama. Além disso, o clima entre as pessoas era muito bacana. Na pista, era possível encontrar muitos jornalistas musicais das antigas, como Roberto Maia, da 89FM, um dos primeiros a mostrar a banda ao público brasileiro.

Nos camarotes, muitos atores, cantores e diversos representantes da cena cultural estavam presentes para ver o talento de Brittany Howard. Tudo isso em pleno fim de noite de segunda-feira, reforçando a imagem de que São Paulo é definitivamente uma cidade inigualável em matéria de diversão noturna.

O Alabama subiu ao palco do Audio por volta de 23h40, com a mesma estratégia do Lolla, apresentando músicas dos dois álbuns da carreira: os ótimos “Boys & Girls”, de 2012, e o premiadíssimo “Sound & Color”, de 2015.

Durante o show, chamou a atenção para o fato de o público ficar tão vidrado no que estava sendo mostrado que a tradicional chuva de celulares que vem virando uma marca das apresentações musicais não foi vista com a mesma intensidade. A plateia não se contentava em gritar ou aplaudir. Ela praticamente “urrava” a cada fim de música comandada por Brittany, tendo a plena consciência que estava vendo uma banda de alto quilate no seu auge.

Essa mulher, caros leitores, não merece todos os elogios feitos só porque canta demais, mas também porque toca muito guitarra e em vários estilos, do blues a momentos mais pesados do rock. Na música “Gemini”, por exemplo, que foi a última antes do Bis, ela chegou a fazer um solo de guitarra que lembrou os timbres de Steve Vai, num dos grandes momentos do show.

Antes desta canção, durante toda a apresentação, desfilou uma qualidade impecável, levando aos críticos musicais a duas constatações possíveis: ou ela nasceu com este dom e é um ser abençoado por Deus; ou passou a vida inteira se dedicando exaustivamente para chegar a este nível impressionante.

Alabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio ClubAlabama Shakes em SP - Foto: Divulgação Audio Club

 

“O Lollapalooza foi divertido, mas eu estava muito animada pra fazer isso hoje”, disse ao público, numa das poucas vezes que saiu de sua timidez tradicional, levando todos no Audio Club a uma vibração incrível e com a sensação de que aquele era um momento para ser guardado para sempre na mente.

A sequência de músicas com “The Greatest”, “Shoegaze”, “Hold On” e “Joe”, tocada na metade da apresentação, é quase uma síntese do show do Alabama na casa de shows paulistana. Foi possível ver o grupo na velocidade e vigor da primeira canção, na cadência cativante das duas seguintes e na levada mais lenta da última, que foi, na verdade um grande presente para o público, já que é uma faixa bônus (ouça aqui) da edição japonesa do disco “Sound & Color”.

Para quem não havia ouvido “Joe” ou para quem já conhecia, aquele momento vai ficar marcado para sempre. Deixando a guitarra de lado, Brittany Howard circulou pelo palco com o microfone em mãos e chegou a fazer pessoas chorarem com a belíssima interpretação. Não, não era uma reação de fãs no estilo tietes. Era uma reação a algo que só a performance espetacular de boas músicas é capaz de proporcionar.

Vale também destacar grandes momentos (acima da média já elevada) em “Dunes”, “Hang Loose” e “Heartbreaker”, esta última também capaz de causar reações emocionantes no mais frio dos seres humanos.

Em “Don’t Wanna Fight”, mais uma vez a mais aguardada, a banda mostrou-se afiadíssima, como se o público estivesse ouvindo a música na sala de estar de casa, tamanha a qualidade sonora. Ao fim da canção, os músicos foram aplaudidos por cerca de 3 minutos sem parar, numa atitude rara das plateias de shows de rock e que fez até o Alabama Shakes se surpreender.

Sem a menor dúvida, foi uma das melhores apresentações vistas na cidade de São Paulo em muito tempo. Felizardos aqueles que tiveram a oportunidade de presenciar aquilo e guardar para sempre na mente e no coração o que foi proporcionado por Brittany Howard.

Em tempos nos quais o ódio na política vem, infelizmente, dominando a vida de muitos brasileiros, o Alabama Shakes serviu para compensar este triste momento de um país tradicionalmente feliz com algo capaz de lavar a alma de quem aprecia a boa música. Vida longa ao Alabama Shakes e, principalmente, a esta espetacular vocalista e guitarrista!

Para relembrar os grandes momentos da banda em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube dos shows no Lollapalooza e no Audio Club. Fique com os vídeos de “Hang Loose”, “Hold On”, “Shoegaze”, “Don’t Wanna Fight” e “Over My Head”.

Set list Lollapalooza

Future People
Dunes
Rise to the Sun
Hang Loose
Shoegaze
Miss You
Be Mine
The Greatest
Hold On
You Ain’t Alone
Over My Head
Don’t Wanna Fight
Gimme All Your Love

 

Set list Audio Club

Future People
Dunes
Hang Loose
Rise to the Sun
Heartbreaker
Guess Who
Miss You
The Greatest
Shoegaze
Hold On
Joe
On Your Way
I Ain’t the Same
Be Mine
Don’t Wanna Fight
Gimme All Your Love
Gemini

Sound & Color
You Ain’t Alone
Over My Head

 

27
jan
16

Alabama Shakes, Eagles of Death Metal, Bad Religion e Florence + the Machine tocarão nas Lolla Parties

Alabama Shakes no Audio Club - Cartaz de DivulgaçãoBoa notícia para quem prefere shows em casas menores em vez de festivais. Nesta quarta-feira, 27 de janeiro, a organização do Lollapalooza Brasil informou que algumas das bandas importantes que tocarão no festival de 2016 em São Paulo também vão se apresentar nas Lolla Parties, eventos menores em casas de shows e que contam com performances mais intimistas das atrações para os fãs. Entre os grupos de rock, estão, por exemplo, Alabama Shakes, Eagles of Death Metal, Bad Religion e Florence + Machine.

