Posts Tagged ‘Heavy Metal Progressivo



28
out
13

Set list, fotos e vídeos do show do Queensrÿche no Monsters of Rock

O Queensrÿche passou por São Paulo no dia 20 de outubro para se apresentar na edição de 2013 do Monsters of Rock. A banda de Geoff Tate tocou no segundo dia do festival realizado na Arena Anhembi sob um forte sol e precisou driblar o imenso calor que atingiu o local. Para muitos que viram performances anteriores do grupo, o show deixou a desejar e foi um pouco decepcionante, apesar do claro esforço dos músicos para dar ao público algo digno.

Após a histórica briga que desmembrou o Queensrÿche em duas bandas com o mesmo nome e deixou Geoff Tate de um lado e o restante dos músicos do outro, havia muita curiosidade dos brasileiros de como poderia soar o lado capitaneado pelo eterno vocalista. O repertório escolhido foi amparado em vários clássicos do grupo e, justamente por isso, ficou escancarada a dificuldade dos novos membros em reproduzir os sucessos da maneira que o público ficou acostumado a ouvir.

Para quem havia visto o Queensrÿche em 2012 no ótimo show realizado no HSBC, em São Paulo, a diferença foi brutal, já que, naquela ocasião, com o guitarrista Michael Wilton e os antigos componentes, a impressão era a de uma audição de CD.

Não que os novos componentes fossem pessoas inexperientes. Muito pelo contrário, já que o baterista atual, Simon Wright, tem passagens pelo AC/DC e Dio e os irmãos Rudy (baixo) e Robert Sarzo (guitarra) tocaram com outros vários grandes nomes do rock. O que ficou claro foi uma certa falta de familiaridade com os sucessos do Queensrÿche, fato que pode, com o tempo, ser melhorado com as turnês que devem ser realizadas pelo grupo de Geoff Tate.

Este, por sinal, continua soberano nos vocais. Mas, infelizmente, com o calor da tarde do domingo na Arena Anhembi, também ficou claro que Tate, que não é mais um menino, estava quase derretendo ao vivo.

A despeito de todos esses fatores importantes citados, foi muito clara a tentativa de todos os integrantes do Queensrÿche trazerem uma boa apresentação para o público paulistano. Justamente por isso, a plateia presente apoiou bastante a banda e compreendeu o novo momento vivido por Geoff Tate.

Para relembrar o show do Queensrÿche no Monsters of Rock, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com “Best I Can”. Depois veja os vídeos de “Silent Lucidity” e de “Jet City Woman”.

Set list

Best I Can
Breaking The Silence
Cold
Another Rainy Night (Without You)
Big Noize
The Mission
I Don’t Believe In Love
Silent Lucidity
Jet City Woman
Empire
Eyes Of A Stranger

02
set
12

Após briga no Queensrÿche, Geoff Tate anuncia nova formação da banda e amplia impasse

O site oficial do Queensrÿche trouxe no dia 1º de setembro uma nota do vocalista Geoff Tate, anunciando a nova formação da banda. De acordo com o texto, além de Tate, o grupo norte-americano de heavy progressivo é formado agora por Rudy Sarzo (baixo), Bobby Blotzer (bateria), Glen Drover (guitarra), Kelly Gray (guitarra) e Randy Gane (teclado). Com este anúncio, o impasse sobre o futuro da banda cresce ainda mais, já que, do outro lado do “ringue”, estão os músicos que até pouco tempo atrás estavam ao lado do vocalista: Michael Wilton (guitarra), Eddie Jackson (baixo), Scott Rockenfield (bateria) e  Parker Lundgren (guitarra).

Estes membros do outro lado lutam para ter o direito de usar o nome “Queensrÿche”, enquanto Tate defende a tese de que é o compositor da maioria das músicas da grande banda.

Wilton, Jackson, Rockenfield e Lundgren seguem com uma outra versão do grupo, juntamente com com o vocalista Todd La Torre, com quem formaram há alguns meses o projeto Rising West. Eles se apresentam focando apenas o repertório dos cinco primeiros registros de estúdio do Queensrÿche.

