Posts Tagged ‘Britpop

13
jan
16

Suede libera clipe da música ‘Pale Snow’, presente no novo álbum que será lançado em janeiro

Suede - Reprodução da capa do álbum "Night Thoughts"O Suede está prestes a lançar disco novo e aproveitou a proximidade para liberar o clipe da música “Pale Snow” aos fãs. A faixa faz parte do álbum “Night Thoughts”, que chegará ao público no dia 22 de janeiro.

O clipe já é o terceiro relacionado ao disco. Antes, a banda britânica já havia liberado os vídeos das faixas “Outsiders”, em setembro,  e  “Like Kids”, em dezembro.

O novo álbum virá acompanhado de um filme, também denominado “Night Thoughts”, que contou com a direção de Roger Sargent.

O disco “Night Thoughts” será o sétimo do Suede. Sucederá “Bloodsports”, de 2013, e conta com a produção de Ed Buller.

São 12 faixas no novo trabalho. Todas elas tem na criação a participação do vocalista Brett Anderson, algumas em conjunto com o guitarrista Richard Oakes e outras com o tecladista Neil Codling.

Confira abaixo o clipe da música “Pale Snow”:

09
set
15

Blur reúne vídeos encaminhados por fãs em clipe da música ‘I Broadcast’

Blur - Foto: DivulgaçãoO Blur liberou na terça-feira, dia 8 de setembro, no YouTube, o clipe da faixa “I Broadcast”. É mais uma música do álbum “The Magic Whip”, que chegou para os fãs oficialmente em abril. O clipe reúne vídeos com cenas encaminhadas por fãs para a banda britânica.

Em junho, o grupo já havia lançado um clipe bem bacana da faixa “Ong Ong”, com lembrança de personagens de videogames antigos e com integrantes do Blur fantasiados.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio da banda em 12 anos e sucedeu “Think tank”, de 2003.

Também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de o Blur compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Em fevereiro, quando confirmou o lançamento do disco, o grupo divulgou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Em 2015, o grupo anunciou turnê por países da América do Sul, com shows em Santiago (Chile), Buenos Aires (Argentina) e até Córdoba, também no país-vizinho.

Veja abaixo o clipe de “I Broadcast”:

05
jun
15

Blur relembra videogames antigos em clipe da música ‘Ong Ong’

Blur no novo clipe - Foto: Reprodução YouTubeO Blur lançou no dia 3 de junho o clipe da faixa “Ong Ong”, presente no álbum “The Magic Whip”, que chegou para os fãs oficialmente em abril. O clipe relembra videogames antigos e traz os integrantes da banda fantasiados.

A direção do vídeo é de Tony Hung, que contou também com os diretores de animação Layla Atkinson e Pete Mellor.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio do Blur em 12 anos e sucedeu “Think tank”, de 2003.

Também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Em fevereiro, quando confirmou o lançamento do disco, a banda britânica divulgou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Veja abaixo o clipe de “Ong Ong”:

22
abr
15

Blur libera íntegra de novo álbum para audição

Blur - Reprodução da Capa do novo álbumO Blur liberou a íntegra do novo álbum para audição nesta quarta-feira, dia 22 de abril. “The Magic Whip” será lançado oficialmente no dia 27 de abril, mas poderá ser ouvido em sua totalidade nesta semana no iTunes.

Para o fã conseguir escutar, é necessário ter o programa da Apple instalado no computador.

O link para conseguir é este aqui.

“The Magic Whip” é o primeiro disco de estúdio do Blur em 12 anos.  O novo trabalho sucederá “Think tank”, de 2003.

É  também o primeiro disco com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999. Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

A produção do álbum novo será de Stephen Street. Gravado em um estúdio de Hong Kong, o novo trabalho contará com 12 faixas.

Em fevereiro, quando confirmou o disco, a banda britânica lançou a música “Go Out”, presente em “The Magic Whip”, para ser ouvida no YouTube.

O Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

04
abr
15

Manic Street Preachers – O lado subversivo do britpop

Manic Street Preachers - Foto: DivulgaçãoPor Caio de Mello Martins*

Uma das bandas mais hypadas e polêmicas no cenário musical britânico dos Anos 90, aqui no Brasil, os Manic Street Preachers, se muito, encaixam uma ou duas músicas entre os clássicos de Britpop mais celebrados. É comum notar que mesmo fãs mais ardorosos do estilo, que costumam contar a história da própria vida por meio de versos de Oasis, Blur e Pulp, não conhecem a fundo a obra da banda.

