Posts Tagged ‘Dr. Sin

22
out
18

Dr. Sin volta com novo guitarrista e lança o single ‘Lost in Space’

Dr. Sin - Foto: Divulgação/Eduardo FirmoO grupo brasileiro Dr. Sin está de volta. A banda brasileira retomou as atividades dois anos após um surpreendente encerramento.

O retorno do grupo traz como novidade a troca de guitarrista e o lançamento de uma nova música.

Para o lugar do ótimo Eduardo Ardanuy, a banda escolheu o guitarrista Thiago Melo.

Ele caminha agora caminha ao lado dos irmãos Ivan (bateria) e Andria Busic (baixo e vocal).

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08
ago
15

Dr. Sin anuncia turnê de despedida e deixa rock nacional ainda mais desfalcado

Dr. Sin - Foto: DivulgaçãoO grupo brasileiro Dr. Sin anunciou uma turnê de despedida que marcará o encerramento das atividades da banda no fim de 2015.

A notícia, que pegou vários fãs, músicos e jornalistas de surpresa, deixa o já tão maltratado rock nacional ainda mais desfalcado e deixa quem gosta de música de boa qualidade cada vez com menos opções, no mesmo ano no qual o Golpe de Estado também anunciou o término da carreira.

“Após vinte e três anos, sentimos anunciar que os próximos shows da banda Dr. Sin serão os últimos”, comunicaram, em nota oficial, os integrantes. “Dr. Sin sempre foi nossa paixão e a nossa luta. Nos dedicamos com afinco e esperamos que os frutos que deixamos sejam inúmeros”, acrescentaram.

A nota deixava clara a turnê de despedida, mas alimentava alguma pequena esperança de que o grupo continuaria, pelo menos, gravando trabalhos de estúdio. A confirmação definitiva do fim no encerramento de 2015 foi dada depois de uma nota do guitarrista Eduardo Ardanuy no Facebook, dizendo que tudo na vida tem “começo, meio e fim”.

Na triste constatação do excelente músico, a sensação é aquela de todos que acompanharam a carreira do Dr. Sin desde que o grupo surgiu nos anos 90: de que a banda fez de tudo para conquistar um lugar de maior prestígio além do nicho do rock n’ roll, mas que o problema é o espaço cada vez mais reduzido que os grandes setores da mídia dão ao gênero, enquanto outros estilos, mesmo com qualidade discutível, permanecem ganhando maior atenção.

“Depois de 23 anos de estrada, nós do Dr. Sin resolvemos encerrar as atividades, talvez pelo desgaste físico e emocional ao longo de todos esses anos num cenário nada favorável ao gênero musical que tanto amamos, o tal do ‘Rock’n’Roll’, que, depois de tantas mutações e subgêneros, transformou-se em algo que não saberia nem definir o nome! Mas com certeza não é o mesmo Rock’n’Roll que me inspirou a tocar guitarra e sonhar em ter uma banda de rock”, escreveu, ressaltando que o término da banda estaria sendo feito “sem mágoas ou rancores” e apenas com a “sensação de missão cumprida”.

Quem acompanha o rock nacional nas rádios, bares, pequenas casas de shows, publicações, sites e outros locais sabe que o estilo nunca morrerá, enquanto existir gente com espírito jovem e com a vontade de jogar nas guitarras, baixos e baterias da vida toda a energia que marca este tipo de música. Mas, sem a menor dúvida, é cada vez mais difícil um grupo de rock se manter no País, sem o apoio que outros gêneros têm e, infelizmente, com o baixo público que vários shows nacionais costumam ter, muitas vezes pela falta de paciência com o artista nacional e a obsessão clara por nomes estrangeiros.

Se o Dr. Sin fosse uma banda norte-americana ou britânica, certamente teria conquistado um lugar de mais destaque  ainda do que o que conquistou no Brasil. Qualidade é a marca da banda e isso não costuma passar sem o devido reconhecimento nas terras onde o rock se desenvolveu.

Além do virtuoso Ardanuy nas guitarras, os irmãos Ivan (bateria) e Andria (vocal e baixo) Busic sempre foram bastante respeitados desde a época da banda Taffo, do saudoso Wander Taffo, nos anos 80.

Este jornalista se lembra do show histórico que o Pantera fez em São Paulo, em dezembro de 1993, quando o Dr. Sin foi a banda de abertura na casa de shows Olympia. Com um som mais pesado e agressivo que o da banda brasileira, o norte-americano Pantera naturalmente tinha um público mais agitado e havia um certo temor que o Dr. Sin pudesse ser bastante maltratado pela plateia sedenta pela porrada sonora dos gringos.

O Dr. Sin tinha o clipe de “Emotional Catastrophe” estourando na MTV e divulgava o álbum de estreia “Dr. Sin”. A despeito de algumas expectativas de que somente esta música poderia levantar a plateia no show de abertura, a banda brasileira conseguiu manter o público ligado durante toda a apresentação e, sem a menor dúvida, ganhou a atenção e, sobretudo, o respeito dos exigentes fãs do Pantera.

