Arquivo para maio \31\UTC 2013

31
maio
13

Show do Anthrax em SP ao lado do Testament trouxe verdadeira celebração do thrash metal

Felizardo foi o sujeito que esteve presente na noite que reuniu no mesmo lugar o Anthrax e o Testament em São Paulo no dia 15 de maio. O HSBC Brasil pode não ter lotado completamente, mas recebeu um excelente público em plena quarta-feira, quando foi vista uma verdadeira celebração do thrash metal, num daqueles momentos que o fã do estilo simplesmente não pode perder.

Já criticamos na resenha do show do Testament o fato de os produtores colocarem dois grupos internacionais de tal calibre para tocar num dia de meio de semana. A despeito de a capital paulista pertencer ao seleto grupo de cidades do globo no qual a noite é movimentada e agitada de domingo a domingo, há momentos que o mais sensato é descolar uma data de fim de semana; um sábado seria perfeito.

Tal medida facilitaria a vida não somente do público, que não perderia as primeiras músicas do show do Testament, mas também das bandas, já que as apresentações de cada uma delas poderiam até ser mais longas e com mais músicas. Talvez justamente por causa do show mais curto de 2013, a performance do Anthrax pode, para alguns, não ter superado a de 2012 no mesmo HSBC.

Para outros fãs, porém, o set list de 2013 pode ter sido menor, mas teve maior qualidade. Um outro grupo pode dizer ainda que uma apresentação completou a outra, trazendo algumas músicas que haviam faltado no ano passado e até com covers incríveis de grandes bandas. O fato é que, mais uma vez, o Anthrax não decepcionou e cumpriu seu papel de grande expoente do thrash metal.

O show

Terminada a competente apresentação do Testament, a equipe de roadies fez um trabalho relativamente rápido e deixou o palco completamente pronto para o Anthrax iniciar sua festa. Já com o HSBC claramente mais cheio que no show anterior, o grupo iniciou sua celebração do thrash metal com três petardos sonoros históricos do gênero.

Retiradas do lendário álbum “Among de Living”, de 1987, a faixa-título, “Caught In A Mosh” e “Efilnikufesin (N.F.L.)” incendiaram o público. Se, na famigerada Pista Vip, quem estava presente tinha o privilégio de assistir ao grupo bem de perto, na Pista Comum é que o show era apreciado da maneira mais tradicional do thrash: rodas de mosh empolgadas.

Se as duas primeiras haviam sido executadas em 2012 no mesmo HSBC, “N.F.L.” tinha sido a grande ausência do ano passado. E, se você já entrou numa roda de mosh nesta música, sabe o quanto isso faz bem para a vida! Para os mais velhos, como este jornalista, que viveram o estilo nas décadas de 80 e 90, é como se fosse a entrada na fonte da juventude!

Num link entre passado e presente, o Anthrax trouxe uma música do mais recente álbum da banda, o ótimo “Worship Music”, lançado em 2011. “Fight ‘Em ‘Til You Can’t”, talvez uma das melhores do disco, manteve a vibração do show e confirmou a banda em boa fase.

Vale lembrar que uma diferença marcante entre a apresentação de 2012 e de 2013 foi a presença de Jon Donais em uma das guitarras, no lugar de Rob Caggiano, que deixou o grupo em janeiro. Caggiano é um bom músico, mas Donais mostrou ter mais presença de palco, agitando muito mais do que o antigo guitarrista, que era sujeito um pouco parado nos shows para os padrões do thrash.

Quanto ao restante dos músicos, os pertencentes à formação clássica do Anthrax estavam todos lá: Charlie Benante triturando a bateria, Frank Bello impondo sua energia incrível e tradicional no baixo, Joey Belladonna com seu vocal inconfundível e o mago da guitarra base Scott Ian, que continua dando verdadeiras aulas no instrumento.

Se o evento de 2012 trazia a turnê de divulgação do “Worship Music”, o de 2013 permitiu a troca de algumas músicas do novo álbum por faixas diferentes. E foi com um presente das antigas que o grupo trouxe nada menos que “March Of The S.O.D.” para surpresa de muitos no HSBC. A faixa instrumental do famoso projeto paralelo S.O.D., de Scott Ian e Charlie Benante, serviu para Belladonna dar uma descansada e se preparar para o restante da apresentação.

O vocalista, por sinal, estava bem mais agitado que em 2012. Corria pelo palco como um alucinado e chegou a pedir várias vezes para o público alguns “cigarrinhos”. Não teve retorno neste caso, mas provocou diversos risos da plateia, que viu Belladonna várias vezes empunhando uma câmera que transmitia a apresentação para os telões.

