Archive for the 'Ozzy Osbourne' Category



01
maio
17

Zakk Wylde voltará a tocar em turnê com Ozzy Osbourne, que também confirma disco para 2018

Zakk Wylde e Ozzy Osbourne - Foto: Divulgação Ozzy Osbourne/FacebookUma das duplas mais bem sucedidas do heavy metal voltará a se apresentar em 2017. Segundo confirmação oficial do site de Ozzy Osbourne, o eterno vocalista do Black Sabbath e o guitarrista Zakk Wylde estarão juntos em shows a partir de julho.

Com isso, o grande guitarrista volta a integrar a banda de Ozzy depois de quase uma década. Desde que passou a integrar o grupo, em 1987, ele teve idas e vindas até sair definitivamente em 2009.

Além das turnês com o Mr. Madman, Zakk Wylde participou de vários discos com o ex-vocalista do Sabbath.

Em 2017, o guitarrista integrará a banda de Ozzy inicialmente na turnê que será realizada nos Estados Unidos.

Há, por enquanto, quatro datas confirmadas entre os meses de julho e agosto.

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05
dez
16

No Rio, Black Sabbath faz história do heavy metal passar diante dos olhos dos fãs

Black Sabbath no Rio de Janeiro - Foto: Divulgação

Por Gulherme Monsanto*

Quem viu, viu. The end. Num show curto, pontual, mas muito poderoso, o Black Sabbath pisou no sábado, dia 2 de dezembro, no Rio de Janeiro pela terceira vez em sua história – as outras foram em 1992, com Ronnie James Dio nos vocais, no Canecão, e em 2013, com a mesma formação do sábado passado.

Set list previsível? Sim, mas não tinha como dar errado: a banda jogou para a plateia na Praça da Apoteose, parecia meio no automático e apresentou as mesmas canções dos seis shows anteriores da turnê The End. Mas e daí?

Previsível, mas incrível, com alguns elementos fora do eixo. Ou seria clichê iniciar um show com uma música que começa arrastada, como “Black Sabbath”?

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12
abr
16

Com turnê ‘The End’, Black Sabbath volta ao Brasil no fim de 2016 para shows em Curitiba, Rio e SP

Black Sabbath - Reprodução do cartaz da turnê brasileiraOs rumores eram fortes, alguns jornalistas respeitados já haviam adiantado a informação, mas faltava a informação oficial. Nesta terça-feira, 12 de abril, a confirmação aconteceu: o Black Sabbath trará a última turnê de sua história ao Brasil.

De acordo com a produtora Time For Fun, a lendária banda britânica se apresentará em três capitais do País: Curitiba, Rio de Janeiro e São Paulo.

Na capital paranaense, o grupo tocará no dia 30 de novembro na Pedreira Paulo Leminski. No Rio de Janeiro, o show será realizado no dia 2 de dezembro na Praça da Apoteose. Na capital paulista, a apresentação será feita no dia 4 de dezembro no Estádio do Morumbi.

Os três shows fazem parte da turnê “The End”, que marca a despedida do Sabbath e que foi anunciada em setembro do ano passado. Para abrir as apresentações do grupo, uma atração internacional importante no atual cenário do rock, o Rival Sons.

Os ingressos estarão disponíveis ao público a partir da 0h01 do dia 18 de abril pela internet (www.ticketsforfun.com.br); e a partir das 10 horas nas bilheterias oficias (sem taxa de conveniência – Pedreira Paulo Leminski (até 24/4) e Fnac Curitiba (a partir de 25/4) em Curitiba, Metropolitan no Rio de Janeiro e Citibank Hall em São Paulo) e demais pontos de vendas no Brasil.

Para o show de Curitiba, que tem previsão de um público total de 25 mil pessoas, os ingressos (inteira) custarão R$ 650,00 (Pista Premium) e R$ 380,00 (Pista Comum).

Já o show do Rio de Janeiro, cuja capacidade estipulada é de 35 mil pessoas, terá para as entradas inteiras o valor de R$ 680,00 (Pista Premium) e R$ 370,00 (Pista Comum).

