Posts Tagged ‘Chris Broderick

02
abr
15

Brasileiro Kiko Loureiro, do Angra, é o novo guitarrista do Megadeth

Kiko Loureiro - Foto: DivulgaçãoApós vários rumores que circulavam há tempos na internet, o brasileiro Kiko Loureiro, do Angra, foi anunciado nesta quinta-feira, dia 2 de abril, como novo guitarrista do Megadeth. O comunicado foi divulgado no site oficial da banda norte-americana de thrash metal pelo vocalista, guitarrista e líder do grupo, Dave Mustaine.

Kiko Loureiro substituirá Chris Broderick, que deixou o Megadeth no ano passado de maneira surpreendente, ao lado do baterista Shawn Drover.

No lugar de Drover, o Megadeth já havia confirmado recentemente que Chris Adler, do grupo norte-americano Lamb of God, será o baterista convidado do grupo.

Com o anúncio de Kiko no Megadeth, é a primeira vez que um brasileiro é integrado como membro de uma grande banda de heavy metal norte-americana.

Andreas Kisser, do Sepultura, chegou a tocar no Anthrax, também do thrash metal, mas foi em substituição momentânea do titular Scott Ian, em shows realizados pela banda em 2011.

Junto com o Anthrax, o Slayer e o Metallica, o Megadeth forma o Big Four do thrash metal e é uma das bandas mais respeitadas de rock pesado da história.

O sempre polêmico e difícil Dave Mustaine rasgou elogios a Kiko Loureiro. Lembrou que conheceu o brasileiro há alguns anos numa seção de fotos para a revista Burn e que sabe do talento do guitarrista. “Poucos no Megadeth tiveram o sentimento e a habilidade do Kiko. Como Frank Sinatra dizia: ‘O melhor ainda está por vir'”, escreveu o vocalista.

Do lado do Angra, houve grande apoio à entrada de Kiko no Megadeth. “Uau! Que orgulho! Conheço o Kiko há muitos anos e sei que ele merece mais do que ninguém esta grande oportunidade”, disse Rafael Bittencourt, também guitarrista.

Houve rumores de que o grupo brasileiro encerraria as atividades, mas vale lembrar que a banda está escalada para o Rock in Rio em setembro.

Quanto ao futuro do Megadeth, Kiko já terá a missão de gravar o futuro álbum da banda. O mais recente disco, “Super Collider”, de 2013, não chegou a empolgar os fãs.

26
nov
14

Guitarrista Chris Broderick e baterista Shawn Drover deixam o Megadeth

Chris Broderick e Shawn Drover Uma bomba abalou uma das mais importantes bandas do thrash metal nesta quarta-feira, dia 26 de novembro. Numa atitude inesperada por muitos dos fãs, o Megadeth perdeu o ótimo guitarrista Chris Broderick  e o competente baterista Shawn Drover. Ambos os músicos anunciaram a saída da banda norte-americana liderada por Dave Mustaine, que não divulgou comunicado algum sobre o assunto.

Com a perda dos integrantes, o Megadeth segue momentaneamente com 50% de suas forças, tendo, além do líder, vocalista e guitarrista Mustaine, seu eterno escudeiro, o baixista David Ellefson.

No comunicado, Shawn Drover alegou a “busca de outros interesses musicais”.  Chris Broderick, por sua vez, “citou diferenças musicais e artísticas”.

Apesar da saída e dos motivos citados, os dos músicos desejaram o melhor para a banda e não detonaram Mustaine, pelo menos no comunicado.

Shawn Drover ficou no Megadeth por 10 anos, e gravou os álbuns “United Abominations” (2007), “Endgame” (2009), “Thirteen” (2011) e “Super Collider” (2013). Chris Broderick, que entrou em 2008, participou das gravações dos três últimos.

A formação atual durou cerca de quatro anos, já que Ellefson ficou um tempo fora do grupo e só voltou em 2010. Resta agora algum pronunciamento de Mustaine para acalmar os fãs.