Além do detalhe de poder ver o artista preferido mais de perto e numa muvuca menor, o fã dos grupos terá preços bem menores de ingressos do que os que estão sendo cobrados para o festival. As Lolla Parties deste ano vão acontecer em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Curitiba.

Ingressos para todas as Lolla Parties estão disponíveis desde este dia 27 de janeiro, na bilheteria oficial no Citibank Hall São Paulo, localizado na Avenida das Nações Unidas, 17.955; pela internet (www.lollapaloozabr.com/tickets); e também nos pontos de vendas espalhados pelo país.

Entre as atrações participantes das Lolla Parties, o Alabama Shakes é um dos principais destaques, especialmente por estar passando por um momento de aceitação de crítica e público após o lançamento recente do novo e ótimo álbum “Sound & Color”, em abril de 2015.

Pelo projeto Lolla Parties, o Alabama Shakes tocará em São Paulo e no Rio de Janeiro. Na capital paulista, na mesma noite do dia 14 de março que contará com apresentação da banda Cold War Kids, o grupo norte-americano vai se apresentar no Audio Club. No Rio, o Alabama fará show sozinho no Circo Voador no dia 15.

Para o show do Audio Club, onde são esperadas 3 mil pessoas, os ingressos inteiros saem por R$ 220,00 (Pista) e R$ 300,00 (Mezanino Vip). A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência é a do Citibank Hall, mas, no dia da apresentação, as entradas poderão ser compradas na própria casa da zona oeste paulistana. Pela internet, com taxa, há o site www.ticketsforfun.com.br, além de outros pontos de venda específicos.

Quanto ao show o Circo Voador, onde são aguardadas 2.500 pessoas, os ingressos inteiros para o show do Alabama custam R$ 240,00 (Lote 1), R$ 280,00 (Lote 2) e R$ 320,00 (Lote 3). A bilheteria sem taxa de conveniência fica na própria casa. Pela internet, com taxa, o fã tem a opção do site www.ingresso.com.

Outra banda esperada é o Eagles of Death Metal, famoso, infelizmente, por ser a banda que estava tocando no Bataclan na noite dos atentados terroristas em Paris em 2015. O grupo tocará em São Paulo no Cine Joia, no dia 15 de março, e terá a abertura do Vintage Trouble.

Os ingressos inteiros para Pista saem por R$ 200,00 na casa que tem público esperado de 1.400 pessoas. A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência é a do Citibank Hall, mas, no dia da apresentação, as entradas poderão ser compradas na própria casa da zona central paulistana. Pela internet, com taxa, os endereços são os mesmos do show do Alabama Shakes.

O veterano Bad Religion tocará apenas em Curitiba. Será no dia 15 de março no Spazio Van. Os ingressos estão à venda em www.diskingressos.com.br. Na casa onde são esperadas 4.153 pessoas, as entradas inteiras para a Pista Premium custam R$ 300,00 (Lote 1), R$ 360,00 (Lote 2) e R$ 440,00 (Lote 3). Para a Pista Comum, saem por R$ 200,00 (Lote 1), R$ 250,00 (Lote 2) e R$ 300,00 (Lote 3). Para o Camarote, custam R$ 200,00; para a Mesa Ouro, R$ 200,00; para a Mesa Prata, R$ 175,00; e, para a Mesa Bronze, R$ 150,00.

Há valores promocionais ligados ao cartão de fidelidade da Disk Ingressos e também uma série de pontos físicos espalhados para a venda, como a Loja Disk Ingressos Shopping Palladium e o Teatro Positivo, entre outros.

O Rio de Janeiro também receberá pelo projeto Lolla Parties o grupo Florence + the Machine, que terá a companhia do Mumford & Sons, no palco do Metropolitan, no dia 14 de março. Na casa, que conta com a capacidade para 8.433 pessoas, os ingressos inteiros para a Pista Premium custam R$ 450,00 (Lote 1), R$ 480,00 (Lote 2) e R$ 510,00 (Lote 3). Para a Pista Comum, saem por R$ 250,00 (Lote 1), R$ 280,00 (Lote 2) e R$ 320,00 (Lote 3). Para o Camarote, custam R$ 550,00. Para a Poltrona, saem por R$ 280,00.

A bilheteria oficial, sem taxa de conveniência, fica no próprio Metropolitan. Pela internet, com taxa, há o site www.ticketsforfun.com.br, além de outros pontos de venda específicos.

Além das quatro bandas grandes citadas, as Lolla Parties ainda contarão com shows do Monsters and Men e do The Joy Formidable, no dia 13 de março, no Circo Voador, no Rio; Twenty One Pilots e Walk The Moon, no dia 16 de março, no Sacadura 154, também na capital fluminense; Marina and the Diamonds, no dia 11 de março, no Audio Club, em São Paulo; e Snoop Dogg com o projeto DJ Snoopadelic, no dia 13 de março, também na mesma casa paulistana.

O festival Lollapalooza 2016 será realizado nos dias 12 e 13 de março no Autódromo de Interlagos. A edição será a quinta consecutiva na cidade de São Paulo e a terceira seguida no autódromo.

Em 2012, no primeiro de Lollapalooza, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters. Em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

Em 2015, para quem gosta de rock n’ roll, o festival teve uma menor oferta do estilo que em anos anteriores. Com um grande avanço de atrações dançantes e mais pops, alguns dos melhores shows do rock foram os do lendário Robert Plant e do Smashing Pumpkins.




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