Quanto à apresentação de São Paulo, a capacidade aguardada é de um público de 68 mil pessoas. Os ingressos custarão R$ 700,00 (Pista Premium), R$ 380,00 (Pista Comum), R$ 520,00 (Cadeira Superior 1, 2 e 3), R$ 450,00 (Cadeira Inferior A e B), R$ 270,00 (Arquibancada 1, 3 e 4) e R$ 250,00 (Arquibancada 2).

Vale destacar que as compras poderão ser parceladas em até 3 vezes no cartão. Sem a taxa de conveniência, a opção são apenas as bilheterias oficiais.

Para a turnê de despedida, a banda continua contando com três dos quatro integrantes da formação original: Ozzy Osbourne nos vocais; Tony Iommi na guitarra; e Geezer Butler no baixo.

O baterista original, Bill Ward, continua de fora, pois não resolveu suas pendências com Ozzy. Até segunda ordem, não participará da turnê.

Tommy Clufetos foi o músico que assumiu as baquetas nos shows do Sabbath na tour recente que marcou o retorno da banda.

Justamente com esta formação, o grupo passou pelo Brasil em 2013 e realizou apresentações em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte.

Na capital paulista, o show contou com a cobertura do Roque Reverso e simplesmente hipnotizou os 70 mil fãs presentes no Campo de Marte.

Em 2015, Ozzy Osbourne fez sua passagem mais recente no País. Foi um dos headliners do Monsters of Rock, promovendo uma verdadeira festa na Arena Anhembi, em São Paulo.

Em 2016, o Black Sabbath informou que lançaria em edição limitada, um CD especial com quatro canções inéditas. Intitulado também como “The End”, o álbum traz um total de oito faixas, sendo quatro inéditas.

24
jan
16

Novo disco do Black Sabbath já está na internet e traz a banda com riffs nervosos e despedida digna

Black Sabbath - Reprodução da capa de "The End"O esperado disco de despedida do Black Sabbath já chegou rapidamente a internet. O álbum já foi disponibilizado por abençoados fãs que assistiram aos primeiros shows da última turnê da banda e adquiram as edições limitadas que estão sendo vendidas nos shows. Para quem escuta as músicas novas, a conclusão é imediata: as faixas trazem o lendário grupo com riffs nervosos e fortalecem a imagem de uma despedida digna daqueles que são considerados os pais do heavy metal.

Como já havia sido noticiado na metade do mês de janeiro aqui neste Roque Reverso, o disco final do Black Sabbath tem o nome de “The End”, que é o mesmo nome da turnê de despedida. O álbum traz um total de oito faixas.

As primeiras quatro são de estúdio e não haviam sido aproveitadas no último álbum completo do Sabbath, o ótimo “13”, que foi lançado em 2013. As quatro restantes são faixas ao vivo executadas na turnê de divulgação mais recente.

O CD “The End” conta com o trio clássico Ozzy Osbourne (vocal), Tony Iommi (guitarra) e Geezer Butler (baixo). A bateria, sem o quarto membro clássico Bill Ward, conta com Brad Wilk, do Rage Against The Machine, nas faixas de estúdio, tal qual foi visto em “13”. As faixas ao vivo contam com Tommy Clufetos, tal qual foi visto durante a turnê.

O mago da produção Rick Rubin, que já havia cuidado de “13”, foi o responsável pelas músicas de estúdio inéditas, que são, pela ordem: “Season Of The Dead”, “Cry All Night”, “Take Me Home” e “Isolated Man”.

As faixas ao vivo, todas de abril de 2013, são, também pela ordem: “God Is Dead?”, gravada em Sydney, na Austrália; “Under The Sun” (em Auckland, na Nova Zelândia); “End Of The Beginning” (gravada em Hamilton, no Canadá) e “Age Of Reason”, captada também no mesmo show.

Entre as inéditas, os riffs de Tony Iommi e a performance do espetacular guitarrista são o grande destaque e faz o fã de heavy metal entender o porquê deste músico ser tão respeitado e venerado por 10 entre 10 admiradores do instrumento de 6 cordas.