09
set
12

Megadeth toca ‘Countdown To Extinction’ na íntegra e faz a alegria de um Via Funchal lotado

A cidade de São Paulo, mais uma vez, teve o privilégio de testemunhar um momento histórico do heavy metal no dia 5 de setembro, quando o Megadeth tocou, na íntegra, o álbum “Countdown To Extinction”. Para um Via Funchal lotado e abafado em plena noite de quarta-feira, o grupo norte-americano de thrash metal presenteou os fãs com um bom show, que fez parte da comemoração de 20 anos de lançamento do disco e tende a ser lembrado para sempre por quem esteve no local, a despeito de alguns problemas de som observados.

Mesmo estando na lista das bandas internacionais de rock que mais puseram os pés em solo brasileiro em toda a história, o Megadeth nunca havia estado no Via Funchal, casa predileta de muitos fãs do metal pela melhor localização e por uma facilidade de acesso superior ao Credicard Hall e ao HSBC Brasil. O show em São Paulo, por sinal, marcou algo raro por aqui com grupos de fora do Brasil, pois foi a segunda vez no mesmo ano que os músicos liderados por Dave Mustaine passaram pelo País.

Em abril, no vergonhoso Metal Open Air, o Megadeth foi uma das poucas bandas que não cancelaram a apresentação. Mesmo com toda a desorganização e até com vários problemas de som, o grupo subiu ao palco e esbanjou profissionalismo. Vale lembrar que Mustaine & Cia haviam tocado também, em novembro de 2011, no SWU Festival, realizado em Paulínia, onde fizeram outro bom show, porém curto.

A apresentação no Via Funchal gerava grande expectativa, pois “Countdown To Extinction” fez parte de uma fase bastante criativa do Megadeth, que, na época, ainda contava com sua formação mais clássica, com Mustaine, o eterno baixista David Ellefson e os excelentes Nick Menza (bateria) e Marty Friedman (guitarra). Estes dois últimos deixaram a banda há algum tempo e nunca mais deram sinal de que voltarão.

Quem viu o grupo detonar no show de comemoração de 20 anos do ainda mais cultuado “Rust in Peace”, em 2010, no Credicard Hall, queria ter de novo o prazer de assistir a mais um momento histórico. Não por acaso, quem chegou ao Via Funchal pouco antes do horário marcado para o início, às 22 horas, ainda viu e foi obrigado a enfrentar uma enorme fila formada para entrar na casa. Dentro do local, era difícil até se deslocar, tamanha a quantidade de pessoas.

A abertura do show foi idêntica às das apresentações no Metal Open Air e no SWU. Com “Trust”, do bom álbum “Cryptic Writings”, de 1997, Mustaine, Ellefson, o guitarrista Chris Broderick e o baterista Shawn Drover entraram com tudo no palco e levaram ao delírio a multidão presente, que cantava letras e riffs com uma sintonia incrível.

Logo de cara, chamaram muito a atenção os detalhes do palco. Pela primeira vez, um show do Megadeth em São Paulo contou com telões modernos, que traziam efeitos legais, desenhos doidos e trechos de videoclipes das músicas.

Interessante também que, comparando com outras apresentações do Megadeth por aqui, as guitarras pareciam estar num tom diferente do comum e até levemente menos aceleradas. Se você comparar “Trust”, por exemplo, com a apresentação no SWU do ano passado, vai notar essa diferença, que, no entanto, não comprometia o show.

As duas músicas seguintes também seguiram a ordem da apresentação do Metal Open Air. “Hangar 18”, do “Rust in Peace”, e “She-Wolf”, também do “Cryptic Writings”, mantiveram os fãs vidrados e animados, com aqueles riffs tradicionais do Megadeth que fazem as cabeças balançarem automaticamente.

O som do Via Funchal não chegou a sumir para o público como no show do ano passado do Slayer. Mas era bastante claro que a guitarra de Chris Broderick estava mais baixa que a de Mustaine, que, por sinal, tinha o volume de seu microfone também aquém do ideal. O público, por sua vez, continuava a cantar todas as músicas e não foi diferente na sempre ótima “A Tout Le Monde”, do “Youthanasia”, de 1994, em um grande momento da apresentação.

Após este megaclássico, o Megadeth aproveitou para tocar duas de seu mais recente álbum, “TH1RT3EN”, lançado no ano passado pouco antes do SWU. “Whose Life (Is It Anyways?)” e “Public Enemy No. 1” foram as últimas antes do grande momento da noite.