Depois de a banda tocar “March Of The S.O.D.”, foi a vez de duas lindas homenagens a duas grandes figuras do heavy metal já falecidas. Ao som da faixa “In The End”, também do “Worship Music”, o Anthrax lembrou o vocalista Ronnie James Dio e o guitarrista Dimebag Darrell (ex-Pantera) por meio de duas grandes bandeiras estendidas em cada lado do palco.

As homenagens não pararam ali e, logo na sequência, foi a vez de o Anthrax tocar “T.N.T.”, do AC/DC, que faz parte do bom EP de covers “Anthems” , que a banda de thrash metal lançou em 2013. Scott Ian anunciou a música como a “da melhor banda do mundo” e o público curtiu bastante aquele momento histórico em palcos brasileiros.

A apresentação empolgava bastante e atingiria o tradicional ápice na clássica “Indians”, também do “Among the Living”. Hora de entrar em mais rodas de mosh! E, desta vez, houve, na verdade, a junção de várias delas numa única, que se transformou em um negócio gigante que quase engoliu a Pista Comum do HSBC.

Depois de gastar todas as energias na “wardance” de “Indians”, o público teve a oportunidade de se recuperar em “Medusa”, do álbum “Spreading the Disease”, de 1985. Logo em seguida, emendou a clássica “Got The Time”, cover de Joe Jackson, que faz parte do disco “Persistence of Time”, de 1990.

Para fechar a empolgante primeira parte do show, o Anthrax trouxe a não menos clássica “I Am The Law”, também do “Among the Living”. O saldo até aquele momento era mais do que positivo, mas o público queria mais e seria presenteado com mais grandes momentos na sequência.

Após a pausa para o descanso, o bis trouxe Frank Bello e Scott Ian mandando ver nos vocais em “I’m The Man”. A eterna mistura inusitada entre rap e thrash foi complementada por mais uma grande homenagem da noite, desta vez ao falecido Jeff Hanneman, do Slayer. Com um trecho do petardo “Raining Blood”, o eterno guitarrista foi lembrado de maneira digna no HSBC pelos companheiros de Big Four.

O show se aproximava do fim, mas outros dois clássicos seriam reservados para o final. Já com Joey Belladonna de volta aos vocais, o grupo emendou “Madhouse”, do “Spreading the Disease”, e “Antisocial”, cover do Trust, presente no disco “State of Euphoria”, de 1988.

O público queria mais, mas a banda terminou a apresentação, deixando o gosto de “quero mais”. Em mais uma noite memorável em solo paulistano, o Anthrax honrou a história do thrash metal, justificando com sobras o motivo de o gênero ser tão querido pelo público brasileiro.

Para relembrar grandes momentos do show do Anthrax no HSBC, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com o começo arrasador de “Among the Living”. Depois, veja os vídeos de “N.F.L.”, “Indians” e “Antisocial”. Confira também o set list e as fotos, cedidas gentilmente pelo excelente fotógrafo profissional Renan Facciolo ao nosso veículo informativo.

Set list

Among The Living
Caught In A Mosh
Efilnikufesin (N.F.L.)
Fight ‘Em ‘Til You Can’t
March Of The S.O.D.
In The End
T.N.T.
Indians
Medusa
Got The Time
I Am The Law

I’m The Man/Raining Blood
Madhouse
Antisocial

30
maio
13

Slayer anuncia retorno de Paul Bostaph ao posto de baterista da banda

O Slayer anunciou nesta quinta-feira, dia 30 de maio, que o baterista Paul Bostaph está de volta ao grupo. Em comunicado oficial, a banda norte-americana de thrash metal informou que o retorno acontecerá, em tempo integral, a partir do dia 4 de junho, quando o Slayer começa uma etapa de sua turnê internacional de 2013 em Varsóvia, na Polônia.

Com a informação da volta de Bostaph, está confirmada, portanto, a saída definitiva do excelente Dave Lombardo, que é membro original da banda e um dos maiores bateristas do heavy metal.

Lombardo havia deixado o conjunto em fevereiro, depois de discordar da maneira como os negócios do grupo eram geridos. Desde então, os bumbos do Slayer foram comandados temporariamente por Jon Dette.

Os fãs ainda tinham alguma esperança pela volta de Lombardo, mas o desentendimento dele com o polêmico guitarrista e atual líder do grupo, Kerry King, já havia sido praticamente uma carta de demissão.

O anúncio da volta de Paul Bostaph é a primeira notícia positiva do Slayer depois de algum tempo e pode dar alguma sobrevida à banda, extremamente abalada pela morte recente do outro guitarrista e membro fundador, Jeff Hanneman, no dia 2 de maio, em virtude de cirrose hepática, em fato que chocou o mundo do heavy metal.