Conta bastante para isso o fato de que os Manics (como são apelidados) são a ovelha negra do Britpop. A começar pela origem – a banda nasceu no País de Gales e se infiltrou no circuito londrino e cosmopolita do gênero. E, enquanto os grupos mais conhecidos bebiam do inventário musical inglês acumulado ao longo de 30 anos de tradição, os Manics tinham – ao menos no início – uma sonoridade decididamente americana.

Pode-se dizer que eles percorreram o caminho contrário da linha evolutiva do rock – uma banda punk a princípio, gritando palavras de ordem contra uma engessada parede de quatro acordes e se apresentando com trajes de guerrilha adornados com slogans em stencil, a banda posteriormente firmou suas raízes estéticas no glam rock, um dos pais do punk.

A mudança foi operada no final dos Anos 80, quando seus integrantes piraram o cabeção com “Appettite for Destruction”, do Guns N’ Roses, e outras bandas hair metal mais dadas a escândalos, como o Hanoi Rocks. A partir daí, o compositor principal e guitarra solo James Dean Bradfield se converteu numa máquina incontrolável de riffs de hard rock, temperados com solos memoráveis (daqueles que você canta nota por nota) cheios de licks espertos. Enquanto isso, seus companheiros Richey Edwards (guitarra base), Nicky Wire (baixo) e, em menor medida, Sean Moore (batera) trocaram o look Clash 77’ por batons, delineadores, peles e muito glamour, meu bem.

Riffeira de hard rock e visual andrógino formam uma receita pra lá de manjada desde os Stones, e que produziu uma profusão de bandas-clones na época. James Dean Bradfield podia ser (e é) um ótimo compositor, mas o que diferenciava mesmo o grupo era Richey Edwards, uma das figuras mais enigmáticas do rock.

Debaixo de toda a frivolidade juvenil de seu visual, jazia um devorador de livros calcado na mais niilista, amarga e inquietante filosofia política do pós guerra. Aderindo à estratégia de sabotagem cultural extraída de pensadores situacionistas como Raoul Vaneigem e Guy Debord, Richie sabia que a crítica ao sistema só poderia alcançar as massas se feita dentro da lógica da sociedade do espetáculo.

Sua diversão era montar uma espécie de “oxímoro hard rock”: contrapostas à viril e vibrante sonoridade, estavam imagens de holocausto, bombas atômicas, anorexia, suicídio e outros sintomas de barbárie presentes no inconsciente da frágil civilização ocidental, montada em cima de anos de guerra, violência e exploração de desigualdade social. Os batons e o olhar cheio de fatigue dos seus membros ganhavam contornos subversivos, quando usados para cantar a banalidade cotidiana de uma sociedade que só se realiza por meio do consumo e, estéril do ponto de vista da práxis, depende de figuras públicas fabricadas pelo marketing politico e pela indústria cultural para se ver representada. Sacou?

Claro que nada disso era expressado de modo muito explícito. Como porta voz da banda, Richey gostava de manipular a imprensa musical (que naquela época ainda era “O” grande filtro cultural e comportamental para jovens britânicos) com declarações jocosas e escândalos que geravam polarização do publico — a favor ou contra, o importante era ter exposição. Hoje isso seria impensável, mas em 1991 Richey resolveu mutilar seu braço com um canivete para escrever a frase “4REAL”, em resposta a um crítico da NME que questionou sua sinceridade. Sobre a nostalgia da psicodelia na Inglaterra, revivida graças ao sucesso das bandas Shoegazecomo Verves e Slowdive, Richey declarou que “sempre odiaremos mais o Slowdive que Hitler”. Em típica bravata, a banda anunciou que iria ultrapassar o début dos Guns N’ Roses em vendas e fazer a maior turnê mundial de todos os tempos (uma volta ao mundo sobre palcos apelidada de “from Bangkok to Saigon”) para, “heroicamente”, decretar o fim de sua existência, tão fugaz quanto a vida útil de uma Coca-Cola.

Não foi exatamente o que aconteceu. “Generation Terrorists”, o primeiro álbum da banda lançado pela EMI em 1992, rendeu a banda um disco de ouro na Grã Bretanha e um nada impressionável 17o lugar para o principal single, “Motorcycle Emptyness”. Tampouco foi o canto de cisne da banda, que no ano seguinte já estava lançando a sequência, “Gold Against The Soul”. Não obstante, é um raro caso de vida intelectual ativa no hard rock. As letras de Richey, uma tortura auto-expiativa, revelam sua implacável (e paranóica) compreensão do mundo contemporâneo, apresentando-o como uma pantomima infame que anula qualquer possibilidade de autenticidade e autonomia critica. James, por sua vez, é dono de uma privilegiada musicalidade, capaz de transformar letras intrincadas em grandes melodias pop.