No ano seguinte, no primeiro Monsters of Rock no Brasil, a banda tocou ao lado dos brasileiros Angra, Viper e Raimundos e dos gringos Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS. Quem estava no Estádio do Pacaembu, com certeza, lembrará de como o grupo empolgou no cover de “Have You Ever Seen The Rain”, do Creedence Clearwater Revival.

Depois do álbum de estreia, o Dr. Sin lançou outros grandes discos que fizeram o grupo ganhar espaço no rock nacional e participou de alguns outros festivais de respeito, como o Monsters of Rock de 2013 e o Rock in Rio do mesmo ano. Em 2015, a banda veio com o disco “Intactus”, nono da banda e que sucedeu “Animal”, de 2011.

Com o anúncio do fim da banda para o fechamento de 2015, resta ao público aproveitar os shows da turnê de despedida e conferir os últimos momentos do grupo brasileiro. Tudo isso sem deixar de torcer para uma retomada.

Para homenagear o bravo Dr. Sin, o Roque Reverso descolou três vídeo da banda no YouTube. Fique inicialmente com o clipe do clássico “Emotional Catastrophe”. Depois, veja o de “Scream & Shout”. Para fechar, o show completo que o grupo fez no Monsters of Rock de 1994. Valeu, Dr. Sin!

21
jun
15

Dr. Sin lança clipe da faixa ‘Soul Survivor’, do novo álbum ‘Intactus’

Reprodução da capa do disco "Intactus", do Dr. SinO Dr. Sin liberou no YouTube o clipe da música “Soul Survivor”, presente no novo álbum “Intactus”, que a veterana banda brasileira lançou em janeiro deste ano e cuja capa pode ser vista ao lado.

O vídeo foi produzido pela Pier 66 Produções. A direção é de Plínio Scambora e a direção de arte é de Natália Mecatti.

A música e letra de são inspiradas no livro “A Volta” (Soul Survivor), de autoria de Bruce Leininger, Andrea Scoggin Leininger e Ken Gross.

“Intactus” é o nono disco do Dr. Sin. Sucedeu o álbum “Animal”, de 2011, e foi lançado via Unimar Music e Voice Music.

O novo trabalho do grupo brasileiro foi produzido, editado e mixado pelo baixista e vocalista Andria Busic.

Ele continua firme na banda com os sempre competentes Ivan Busic (bateria) e Eduardo Ardanuy (guitarra).

Na faixa “Soul Survivor”, os irmãos Andria e Ivan comandam os vocais.

Veja abaixo o novo clipe do Dr. Sin:

14
jun
15

Virada Cultural de 2015 volta a prestigiar o rock e tem programação caprichada para todos os gostos

Virada Cultural 2015 - Reprodução do LogoDepois de 2014 ficar marcado por algumas críticas da nação roqueira pela quantidade reduzida de representantes do rock n’ roll, a edição de 2015 da Virada Cultural paulistana volta a prestigiar o estilo de uma forma mais parecida com as das temporadas anteriores. Com uma proposta interessante de decentralizar os palcos e locais de eventos, escolhendo pontos mais espalhados da cidade e com uma programação caprichada para todos os gostos, a festa cultural promovida pela Prefeitura de São Paulo promete agitar a cidade entre os dias 20 e 21 de junho.

Mais de 1.500 atrações gratuitas estarão divididas em pontos localizados nos tradicionais espaços centrais da capital paulista, mas também haverá a adição de locais antes esquecidos, como a Avenida Paulista e o Parque Ibirapuera.

Os Sescs e CEUs, além do Centro Cultural São Paulo, também reforçarão os espaços disponíveis. Ainda serão agregados três grandes eventos paralelos à programação: o Festival Cultura Inglesa, que terá como atração principal o ex-guitarrista dos Smiths Johnny Marr; o festival francês Dia da Música; e o Experimenta Portugal.

De acordo com o secretário municipal de Cultura, Nabil Bonduki, o orçamento da Virada Cultural em 2015 será de R$ 14 milhões. O valor, que inclui gastos com estrutura e cachês, é semelhante ao do evento de 2014, que foi até maior, de R$ 14,4 milhões.

Em relação ao rock, a Virada de 2015 não terá grandes nomes internacionais como em edições anteriores. O evento apostará em várias atrações nacionais, da velha guarda e também da nova safra.

Um palco interessante para o público do rock ficar de olho é o Rio Branco. Será nele que boa parte das atrações do estilo vão se apresentar. Estarão ali, por exemplo, os grupos Cachorro Grande, Dr. Sin, Korzus, Krisiun, Viper, Voodoopriest e o Made in Brazil, além de figuras, como Serguei, Robertinho do Recife e Beto Lee.

Outros nomes do rock pesado também tocarão no Palco Test. Ali, tocarão várias bandas de heavy metal e o fechamento ficará por conta do Test, grupo que ficou famoso por tocar numa perua Kombi na porta das casas de show que recebiam grandes nomes do metal.