Numa constatação empolgante, mas, ao mesmo tempo preocupante, pode ser dito que as quatro músicas novas do Black Sabbath trazem qualidade musical superior à maioria das canções de rock de grupos novos que vêm dando gás ao estilo. Mesmo em relação a lançamentos recentes de outras bandas grandes do heavy metal, as faixas novas do lendário conjunto trazem algo mais e é difícil não começar a mexer a cabeça, seguindo os riffs matadores.

Até mesmo a voz de Ozzy, que vem dando claros sinais ao vivo de que a idade está influenciando, está bem captada em “The End”. Geezer Butler, por sua vez, ataca com a agressividade de sempre o baixo.

O CD novo do Black Sabbath traz a arte de Shepard Fairey na capa. O Sabbath ainda vai contar com pôsteres de diferentes artistas para cada show da turnê.

As apresentações agendadas até o momento pela banda trazem na lista os Estados Unidos, o Canadá, países da Europa, além da Austrália e da Nova Zelândia. Nada de Japão, México e América do Sul, por enquanto.

No Brasil, o Black Sabbath passou em 2013 e realizou apresentações memoráveis em Porto Alegre, São Paulo, Rio de Janeiro e Belo Horizonte. Na capital paulista, o show contou com cobertura do Roque Reverso e simplesmente hipnotizou os 70 mil fãs presentes no Campo de Marte.

Em 2015, Ozzy Osbourne fez sua passagem mais recente pelo País. Foi um dos headliners do Monsters of Rock, promovendo uma verdadeira festa na Arena Anhembi, em São Paulo, apesar dos claros sinais da voz cansada.

As faixas de “The End” estão no YouTube, mas não será surpresa se, por questões de direitos autorais, seja retirada da rede. Portanto, se o fã brasileiro quiser ouvir o disco sem ter que viajar para a turnê de despedida para comprar o exemplar, precisa correr.

O Roque Reverso se compromete a renovar o link do álbum novo (claro, se uma outra boa alma deixar disponível) todas as vezes que ele sair do ar. Por um respeito à história do heavy metal, o Black Sabbath deveria deixá-la online eternamente.

Ouça abaixo as músicas de “The End”:

28
abr
15

Festa de Ozzy no Monsters of Rock lavou a alma da multidão no Anhembi

Ozzy Osbourne no Monsters - Foto: Divulgação Midiorama/Francisco Cepeda/AgnewsQuis o destino que o então “comedor de morcegos” e “figura ameaçadora” da sociedade Ozzy Osbourne se transformasse, anos depois, em figura querida e tida como “engraçada” pelas famílias. Surfando nessa onda já há um bom tempo e amparado num repertório consolidado e clássico, o eterno vocalista do Black Sabbath continua arrastando multidões por onde passa. Em São Paulo, no Monsters of Rock, não foi diferente e o público que lotou a Arena Anhembi no dia 25 de abril saiu da festa regida pelo “Príncipe das Trevas” com a alma lavada por puro heavy metal.

O festival tinha atrações de peso e capazes de captar grande quantidades de fãs, como o Motörhead e o Judas Priest, mas era visível o apelo maior exercido por Ozzy na arena paulistana. Com essa atmosfera favorável, o vocalista já entrou com o jogo ganho desde a primeira música e só administrou com simpatia e brincadeiras o bom show que fechou a primeira noite do Monsters de 2015.

O clássico “Bark at the Moon” deu início à apresentação e, logo de cara, levou o público ao delírio. Com a boa qualidade do som que ecoava pelas caixas da arena, o heavy metal estava bem representado e o fãs se entregavam ao máximo.

“Mr. Crowley” é uma obra-prima do rock e tradicionalmente arrepia o mais frio dos mortais a cada apresentação de Ozzy Osbourne. Tente assistir a um show do vocalista com essa música e ficar sem a belíssima melodia na cabeça nos sete dias seguintes!

O guitarrista atual de Ozzy, Gus G, não é nenhum Zakk Wylde e muito menos um Randy Rhoads, mas está muito longe de comprometer as apresentações. Seguindo o caminho trilhado pelos músicos antecessores, G tirou de seu instrumento as notas mágicas da música e fez, junto com a voz inconfundível de Ozzy, muito marmanjo encher os olhos d’água, com direito a mãozinha coreografada para o ar no ritmo da canção.