Como guitarrista, sua criatividade em encaixar riffs infalíveis de puro hard rock oitentista fica patente em faixas como “Condemned to Rock ‘n’Roll”, “Slash N’ Burn” e “So Dead”. Apesar de irregular em sua consistência, o álbum impressiona pela ambição artística: citações de Camus, Rimbaud, Nietzsche e George Orwell acompanham as faixas no encarte.

Pensado como um grande “Happening” para chacoalhar a indústria cultural em suas entranhas, Generation Terrorists nao alcançou seu objetivo inicial e, com isso, restou a banda a (cínica) luta para honrar seu contrato com a EMI e manter-se relevante no mercado. Em seu segundo álbum, a banda tentou atualizar seu som com ogroove que assolava as paradas mundiais graças a lançamentos inescapáveis como “Screamadelica” e “Achtung Baby”. Fora a diluição do som, o que estava fazendo a banda ruir eram os terríveis surtos de depressão de seu problemático mentor.

Em suas crises, Richey sofria de anorexia, praticava automutilação e se afundava no alcoolismo. Dúvidas pairam sobre a contribuição musical de Richey para a banda – em mais de uma vez, foi flagrado em shows com sua guitarra desplugada – entretanto seu total estado de embriaguez obrigou a banda a cancelar alguns shows em 1993. Muito embora já tivesse escrito material o bastante para garantir ao menos 80% das letras do próximo álbum, Richey vivia entrando e saindo de clinicas e, afora tenha assinado a concepção artística da futura obra, esteve em grande parte afastado de seu processo criativo.

Nessas reviravoltas que fazem do rock algo tão apaixonante – e reviravoltas não faltam para os Manics – a banda lancou em 1994 o que ficou conhecido como sua obra-prima. “The Holy Bible” possui letras que revelam uma fragilidade tão intima quanto desconcertante, opiniões e imagens tão genuínas quanto abomináveis – e por conta deste fluxo continuo de verdades tão sinceras quanto poéticas, arrebatam o ouvinte por sua humanidade. Sonoricamente, é um animal bem diferente dos Manics ao qual o público inglês havia se familiarizado.

Pode-se considerar “The Holy Bible” o primeiro álbum de Britpop, reconectando-os  ao panteão do rock inglês — um pop desconstruído, é verdade, ainda que James Bradfield não tenha perdido em absoluto sem grande dom por solos melodiosos (antes de dizer que estou babando ovo, ouça “Archives of Pain”). Ecos de Joy Division, Gang of Four, Simple Minds (os primeiros álbuns) e Siouxsie And The Banshees se revelam a cada ritmo fraturado, a cada textura abrasiva, e também na ambiência fantasmagórica criada como contexto para as assombrosas e gráficas confissões de Richey: anorexia, violência institucionalizada e misantropia aparecem sem recalques nem auto-comiseração. Fãs de Nirvana podem notar um macabro paralelo entre “The Holy Bible” e a ultimo gesto criativo de Kurt Cobain, “In Utero”.

A ênfase no macabro explica-se: seria o ultimo álbum antes que Richey desaparecesse sem deixar rastros e antes que o trio se reinventasse como uma instituição do Britpop, ressurgindo com hinos açucarados do estilo que nem de longe lembra o som agressivo e a pose atrevida de outrora.

Richey foi dado como morto pela família em 2008, após treze anos de sumiço. Investigações dão conta que em 1995, quando tinha 27 anos, o artista sacou diariamente 200 libras durante as duas semanas anteriores a seu desaparecimento. Em 1o de fevereiro, mesmo dia em que deveria embarcar com James para a turnê norte-americana, Richey fechou a conta do hotel onde estava em Londres e dirigiu para Cardiff, capital do País de Gales. Há ainda a declaração de um taxista que, uma semana depois, o teria pegado como passageiro em Newport, País de Gales, e o deixado perto da ponte Severn, local nas proximidades da cidade inglesa de Aust e um conhecido ponto de suicidas. Seu carro, encontrado perto da ponte, foi dado como abandonado no dia 14. Fãs alimentam a lenda clamando terem visto Richey em lugares tao dispares quanto Goa e as Ilhas Canarias, mas nenhuma dessas alegações foi confirmada.