Para quem ainda não sabe da confusão, a relação entre Geoff Tate e os antigos membros foi se desgastando com o tempo até chegar ao limite do sustentável exatamente na véspera do grande show que a banda realizou em São Paulo em abril de 2012. Na ocasião, poucas horas antes de o grupo se apresentar no HSBC, o vocalista agrediu com socos Scott Rockenfield e Michael Wilton, depois de saber que os membros não o queriam mais no Queensrÿche.

Depois de a história vazar na internet, o futuro em conjunto dos músicos ficou praticamente inimaginável e as disputas entraram num processo sem fim. Wilton & Cia acusam Tate, por exemplo, de ter o acesso do site oficial e da página da banda no Facebook, impedindo que eles se manifestem de maneira oficial pelo Queensrÿche. De fato, desde a briga, não há nada mais nas páginas do que as postagens de Tate.

No texto divulgado com a nova formação do Queensrÿche, Geoff Tate escreveu que há “várias perguntas e poucas respostas” e reconheceu o “momento frustrante” para ele e para os fãs da banda. “O desafio, quando você está em um ambiente criativo, é manter as coisas frescas e revigorantes. E, depois de trabalhar com as mesmas pessoas por 30 anos, isso torna-se muito difícil. Você entra na sala, e todo mundo sabe que todo mundo vai fazer . Não há faísca, a química fica muito gasta e você apenas chega sempre com os mesmos modos de se expressar.”

Segundo o vocalista, o projeto garante ideias novas e agora, com a nova formação. No texto, ele disse ainda que está ansioso para ver os fãs em turnê.

Pelo lado de Wilton & Cia, há cada vez mais relevações de deixar qualquer um de cabelo em pé. Em julho, os músicos entraram com um recurso para anular o pedido Tate de impedi-los de usar o nome “Queensrÿche”. O recurso, de 14 páginas, contém detalhes lamentáveis sobre as circunstâncias que levaram à separação da banda e foi traduzido e resumido aqui pela conceituada revista brasileira Roadie Crew.

O Roque Reverso deseja que este impasse chegue ao fim e que os fãs sejam contemplados com uma surpresa positiva. Tate é um dos maiores vocalistas do heavy metal e os demais músicos também são excelentes. Sorte do público brasileiro que teve o privilégio de ver uma das últimas apresentações do Queensrÿche antes da grande briga.

27
ago
12

Set list do show do Dream Theater em SP

O Dream Theater se apresentou no domingo, dia 26 de agosto, em São Paulo. A banda norte-americana de heavy metal progressivo voltou à cidade para trazer ao Credicard Hall o show pertencente à turnê de divulgação do seu mais recente álbum, “A Dramatic Turn of Events, lançado em setembro de 2011.

Antes do show na capital paulista, o Dream Theater já havia tocado em Porto Alegre, no dia 24 de agosto. O grupo ainda tem apresentações agendadas no Brasil para o dia 29, em Belo Horizonte (Chevrolet Hall); para o dia 30, no Rio de Janeiro (Citibank Hall); e para o dia 1º setembro, em Brasília, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Havia grande expectativa por parte do público, já que a banda trazia na bateria o novo integrante Mike Mangini.

Ele ocupa o lugar que já foi do fundador Mike Portnoy, que saiu da banda em 2010, vem participando de outros projetos e contibuindo com vários outros grupos do metal.

Quem foi ao show gostou da performance de Mangini e do repértório, que trouxe, além das músicas do novo álbum, sucessos de outras fases da banda. Alguns dos destaques da noite foram “6:00”, do álbum “Awake”, de 1994; “A Fortune In Lies”, primeira música do primeiro disco, “When Dream and Day Unite”, de 1989; e “Metropolis Part 1: The Miracle and the Sleeper”, do clássico “Images And Words”, de 1992.

Para os fãs do Dream Theater relembrarem o show em São Paulo, o Roque Reverso descolou um vídeo da música “Lost not Forgotten”, do disco mais recente da banda. Pouco mais de dez minutos de uma verdadeira aula.