Nos Sescs, um grande nome do rock será o Ira! A banda paulistana tocará no Sesc Belenzinho na madrugada do domingo, no horário da 1h30. O Sesc Pinheiros terá no sábado, às 20 horas, um show da banda Cidadão Instigado, além dos Paralamas do Sucesso, às 23 horas do mesmo dia e às 18 horas do domingo. O Sesc Vila Mariana terá, à meia-noite do sábado, o show de André Matos.

O rock não ficará restrito aos shows tradicionais na Virada Cultural. O teatro também será representado com uma importante peça ligada ao estilo: “Rita Lee Mora ao Lado”, estrelado originalmente por Mel Lisboa e que fez bastante sucesso na capital paulista recentemente. A peça será encenada no Palco Princesa Isabel, no horário da 1 da madrugada do domingo.

Para as crianças, o rock estará presente no palco da Biblioteca Infantojuvenil Monteiro Lobato. Ali, será possível acompanhar um espetáculo com músicas dos Beatles para as crianças.

Vale destacar ainda que outras atrações de fora do rock e da música também deverão despertar a atenção do público. Uma delas será a galinhada do chef Alex Atala, que teve excesso de participantes em 2014 e que foi deslocada em 2015 do Minhocão para a Praça Roosevelt por questões de segurança.

Outra boa sacada da Virada Cultural 2015 é a Bike Tour, um passeio gratuito de ciclistas pelo centro da cidade que sairá do Shopping Light. Estão programadas 11 saídas com dez participantes cada, às 22h30 de sábado, meia-noite, 1h30 do domingo, 3 horas, 4h30, 6 horas, 9 horas, 10h30, 12 horas, 13h30 e 15 horas. É necessário se inscrever previamente pela internet, levar a própria bicicleta e equipamentos de segurança, e chegar com 30 minutos de antecedência.

Aqui neste link, você tem acesso à programação extensa e completa da Virada Cultural de 2015. A Prefeitura de São Paulo demorou para soltar a programação definitiva, mas acabou caprichando na escolha e na montagem da escalação. Fica a torcida para que a organização consiga dar conta do recado e que os vândalos e mal-intencionados de sempre fiquem bem longe da festa.

25
abr
15

Sem TV, Monsters of Rock 2015 vem aí! Veja horários e detalhes do festival

Monsters of Rock de 2013 na Arena Anhembi - Foto: Divulgação/MRossiVai começar a edição de 2015 do Monsters of Rock! Com uma escalação que não deve nada a grandes festivais de heavy metal do planeta, o evento brasileiro tem início neste sábado, dia 25 de abril, e termina amanhã, dia 26, na cidade de São Paulo, na sempre questionada Arena Anhembi.

Diferente da edição de 2013, que contou com transmissão ao vivo por canais fechados de TV, o Monsters de 2015 não passará em nenhuma emissora. Pelo menos é esta a informação oficial dos produtores até o fechamento deste texto.

Canais que tradicionalmente mostram shows ao vivo, como o BIS e o Multishow, desta vez, vão ignorar um evento que terá como headliners simplesmente Ozzy Osbourne (25) e o KISS (26), sem contar atrações do calibre de um Judas Priest (que tocará nos dois dias!) e de um Motörhead, só para citar os mais badalados.

Quem perde é somente o rock e aquele fã que não poderá estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Num momento no qual o estilo sofre com o pequeno número de novidades interessantes e marcantes, esta ausência na TV só atrapalha ainda mais. Há promessas de fãs que tentarão fazer transmissão por celulares por redes sociais, mas nunca será a mesma coisa.

O Roque Reverso estará nos dois dias do festival e tentará trazer informações rápidas via Twitter ou pelo Facebook. Nos dias seguintes ao festival, o leitor deste veículo terá algumas resenhas dos shows e outros detalhes, como o set list das apresentações, além de fotos e vídeos.

Para quem ainda pretende ir ao Monsters of Rock 2015, ainda há ingressos, mas é bom preparar o bolso, pois as entradas restantes são daquelas de terceiro lote já bem salgadas. Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass válido para 2 dias) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia). A bilheteria oficial funciona nos dias 25 e 26 de abril, no Portão 21, das 9 horas às 21 horas.

Edições anteriores

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Detalhes de 2015

No Monsters de 2015, haverá Food Trucks, lanchonetes e bares dentro do local do show, onde serão vendidos sanduíches, pastéis, crepes, batatas e outros alimentos e bebidas como refrigerante, água e cerveja. Todos poderão ser comprados com cartões de débito e crédito.

Lojas com temas relacionados ao rock também marcarão presença no festival. Entre elas, estará a lendária Woodstock, além da Black Rock.

Em relação ao transporte público, a estação de Metrô mais próxima da Arena Anhembi é Portuguesa-Tietê, cerca de 1,5 Km do local. Para manter uma tradição “sensacional” do governo do Estado, não haverá esquema especial voltado ao festival.

