19
set
14

Produtora confirma turnê do Foo Fighters para janeiro em 4 capitais do País

Foo Fighters - Reprodução do Banner de Divulgação da T4FA Time For Fun confirmou para janeiro de 2015 a volta do Foo Fighters ao Brasil. De acordo com a produtora, o grupo norte-americano liderado por Dave Grohl fará shows em quatro capitais do País, como parte da passagem que será realizada na América do Sul.

A banda iniciará a vinda ao Brasil no dia 21 de janeiro em Porto Alegre. Depois, tocará em São Paulo no dia 23, chegará ao Rio de Janeiro no dia 25 e fechará a passagem pelo território nacional no dia 28 em Belo Horizonte.

Antes de Porto Alegre, o Foo Fighters estará em Santiago, no Chile, no dia 15 de janeiro, e também em Buenos Aires, na Argentina, no dia 18. Depois de Belo Horizonte, o grupo passará por Bogotá, na Colômbia, no dia 31 de janeiro.

Ainda não foram divulgados os locais exatos dos shows tampouco detalhes sobre os preços dos ingressos. A banda disponibilizou, no entanto, um link no qual os fãs receberão informações sobre a pré-venda: http://smarturl.it/ff-southamerica

Os fãs que assistirem à volta do Foo Fighters à América do Sul serão privilegiados. Tudo porque a banda já virá por aqui após o lançamento do disco novo, previsto para o dia 10 de novembro de 2014.

O nome do álbum é “Sonic Highways”, oitavo álbum da carreira do grupo e que sucederá o ótimo e premiado “Wasting Light”, de 2o11.

Os brasileiros costumam ter sorte para presenciar grandes momentos do Foo Fighters. Nas duas vindas da banda ao País, os shows foram memoráveis.

A primeira vez foi em 2001, quando os norte-americanos fizeram um dos melhores shows do Rock in Rio. A segunda foi em 2012, quando a cidade de São Paulo recebeu a banda como atração principal do festival Lollapalooza.

Para comemorar a volta do Foo Fighters ao Brasil, o Roque Reverso descolou clipes de hits da banda no YouTube. Fique inicialmente com “Breakout”. Depois, veja “Walk” e “Learn to Fly”.

18
set
14

Cavalera Conspiracy fez no HSBC Brasil seu melhor show em terras paulistas

Cavalera ConspiracyO Cavalera Conspiracy finalmente se apresentou num local digno e condizente com a história de seus formadores em terras paulistas. Mais do que isso, a apresentação realizada no dia 12 de setembro num HSBC Brasil cheio pode ser considerada a melhor da banda de Max e Igor Cavalera no Estado de São Paulo, depois de outros três shows também bons, mas não tão vibrantes como o da casa próxima à Marginal Pinheiros.

Em 2010, no SWU Festival, a apresentação foi colocada num horário ruim que impediu quem trabalhou no dia de ver a banda pela primeira vez no País. Era uma segunda-feira, véspera de feriado, e o horário agendado ficou para antes das 19 horas, algo impensável para quem trabalhava em São Paulo e precisava pegar a Marginal Tietê para chegar a Itu, local do festival.

Em 2011, o grupo de Max e Igor foi uma grata surpresa na abertura do show do Iron Maiden no Estádio do Morumbi, mas o show foi curto. Em 2012, a banda fez várias apresentações em turnê própria pelo País, com destaque para a da capital paulista no Cine Joia. Mesmo com vários percalços, como mudança de local e cancelamentos, o Cavalera Conspiracy conseguiu satisfazer os fãs com uma ótima performance.

Faltava, porém, um show numa casa maior. Para os dois irmãos que fizeram do Sepultura um orgulho nacional, nada mais justo. Para o público presente no HSBC, uma apresentação contagiante de uma banda que vem ficando cada vez melhor ao vivo.

A apresentação já começou com o petardo “Inflikted”, faixa-título do álbum de estreia do grupo lançado em 2008. Com Max Cavalera como uma autêntico frontman, o público seguia todas as ordens do vocalista e cantava o refrão “Inflikted! Show no mercy! Muthafuckin’ wicked”.

Na sequência, foi a vez de o Cavalera executar as duas primeiras músicas do disco “Blunt Force Trauma”, que foi lançado em 2011. “Warlord” e “Torture” serviram para manter o público no clima e ligado para o que viria a seguir.