Água, por sinal, é o que não faltou na apresentação do Mr. Madman. Se, no Estado de São Paulo, o momento é da maior crise hídrica da história e milhões enfrentam um racionamento negado de maneira bizarra e inacreditável pelo Governo do Estado, no Anhembi, Ozzy deixou o politicamente correto de lado e gastou água até não poder mais por meio de mangueiras que encharcavam fotógrafos e o público mais próximo do palco.

“I Don’t Know” foi a terceira da noite e deu sequência ao repertório parecido com o adotado por Ozzy nas recentes passagens em São Paulo no mesmo Anhembi, em 2011, e no antigo estádio do Palmeiras, em 2008. Na sequência “Fairies Wear Boots”, do Black Sabbath, trouxe a banda atual do vocalista muito bem entrosada, com destaque para o baterista Tommy Clufetos, que já tinha surpreendido muita gente em 2013 na histórica apresentação que o grupo original do “Príncipe das Trevas” (com Tony Iommi e Geezer Butler) realizou no Campo de Marte, também na capital paulista.

Show do Ozzy no Monsters - Gus G - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Foto: Divulgações Monsters/Camila CaraShow do Ozzy no Monsters - Tommy Clufetos - Foto: Divulgações Monsters/Camila Cara

Após “Suicide Solution” e “Road to Nowhere”, foi a vez de “War Pigs” trazer mais um momento de Black Sabbath ao show. Um dos vocalistas mais marcantes do rock, Ozzy claramente não possui a mesma voz com seus 66 anos de idade. Desafinadas perdoáveis à parte, a execução da música foi bem recebida e não deixou a desejar.

Logo em seguida, “Shot in the Dark”, da carreira solo do vocalista, talvez tenha sido a mais pop da noite. Em contrapartida, a canção seguida “Rat Salad”, veio no caminho contrário do instrumental e fez Gus G e Tommy Clufetos darem um show à parte, enquanto Ozzy descansava um pouco.

Em “Iron Man”, a voz do Mr, Madman voltou a dar uma rateada no começo, mas Ozzy se recuperou na sequência. “I Don’t Want to Change the World” foi a penúltima da primeira parte do show e abriu caminho para a sempre ótima “Crazy Train”, que também faz parte das canções que grudam na cabeça durante dias.

Pausa para o descanso rápida e o retorno de Ozzy ao palco foi seguido da execução da obrigatória “Paranoid”, do Sabbath. Com o público rindo à toa e vibrando muito com a boa apresentação, o vocalista, mais uma vez, fez valer o (caro) ingresso pago para o quem quisesse assistir ao show.

Para relembrar mais uma boa apresentação de Ozzy Osbourne em São Paulo, o Roque Reverso descolou vídeos no YouTube. Fique inicialmente com a indispensável “Mr. Crowley”. Depois veja “Fairies Wear Boots” e “Iron Man”, ambas filmadas por nós. Para fechar, fique com “Crazy Train”.

Set list

Bark at the Moon
Mr. Crowley
I Don’t Know
Fairies Wear Boots
Suicide Solution
Road to Nowhere
War Pigs
Shot in the Dark
Rat Salad
Iron Man
I Don’t Want to Change the World
Crazy Train

Paranoid

27
abr
15

Monsters teve cancelamento do Motörhead, festa de Ozzy, Judas Priest matador e KISS apoteótico

Montagem MonstersA edição de 2015 do Monsters of Rock chegou ao fim no domingo, dia 26 de abril, e deve ter deixado a maioria dos fãs que estiveram na Arena Anhembi satisfeitos, a despeito de contratempos relacionados à organização, segurança e detalhes que sempre podem ser ajustados nos próximos eventos. Entre os momentos que serão lembrados no futuro, destaque para o cancelamento surpreendente do Motörhead, a festa do rock pesado promovida por Ozzy Osbourne, dois shows matadores em dois dias consecutivos do Judas Priest e a apresentação apoteótica do KISS.

Além destes eventos proporcionados pelos maiores medalhões do festival, outros bons shows chamaram a atenção do público, como os do Accept, do Unisonic, do Primal Fear, sem contar outros momentos marcantes gerados pelo Manowar e até pelo Steel Panther, cuja apresentação foi marcada pelo topless de algumas fãs.