Muito pelo contrário: para “ajudar”, no domingo, as estações Luz e República, da Linha 4-Amarela, permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na estação Higienópolis-Mackenzie. A dica para quem estiver saindo da Arena Anhembi é correr assim que os últimos shows terminarem.

Quanto aos ônibus, há várias linhas no horário normal:

– 278A Ceasa/Penha – Funcionamento até à 01h00
– 106/10 Metrô Santana/Itaim Bibi – Funcionamento até à 01h00
– 107p/10 Mandaqui/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 1301/10 Terminal Casa Verde/Praça do Correio – Funcionamento até 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até a 01h00
– 138Y Metrô Barra Funda /Casa Verde Alta – Funcionamento até à 01h00
– 148P Lapa/Jardim Per – Funcionamento até 00h15
– 1732 Metrô Santa Cecília/Vila Sabrina – Funcionamento até 00h20
– 175P Ana Rosa/Edu Chaves – Funcionamento até 00h50
– 177H Butantã USP/Metrô Santana – Funcionamento até 00h55
– 177Y Pinheiros/Casa Verde – Funcionamento até às 23h50
– 178L Hospital das Clínicas/Lauzane Paulista – Funcionamento até 00h55
– 967A Pinheiros/Imirim – Funcionamento até 00h20
– 8538 Praça do Correio/Freguesia do Ó – Funcionamento até 01h00
– 9166 Praça do Correio/Jardim Santa Cruz – Funcionamento até 00h55
– 9301 Paissandu/Terminal Casa Verde – Funcionamento até 00h40
– 9352 Terminal Correio/Pedra Branca – Funcionamento até 00h15
– 175T/10 Metrô Santana/Metrô Jabaquara – Funcionamento até à 01h00
– 178/10 Imirim/Lapa – Funcionamento até à 01h00
– 701U/10 Jaçanã/Butantã-USP – Funcionamento até à 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até à 01h00
– 1177/10 Terminal A.E. Carvalho/Est. da Luz – Funcionamento. até à 01h00
– 138Y/10 Casa Verde/Metrô Barra Funda – Funcionamento até à 01h00
– 175p/10 Edu Chaves/Metrô Ana Rosa – Funcionamento até à 01h00
– 177H/10 Metrô Santana/Butantã – Funcionamento até à 01h00
– 177Y/10 Casa Verde/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 9166/10 Jardim Santa Cruz/Praça do Correio – Funcionamento até à 01h00
– 9354/10 Nsa. Sra. De Fátima/Term. Correio – Funcionamento até à 01h00

Após a 1 hora da manhã, há as seguintes linhas:

– 1721/51 – Vila Ede/Praça do Correio
– 1728/51 – Jardim Brasil/Praça do Correio
– 174/51 – Vila Dionísia/Terminal Amaral Gurgel
– 1767/51 – Edu Chaves/Praça do Correio
– 1778/51 – Jaçanã/Praça do Correio
– 1783/52 – Cachoeira/Praça do Correio
– 971X/51 – Terminal Cachoeirinha/Terminal Amaral Gurgel

Em relação aos táxis, estão credenciados mais de 2.000 veículos. Eles estarão estacionados no bolsão ao longo da Avenida Olavo Fontoura. Mas fique atento aos preços, pois tem sempre aquele cara que aproveita o caos para levar vantagem.

Horários dos shows

25/4/2015 – Sábado

12h00 – De La Tierra
13h05 – Primal Fear
14h20 – Coal Chamber
15h50 – Rival Sons
17h20 – Black Veil Brides
18h50 – Motörhead
20h40 – Judas Priest
22h30 – Ozzy Osbourne

26/0/2015 – Domingo

12h15 – Dr Phoebes
13h05 – Steel Panther
14h20 – Yngwie Malmsteen
15h50 – Unisonic
17h20 – Accept
18h50 – Manowar
20h40 – Judas Priest
22h30 – Kiss

12
abr
15

Veja os horários de cada atração do Monsters of Rock 2015

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoA sexta edição do Monsters of Rock brasileiro será realizada nos dias 25 e 26 de abril na cidade de São Paulo e os horários de cada atração já são conhecidos. Segundo os organizadores do festival, o evento que será realizado na Arena Anhembi tem os shows dos headliners Ozzy Osbourne (25) e KISS (26) agendados para as 22h30.

O Judas Priest, que é a banda convidada especial para os dois dias de festival, tocará às 20h40. No dia 25, a antepenúltima atração, o Motörhead, começará o show às 18h50, mesmo horário do início da apresentação do Manowar no dia seguinte.

O horário das 17h20 está reservado no dia 25 para o Black Veil Brides e, no dia 26, para o Accept.

A partir das 15h50, tocam o Rival Sons no primeiro dia e Unisonic no domingo. O horário das 14h20 terá o Coal Chamber no sábado e Yngwie Malmsteen no dia seguinte.