Set list

Bridges in the Sky
6:00
The Dark Eternal Night
This is the Life
The Root of All Evil
Lost Not Forgotten
(Solo de bateria)
A Fortune in Lies
The Silent Man
Beneath the Surface
Outcry
(Solo de teclado)
Surrounded
On the Backs of Angels
War Inside My Head
The Test that Stumped Them All
(Dueto de teclado e guitarra)
The Spirit Carries On
Breaking All Illusions 
 
Metropolis Part 1: The Miracle and the Sleeper
08
jul
12

Divulgados os preços dos ingressos para os shows do Dream Theater no Brasil

A produtora Time For Fun divulgou os preços para os ingressos dos shows que o Dream Theater fará no Brasil nos meses de agosto e setembro. Cinco capitais do País receberão a turnê de divulgação do álbum “A Dramatic Turn of Events, lançado em setembro de 2011.

Os shows acontecerão no dia 24 de agosto em Porto Alegre (Pepsi on Stage); no dia 26, em São Paulo (Credicard Hall); no dia 29, em Belo Horizonte (Chevrolet Hall); e, no dia 30, no Rio de Janeiro (Citibank Hall). No dia 1º setembro, é a vez de Brasília (Centro de Convenções Ulysses Guimarães) receber o grupo no final da turnê brasileira.

Os ingressos podem ser adquiridos nas bilheterias oficiais das casas de show, onde não há cobrança da famigerada taxa de conveniência. Em Porto Alegre, o local oficial para essas compras é a Multisom (Rua dos Andradas, 1001 – Centro). Em Brasília, local é o Brasília Shopping (SCN Qd. 05 – Bloco A – Piso G1). Outras opções que contam com a cobrança são a internet (www.ticketsforfun.com.br) e o telefone (4003-5588). Há também outros pontos de venda em todo o País que cobram o valor adicional (http://premier.ticketsforfun.com.br/content/outlets/agency.aspx).

Para a apresentação em Porto Alegre, os valores serão os seguintes:
Pista – 1º lote ->R$ 100 (NORMAL) R$ 50 (½ ENTRADA)
Pista – 2º lote ->R$ 120 (NORMAL) R$ 60 (½ ENTRADA)
Pista – 3º lote ->R$ 140 (NORMAL) R$ 70 (½ ENTRADA)
Pista – 4º lote ->R$ 160 (NORMAL) R$ 80 (½ ENTRADA)
Mezanino -> R$ 120 (NORMAL) R$ 60 (½ ENTRADA)

Quanto ao show de São Paulo, os ingressos terão os seguintes preços:
Pista ->R$ 170 (NORMAL) R$ 85 (½ ENTRADA)
Pista ->Premium R$ 320 (NORMAL) R$ 160 (½ ENTRADA)
Camarote Setor I -> R$ 350 (NORMAL) R$ 175 (½ ENTRADA)
Camarote Setor II ->R$ 300 (NORMAL) R$ 150 (½ ENTRADA)
Plateia Superior I ->R$ 120 (NORMAL) R$ 60 (½ ENTRADA)
Plateia Superior II ->R$ 110 (NORMAL) R$ 55 (½ ENTRADA)
Plateia Superior III ->R$ 100 (NORMAL) R$ 50 (½ ENTRADA)
Plateia Superior (visão parcial) -> R$ 90 (NORMAL) R$ 45 (½ ENTRADA)

Para a apresentação em Belo Horizonte, os valores das entradas serão os seguintes:
Pista – 1º lote ->R$ 120 (NORMAL) R$ 60 (½ ENTRADA)
Pista – 2º lote ->R$ 140 (NORMAL) R$ 70 (½ ENTRADA)
Pista – 3º lote ->R$ 160 (NORMAL) R$ 80 (½ ENTRADA)
Pista – 4º lote ->R$ 180 (NORMAL) R$ 90 (½ ENTRADA)

No Rio de Janeiro, os ingressos terão os seguintes preços:
Camarote ->R$ 300 (NORMAL) R$ 150 (½ ENTRADA)
Poltronas ->R$ 250 (NORMAL) R$ 125 (½ ENTRADA)
Pista ->R$ 150 (NORMAL) R$ 75 (½ ENTRADA)
Pista Premium ->R$ 270 (NORMAL) R$ 135 (½ ENTRADA) 

Finalmente para Brasília os valores as entradas serão as seguintes:
Setor Premium -> R$ 550 (NORMAL) R$ 275 (½ ENTRADA)
Setor 1 ->R$ 360 (NORMAL) R$ 180 (½ ENTRADA)
Setor Superior ->R$ 240 (NORMAL) R$ 120 (½ ENTRADA)

Ícone do metal progressivo, o Dream Theater continua com James LaBrie nos vocais; John Petrucci nas guitarras; John Myung no baixo; e Jordan Rudess nos teclados. Na bateria, Mike Mangini ocupa atualmente o lugar que já foi do incrível Mike Portnoy, que saiu da banda em 2010; vem participando de outros projetos; e contibuindo com vários outros grupos do metal.