De longe, o maior ponto negativo do festival foi a ausência de transmissão pela TV ou pela internet. Como já dissemos anteriormente aqui neste Roque Reverso, quem perdeu com esta mancada foram o rock e aquele fã que não conseguiu estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Nas redes sociais, a reclamação sobre este problema foi uma das que mais apareceu, ainda mais com os preços salgados que sobraram para quem não conseguiu comprar os primeiros lotes de ingressos.

Em relação à organização, as reclamações maiores se concentraram principalmente no primeiro dia de festival. Com uma única entrada para o público, filas enormes se formaram em volta do Anhembi. Houve casos de pessoas que demoraram duas horas esperando para entrar e que perderam os shows que desejavam assistir. No segundo dia, este problema não ficou escancarado e, perto do horário das apresentações mais importantes, à noite, foi possível chegar com certa rapidez no local.

Furtos também foram observados na Arena Anhembi, especialmente de celulares. Outro ponto que mereceu reclamação foi o preço de alimentação e bebida. Cerveja a R$ 10,00, a latinha, é um desrespeito.

De volta à parte que interessa, os headliners fizeram bons shows. A despeito da idade que bate à porta de Ozzy e do KISS, ambas as atrações acabaram justificando a condição de nomes principais do evento. O eterno vocalista do Black Sabbath mantém um carisma que continua arrastando uma legião de fãs para os shows. Enquanto isso, o KISS sabe como poucos transformar os shows em experiências sensacionais que permanecerão para sempre nas mentes dos participantes.

Outra escolha bem sacada foi colocar o Judas Priest para tocar nos dois dias. A banda de Rob Halford & Cia repetiu a tradição de grandes shows no Brasil e, musicalmente, foi a melhor do festival. Falando em música, o som do Monsters também merece elogios, pois estava nítido e num volume ideal em vários dos pontos da lotada pista.

A decepção do Monsters entre as bandas foi o cancelamento do Motörhead. Com o líder Lemmy Kilmister apresentando um sério distúrbio gástrico, seguido de uma forte desidratação, a alternativa foi a desistência da banda. Os demais integrantes do grupo chegaram a fazer um show improvisado com membros do Sepultura, mas a insatisfação e tristeza foi geral no Anhembi. O pior de tudo é que, com a saúde cada vez mais fraca de Lemmy, nada indica que o Motörhead retornará ao Brasil no curto prazo.

O fã do Judas Priest que foi no sábado acabou ganhando, com o problema de Lemmy, um repertório mais extenso. Assim foi possível ver a banda de Rob Halford num show maior do que os que geralmente são observados em festivais.

O evento de 2015 não superou as edições históricas que foram realizadas na década de 90 no Estádio do Pacaembu, tampouco o festival de 1998 na pista de atletismo do Ibirapuera. Em relação ao Monsters de 2013, contudo, o de 2015 parece ter ficado mais encorpado, com os dois dias bem distribuídos e com uma quantidade de público que, sem a menor dúvida superou a capacidade oficial do Anhembi, de cerca de 35 mil pessoas

Nos próximos dias, o Roque Reverso trará resenhas de alguns dos shows do Monsters of Rock. Além dos textos, serão descolados vídeos legais no YouTube e fotos oficiais. Fiquem ligados!

Como aperitivo dos shows do Monsters, o Roque Reverso trouxe alguns vídeos do YouTube. Fique inicialmente com Ozzy e banda executando “War Pigs”, do Black Sabbath. Depois, veja o Judas Priest tocando “Electric Eyes”. Veja ainda o KISS com “Rock and Roll All Nite” e o Accept com “Balls To The Wall”.

25
abr
15

Sem TV, Monsters of Rock 2015 vem aí! Veja horários e detalhes do festival

Monsters of Rock de 2013 na Arena Anhembi - Foto: Divulgação/MRossiVai começar a edição de 2015 do Monsters of Rock! Com uma escalação que não deve nada a grandes festivais de heavy metal do planeta, o evento brasileiro tem início neste sábado, dia 25 de abril, e termina amanhã, dia 26, na cidade de São Paulo, na sempre questionada Arena Anhembi.