Se você está vendo um show de Max e Igor Cavalera, com certeza, não deixará de desejar ver a dupla relembrando os sucessos do Sepultura. Cientes dessa vontade do público, eles trouxeram um medley com três clássicos do grupo que fundaram: “Beneath the Remains”, “Desperate Cry” e “Troops of Doom”.

Já havia algumas rodas de mosh isoladas no HSBC, mas essas três músicas serviram para incendiar a plateia, a ponto de alguns fãs invadirem a pista vip e criarem uma nova roda.

Em mais uma dobradinha, agora com músicas do disco de estreia, o Cavalera Conspiracy trouxe “Sanctuary” e “Terrorize”, que mantiveram os fãs ligados. Além da clara alegria de Max e Igor, interessante notar as participações dos ótimos norte-americanos Marc Rizzo, na guitarra, principal, e Tony Campos, no baixo.

O show era intenso e a sequência dele contou com “The Doom of All Fires”, também do primeiro álbum e que não havia sido tocada na apresentação de 2012 em São Paulo. Depois, em mais um revival, foi tocada a música “Wasting Away”, do projeto paralelo Nailbomb, que Max criou na década de 90.

Para dar um refresco, o Cavalera executou a faixa “Babylonian Pandemonium”, que fará parte do novo álbum “Pandemonium”, previsto para o último trimestre deste ano. Com ela, o público ficou um pouco mais calmo e tentando sacar o novo som da banda.

De volta aos sons já conhecidos, a banda trouxe “Killing Inside”, música do “Blunt Force Trauma” que fez o HSBC tremer em vários momentos em virtude da levada bem pesada que possui.

Hora novamente de Sepultura e as escolhidas dessa vez foram nada menos que “Refuse/Resist” e “Territory”, do clássico “Chaos A.D.”, de 1993. Com a felicidade estampada na cara do público, o HSBC fez lembrar os bons tempos do saudoso Olympia e era difícil ver algum lugar sem rodas de mosh ou com bate-cabeça.

Em “Black Ark”, também do “Inflikted”, foi a vez de a banda convidar o enteado de Max, Richie Cavalera, para subir ao palco e cantar ao lado do vocalista. No fim da música, ele ainda pulou do nada na plateia que ficava na pista vip, chegando a assustar alguns mais desavisados, mas tudo estava dentro do script de grande show.

“Bonzai Kamikaze” foi a faixa seguinte. Também pertencente ao novo álbum e já divulgada pelo grupo na internet, ela foi saudada de maneira positiva pelo público e deve continuar fazendo sucesso nas apresentações porque é uma música vibrante.

Esta foi, por sinal, a última própria do Cavalera da noite, pois, depois, o que se viu foi só coisa do Sepultura. Mas pergunte ao povo presente se alguém se incomodou. Muito pelo contrário, o público foi simplesmente ao delírio com um desfile de clássicos de tirar o fôlego que valeu cada centavo pago no ingresso.

Em “Innerself” foi difícil ficar sem bater cabeça ou não entrar em alguma roda. Um dos principais clássicos do Sepultura teve uma execução digna do Cavalera Conspiracy. Max chegou a homenagear a mãe Vania Cavalera, que estava no HSBC, e a lembrar da gravação do clipe da música nas ruas de São Paulo. O público foi ao delírio com a performance da banda, que logo em seguida trouxe a sempre bem-recebida “Attitude”.

O esgotamento físico em plena sexta-feira depois de um show intenso como esse teve que ser adiado, pois o momento era de celebração do thrash metal. Não bastasse a ótima apresentação que já se via, foram convidados para subir ao palco alguns membros do Korzus e do Krisiun, grupos nacionais que haviam aberto de maneira digna para o Cavalera no HSBC.

Antonio Araújo (Korzus) e Alex Camargo (Krisiun), além de Marcus D’Angelo, da banda Claustrofobia, tiveram a honra de cantar a dobradinha “Arise” e “Dead Embryonic Cells”. Visivelmente emocionados com aquele momento, eles mandaram ver e o público cantou as faixas a plenos pulmões, num grande e histórico momento da apresentação.

Pensou que acabou? Nada disso. Na sequência, o Cavalera Conspiracy trouxe nada menos que “Osgasmatron”, cover histórico que o Sepultura gravou do Motörhead, e manteve a vibração da noite.