Dá também esperança para os fãs brasileiros, pois o grupo vem ao País em setembro para tocar no Rock in Rio e passar ainda por São Paulo e Curitiba. No comunicado, a permanência de Gary Holt, do Exodus, na outra guitarra também foi confirmada.

“Paul é um grande baterista e um bom amigo. E estamos muito felizes que ele decidiu se juntar à banda”, disse Tom Araya, no comunicado. “Ainda estamos muito atordoados da perda de Jeff, mas nós não queremos decepcionar nossos fãs europeus, e nós precisamos começar a avançar…Com Paul de volta na banda, fica muito mais fácil.”

“Estou muito animado para retornar ao Slayer”, afirmou Bostaph. “Passamos dez anos muito intensos de nossas vidas juntos, tinha um monte de diversão e fizemos um monte de boa música. Então, para mim, isso é como voltar para casa”, acrescentou.

Não é a primeira vez que Paul Bostaph entra como substituto definitivo de Dave Lombardo. Entre 1992 e 2001, ele superou diversas críticas pelo peso de ocupar o posto de um dos maiores bateristas de todos os tempos e ganhou o respeito dos fãs. Participou de três álbuns do Slayer: “Divine Intervention” (1994), “Diabolus in Musica” (1998) e “God Hates Us All” (2001). Também esteve no  EP de covers “Undisputed Attitude”, de 1996.

29
maio
13

Testament honrou tradições do thrash em noite histórica com Anthrax em SP

O cenário era perfeito para qualquer fã de thrash metal: numa noite única, o Testament e o Anthrax tocariam no mesmo local em São Paulo. Para quem acompanhou um pouco da história do gênero e dos shows no Brasil, saber que duas grandes bandas deste quilate estariam no HSBC Brasil no dia 15 de maio transformava em obrigação não perder tal momento. No caso do Testament, o grupo norte-americano honrou as tradições do estilo e fez mais uma apresentação de qualidade em solo paulistano.

A despeito dos organizadores agendarem o show para uma quarta-feira, sendo que o ideal seria um sábado, o público compareceu em bom número. Parece haver uma avaliação dos produtores de que o público de SP é capaz de superar obstáculos e lotar todos os eventos de rock em qualquer dia da semana.

É fato que o povo desta cidade já convive há algum tempo com uma grade de atrações bem parecida com a das cidades mais badaladas do globo, mas não é absurdo lembrar que a metrópole imensa e com seus tradicionais problemas de trânsito gera obstáculos imensos para quem deseja ir a algum evento de meio de semana. No caso do show do Testament, que começou pouco depois das 21 horas, muitos ainda estavam na fila das bilheterias para a compra ou a simples retirada dos ingressos quando a banda subiu ao palco.

Em relação à retirada das entradas compradas via internet, aquele cenário bizarro de sempre no Brasil: um único guichê para isso, transformando aquilo que seria uma vantagem adquirida pela tecnologia, com taxa de conveniência, em nervosismo gratuito para o consumidor, que escutava os sons do show do lado de fora, enquanto a atendente confirmava zilhões de dados para entregar o ingresso nas mãos de cada um dos integrantes da fila.

Importante ressaltar que esse fato citado não é exclusividade do evento do HSBC. Vem acontecendo em diversos eventos em São Paulo há algum tempo. Pelo valor elevado de algumas atrações, o mínimo que os organizadores deveriam fazer é dar melhores condições para quem paga o ingresso e deseja ver shows com tranquilidade.

O show

Independente destes detalhes, que nem foram tão gritantes como em outros shows que o Roque Reverso acompanhou, o Testament subiu com todo o peso desejado pelos fãs ao palco. Promovendo seu mais recente álbum, o ótimo “Dark Roots Of Earth”, de 2012, a banda norte-americana começou com “Rise Up”, a primeira do disco, e agradou logo de cara.

Um detalhe que chamou a atenção desde as primeiras músicas do show foi o peso imposto pelo baterista Gene Hoglan em cada faixa executada pelo Testament. Com um domínio incrível dos bumbos, ele impressionou boa parte dos presentes no HSBC.

Na sequência, a banda emendou “More Than Meets the Eye”, do disco “The Formation of Damnation”, de 2008. Depois, trouxe mais três do novo álbum de 2012: “Native Blood”, “True American Hate” e a faixa-título “Dark Roots Of Earth”.

Sempre simpático, o vocalista Chuck Billy conversava bastante com a plateia. Com um suporte de microfone iluminado com uma cor verde bastante chamativa, ele também simulava em várias músicas que estava tocando guitarra.