Foi quando Mustaine se dirigiu ao microfone e avisou que a banda começaria a tocar “Countdown to Extinction”. Com o telão de fundo trazendo a capa clássica do grande álbum, o públicou viu, numa tacada só e na ordem exata de gravação, o Megadeth fazer história no Via Funchal.

“Skin o’ My Teeth”, “Symphony of Destruction”, “Architecture of Aggression”, “Foreclosure of a Dream”, “Sweating Bullets”, “This Was My Life”, “Countdown to Extinction”, “High Speed Dirt”, “Psychotron”, “Captive Honour” e “Ashes in Your Mouth”. Todas elas estavam lá, para a realização do sonho de muitos.

Se as duas primeiras e “Sweating Bullets” são frequentes e quase obrigatórias no repertório tradicional do Megadeth, as demais dificilmente ou quase nunca haviam sido tocadas ao vivo. E vale destacar que, de maneira diferente do “Rust in Peace”, o disco “Countdown to Extinction” teve algumas músicas que não funcionaram tão bem no show como se imaginava, como “Foreclosure of a Dream” e “Captive Honour”, talvez até pela maior complexidade dos acordes ou até por não serem das mais agitadas.

É claro que, em “Skin o’ My Teeth” e  “Symphony of Destruction”, a banda mandou, como sempre, bem, sendo que na última, o público, mais uma vez, arrasou, cantando “Megadeth” a cada riff gerado pelas guitarras de Mustaine e Broderick. Em “Sweating Bullets”, a mesma multidão também cantava cada sílaba, mantendo a tradição.

“This Was My Life” talvez tenha sido uma das melhores do “Countdown to Extinction” da noite. Ela havia sido tocada na turnê que o Megadeth fez na América do Sul em 1994 para a divulgação do álbum “Youthanasia” (que passou pelo saudoso Olympia em São Paulo). No Via Funchal, o público conseguiu ver a combinação perfeita de acordes magníficos e efeitos muito legais no telão especial do fundo do palco.

Na sequência, enquanto a banda dava uma ligeira pausa, o público puxou um dos vários “olê, olê, olê, Mustaine, Mustaine” da noite. Simpático, como vem sendo observado nos últimos shows que fez pelo Brasil, o líder da banda perguntou se já havia dito que amava os brasileiros, para delírio da plateia. Também lembrou que foi no País que o grupo tocou pela primeira vez na América do Sul, no longínquo Rock in Rio de 1991, quando a simpatia de hoje era algo raro.

Foi então que mais um sonho do público foi realizado, com a execução da música título do álbum que estava sendo homenageado na noite. Melodiosa como outras grandes faixas do Megadeth, “Countdown to Extinction” emocionou muito marmanjo, com direito a novos efeitos bem interessantes nos telões.

No final desta, Mustaine se dirigiu ao público que estava na famigerada Pista Vip e pegou uma bandeira do Brasil, para novo delírio da plateia. Depois de amarrar o símbolo nacional no pedestal do microfone, a banda ainda tocou as faixas restantes do disco.

Nestas últimas, os destaques foram “Psychotron” e  “Ashes in Your Mouth”, ambas daquelas típicas para detonar o pescoço. Enquanto “Psychotron” era tocada pela primeira vez no País, a segunda já havia sido executada em 2008, no Credicard Hall.

Terminada a apresentação comemorativa do álbum, o batera Shawn Drover e o baixista David Ellefson permaneceram no palco para preparar a plateia para aquela que seria a melhor música de toda a noite do show.

Com baixo de Ellefson, a banda começou uma de suas mais antigas faixas, “Peace Sells”, do álbum “Peace Sells… but Who′s Buying?”, de 1986. A reação do público foi imediata e algumas rodas de mosh chegaram a ser vistas no Via Funchal, enquanto o mascote Vic Rattlehead subia ao palco e o telão trazia ainda mais efeitos e vídeos.

Show do Megadeth sem “Holy Wars…The Punishment Due” não é show do Megadeth. E foi com ela que o grupo voltou para o bis, já com a plateia gritando sem parar, depois que Dave Mustaine criou uma disputa entre os lados direito e esquerdo para ver quem era mais barulhento.

