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18
ago
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Os 50 anos do festival de Woodstock

O período compreendido entre os dias 15 e 18 de agosto, em 2019, marca os 50 anos da realização do lendário festival de Woodstock. Originalmente planejado para acontecer do dia 15 ao dia 17, o festival seguiu, em virtude de uma grande chuva no domingo, até o período da manhã da segunda-feira, dia 18, tendo o show de ninguém menos que Jimi Hendrix como apresentação final.

Considerado o maior festival de todos os tempos, o de Woodstock marcou época, num período no qual ocorria a Guerra do Vietnã e, ao mesmo tempo, transformações em todo o planeta no comportamento dos jovens, incluindo a liberação sexual.

Anunciado como “Uma Exposição Aquariana: 3 Dias de Paz & Música”, o evento deveria ocorrer originalmente na pequena cidade de Wallkill, mas os moradores locais não aceitaram. Isso levou o festival para a pequena Bethel, distante setenta quilômetros a sudoeste da cidade de Woodstock.

Apesar de o festival ter sido marcado pela ideia da paz e amor, houve duas mortes registradas: a primeira, segundo relatos, resultado de provável overdose de heroína, enquanto a segunda teria sido provocada pelo atropelamento de um trator.

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14
dez
11

Grateful Dead: Improviso inventariado

Por Marcelo Galli*

Lançada originalmente como single em abril de 1968, “Dark Star”, do Grateful Dead, tem 2 minutos e 44 segundos na versão de estúdio. A letra é de Robert Hunter e a melodia do guitarrista solo do grupo, Jerry Garcia, cabeça da banda de São Francisco. A música entrou para a lista das 500 que forjaram o rock, do Rock and Roll Hall of Fame, além de ser a mais aguardada nos shows.

No primeiro álbum oficial ao vivo da banda, o “Live/Dead”, de 1969, uma versão de “Dark Star” tem duração de 23 minutos e 18. O registro foi feito na tradicional casa de shows Fillmore West em fevereiro daquele ano, em São Francisco. Parênteses: trecho dessa versão faz parte da trilha do filme “Zabriskie Point”, do italiano Michelangelo Antonioni, rodado nos Estados Unidos e que retrata a contracultura na costa oeste do país.

Naquela versão, a estrofe inicial, “Dark star crashes pouring its light into ashes, reason tatters
the forces tear loose from the axis”, começa após seis minutos de viagem e improviso.

Já em uma versão gravada no ano de 1972, no Winterland Ballroom, também na cidade símbolo do Verão do Amor, o canto do sabiá psicodélico só aparece aos 16 minutos e nove segundos. A extensão total dessa versão é de 33 minutos e 26 segundos!!!

Os fãs, autorizados a registrar os shows da banda, contribuíram para a montagem de um curioso inventário que reúne informações sobre as ocasiões em que a música foi tocada e a duração do clássico. Uma página de aficionados pela banda na internet lista um total de 219 apresentações ao vivo até 1994 – mais quatro de estúdio.

A mais longa dessas ocorreu em Roterdã, Holanda, em novembro de 1972. Segundo o inventário, 48 minutos e 38 segundos. Várias versões podem ser escutadas no YouTube. Outras estão perdidas e são mencionadas na listagem.

Abaixo, você pode ouvir a versão original de estúdio. Além dela, há uma versão mais longa e outra mais extensa, de mais de 33 minutos!

*Marcelo Galli é jornalista da Agência Estado e amante do bom e velho rock ‘n’ roll




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