Um posfácio apócrifo para essa formação dos Manics, que tanto se arriscou em termos de criatividade e brilhou com talento e coragem. Merece, certamente, a atenção de qualquer pessoa minimamente interessada em entender a passagem dos anos 80 para os 90 e em conhecer os voos roqueiros sobre a metalinguagem da arte.

Para relembrar o Manic Street Preachers, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com os das músicas “Born To End” e “Archives of Pain”. Para fechar, uma matéria na TV inglesa sobre o desaparecimento de Richey James, onze meses após o fato.

*Caio de Mello Martins é amante do bom e velho rock n’ roll, jornalista e precisa do estilo para manter a sanidade mental
20
fev
15

Blur anuncia lançamento para abril do primeiro álbum em 12 anos e divulga nova música

Blur - Reprodução da capa do disco "The Magic Whip"Depois de 12 anos sem gravar um álbum de estúdio, o Blur anunciou que romperá o hiato em 2015. “The Magic Whip” é o nome do disco novo, que tem data de lançamento prevista para o dia 27 de abril.

O grupo britânico também aproveitou para lançar a faixa “Go Out”, que já pode ser ouvida no YouTube e que já pode ser adquirida no iTunes, onde a pré-venda do novo álbum também já está sendo realizada.

“The Magic Whip” sucederá “Think tank”, de 2003.

A produção do disco novo será de Stephen Street. Gravado em um estúdio de Hong Kong, o novo trabalho contará com 12 faixas.

Detalhe interessante é que o álbum será o primeiro com o guitarrista Graham Coxon desde “13”, de 1999.

Ele havia saído meses antes de a banda compor “Think Tank”, por conta de desentendimentos com o vocalista Damon Albarn.

Além das novidades de estúdio, o Blur anunciou que fará uma apresentação em junho no Hyde Park, em Londres.

Considerada uma das bandas mais importantes do britpop, o Blur chegou a ficar inativado entre 2003 e 2009. Em 2013, a banda veio ao Brasil como atração principal do Planeta Terra Festival e fez um grande show na cidade de São Paulo.

Escute abaixo a nova música “Go Out”, por meio do lyric video disponibilizado no YouTube:

31
ago
14

20 anos do álbum ‘Definitely Maybe’, o primeiro do oasis

"Definitely Maybe" - Reprodução da Capa2014 é um ano recheado de aniversários de 30 anos de discos importantes, mas também conta com obras de destaque de duas décadas. O mês de agosto chegou ao fim tendo o álbum “Definitely Maybe”, do Oasis, como aniversariante que merece ser lembrado como elemento decisivo para o rock britânico e verdadeiro símbolo do britpop.

O disco de estreia do grupo inglês foi lançado oficialmente no dia 29 de agosto de 1994.

Antes, porém, a banda já havia bombado, no mesmo ano, com o importante lançamento de três singles de destaque: “Supersonic”, “Shakermaker” e “Live Forever”.

“Definitely Maybe” pode não ser o primeiro disco do britpop, já que não se pode esquecer de bandas antecessoras que são importantes, como o Stone Roses, o Pulp, o Inspiral Carpets, Suede e o próprio Blur. O álbum foi, no entanto, como “Nevermind” para o grunge e o rock de Seattle, aquela mola propulsora que fez a mídia e os amantes da música despertarem para uma cena que tirou o rock britânico de um momento contestado.

Depois das maravilhas que tantas bandas espetaculares fizeram em décadas passadas, o estilo tradicional (não estamos incluindo nisso o heavy metal) caminhava no Reino Unido para um lado eletrônico que ia muito além do que o New Order administrou bem nos Anos 80 e afastava cada vez mais das composições os acordes rasgados de guitarra.

Para atrapalhar os britânicos, Nirvana, Soundgarden, Alice In Chains, Pearl Jam, Screaming Trees e outras bandas de Seattle dominavam o planeta e transformavam o grunge em febre mundial justamente com guitarras sujas e pesadas.

Ironicamente, “Definitely Maybe” foi lançado poucos meses depois da morte de Kurt Cobain. Depois disso, o mundo do rock deixou um pouco de olhar apenas para o que acontecia em Seattle e passou a observar mais atentamente o que dois irmãos polêmicos de Manchester estavam produzindo: Liam e Noel Gallagher.