15
jun
12

Dream Theater volta ao Brasil para 5 shows em 5 capitais em agosto e setembro

Os anúncios de shows no Brasil voltam a pipocar e a fazer a alegria dos amantes do bom e velho rock n’ roll. A mais nova confirmação foi feita pela produtora Time For Fun nesta sexta-feira, dia 15 de junho, e atende pelo nome de Dream Theater. A banda norte-americana de heavy metal progressivo volta ao País em agosto para 5 apresentações que prometem agradar mais uma vez aqueles que apreciam técnica e qualidade musical.

De acordo com a T4F, os shows acontecerão no dia 24 de agosto em Porto Alegre (Pepsi on Stage); no dia 26, em São Paulo (Credicard Hall); no dia 29, em Belo Horizonte (Chevrolet Hall); e, no dia 30, no Rio de Janeiro (Citibank Hall). No dia 1º setembro, é a vez de Brasília (CC Ulysses Guimarães) receber o grupo no final da turnê brasileira.

Desta vez, o País receberá a turnê de divulgação do álbum “A Dramatic Turn of Events, lançado em setembro de 2011. Os shows trazem as músicas do novo disco e outros grandes sucessos da carreira.

Ícone do metal progressivo, o Dream Theater continua com James LaBrie nos vocais; John Petrucci nas guitarras; John Myung no baixo; e Jordan Rudess nos teclados. Na bateria, Mike Mangini ocupa atualmente o lugar que já foi do incrível Mike Portnoy, que saiu da banda em 2010; vem participando de outros projetos; e contibuindo com vários outros grupos do metal.

A Time For Fun ainda não informou preços e informações sobre a venda de ingressos. O Roque Reverso trará todas as informações aos seus leitores, assim que elas estiverem disponíveis à  imprensa.

Para comemorar a volta do Dream Theater o Brasil, descolamos um vídeo histórico no YouTube. O clássico “Pull me Under” executado pela banda em São Paulo no Monsters of Rock de 1998!!!

Na ocasião, os norte-americanos impressionaram e deram uma verdadeira aula de música numa noite inesquecível, que teve outros gigantes do metal, como o Megadeth e o Slayer, sem falar do Saxon.

17
abr
12

Com show à parte de Geoff Tate, Queensrÿche faz grande apresentação em SP, com abertura do Fates Warning

O grupo norte-americano Queensrÿche se apresentou no HSBC Brasil no sábado, dia 14 de abril. Para alegria dos fãs, a banda do vocalista Geoff Tate fez um show impecável, que uniu técnica, grande qualidade de som e simpatia dos integrantes com o público presente.

Tate, por sinal, foi o grande destaque da noite e deixou todos boquiabertos com sua excelente performance, digna das grandes vozes do rock pesado.

Para completar a noite de celebração ao heavy metal progressivo, a casa de shows paulistana teve a honra de receber, como grupo convidado de abertura, o Fates Warning, um dos responsáveis pela criação do estilo.

Com um bom público, o também norte-americano Fates Warning se apresentou pela primeira vez no Brasil. Não bastasse este detalhe, ainda trouxe como baterista convidado nada menos que Mike Portnoy, ex-Dream Theater, que vem se transformando, para sorte de quem admira os grandes músicos, numa figurinha carimbada em shows pelo Brasil. Vale lembrar que há menos de 1 ano, ele esteve no Rock in Rio para se apresentar com o Stone Sour e que, em 2010, tocou no SWU Music & Arts, em Itu, com o Avenged Sevenfold.

Durante o show, o Fates Warning presenteou o público com vários de seus sucessos e agradou até mesmo quem só estava ali para assistir ao Queensrÿche. Portnoy, para variar, deu mais uma de suas aulas de batera e deixou a apresentação ainda mais agradável, preparando o terreno para a grande atração da noite.