Para fechar a brilhante apresentação, não podia ficar de fora a obrigatória “Roots Bloody Roots”. O corpo já acusava o cansaço, mas não há headbanger brasileiro no mundo que não encontre um restinho de força para agitar neste clássico. Para esgotar de vez o corpo, o Cavalera ainda deu uma acelerada na faixa no final e o público transformou o HSBC numa imensa roda.

Ao final do grande show, o grupo foi ovacionado pelos fãs. No agradecimento à frente do palco, Max e Igor foram bastante aplaudidos e o baterista ainda levantou para a plateia uma camisa do Palmeiras em homenagem ao centenário clube de Palestra Itália, para novo delírio do bom número de palmeirenses presentes.

Para relembrar a apresentação do Cavalera Conspiracy no HSBC, o Roque Reverso descolou alguns vídeos amadores no YouTube. Fique inicialmente com o de “Inflikted”. Depois veja o do medley “Beneath the Remains/Desperate Cry/ Troops of Doom” que conseguiu captar apenas as duas primeiras. Para fechar, fique com “Refuse/Resist” e com a dobradinha “Arise/Dead Embrionic Cells”. Há no YouTube um vídeo muito bem gravado com o show quase na íntegra que pode ser conferido aqui.

Set list

Inflikted
Warlord
Torture
Beneath the Remains/Desperate Cry/ Troops of Doom
Sanctuary
Terrorize
The Doom of All Fires
Wasting Away (Nailbomb)
Babylonian Pandemonium
Killing Inside
Refuse/Resist
Territory
Black Ark
Bonzai Kamikaze
Innerself
Attitude
Arise/Dead Embrionic Cells
Orgasmatron
Roots Bloody Roots

17
set
14

30 anos do disco ‘Perfect Strangers’, do Deep Purple

"Perfect Strangers", reprodução da capaO início da segunda quinzena de setembro de 2014 compreende mais uma data de aniversário importante para o rock. Tudo porque o dia 16 de setembro marca os 30 anos do álbum “Perfect Strangers”, do lendário Deep Purple.

O disco é considerado um clássico muito mais pelo que representa do que pelas músicas gravadas, já que marcou o reencontro da formação clássica do Purple num álbum depois de 11 anos. Também foi o primeiro disco do grupo desde “Come Taste the Band”, de 1975.

A formação clássica em questão trazia simplesmente Ian Gillan nos vocais, Ritchie Blackmore  na guitarra, Jon Lord nos teclados, Roger Glover no baixo e Ian Paice na bateria.

Antes de “Perfect Strangers”, o último disco com esta formação havia sido “Who Do We Think We Are”, de 1973. Depois do álbum da década de 70, muita aconteceu com o Purple, como, por exemplo, a saída de Gillan para a entrada de David Coverdale nos vocais.

“Perfect Strangers” pode não conter uma penca de hits como outros álbuns do Purple, mas conseguiu armazenar simplesmente duas músicas indispensáveis da carreira da banda: a faixa título e “Knocking at Your Backdoor”.

É justamente “Knocking at Your Backdoor” que vem com tudo no início do disco, com uma introdução matadora de Jon Lord e uma melodia muito bem construída para os vocais de Ian Gillan.

Em “Under The Gun”, os teclados de Jon Lord que já apareciam brilhantemente na faixa anterior tomam conta de uma parte maior da música e dão uma roupagem até mais pop, com direito até a um trecho rápido de “Pomp and Circustance” (clássica marcha composta para orquestra por Edward Elgar) , mas sem perder a pegada.

O teclado de Lord vem novamente em “Nobody’s Home”, mas a guitarra de Blackmore aparece forte no riff e no solo, com uma perfeita sintonia em relação às batidas de Paice.

Em “Mean Streak”, as batidas de Paice ficam mais cadenciadas e o mais desavisado poderá confundir o jeitão da música com “School’s Out”, de Alice Cooper.

A quinta faixa é simplesmente “Perfect Strangers” e aí qualquer ser humano com um mínimo de bom gosto será obrigado a reconhecer que está diante de um clássico do rock.

Com uma introdução matadora e contagiante, além de um riff que gruda na cabeça, a música tem uma levada que simplesmente justifica o retorno do Deep Purple com sua formação clássica. Não por acaso, esta faixa ainda hoje é uma das mais comemoradas pelo publico quando é tocada ao vivo.