Às 13h50, é a vez do Primal Fear no dia 25, que terá De La Tierra às 12 horas. O Steel Panther toca no dia 26 às 13h05. Antes, no mesmo dia, toca o Dr. Pheabes.

Os ingressos já estão no terceiro lote, tanto o Monsters Pass, que é válido para os dois dias do festival, como a entrada para um único dia. Podem ser comprados no site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia).

Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

28
fev
15

Monsters of Rock tem mais duas atrações confirmadas: De La Tierra e Dr. Pheabes

Dr. Pheabes e De La Tierra - Foto:DivulgaçãoO Monsters of Rock ganhou mais duas atrações confirmadas para a edição de 2015: os grupos De La Tierra e Dr. Pheabes. As bandas se juntam à constelação de rock pesado que passará pela cidade de São Paulo nos dias 25 e 26 de abril, na Arena Anhembi.

O De La Tierra é o outro grupo do guitarrista Andreas Kisser, do Sepultura, e já foi devidamente apresentado aqui no Roque Reverso. O Dr. Pheabes é uma banda brasileira que já participou da edição de 2013 do Monsters of Rock.

Segundo os organizadores do festival de 2015, o grupo de metal latino de Kisser tocará no dia 25 de abril. O Dr. Pheabes, por sua vez, vai se apresentar no dia seguinte.

Com a inclusão de ambos os conjuntos musicais, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear, Coal Chamber e De La Tierra; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen, Steel Panther e Dr. Pheabes.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival, já no segundo lote, custa R$ 380,00. O valor inteiro para o Monsters Pass, já no terceiro lote, é de R$ 700,00. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip! Desde o dia 11 de janeiro, as compras podem ser feitas em 3 vezes sem juros.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

19
dez
14

Monsters of Rock: confirmação do Coal Chamber e esclarecimento sobre problemas com ingressos

Monsters of Rock - Cartaz Atualizado de DivulgaçãoDois fatos novos relacionados ao Monsters of Rock de 2015: o primeiro é a confirmação de mais uma atração internacional, da banda norte-americana Coal Chamber; o segundo é o esclarecimento dos organizadores do festival sobre problemas que os fãs tiveram para comprar ingressos logo no primeiro dia de vendas das entradas.

Depois do bombástico anúncio do line-up no dia 17 de dezembro, a produção acrescentou o Coal Chamber. O grupo tocará na Arena Anhembi no sábado, dia 25 de abril, mesmo dia que terá Ozzy Osbourne como headliner.

No domingo, dia 26, nada mudou, com o KISS fechando a data.

Quanto ao esclarecimento sobre os problemas com os ingressos, após o grande número de reclamações dos fãs nas redes sociais, a produção do festival explicou em nota que, devido ao “sucesso absoluto e à forte demanda”, a partir do período da manhã, o site da Ingresso Rápido apresentou “momentos de instabilidade” já solucionados.

Com a inclusão do Coal Chamber, a divisão por dia do Monsters of Rock de 2015 ficou da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear e Coal Chamber; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther.

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estão disponíveis desde o dia 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custa R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

17
dez
14

Monsters of Rock de 2015 terá Ozzy, KISS, Judas Priest, Motörhead, Accept, Malmsteen, Manowar e mais

Monsters of Rock - Cartaz de DivulgaçãoApós confirmar no dia 10 de dezembro a edição do Monsters of Rock de 2015, a produtora Mercury Concerts divulgou nesta quarta-feira, dia 17, o line-up do festival que acontecerá nos dias 25 e 26 de abril na Arena Anhembi. Ratificando vários dos rumores que já circulavam pela internet, foram anunciados os nomes de Ozzy Osbourne e do KISS como headliners do evento, com eterno vocalista do Black Sabbath fechando o primeiro dia e o grupo norte-americano encerrando o segundo dia.

Espécie de convidado especial do Monsters, o Judas Priest tocará nos dois dias do festival e se apresentará pouco antes de Ozzy e KISS.

As atrações não param por aí. Além dos três dinossauros do rock, o Monsters contará com outros veteranos, como o Motörhead, o Manowar, o Accept e o guitarrista Yngwie Malmsteen.

Também estão escalados o Black Veil Brides, o Rival Sons, o Primal Fear, o Unisonic e o Steel Panther.

A divisão por dia ficará da seguinte forma: no dia 25, a escalação trará Ozzy Osbourne, Judas Priest, Motörhead, Black Veil Brides, Rival Sons, Primal Fear; no dia 26, o line-up terá KISS, Judas Priest, Manowar, Accept, Unisonic, Yngwie Malmsteen e Steel Panther (veja atualização aqui).

Os ingressos do primeiro lote e o passaporte válido para os dois dias do festival (Monsters Pass) são limitados e estarão disponíveis a partir de 19 de dezembro de 2014, à zero hora, pelo site Ingresso Rápido.