Empunhando aquela linda guitarra com o desenho do álbum “Rust in Peace”, o líder da banda, prestes a completar os 51 anos, mostrou que ainda pode proporcionar grandes momentos sonoros, apesar da cirurgia que fez no pescoço em 2011.

Certamente, o Megadeth chegou a fazer apresentações melhores no Brasil, como a imbatível de 1997 no Estádio do Palmeiras, a de 1994 no Olympia, as duas no Monsters of Rock e, claro, a de comemoração dos 20 anos do álbum “Rust in Peace”. Quem foi ao Via Funchal, no entanto, sabe muito bem que aquele show do dia 5 de setembro foi único e, dificilmente, acontecerá novamente.

Ao lado do fiel escudeiro Ellefson, de Shawn Drover e de Chris Broderick, Mustaine deixou claro que o Megadeth ainda tem muito a fazer de bom no heavy metal. A torcida agora fica para que a banda, além de continuar produzindo álbuns legais, possa homenagear os 20 anos do excelente “Youthanasia”, que, também está na lista dos melhores do grupo.

Para lembrar dos grandes momentos da apresentação no Via Funchal, o Roque Reverso selecionou vídeos amadores no YouTube. Fique com um que traz a abertura e a dobradinha de “Trust” e “Hangar 18”. Depois, veja gravações de “This Was My Life”, “Countdown to Extinction”, “Peace Sells” e “Holy Wars…The Punishment Due”.

As fotos desta resenha foram gentilmente cedidas a este veículo de informação pelo ótimo fotógrafo Renan Facciolo. Ele já havia liberado grandes imagens para o Roque Reverso para a resenha da apresentação histórica do Annihilator em São Paulo e vem a cada dia se tornando num dos melhores profissionais para retratar os shows de rock no País.

Set list

Trust
Hangar 18
She-Wolf
A Tout Le Monde
Whose Life (Is It Anyways?)
Public Enemy No. 1
Skin O’ My Teeth
Symphony Of Destruction
Architecture Of Aggression
Foreclosure Of A Dream
Sweathing Bullets
This Was My Life
Countdown To Extinction
High Speed Dirt
Psychotron
Captive Honour
Ashes In Your Mouth
Peace Sells

Holy Wars…The Punishment Due

28
nov
11

Mesmo com show curto, Megadeth fez a festa do thrash no SWU

O Megadeth foi o legítimo representante do thrash metal no SWU Music & Arts de 2011. Mesmo com o curto espaço de tempo disponível, o grupo norte-americano liderado por Dave Mustaine fez a festa dos fãs do estilo que estiveram em grande número para prestigiar um dos ícones do Big Four na terceira e última noite do festival, no dia 14 de novembro.

Sem dúvida, foi um dos shows mais curtos que o Megadeth fez dentre suas várias passagens pelo Brasil. Para os fãs que haviam visto no ano passado o grupo passar pelo País para a turnê que mesclou a comemoração de aniversário de 20 anos do álbum “Rust in Peace” com a divulgação do disco “Endgame”, assistir à banda tocar apenas 11 músicas em cerca de uma hora e deixar vários clássicos de fora foi um pouco decepcionante.

O que compensou esta falta de bom senso da organização do SWU foi o grande profissionalismo dos músicos. Mustaine pode ser acusado de chato e polêmico, mas, pelo menos nas vezes que veio ao Brasil, sempre fez shows dignos com seu grupo. Não foi diferente desta vez, já que o fãs foram presenteados com uma das melhores apresentações do festival realizado em Paulínia.

Havia alguma expectativa de que a banda começasse com uma porrada sonora e provocasse a abertura imediata de imensas rodas de mosh na pista. As primeiras batidas da música “Trust”, do bom álbum “Cryptic Writings”, mostraram, entretanto, um início um pouco mais cadenciado. Nem por isso, tivemos algo menos empolgante do Megadeth, já que o público todo da pista pulou junto durante a execução deste sucesso.

Se não começaram o show com um petardo, Mustaine & Cia deixaram a porrada para a música seguinte: nada menos que a clássica “Wake Up Dead”, na qual é impossível deixar a cabeça sem movimentação, dado o riff poderoso típico do thrash metal que ela possui.