Depois de “Perfect Strangers”, fica difícil do grupo se superar nas faixas restantes do álbum. Em “A Gypsy’s Kiss”, até vale ouvir os solos intermináveis de Blackmore e Lord e a boa sintonia entre os dois nestes momentos. “Wasted Sunsets” e “Hungry Daze” estão longe da classificação ruim, mas ficam claramente abaixo das demais do disco.

A versão em CD e fita cassete do álbum continha a faixa extra “Not Responsible” . O álbum foi remasterizado e relançado no dia 22 de junho de 1999 com a faixa bônus instrumental “Son Of Alerik”. Ela havia sido anteriormente disponível como um B-side no single de “Perfect Strangers” em 1984.

Para comemorar os 30 anos do álbum, o Roque Reverso, é claro, descolou clipes no YouTube. Fique inicialmente com o megaclássico “Perfect Strangers”. Na sequência, fique com os vídeos de “Knocking at Your Backdoor” e “Nobody’s Home”.

15
set
14

Pixies lança o clipe da música ‘Ring The Bell’

Pixies - Foto: DivulgaçãoO Pixies voltou a liberar um novo clipe para os fãs. Desta vez, a faixa escolhida é “Ring The Bell”, que faz parte do disco novo do grupo, “Indie Cindy”, lançado oficialmente em abril.

Os admiradores da banda norte-americana não têm do que reclamar, já que a metade das músicas do álbum novo conta com videoclipe.

Antes do clipe de “Ring The Bell”, que tem direção de Lital Mizel e Adi Frimmerman, já haviam sido contempladas só em 2014 as faixas “Snakes”, que saiu junto com o anúncio do novo disco, “Greens and Blues”, “Blue Eyed Hexe” e “Magdalena”.

Em junho de 2013, o grupo já havia lançado o clipe  da música “Bagboy”, que foi a primeira canção do Pixies desde 2004. Ainda no ano passado, também foi liberado o videoclipe da faixa-título do novo trabalho.

O álbum “Indie Cindy” é o primeiro do Pixies desde “Trompe le Monde”, de 1991. Tem 12 músicas e contou com a produção de Gil Norton, que já trabalhou com a banda em outros discos.

O conteúdo do álbum é nada mais do que a compilação dos três EPs lançados pelo Pixies junto com vários dos clipes mencionados. Quem acompanhou toda a estratégia do grupo desde o ano passado, não deve ter grandes surpresas no lançamento, já que viu uma série de boas músicas.

2013 já havia sido um período de grandes novidades para os fãs da banda, que teve, por exemplo, o surpreendente anúncio da saída da baixista Kim Deal, grande sinônimo de Pixies.

Ela havia sido substituída por Kim Shattuck, que ficou também pouco tempo no posto, dando lugar à bela baixista Paz Lenchantin, que já tocou nos grupos Zwan, de Billy Corgan, e A Perfect Circle.

Em abril, o Pixies passou pelo Lollapalooza e fez um show mais morno do que de costume no Autódromo de Interlagos, em São Paulo.

Veja abaixo o clipe da música “Ring The Bell”:

14
set
14

Slipknot lança clipe da música ‘The Devil In I'; álbum novo sairá em outubro

Slipknot - Foto: DivulgaçãoO Slipknot liberou no dia 12 de setembro o clipe da música “The Devil In I”. É o segundo vídeo relacionado ao novo disco “.5: The Gray Chapter”, que o grupo norte-americano de Iowa lançará ainda em 2014, agora com a data definida: o dia 21 de outubro.

O primeiro clipe havia sido o da faixa “The Negative One”, a primeira do grupo em seis anos e que provocou um verdadeiro frenesi entre os fãs.

A direção do vídeo de “The Devil In I” é de M. Shawn Crahan.

No clipe novo, a banda traz novidades interessantes aos fãs, como algumas novas máscaras e as primeiras aparições dos novos baixista e baterista, ainda sem as identidades divulgadas.

O cenário do clipe é um manicômio e o tema da morte é constantemente abordado.

“The Negative One” e “The Devil In I” foram os primeiros sons oficiais do Slipknot desde a morte do baixista e compositor Paul Gray, em 2010, e da saída do excelente baterista Joey Jordison, em dezembro de 2014.