Perto das 23h30, o Queensrÿche subiu ao palco para uma plateia que não lotava o HSBC, mas que ficou muito perto disso, apesar dos salgados preços dos ingressos. A banda iniciou a apresentação com a música “Get Started”, do seu mais recente álbum “Dedicated to Chaos”, lançado em 2011. Na sequência, executou “Damaged”, do disco “Promised Land”, de 1994.

Se, em 2008, no Credicard Hall, a qualidade do som do show do Queensrÿche surpreendeu para o bem (e muito), em 2012, já dava para perceber que, no HSBC, a história seria repetida, com um detalhe que não passou batido: Geoff Tate, já com inacreditáveis 53 anos, parecia estar cantando ainda melhor! E com uma segurança no palco que impressionava.

Com “I Don’t Believe in Love”, do clássico álbum “Operation: Mindcrime”, de 1988, a recepção do público, que já era boa, ficou ainda melhor, com todos do HSBC cantando o refrão de maneira contagiante. Vale citar que, além de Tate, toda a banda mostrou entrosamento perfeito, com destaque para o guitarrista Michael Wilton, acompanhado com maestria pelo parceiro de instrumento Parker Lundgren e também por Eddie Jackson (baixo) e Scott Rockenfield (bateria).

Trinta anos de carreira estavam sendo comemorados em solo paulistano. E várias faixas de diferentes álbuns foram tocadas, como “Hit the Black”, “I’m American”, “Real World”, “NM 156”, “Screaming in Digital”, “The Lady Wore Black”. Tal qual o cenário de 2008, no Credicard Hall, Geoff Tate dava um show particular de simpatia, coversando com a plateia em diversos momentos e até dizendo que “amava” algumas meninas da fila do gargarejo.

Na verdade, Tate até parecia que estava ainda mais “de bem com a vida” do que em 2008. Para quem esteve no Estádio do Palmeiras em 1997, quando a banda tocou na mesma noite que o Megadeth e o Whitesnake, este “novo e careca” vocalista era algo inimaginável, já que, naquela apresentação, o Queensrÿche ficou devendo um show digno de sua história e o próprio Tate era o oposto do indivíduo de 2012.

Depois de contagiar novamente o público com a música “Walk in the Shadows”, do álbum “Rage for Order”, de 1986, e mandar na sequência a faixa “The Right Side of My Mind”, do álbum Q2K (1999), o show entrou em seu momento máximo. Tudo porque foi a vez da música de maior sucesso comercal da banda: “Silence Lucidity”, do ótimo álbum “Empire”, de 1990.

Você pode até achar que o hit é muito pop para a carreira do Queensrÿche, mas jamais vai poder negar que há qualidade nesta canção. Dos acordes iniciais até os trechos orquestrados, passando pela interpretação exemplar de Geoff Tate, não há como não ficar vidrado na execução deste grande hit dos bons tempos da MTV.

Depois do grande momento com “Silence Lucidity”, o set list normal do show não poderia ser melhor encerrado do que foi com “Take Hold of the Flame”, do primeiro álbum do grupo, “The Warning”, de 1984. Com a plateia empolgada e cantando o refrão junto, Tate até se surpreendeu com a energia dos fãs, mostrando clara satisfação com aquele momento.

Após a pausa para o descanso, o Queensrÿche voltou para um bis para saciar qualquer fã de heavy metal, com músicas do “Empire” e do “Operation: Mindcrime”. Todos foram ao delírio com “Jet City Woman” e viram mais uma grande performance, com “Empire”.

Para fechar o show, nada menos que a ótima “Eyes of a Stranger”, seguida pelo grande final com “Anarchy-X”. Depois do encerramento, Geoff Tate ainda voltou do camarim com uma taça de vinho e fez um brinde à plateia, que saiu do HSBC Brasil ciente de ter visto uma apresentação já candidata a uma das melhores do ano em SP.

O Roque Reverso selecionou para os fãs do Queensrÿche alguns dos grandes momentos do show na capital paulista captados por vídeos postados no YouTube. Para começar, fique com um de grande qualidade de “Silence Lucidity”. Depois, veja “Jet City Woman” e o final com “Eyes of a Stranger” e “Anarchy-X”.