Uma opção de venda sem taxa de conveniência em ponto físico é a Loja da Fnac em Pinheiros, na capital paulista. Há outros pontos aqui espalhados.

A entrada inteira para cada dia do festival custará R$ 350,00 no primeiro lote. O valor inteiro para o Monsters Pass é de R$ 620,00 nessa primeira leva. Uma ótima notícia é que não haverá a famigerada Pista Vip!

Compras até o dia 10 de janeiro podem ser feitas em 4 vezes sem juros. A partir do dia 11 de janeiro, poderão ser feitas em 3 vezes sem juros, em todas as formas de compra de ingressos.

Entre os fãs do heavy metal, houve quem reclamasse do festival ter escolhido muito medalhão. Mas a proposta do Monsters sempre foi essa, pelo menos em território nacional.

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série tiveram mais dinossauros do que revelações. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Falem o que quiser, mas o Monsters of Rock de 2015, por enquanto, é o melhor festival do ano que vem. Enquanto o Lollapalooza divulgou atrações menos bombásticas e o Rock in Rio vem anunciando nomes a conta-gotas, o evento com DNA mais rock do País já tem uma escalação de peso e respeitável para quem gosta do estilo mais pesado.

Para comemorar o line-up do Monsters, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube das vindas anteriores de alguns grupos que virão na edição de 2015. Para começar, fique com Ozzy Osbourne, em 1995, cantando “Bark at the Moon”. Depois, veja o KISS com “Deuce”, em 1994; e o Motörhead, com “The Chase Is Better Than The Catch”, em 1996; .

10
dez
14

Festival Monsters of Rock volta em 2015 e será realizado em SP nos dias 25 e 26 de abril

Monsters of Rock - Reprodução do Banner de Divulgação2015 promete ser um ano repleto de shows e com vários festivais de rock. Como se já não bastassem os já confirmados Rock in Rio e Lollapalooza, agora é a vez do anúncio ratificado da volta do Monsters of Rock para o ano que vem.

De acordo com a organizadora Mercury Concerts, a edição de 2015 será realizada no mesmo local de 2013, a Arena Anhembi. Serão duas datas para o festival, os dias 25 e 26 de abril.

Por enquanto, só há a informação de que 14 bandas participarão do evento.

Os produtores prometem que o line-up completo da sexta edição do Monsters of Rock será anunciado em breve. Também informaram que os ingressos para os dois dias de apresentações estarão disponíveis para o grande público ainda este ano.

A despeito de nenhum nome confirmado, há rumores e informações de gente importante da imprensa musical levantando a possibilidade, por exemplo, de o KISS ser a banda principal do festival. Já circulam nas redes sociais outros nomes, como o Judas Priest e o Motörhead, mas, por enquanto, nada foi confirmado pela Mercury Concerts.

Se vale alimentar esperanças, o som que embala o vídeo do anúncio da volta do festival é simplesmente da música “Black Magic”, do Slayer. A conferir…

Nas quatro edições que aconteceram no Brasil na década de 90, os festivais da série Monsters of Rock sempre foram predominantemente de heavy metal. Enquanto os eventos de 1994, 1995 e 1996 aconteceram no Estádio do Pacaembu, o festival de 1998, foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

27
ago
14

20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil

Monsters of Rock 1994 - Cartaz de DivulgaçãoO dia 27 de agosto de 2014 marca os 20 anos do primeiro festival Monsters of Rock no Brasil. Realizado em São Paulo, no Estádio do Pacaembu, nesta mesma data em 1994, o evento foi o primeiro de grande porte somente com bandas de rock pesado a ser realizado na cidade onde heavy metal mais concentra fãs no País.

Na respeitável escalação das bandas, quatro eram internacionais e outras quatro eram nacionais.

Entre os grupos gringos, a lista trazia o Suicidal Tendencies com sua formação clássica; o Black Sabbath sem Ozzy Osbourne ou Ronnie James Dio nos vocais, mas com o terrível Tony Martin; o aguardadíssimo Slayer pela primeira vez no Brasil, mas sem Dave Lombardo na bateria; e o não menos esperado KISS, sem máscara, fechando o festival.

Do lado nacional, estavam o então novo Angra, com Andre Matos nos vocais, o Dr. Sin arrebentando, o Viper fazendo sucesso até no Japão e os Raimundos, com o primeiro disco bombando.

As bandas nacionais abriram o Monsters. O primeiro show, do Angra, estava agendado para as 14 horas, mas, já às 11 horas, as filas para entrar no Pacaembu chegavam ao topo do vale que cerca a Praça Charles Muller. Várias pessoas chegaram a dormir na porta do estádio, tamanha a ansiedade para ver aquele evento.