Passado o período de novidades, era a vez do momento “old school”, como definiu Chuck Billy. Com petardo atrás de petardo, o Testament mandou “Into The Pit”, “Practice What You Preach”, “The Haunting”, “The New Order” e “Over The Wall”.

Vale destacar o belo entrosamento entre os guitarristas Eric Peterson e Alex Skolnick, além da boa presença do baixista Greg Christian. Juntamente com Chuck Billy e o batera Gene Hoglan, eles mostraram novamente que o Testament continua vivíssimo e com a possibilidade de vida longa no heavy metal.

Para o final, após uma breve saída da banda do palco, foram reservadas ainda as músicas “D.N.R. (Do Not Resuscitate)”, “3 Days In Darkness” e “The Formation Of Damnation”.

O show foi relativamente curto, mas agradou que foi ao HSBC para curtir um bom thrash metal. Se comparada à apresentação que o grupo fez em 2011 no lotado Carioca Club, a de 2013 foi um pouco mais morna, mas ficou muito longe de ser inferior.

Com os anos de experiência nas costas e a superação dos vários obstáculos ao longo da carreira, o Testament parece já conhecer o caminho das pedras para manter a qualidade em seus shows. Ao público, resta torcer para que a banda continue vindo com frequência ao Brasil, mantendo a rotina recente.

Para relembrar grandes momentos do show do Testament no HSBC, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a música “True American Hate”. Depois, veja os vídeos de “Practice What You Preach” e “Over the Wall”. Confira também o set list e as fotos, cedidas gentilmente pelo excelente fotógrafo profissional Renan Facciolo ao nosso veículo informativo.

Set list

Rise Up
More Than Meets The Eye
Native Blood
True American Hate
Dark Roots Of Earth
Into The Pit
Practice What You Preach
The Haunting
The New Order
Over The Wall
D.N.R. (Do Not Resuscitate)
3 Days In Darkness
The Formation Of Damnation

27
maio
13

The Breeders volta a SP em julho para tocar clássico álbum ‘Last Splash’ no Cine Joia

Grande nome do rock alternativo dos anos 90, o grupo norte-americano The Breeders voltará ao Brasil em julho. Liderada pelas irmãs Kelley e Kim Deal (musa eterna do Pixies), a banda será a atração principal da edição 21 do festival Popload Gig, que acontecerá no dia 24 de julho, no Cine Joia, em São Paulo.

O grupo traz a turnê comemorativa dos 20 anos do lançamento do disco “Last Splash”, que tem o hit “Cannonball” como um dos maiores da década derradeira do Século XX. A promessa é de  que o álbum será tocado de maneira completa.

A banda já tocou duas vezes no Brasil: no Curitiba Pop Festival, em 2003, e no festival Planeta Terra, em 2008.

Os ingressos para o show do Breeders em São Paulo custam R$ 200 (Pista), com direito à meia-entrada . A venda começa na quarta-feira, dia 29, na bilheteria e no site do Cine Joia.

“Last Splash” saiu neste mês em sua versão deluxe, remasterizado. Foi rebatizado como “LSXX”, para indicar os 20 anos. Um DVD saiu junto e separado do álbum comemorativo.

Para comemorar a vinda do grupo norte-americano, o Roque Reverso descolou no YouTube o vídeo clássico de  “Cannonball”!

24
maio
13

Ingressos para show único de Peter Murphy em homenagem ao Bauhaus já estão à venda

Já estão à venda os ingressos para o show único que Peter Murphy, ex-vocalista do já extinto Bauhaus, fará em São Paulo no dia 14 de agosto. A apresentação, que acontecerá no Carioca Club, celebrará os 35 anos do grupo britânico com a “Mr. Moonlight Tour”, na qual só canta clássicos do repertório dos reis do rock gótico.

Segundo a produtora 8×8 Live, as entradas serão vendidos sem taxa de conveniência em todos os pontos de venda, incluindo a internet. Há também vantagem para quem tem cartões Mastercard e Visa, por meio de parcelamento do pagamento em até 12 vezes.

Há uma variedade de preços e situações que os produtores colocaram à disposição dos fãs. Para o Primeiro Lote de ingressos, o valor para a Pista Inteira é de R$ 190,00, mas a meia-entrada sai por R$ 95,00, que é o mesmo preço para quem optar pelo ingresso de Pista Antecipada. Para o Camarote, o valor da inteira é de R$ 300,00, mas ele sai pela metade nas mesmas situações citadas para a pista.