Logo de cara neste começo de show, chamava a atenção a belíssima guitarra de Mustaine, com o desenho que representava o álbum “Rust in Peace”. E foi justamente com “Hangar 18”, deste mesmo disco, que o Megadeth deu sequência à apresentação.

Interessante notar que o líder do grupo mostrou, em algumas oportunidades, uma voz um pouco detonada em relação a outros shows que fez por aqui. Em contrapartida, seu fiel escudeiro David Ellefson (baixo), o guitarrista Chris Broderick e o baterista Shawn Drover mandaram muito bem durante o show. Mustaine, por sinal, compensou qualquer tipo de problema com a voz dando mais uma aula de guitarra, como de costume…

Depois do final espetacular de “Hangar 18”, o público aproveitou para homenagear o líder da banda. “Olê, olê, olê, olê; Mustaine, Mustaine”, gritou a galera, enquanto o vocalista agradecia, fazendo gestos de que estava curtindo aquele momento. “Boa noite! É muito bom estar de volta, São Paulo”, disse ele, para delírio da plateia.

Chris Broderick iniciou os primeiros acordes de “A Tout le Monde”, do “Youthanasia”, e, para variar, o público ficou hipnotizado com a belíssima música, apesar de Mustaine mostrar clara dificuldade para alcançar o tom de voz nas notas mais difíceis. A despeito deste detalhe, a dobradinha de guitarras do final deste sucesso é algo que vale cada centavo pago para ver o show.

Na sequência, espaço para canções mais recentes da banda. “Whose Life (Is It Anyways?)”, do álbum novo “TH1RT3EN” e “Head Crusher”, do “Endgame” e “Public Enemy No. 1”, também do disco lançado no começo deste mês.

Depois, a volta para os hits, com uma dobradinha do ótimo álbum “Countdown to Extinction”. Primeiro, “Sweating Bullets”, que contou com o público cantando palavra por palavra da música. Em seguida, foi a vez do grande hit “Symphony Of Destruction”, que fez a galera pular a cada riff e, como sempre, gritar “Megadeth” a cada toque de guitarra.

O show se encaminhava para o final e foi “David Ellefson” que se encarregou de levantar a galera para executar o clássico “Peace Sells”, do álbum “Peace Sells… but Who’s Buying?”, que teve performance perfeita da banda. O público foi novamente ao delírio e, na parte final e mais rápida, várias rodinhas se abriram e, no palco, foi vista a entrada do mascote Vic Rattlehead, pela primeira vez no Brasil!

Após uma curta pausa, que contou com o público gritando o nome da banda e de seu vocalista, o Megadeth voltou para seu minúsculo bis, que só poderia vir com “Holy Wars…” Antes, porém, Mustaine brincou com o público, dizendo que o lado esquerdo, onde ficou o Roque Reverso, estava definitivamente gritando muito mais alto do que o direito.

Com o início de “Holy Wars…”, é claro que inúmeras rodas se abriram e a galera cantou a plenos pulmões este grande sucesso do Megadeth, que encerrou a apresentação. Ao final, os músicos agradeceram ao público e jogaram palhetas para as pessoas mais próximas do palco. Mustaine ainda disse que esperava ver todos novamente, o que alimenta esperanças de novo retorno da banda por aqui.

É claro que o Megadeth já fez shows melhores pelo Brasil. A própria turnê do ano passado já foi muito melhor e os shows que o grupo fez por aqui com a formação clássica (com Nick Menza e Marty Friedman)  foram inesquecíveis para quem teve o privilégio de assistir…Mas, mesmo com a apresentação curta no SWU, foi muito legal acompanhar a banda em mais uma jornada.

Para relembrar o show do Megadeth no festival, o Roque Reverso descolou alguns vídeos no YouTube. Fique com “Trust”, “Wake Up Dead”, “Peace Sells” e “Holy Wars…”. Se quiser ver o show inteiro, vá para o último vídeo.

Set list

Trust
Wake Up Dead
Hangar 18
A Tout Le Monde
Whose Life (Is It Anyways?)
Head Crusher
Public Enemy No. 1
Sweating Bullets
Symphony Of Destruction
Peace Sells
Holy Wars…The Punishment Due




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