Para os  jovens de hoje que não puderam presenciar aquele festival, o Brasil engatinhava pela primeira vez com uma onda convincente de atrações estrangeiras do heavy metal. Pouco antes do Monsters, em 1993, o Metallica tinha vindo pela segunda vez ao País durante a turnê do estrondoso “Black Album” e o Anthrax havia feito a estreia em palcos brasileiros, assim como o Pantera no auge! No início de 1994, o Hollywood Rock trouxe o Aerosmith e o Sepultura bombando demais com o álbum “Chaos AD”. Na mesma época, o Helmet fez um excelente show no Olympia e o público queria sempre mais!

A despeito de o Rock in Rio, em 1985, ser o pioneiro a trazer bandas esperadíssimas do estilo, repetir a dose em 1991 e a capital paulista ter tido experiências legais com as edições do Hollywood Rock, o Monsters of Rock consolidou um sonho dos amantes do rock pesado na cidade que tinha uma legião de fãs e era berço da Galeria do Rock, da Woodstock, do bar Black Jack e de outros tantos locais que reuniam o público de uma época na qual as “redes sociais” não eram virtuais.

O Plano Real também era novo e parecia, depois de inúmeros planos que deram errado, que iria dar certo, como, de fato, aconteceu logo depois. A consolidação do plano econômico foi fundamental na sequência para que esta onda de atrações gringas se consolidasse anos depois.

O Angra abril o festival e foi seguido pelo Dr. Sin, Viper e Raimundos. Todos os shows das bandas nacionais foram bons e não comprometeram. O destaque foi a apresentação do Dr. Sin, que chegou a levantar o estádio inteiro com sua versão de “Have You Ever Seen the Rain?”, do Creedence Clearwater Revival.

Quanto aos shows internacionais, o Suicidal Tendencies fez uma apresentação impecável e muito animada. “War Inside My Head” foi um dos grandes momentos, com os fãs cantando o famoso refrão do começo ao fim. Vale lembrar que Robert Trujillo, atualmente baixista do Metallica, fazia parte da formação do ST e, para variar, deu um show à parte.

O grupo também contava com os bons guitarristas Mike Clark e Rocky George, além do baterista Jimmy DeGrasso e o elétrico vocalista Mike Muir, único membro atual que permanece no Suicidal.

Na sequência, o Black Sabbath veio com três de seus quatro integrantes clássicos: Tony Iommi (guitarra), Geezer Butler (baixo) e Bill Ward (bateria). Na falta de Ozzy e Dio, quem assumiu os vocais foi o questionável Tony Martin.

É claro que foi bem interessante ver o Sabbath ali de perto, mas a performance de Martin deixou muito a desejar. Quem se lembra dele cantando “Sabbath Bloody Sabbath”, sabe que ele lembrou muito mais Louis Armstrong cantando do que qualquer vocalista que tenha passado pelo grande grupo de heavy metal.

Após o Sabbath, finalmente o Slayer se apresentava num palco brasileiro. Um dos maiores ícones do thrash metal, a banda norte-americana tinha o baterista Paul Bostaph no lugar do mago Dave Lombardo, mas fez um excelente show, com todos os grandes clássicos do grupo.

Este jornalista lembra de ter visto muito marmanjão da velha guarda do heavy metal chorando na fila do gargarejo porque estava vendo o Slayer pela primeira vez. Entre os destaques da apresentação do grupo, “Mandatory Suicide”, “Hell Awaits”, “Postmorten”, “Angel of Death”, “Raining Blood” são só alguns exemplos de faixas que não deixaram a galera recuperar o fôlego.

Depois de assistir a todos os shows nas primeiras fileiras até a apresentação do Slayer (que era a mais esperada por muitos), este jornalista preferiu acompanhar o KISS mais próximo da torre central. Foi uma forma de descansar e, ao mesmo tempo apreciar os efeitos especiais que o grupo norte-americano trouxe para o Pacaembu.

Sem as máscaras tradicionais e com os ótimos Eric Singer (bateria) e Bruce Kulick (guitarra), o que se viu no show do KISS foi uma grande performance, capitaneada por Gene Simmons (baixo e vocal) e Paul Stanley (vocal e guitarra). ““I Love It Loud”,“Deuce”, “Detroit Rock City”, “Lick it Up” e “Creatures of the Night” foram são alguns dos hits históricos tocados. Mas um momento inesquecível foi quando foi tocada “Heaven’s On Fire”, com grande utilização de fogos e efeitos especiais que encantaram o público.

O Monsters of Rock de 1994 terminou por volta das 2 horas da manhã do dia 28 e totalizou cerca de 12 horas de evento. Foi tanto um sucesso que foram realizadas edições em 1995, 1996 e 1998. O bom resultado daquele festival fez com que organizadores acreditassem mais no potencial do público de heavy metal. Não por acaso, até hoje é este o gênero que está entre os que mais contam com atrações internacionais no Brasil.

Para relembrar o Monsters of Rock de 1994, descolamos, é claro, vídeos no YouTube. Para detonar tudo, fique com as apresentações do Suicidal Tendencies, do Black Sabbath, do Slayer e do KISS filmadas pela finada MTV Brasil.