No Segundo Lote de ingressos, o valor a Pista Inteira é de R$ 230,00, com a meia-entrada saindo por R$ 115,00, que é o mesmo preço para quem optar pelo ingresso de Pista Antecipada. Para o Camarote, o valor da inteira é de R$ 340,00, mas ele sai pela metade nas mesmas situações mencionadas para a pista.

Por fim, para quem comprar ingresso na porta no dia do show, o valor a Pista Inteira é de R$ 250,00, mas a meia-entrada sai por R$ 125,00, que é o mesmo preço para quem optar pelo ingresso de Pista Antecipada. Para o Camarote, o valor da inteira é de R$ 380,00, mas ele sai pela metade nas mesmas situações citadas para a pista.

As vendas online acontecem pela Ticket Brasil, neste link, onde o fã pode obter também outras informações. Há também pontos físicos como opção.

Entre eles, estão a própria bilheteria do Carioca Club (Fone: 3813-8598); o loja Hole, na Galeria do Rock; além das lojas Chilli Beans (Rua Carlos Weber, 654 – Vila Leopoldina), Cada Qual (Rua Augusta, 2171 – Jardim Paulista), a Papelaria Express (Av. Santo Amaro, 2197 – Vila Olímpia), a Metal Music de Santo André (Rua Dona Elisa Fláquer, 184), a Age Of Dreams de São Bernardo (Avenida Marechal Deodoro, 1754 – 2º Andar loja 33/36) e o Shopping Oriente 500 (Rua Oriente, 500 2º andar – Brás).

Normalmente, o cantor e compositor britânico costuma dedicar muito pouco do repertório de seus espetáculos solo ao repertório do Bauhaus. Desta vez, no entanto, ele irá mergulhar de cabeça no legado de sua antiga banda, para delírio de seus inúmeros fãs. De acordo com a produtora do show, todo o repertório será do Bauhaus.

22
maio
13

Metallica divulga primeiro trailer de filme em formato 3D previsto para setembro

NeverO esperado filme em 3D do Metallica já tem seu primeiro trailer oficial. A banda norte-americana de thrash metal liberou nesta quarta-feira, dia 22 de maio, o primeiro aperitivo aos fãs da película, que é uma mistura de narrativa ficcional com registro de shows.

Como já havia informado o Roque Reverso, “Metallica Through the Never” estará nas salas que exibem filmes no formato IMAX a partir do dia 27 de setembro na América do Norte. Para as demais salas, a película tem o dia 4 de outubro como data prevista para chegar.

O trailer foi liberado um dia após a banda soltar no Facebook a imagem que mistura um de seus logos com a palavra “Never”.

Para o Brasil, por enquanto, não há detalhes de quando sairá a película.

Nimrod Antal (“Predadores”) é o diretor do filme. O ator Dane DeHaan, de “Poder sem Limites”, faz o papel de um jovem membro da equipe de apoio da banda.

No filme, DeHaan é enviado para uma missão urgente, enquanto o grupo está tocando um show ao vivo.

Veja abaixo o trailer de  “Metallica Through the Never”:

21
maio
13

Megadeth libera segunda faixa completa de álbum previsto para junho

Megadeth - Foto: DivulgaçãoO Megadeth liberou recentemente a segunda faixa completa de seu novo álbum “Super Collider”, previsto para ser lançado no dia 4 de junho. O nome da música é “Kingmaker”, a primeira das 11 faixas que integrarão o novo trabalho.

Aqui no Roque Reverso, os leitores já haviam ouvido a música-título “Super Collider”. Também já haviam visto a capa e a lista de faixas do disco novo.

Depois da impressão de que a faixa “Super Collider” está bem distante das tradições do Megadeth e com uma levada mais para o lado do hard rock, é possível dizer que  “Kingmaker” também não traz aquele thrash marcante da banda.

Lembra, no entanto, em alguns momentos, a coisas que já foram vistas, por exemplo, no álbum  “Countdown To Extinction”. Se o leitor parar para ouvir com atenção, vai notar que “Kingmaker” tem algo da já clássica “Sweathing Bullets”, apesar do ritmo um pouco mais acelerado.

O álbum “Super Collider” é o décimo quarto  do grupo norte-americano. Sucederá “TH1RT3EN”, de 2011, e será o primeiro trabalho da banda lançado pelo próprio selo do líder, vocalista e guitarrista Dave Mustaine, o Tradecraft, após a saída da Roadrunner Records.

A produção é de Johnny K, que já trabalhou no disco anterior do grupo, que voltará ao Brasil em outubro para abrir os shows que o Black Sabbath fará por aqui em São Paulo, Rio de Janeiro e Porto Alegre.

Ouça abaixo a nova música do Megadeth:




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