Diferente da edição de 2013, que contou com transmissão ao vivo por canais fechados de TV, o Monsters de 2015 não passará em nenhuma emissora. Pelo menos é esta a informação oficial dos produtores até o fechamento deste texto.

Canais que tradicionalmente mostram shows ao vivo, como o BIS e o Multishow, desta vez, vão ignorar um evento que terá como headliners simplesmente Ozzy Osbourne (25) e o KISS (26), sem contar atrações do calibre de um Judas Priest (que tocará nos dois dias!) e de um Motörhead, só para citar os mais badalados.

Quem perde é somente o rock e aquele fã que não poderá estar em São Paulo para prestigiar o grande festival. Num momento no qual o estilo sofre com o pequeno número de novidades interessantes e marcantes, esta ausência na TV só atrapalha ainda mais. Há promessas de fãs que tentarão fazer transmissão por celulares por redes sociais, mas nunca será a mesma coisa.

O Roque Reverso estará nos dois dias do festival e tentará trazer informações rápidas via Twitter ou pelo Facebook. Nos dias seguintes ao festival, o leitor deste veículo terá algumas resenhas dos shows e outros detalhes, como o set list das apresentações, além de fotos e vídeos.

Para quem ainda pretende ir ao Monsters of Rock 2015, ainda há ingressos, mas é bom preparar o bolso, pois as entradas restantes são daquelas de terceiro lote já bem salgadas. Os preços atuais da entrada inteira são de R$ 700,00 (Monsters Pass válido para 2 dias) e de R$ 400,00 (ingresso para único dia). A bilheteria oficial funciona nos dias 25 e 26 de abril, no Portão 21, das 9 horas às 21 horas.

Edições anteriores

As três primeiras edições do Monsters of Rock no Brasil aconteceram em 1994, 1995 e 1996 no Estádio do Pacaembu. Em 1998, o festival foi realizado na pista de atletismo do Ibirapuera. Em 2013, na Arena Anhembi.

A primeira edição, em 1994, trouxe quatro bandas nacionais (Angra, Dr. Sin, Viper e Raimundos) e quatro internacionais (Suicidal Tendencies, Black Sabbath, Slayer e KISS).

Na edição de 1995, o número de atrações aumentou. A única banda nacional foi o Virna Lisi. Já entre o nomes internacionais, os representantes foram Rata Blanca, Clawfinger, Paradise Lost, Therapy?, Megadeth, Faith No More, Alice Cooper e Ozzy Osbourne.

Na edição de 1996, o grupo Raimundos foi o único brasileiro. Na parte internacional, os nomes foram Heroes del Silencio, Mercyful Fate, King Diamond, Helloween, Biohazard, Motörhead, Skid Row e Iron Maiden.

O Monsters de 1998 também trouxe grande número de atrações. Entre os brasileiros, os representantes foram o Dorsal Atlântica e o Korzus. Do lado internacional, Glenn Hughes foi o primeiro a tocar, seguido por Savatage, Saxon, Dream Theater, Manowar, Megadeth e Slayer.

Em 2013, o Monsters retornou para matar as saudades dos fãs e foi realizado na Arena Anhembi. Os headliners do ano retrasado foram o Slipknot, que fechou o primeiro dia, e o Aerosmith, que encerrou o segundo dia do evento. Destaque também para outros grandes shows, como os do Whitesnake e do Ratt. O festival também contou com as apresentações do Queensrÿche, do Korn e do Limp Bizkit e surpreendeu pela qualidade sonora na sempre questionada Arena Anhembi.

Detalhes de 2015

No Monsters de 2015, haverá Food Trucks, lanchonetes e bares dentro do local do show, onde serão vendidos sanduíches, pastéis, crepes, batatas e outros alimentos e bebidas como refrigerante, água e cerveja. Todos poderão ser comprados com cartões de débito e crédito.

Lojas com temas relacionados ao rock também marcarão presença no festival. Entre elas, estará a lendária Woodstock, além da Black Rock.

Em relação ao transporte público, a estação de Metrô mais próxima da Arena Anhembi é Portuguesa-Tietê, cerca de 1,5 Km do local. Para manter uma tradição “sensacional” do governo do Estado, não haverá esquema especial voltado ao festival.