21
out
13

Com som surpreendente e bons shows, Monsters of Rock tem saldo positivo

A edição de 2013 do Monsters of Rock gerou uma surpresa positiva para o público presente na Arena Anhembi. Depois de uma ausência de 15 anos, o festival realizado nos dias 19 e 20 de outubro na capital paulista teve um saldo favorável, com mais acertos do que erros dos organizadores.

Os destaques positivos ficaram por conta da apresentação satisfatória da maior parte das bandas escolhidas e da qualidade completamente inesperada do som na maioria dos shows.

Entre os pontos negativos, talvez o horário do término do segundo dia do festival.

De maneira diferente da verificada no Rock in Rio, que contou com críticas em relação à escalação de atrações que nada tinham a ver com o estilo, o Monsters of Rock honrou sua tradição de trazer apenas nomes ligados ao rock pesado. A edição de 2013 inovou ao dividir o line-up em dois dias e ao armazenar as bandas de acordo com uma vertente: grupos ligados ao nü metal no dia 19 e representantes do hard rock e heavy metal no dia 20.

Outro ponto a favor do evento paulistano foi optar pelo básico, realizando o festival num fim de semana. Com isso, o público não precisou fazer sacrifícios como no Rock in Rio, que, por exemplo, chegou a escalar um nome como o do Metallica para tocar em plena quinta-feira.

O cenário de céu azul e calor que foi visto nos dias 19 e 20 de setembro ajudou demais o Monsters.  Há praticamente um consenso de que a Arena Anhembi não tem condições de receber um festival de grandes proporções, mas o fato de não ter chovido evitou que maiores transtornos fossem proporcionados ao público. Reclamações com o calor escaldante no local cimentado, é claro, foram realizadas, mas o panorama seria muito pior, se as tradicionais pancadas de chuva da capital paulista acontecessem.

Especificamente em relação ao som, as enormes críticas realizadas à vergonha vista no show recente do Iron Maiden no mesmo Anhembi parecem ter sido ouvidas pela produtora XYZ Live. Se, na apresentação da banda britânica, a maioria do público ficou revoltada com o volume baixo, o que foi verificado no Monsters foi um dos sons mais altos dos últimos tempos, com exemplos até de exageros, com o volume estourando nas caixas de som em algumas apresentações.

Para alguns, o fato de o palco ter mudado de lado em relação ao show do Iron Maiden gerou uma acústica melhor. Para outros, o medo de um quebra-quebra, especialmente entre os inquietos fãs do Slipknot, fez os produtores tomarem um cuidado maior com o som; o que também não é mais do que a obrigação de quem organiza um festival.

No balanço geral, o som do segundo dia estava melhor do que o verificado no primeiro, quando algumas críticas foram vistas exatamente durante a apresentação do Slipknot, que contou com algumas caixas falhando em alguns momentos no lado esquerdo do palco. No domingo, no show do Ratt, por exemplo, o som chegou a níveis saborosamente ensurdecedores, com fãs escutado o show com nitidez já nas catracas da Arena Anhembi.

A ideia de trazer o renomado apresentador Eddie Trunk, do elogiado programa “That Metal Show”, do canal VH1, foi muito interessante, mas ele poderia ter sido um pouco mais explorado. Foi extremamente interessante ver nos telões as bandas sendo entrevistadas pouco antes dos shows, mas tudo poderia ter sido bem mais amplo, aproveitando o tempo que havia entre as apresentações.

Quanto a atrasos entre os shows, nada que revoltasse o público. Talvez a programação de um horário mais cedo para o fim do segundo dia poderia ter ajudado a plateia com o transporte público, já que foi possível ver várias pessoas deixando o Anhembi no meio da apresentação do Aerosmith.

Em relação aos melhores shows do festival, a disputa ficou entre os headliners Slipknot e Aerosmith, além do empolgante Whitesnake. Como forças que mereceram elogios, destaque maior também para as apresentações de qualidade do Ratt e do Korn.

Especificamente em relação à estrutura, a disposição dos bares e lanchonetes foi satisfatória, a despeito dos valores abusivos praticados: uma cerveja ao preço de R$ 8,00 jamais será algo normal. Sobre os banheiros, não foram vistas críticas sobre fatos absurdos como em outros festivais.

Elogiável também foi a ideia da criação da “avenida temática” do Monsters of Rock, com várias opções interessantes para os fãs, como a exposição de fotos do excelente fotógrafo M. Rossi. O espaço era bastante interessante para quem quisesse se distrair nos intervalos dos shows.

Com o saldo mais positivo do que negativo da edição de 2013, resta a esperança de uma evolução para uma provável edição futura. Apesar de a Arena Anhembi ter dado conta do público diário de 30 mil pessoas, a expectativa é de uma escolha melhor para o próximo Monsters of Rock.

O Roque Reverso esteve presente nos dois dias do festival de 2013 e trará para os leitores vários detalhes dos shows no decorrer da semana. Fiquem ligados!




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