Set list

Get Started
Damaged
I Don’t Believe in Love
Hit the Black
I’m American
My Empty Room/At 30,000 ft.
Desert Dance
Real World
NM 156
Screaming in Digital
The Lady Wore Black
Walk in the Shadows
The Right Side of My Mind
Silent Lucidity
Take Hold of the Flame

Jet City Woman
Empire
Eyes of a Stranger/Anarchy-X

14
jan
12

Iniciada a pré-venda para o show do Queeensrÿche em SP com abertura do Fates Warning

A produtora Free Pass Entretenimento divulgou as informações e detalhes do show único que o  Queensrÿche realizará em São Paulo, no dia 14 de abril, no HSBC Brasil. De acordo com a empresa, o período de pré-venda, exclusiva para clientes HSBC, começou no dia 13 de janeiro e seguirá até o dia 15. A partir de 16 de janeiro, o público em geral tem acesso à venda das entradas para a apresentação, que terá a abertura do grupo norte-americano Fates Warning e faz parte da “30th Anniversary Tour”, que traz os grandes sucessos do Queensrÿche no repertório.

Grande expoente do heavy metal progressivo, o também norte-americano Queensrÿche é formado atualmente por Geoff Tate (vocal), Michael Wilton e Parker Lundgren (guitarras), Eddie Jackson (baixo) e Scott Rockenfield (bateria). Será a quarta passagem do grupo pelo País.

A primeira delas foi vista simplesmente no segundo Rock in Rio, em 1991, quando a banda fazia a turnê de divulgação do ótimo álbum “Empire”, de 1990. A segunda, bem menos badalada e até criticada, foi realizada em 1997, quando o Queensrÿche se apresentou no Estádio do Palmeiras no aniversário de 12 anos da extinta “rádio rock” 89FM, ao lado do Whitesnake e do Megadeth, que roubou a cena com uma apresentação perfeita. A terceira foi em 2008, quando grupo tocou em algumas capitais brasileiras e fez um show com qualidade de som impressionante em São Paulo, no Credicard Hall.

No dia 3 de janeiro, o Roque Reverso já havia anunciado a vinda do Queensrÿche. A boa novidade agora, que traz até surpresa, é a vinda do Fates Warning, também pioneiro do chamado Prog Metal. De acordo com a Free Pass, o grupo vai se apresentar pela primeira vez no país com Ray Alder (vocal), Jim Matheos e Frank Aresti (guitarras), Joey Vera (baixo) e um baterista convidado surpresa, a ser anunciado.

O último lançamento da banda de abertura foi “FWX” (2004), mas seus integrantes participaram de diversos outros projetos, como Arch-Matheos, Engine, OSI, Redemption e Gordian Knot. O Fates Warning está atualmente trabalhando em um novo álbum, que será lançado ainda em 2012.

Segundo a produtora, o Queensrÿche deverá subir ao palco às 23 horas. O Fates Warning fará o show às 21h30. A abertura do HSBC Brasil está prevista para as 20 horas do dia.

Além das bilheterias da casa (Rua Bragança Paulista, 1281 / Chácara Santo Antônio), o público tem como opção de compra dos ingressos o telefone da Ingresso Rápido (4003-1212) ou a internet (www.hsbcbrasil.com.br / www.ingressorapido.com.br). Claro que, por telefone ou internet, há uma taxa de conveniência, de 15%. Clientes HSBC, tem desconto de 25% em qualquer tipo de compra. Se quiser obter informações sobre pontos de vendas da Ingresso Rápido espalhados pelo País, entre no endereço www.ingressorapido.com.br/PontosVenda.aspx.

Veja os preços dos ingressos abaixo:

– Setor VIP: Inteira – R$ 380,00/ Meia-entrada – R$ 190,00
– Cadeira Alta: Inteira – R$ 220,00/ Meia-entrada – R$ 110,00
– Camarote: Inteira – R$ 340,00/ Meia-entrada – R$ 170,00
– Frisas: Inteira – R$ 280,00/ Meia-entrada – R$ 140,00
– Pista – 1º Lote: Inteira – R$ 160,00/ Meia–entrada – R$ 80,00
– Pista – 2º Lote: Inteira – R$ 200,00/ Meia-entrada – R$ 100,00
– Pista – 3º Lote: Inteira – R$ 220,00/ Meia-entrada – R$ 110,0

03
jan
12

Queensrÿche retornará ao Brasil para show em SP no dia 14 de abril

O Queensrÿche retornará ao Brasil em 2012 para uma apresentação única que será realizada no dia 14 de abril (sábado), no HSBC, em São Paulo. A informação foi inicialmente divulgada pela organizadora do show, a Free Pass Entretenimento, e, mais tarde, confirmada no site oficial da banda norte-americana de Seattle.