“Definitely Maybe” tem marcas que não podem ser ignoradas. Foi o álbum de estreia que vendeu mais rápido na história da Inglaterra. Mundialmente, vendeu 18 milhões de cópias. Faz parte também da seleta lista do livro “1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer”, de Robert Dimery.

Em 2004, foi lançado “Definitely Maybe The Documentary”. O documentário tem cerca de 1 hora de duração e acompanhou o DVD de comemoração de 10 anos do álbum. Desde o dia 20 de maio de 2014, agora nas comemorações de 20 anos, a película está disponível para ser assistida na internet gratuitamente na íntegra, em inglês e sem legendas.

Como já informou em fevereiro o Roque Reverso, o Oasis relançará neste ano os três primeiros álbuns de estúdio. Segundo a banda, que encerrou as atividades em 2009, os discos virão totalmente remasterizados e ainda deverão trazer uma coleção de gravações raras e faixas inéditas. “Definitely Maybe” foi o primeiro da lista e a nova roupagem chegou para os fãs no dia 19 de maio.

Para comemorar os 20 anos deste álbum clássico, o Roque Reverso descolou três clipes no YouTube. Fique inicialmente com “Supersonic”. Depois, fique com “Cigarettes & Alcohol” e “Rock ‘n’ Roll Star”

23
maio
14

Documentário sobre álbum ‘Definitely Maybe’, do Oasis, está disponível na internet

O álbum “Definitely Maybe”, que marcou a estreia do Oasis, completa 20 anos em 2014 e os eventos em torno da data só crescem. Um dos mais recentes está no YouTube, mais precisamente na plataforma Vevo: o documentário oficial do disco.

“Definitely Maybe The Documentary” tem direção de Dick Carruthers e registra em vídeo a história do álbum, com várias entrevistas dos membros do grupo britânico. Também traz a opinião de músicos, jornalistas e produtores sobre o disco, que marcou muita gente na primeira metade dos Anos 90.

O documentário tem cerca de 1 hora de duração e foi lançado oficialmente em 2004, no DVD de comemoração de 10 anos do álbum. Desde o dia 20 de maio, está disponível para ser assistido gratuitamente na íntegra, em inglês e sem legendas.

Como informou em fevereiro o Roque Reverso, o Oasis relançará neste ano os três primeiros álbuns de estúdio. Segundo a banda, que encerrou as atividades em 2009, os discos virão totalmente remasterizados e ainda deverão trazer uma coleção de gravações raras e faixas inéditas.

“Definitely Maybe”, que completará os 20 anos no próximo dia 30 de agosto, foi o primeiro da lista e a nova roupagem chegou para os fãs no dia 19 de maio.

Assista abaixo ao documentário sobre esse disco clássico do britpop:

28
fev
14

Oasis relançará os 3 primeiros álbuns; edição remasterizada de ‘Definitely Maybe’ sai em maio

Os órfãos do Oasis têm motivos para comemorar. O grupo britânico, que acabou oficialmente em 2009, anunciou nas redes sociais que relançará neste ano os três primeiros álbuns de estúdio.

Segundo a banda, os discos virão totalmente remasterizados e ainda deverão trazer uma coleção de gravações raras e faixas inéditas.

O primeiro disco a ser relançado será exatamente o trabalho de estreia. “Definitely Maybe” completará 20 anos no próximo dia 29 de agosto e a nova roupagem será uma forma interessante de comemoração.

Por enquanto, é o único dos três discos que tem data para o relançamento: 19 de maio.

Para o “Definitely Maybe”, há versões em CD simples e triplo (cheio de raridades), vinil duplo e até em cassete, com oito demos datadas de 1993. Todo o conteúdo estará disponível também via download e os fãs poderão dar uma observada nas opções na loja online que fica no site oficial da banda.

O site, por sinal, está novinho em folha e traz diversas novidades e curiosidades. Além de ter a opção de voltar no tempo com notícias da época dos lançamentos dos álbuns, os fãs poderão interagir encaminhando relatos de suas histórias particulares com o Oasis.

12
nov
13

Set list, fotos e vídeos do show do Blur no Planeta Terra Festival

O Blur voltou ao Brasil para ser a atração principal do Planeta Terra Festival de 2013. Depois de uma ausência de 14 anos do País, o grupo britânico se apresentou no dia 9 de novembro no Campo de Marte, na cidade de São Paulo.