Muito pelo contrário: para “ajudar”, no domingo, as estações Luz e República, da Linha 4-Amarela, permanecerão fechadas durante todo o dia para a execução de obras na estação Higienópolis-Mackenzie. A dica para quem estiver saindo da Arena Anhembi é correr assim que os últimos shows terminarem.

Quanto aos ônibus, há várias linhas no horário normal:

– 278A Ceasa/Penha – Funcionamento até à 01h00
– 106/10 Metrô Santana/Itaim Bibi – Funcionamento até à 01h00
– 107p/10 Mandaqui/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 1301/10 Terminal Casa Verde/Praça do Correio – Funcionamento até 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até a 01h00
– 138Y Metrô Barra Funda /Casa Verde Alta – Funcionamento até à 01h00
– 148P Lapa/Jardim Per – Funcionamento até 00h15
– 1732 Metrô Santa Cecília/Vila Sabrina – Funcionamento até 00h20
– 175P Ana Rosa/Edu Chaves – Funcionamento até 00h50
– 177H Butantã USP/Metrô Santana – Funcionamento até 00h55
– 177Y Pinheiros/Casa Verde – Funcionamento até às 23h50
– 178L Hospital das Clínicas/Lauzane Paulista – Funcionamento até 00h55
– 967A Pinheiros/Imirim – Funcionamento até 00h20
– 8538 Praça do Correio/Freguesia do Ó – Funcionamento até 01h00
– 9166 Praça do Correio/Jardim Santa Cruz – Funcionamento até 00h55
– 9301 Paissandu/Terminal Casa Verde – Funcionamento até 00h40
– 9352 Terminal Correio/Pedra Branca – Funcionamento até 00h15
– 175T/10 Metrô Santana/Metrô Jabaquara – Funcionamento até à 01h00
– 178/10 Imirim/Lapa – Funcionamento até à 01h00
– 701U/10 Jaçanã/Butantã-USP – Funcionamento até à 01h00
– 9717/10 Jardim Almanara/Santana – Funcionamento até à 01h00
– 1177/10 Terminal A.E. Carvalho/Est. da Luz – Funcionamento. até à 01h00
– 138Y/10 Casa Verde/Metrô Barra Funda – Funcionamento até à 01h00
– 175p/10 Edu Chaves/Metrô Ana Rosa – Funcionamento até à 01h00
– 177H/10 Metrô Santana/Butantã – Funcionamento até à 01h00
– 177Y/10 Casa Verde/Pinheiros – Funcionamento até à 01h00
– 9166/10 Jardim Santa Cruz/Praça do Correio – Funcionamento até à 01h00
– 9354/10 Nsa. Sra. De Fátima/Term. Correio – Funcionamento até à 01h00

Após a 1 hora da manhã, há as seguintes linhas:

– 1721/51 – Vila Ede/Praça do Correio
– 1728/51 – Jardim Brasil/Praça do Correio
– 174/51 – Vila Dionísia/Terminal Amaral Gurgel
– 1767/51 – Edu Chaves/Praça do Correio
– 1778/51 – Jaçanã/Praça do Correio
– 1783/52 – Cachoeira/Praça do Correio
– 971X/51 – Terminal Cachoeirinha/Terminal Amaral Gurgel

Em relação aos táxis, estão credenciados mais de 2.000 veículos. Eles estarão estacionados no bolsão ao longo da Avenida Olavo Fontoura. Mas fique atento aos preços, pois tem sempre aquele cara que aproveita o caos para levar vantagem.

Horários dos shows

25/4/2015 – Sábado

12h00 – De La Tierra
13h05 – Primal Fear
14h20 – Coal Chamber
15h50 – Rival Sons
17h20 – Black Veil Brides
18h50 – Motörhead
20h40 – Judas Priest
22h30 – Ozzy Osbourne

26/0/2015 – Domingo

12h15 – Dr Phoebes
13h05 – Steel Panther
14h20 – Yngwie Malmsteen
15h50 – Unisonic
17h20 – Accept
18h50 – Manowar
20h40 – Judas Priest
22h30 – Kiss




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