Grande expoente do heavy metal progressivo e com mais de trinta anos de carreira, o Queensrÿche é formado atualmente por Geoff Tate (vocal), Michael Wilton e Parker Lundgren (guitarras), Eddie Jackson (baixo) e Scott Rockenfield (bateria), já vendeu mais de vinte milhões de cópias de seus álbuns.

Será a quarta passagem do grupo pelo Brasil. A primeira delas foi vista simplesmente no segundo Rock in Rio, em 1991, quando a banda fazia a turnê de divulgação do ótimo álbum “Empire”, de 1990.

A segunda, bem menos badalada e até criticada, foi realizada em 1997, quando o Queensrÿche se apresentou no Estádio do Palmeiras no aniversário de 12 anos da extinta “rádio rock” 89FM, ao lado do Whitesnake e do Megadeth, que roubou a cena com uma apresentação perfeita.

A terceira foi em 2008, quando grupo tocou em algumas capitais brasileiras e fez um show com qualidade de som impressionante em São Paulo, no Credicard Hall.

Por enquanto, somente a data do show foi divulgada plea Free Pass Entretenimento. A produtora promete anunciar em breve mais detalhes e as informações sobre os preços dos ingressos.

Para comemorar o retorno do Queensrÿche ao Brasil, o Roque Reverso descolou três vídeos no YouTube. Começamos com “Eyes of a Stranger”, do álbum “Operation: Mindcrime”, de 1988. Depois, fique com “Best I Can” e “Empire”, ambas do álbum “Empire”, de 1990.

05
out
11

Coheed and Cambria, a boa surpresa entre os shows do Rock in Rio

Se existia uma banda pouco conhecida por boa parte do público na edição de 2011 do Rock in Rio, essa banda era o Coheed and Cambria. Os norte-americanos se tornaram, no entanto, numa das melhores surpresas entre as atrações que tocaram no Palco Mundo do festival, com um show bem competente e que conseguiu ganhar o respeito dos sempre exigentes e críticos fãs de heavy metal que, naquela noite de 25 de setembro, estavam na capital fluminense para assistir às apresentações do Metallica, do Motörhead e do Slipknot.

Quem conhece o público de heavy metal sabe a fogueira em que foi posto o Coheed and Cambria. Tal qual uma torcida de um grande time de futebol, acostumada a conquistas e equipes de categoria, o conjunto de fãs do metal é bastante crítico e não costuma poupar novatos se estes inventam firulas ou frescuras.

Em todos os shows, você sempre vai encontrar gente que sabe tocar instrumentos musicais, que conhece detalhes de guitarra ou bateria e que sempre terá facilidade para perceber quando uma banda comete um erro, mesmo se ele for imperceptível para os mais leigos. Se o grupo brasileiro de hardcore melódico Glória já havia sido vaiado no show anterior, o Coheed and Cambria também não seria poupado, caso trouxesse uma apresentação ruim.

Mas o grupo fez um show sério e digno, deixando o público interessado na apresentação a cada música executada. Liderada pelo vocalista e guitarrista Claudio Sanchez, a banda despejou no ouvido da plateia 11 canções.

Sanchez, por sinal, já chamou a atenção do público logo de cara, já que a primeira imagem que apareceu nos telões da Cidade do Rock foi de um indivíduo com uma cabeleira imensa e exótica. Afora este detalhe, mereceu destaque também a grande coleção de guitarras espetaculares que ele utilizou durante a apresentação e, claro, sua boa técnica no domínio do instrumento.

A banda iniciou o show com a música “No World for Tomorrow” e executou canções de todos os seus 5 álbuns de estúdio. Talvez justamente por causa da técnica e da complexidade que cada música exigia, foi ganhando aos poucos o respeito do público.