Segundo a organização do festival, 27 mil pessoas estiveram no evento, que ainda contou com shows do cantor Beck,  os grupos Travis e The Roots, a banda Palma Violets e a cantora Lana Del Rey, além dos nomes nacionais Clarice Falcão, BNegão e os Seletores, O Terno e Hatchets.

Após ficar tanto tempo sem aparecer no Brasil, o Blur caprichou no repertório e trouxe vários de seus hits. No set list com 17 músicas, não ficaram de fora canções de grande sucesso, como “Coffee & TV”, “Tender”, “Girls & Boys”, “There’s No Other Way” e “Song 2”.

O vocalista Damon Albarn liderou a banda e chegou a descer para a Pista, durante a execução de “Country House”, para cantar a música com a plateia. Em “Coffee & TV”, o guitarrista Graham Coxon assumiu os vocais, agitou o público e mostrou sua importância para a criação do Blur.

Em “Tender”, destaque para a ótima participação dos backing vocals e também para a grande quantidade de cartazes que tinham o refrão da música estampado em letras garrafais.

“Song 2”, maior sucesso do grupo, fechou o show e provocou um efeito generalizado no público, que pulou sem limites, como se fosse criança.

O Roque Reverso descolou no YouTube vídeos da apresentação do Blur no Planeta Terra. Fique com as músicas “Coffee & TV”, “End of a Century” e “Song 2”.

Set list

Girls & Boys
There’s No Other Way
Beetlebum
Out of Time
Trimm Trabb
Caramel
Coffee & TV
Tender
To the End
Country House
Parklife
End of a Century
This Is a Low

Under the Westway
For Tomorrow
The Universal
Song 2

05
fev
13

Suede libera vídeo de novo álbum que vai ser lançado em março

Os fãs do bom e velho britpop podem fazer a festa. Tudo porque o Suede liberou na internet o vídeo da música “It Starts and Ends With You”, que faz parte do novo álbum da banda.

“Bloodsports” é o nome do disco, cuja capa você pode ver ao lado e que tem o dia 18 de março como data prevista de lançamento.

É sexto álbum da carreira e o primeiro trabalho do grupo britânico desde 2002, quando foi lançado o disco “A New Morning”.

Em janeiro, o Suede já havia disponibilizado para os fãs a faixa “Barriers”, que pode ser ouvida e baixada no site oficial da banda.

A produção de “Bloodsports” foi de Ed Buller, responsável pelos três primeiros álbums do grupo.

A direção do vídeo ficou por conta de Giorgio Testi. Veja o clipe abaixo e conheça a lista de músicas do disco novo do Suede.

Lista de Faixas
1. Barriers
2. Snowblind
3. It Starts and Ends With You
4. Sabotage
5. For the Strangers
6. Hit Me
7. Sometimes I Feel I’ll Float Away
8. What Are You Not Telling Me?
9. Always
10. Faultlines

03
out
10

Banda Stereophonics se apresenta em SP no dia 18 de novembro

O Stereophonics é mais uma banda que passará pelo Brasil em 2010. Segundo a produtora Time For Fun, o grupo britânico dará continuidade à turnê mundial do álbum “Keep Calm and Carry On” e chegará pela primeira vez à América do Sul. A banda faz única apresentação no Citibank Hall, em São Paulo, no dia 18 de novembro.  

A pré-venda para clientes com cartões conveniados será feita entre os dias 4  e 10 de outubro nos canais de venda oficiais da Tickets For Fun (www.ticketsforfun.com.br).

Os ingressos para o público em geral estarão disponíveis a partir de 11 de outubro. O telefone para maiores informações é o 4003-6464.

Os membros originais Kelly Jones e Richard Jones se apresentam ao lado do baterista argentino Javier Weyler e do guitarrista Adam Zindani. Para esta apresentação em São Paulo, a banda tocará hits como “A Thousand Trees”, “Traffic”, “Have a Nice Day”, entre outros, além de canções de seu último álbum “Keep Calm and Carry On”. 

A banda, que já emplacou 25 músicas entre as 40 mais tocadas da Inglaterra, foi formada originalmente em 1992 e lançou o primeiro álbum “World Gets Around” em 1997, pelo qual receberam o prêmio de “Banda Revelação” pelo Brit Awards. Desde então, já lançaram sete álbuns de estúdio. 

Veja os preços dos ingressos:

PREÇOS DE INGRESSOS

“Configuração Pista”

NORMAL ½ ENTRADA
NOS CAMAROTES R$200,00 R$100,00
NA PISTA R$140,00 R$  70,00

 




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