O novo disco também será o primeiro desde o álbum “All Hope Is Gone”, de 2008. Neste período, os brasileiros, por exemplo, foram privilegiados, pois testemunharam excelentes shows da banda no Rock in Rio de 2011 e no Monsters of Rock de 2013.

Quem já havia escutado a faixa “The Devil In I” aqui no Roque Reverso teve a oportunidade de perceber que a música traz uma levada que empolga bastante e ameaça ser algo arrebatador como “The Negative One”. Na sequência, porém, os vocais de Corey Taylor são mais limpos do que a maioria das faixas do Slipknot.

Veja abaixo o novo clipe do Slipknot e a lista de faixas do novo álbum da banda:

1. XIX
2. Sarcastrophe
3. AOV
4. The Devil In I
5. Killpop
6. Skeptic
7. Lech
8. Goodbye
9. Nomadic
10. The One That Kills The Least
11. Custer
12. Be Prepared For Hell
13. The Negative One
14. If Rain Is What You Want
15. Override (faixa bonus)
16. The Burden (faixa bonus)

13
set
14

Lollapalooza 2015 será realizado nos dias 28 e 29 de março no Autódromo de Interlagos

Lollapalooza 2015 - Arte: DivulgaçãoA produtora Time For Fun anunciou na sexta-feira, dia 12, que a edição de 2015 do festival será realizada nos dias 28 e 29 de março na cidade de São Paulo. Tal qual a edição de 2014, o local escolhido para o próximo ano é o Autódromo de Interlagos, que acabou agradando a maior parte do público, apesar da distância entre os palcos.

De acordo com os produtores, os 600 mil metros quadrados de área em Interlagos possibilitam a montagem dos três palcos principais, da tenda eletrônica e do Kidzapalooza em distância apropriada, garantindo a máxima qualidade do som.

Além disso, avaliaram que o autódromo permite a construção de boa infraestrutura para acomodar áreas de descanso, praça de alimentação e outros locais de recreação.

“Acreditamos que o Lollapalooza ganhou outra dimensão em sua nova casa”, afirmou o diretor artístico da Time For Fun, Alexandre Faria, no comunicado que confirmou a edição de 2015. “Com o aprendizado do primeiro ano no Autódromo de Interlagos, vamos trabalhar para que o local ganhe em melhorias e que a experiência do festival seja ainda melhor”, prometeu.

Até o momento não há atrações confirmadas oficialmente. De certo, o evento já conta com patrocínios de peso, como a Skol, Chevrolet e Axe, além do apoio de Pepsi e Fusion.

O Lollapalooza teve três edições com sucesso de público em 2012, 2013 e 2014 no Brasil. Se, no primeiro ano, a grande atração foi o ótimo show do Foo Fighters, em 2013, o festival contou com apresentações memoráveis do Queens of The Stone Age e do Pearl Jam. Em 2014, também ficaram marcadas apresentações como as do Soundgarden, New Order e do Arcade Fire.

12
set
14

The Hives fará show em SP no dia 16 de novembro no Cine Joia

The Hives - Cartaz do Show - ReproduçãoO grupo sueco The Hives fará mais de uma apresentação na cidade de São Paulo em novembro. Além de fazer a abertura do show do Arctic Monkeys no dia 14 na Arena Anhembi, a banda da Escandinávia tocará no dia 16, um domingo, no Cine Joia, casa localizada na região central da cidade.

Os ingressos já estão à venda e a expectativa é de que terminem rápido, já que a capacidade da casa para esse show isolado do The Hives será de 1.400 pessoas.

O valor da entrada inteira é de R$ 180,00. O horário do show está previsto para as 20 horas do domingo.

As vendas pela internet estão sendo realizadas exclusivamente no site www.cinejoia.tv/ingressos

Há a opção do fã comprar os ingressos na própria bilheteria do Cine Joia. Ela atende de segunda a sexta-feira, das 10 horas às 18 horas.

Aos sábados e domingos, a venda é feita somente quando há eventos na casa. E o Cine Joia abre a partir das 22 horas. O telefone para contato é o (11) 3101-1305.

O The Hives esteve no ano passado no Lollapalooza 2013, quando tocou no mesmo dia do Pearl Jam. Famosos pelas apresentações alucinadas, os músicos do grupo lançaram mais recentemente o disco “Lex Hives”, de 2012, mas fizeram grande sucesso com o álbum “Veni Vidi Vicious”, de 2000.




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