O respeito se transformou em um coro imenso quando o grupo tocou a música “The Trooper”, do Iron Maiden. Se o público do metal já é crítico por natureza, imagine quando uma banda inventa de trazer para um show um dos maiores clássicos da história do estilo. Com uma técnica elogiável e seriedade, o Coheed and Cambria não fez feio e ganhou a galera mais uma vez.

Ao final do show, os comentários na Cidade do Rock eram dos mais positivos sobre a banda. Tal qual o observado em outras edições, o Rock in Rio trouxe um grupo pouco conhecido para a grande massa e, com certeza, o Coheed and Cambria ganhou novos fãs depois de sua apresentação.

Para relembrar a passagem do grupo pelo Brasil, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Para começar, fique com “No World for Tomorrow”. Depois, um vídeo com a dobradinha “Everything Evil” e “The Trooper”. Para fechar, fique com “Welcome Home”.

Set list

No World for Tomorrow
Grave Makers and Gunslingers
Ten Speed (Of God’s Blood & Burial)
Here We are Juggernaut
The Camper Velourium III: Al the Killer
A Favor House Atlantic
In Keeping Secrets of Silent Earth: 3
Everything Evil
Trooper
The Crowing
Welcome Home
24
mar
10

Set list do show do Dream Theater em SP

O show do Dream Theater foi na sexta-feira passada (19) no Credicard Hall, em São Paulo. O Roque Reverso não esteve presente, mas sabe que há sempre alguma curiosidade sobre o set list dos shows, tanto que uma das palavras de busca que mais é utilizada para se chegar ao blog é justamente “set list”.

Nove entre dez pessoas que sabem tocar algum instrumento musical e que já tiveram o prazer de ouvir a banda de heavy metal progressivo reconhecem que os músicos norte-americanos são da mais alta qualidade. Não por acaso, eles já ganharam diversos prêmios de revistas especializadas de música por conta da técnica.

Para quem ainda não teve o prazer de conhecer, o Dream Theater foi formado em meados da década de 80 por integrantes da “Berklee College of Music”, em Boston. Seus músicos são respeitados por diversas correntes do metal e de outras correntes do rock.

James LaBrie nos vocais; Jordan Rudess nos teclados; John Myung no baixo; John Petrucci na guitarra e Mike Portnoy na bateria são as feras. Apesar de Petrucci e Portnoy serem os mais cultuados pela mídia especializada, este blogueiro gosta mais do baixista Myung e jamais esquecerá a aula que ele deu no Monsters of Rock de 1998 aqui em SP, quando o Dream Theater impressionou, numa noite que tinha outros gigantes do estilo, como o Megadeth e o Slayer, sem falar do Saxon.

Li algumas resenhas sobre o show de sexta-feira e, para variar, todas foram bastante positivas. O Set list é pequeno, mas é justificado pelo tamanho das músicas. Descolamos no Youtube um vídeo da mais famosa deles “Pull me Under”, numa lista de reprodução relacionada ao show.

Set list:

A Nightmare To Remember
A Rite Of Passage
Solo: John Petrucci
Hollow Years
Solo: Jordan Rudess
Prophets Of War
Wither
Dance Of Eternity
One Last Time
The Spirit Carries On
Pull Me Under
Metropolis, Pt.1 – Solo: Duelo Petrucci x Jordan

 The Count Of Tuscany




Se você tem interesse na divulgação da sua empresa, seu trabalho ou banda, o Roque Reverso é um veículo que possui um respeitável número de leitores. Entre em contato conosco para conhecer nossos diversos planos:  roquereverso@hotmail.com

Preencha abaixo para receber atualizações do nosso site em primeira mão e gratuitamente pelo seu e-mail! Não se esqueça de confirmar o recebimento do e-mail depois.

Junte-se a 102 outros seguidores

dezembro 2021
D S T Q Q S S
 1234
567891011
12131415161718
19202122232425
262728293031  

Arquivos

Roque Reverso no Twitter

Bandas, estilos, festivais, etc

O Roque Reverso está no ar!!!

Seja bem-vindo ao blog do rock and roll! Clique para acessar o post de abertura do blog!

Post inicial

SOBRE VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

SOBRE OS VÍDEOS COMPARTILHADOS DO YOUTUBE

Categorias

Follow Roque Reverso << on WordPress.com